Em Marabá, uma trágica notícia deixou diretoria e funcionários do Grupo Correio de Comunicação – jornal, rádio, TV e gráfica – mergulhados em tristeza e luto. O corpo da recepcionista Marli Pereira da Silva, 40 anos, foi encontrado sem vida, por volta das 11h30 desta terça-feira (10), no Rio Tauarizinho, próximo ao Loteamento Cidade Jardim, abaixo da ponte da Rodovia BR-230 (Transamazônica).
Marli, que segundo nota divulgada pelo grupo, dificilmente faltava ao trabalho, nos 11 anos de empresa, não apareceu na empresa nesta manhã, o que já causou estranheza nos colegas. Várias foram as chamadas feitas para o celular dela, mas em todas a informação automática era de que o aparelho estava desligado ou fora da área de serviço.
No final da manhã, a notícia. Por volta das 11h30, o corpo de Marli foi encontrado boiando nas águas do Tauarizinho. Resgatado e removido ao Instituto Médico Legal (IML), cadáver foi reconhecido como o da recepcionista do Grupo Correio.
“Marli era uma pessoa alegre, companheira e dedicada ao trabalho”, diz trecho da nota da empresa de Comunicação. No grupo de WhatsApp que reúne boa parte dos profissionais de Imprensa de Marabá, os colegas que trabalharam, em algum período, ao lado de Marli, manifestaram tristeza pela partida dela.
“Não tenho palavras para dizer o quanto sinto muito pela morte da nossa Marli. Doce, gentil e solícita ao extremo, é difícil demais acreditar que ela tenha sofrido uma violência dessa”, escreveu a jornalista Tayanna Marquioro.
“Uma pessoa ímpar e adorável, vai fazer muita falta”, manifestou-se Emilly Coelho, reforçando, “eu estou muito triste, sem acreditar”.
“Uma perda inestimável. Marli sempre foi muito meiga e gentil. Não sei como vai ser aquela recepção sem ela”, lamentou Zeus Bandeira. A Polícia Civil já está investigando a morte de Marli Silva.
(Eleutério Gomes, de Marabá)