Cerimônia fúnebre oficial do presidente venezuelano está marcada para hoje.

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Há antigo e sábio ensinamento no sentido de que – em razão do forte apelo simbólico que despertam – os funerais não costumam ser bons conselheiros. Nesse sentido, ao ouvir e ler elogios a Hugo Chavez não esqueçamos nós que, ao chegar ao poder, o militar populista rasgou a Constituição do país e fez outra a sua maneira ; amordaçou a imprensa ; formou uma Suprema Corte que lhe fosse submissa ; enfim, governou, digamos sem refolhos, despoticamente, de maneira personalista, por longos 14 anos, legitimado por eleições periódicas sempre questionáveis e questionadas.

E o sentimento de orfandade da população que tem sido visto pela imprensa não expressa outra coisa senão tudo isso. Com efeito, em que estágio democrático anda um povo que precisa de um guia-pai ? (Migalhas)

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