Marabá se prepara para viver um dos momentos mais especiais de seu calendário religioso. O Círio de Nossa Senhora de Nazaré reúne famílias, atrai visitantes e leva milhares de devotos às ruas. Uma mobilização que também se reflete na economia, criando oportunidades para comerciantes, feirantes e prestadores de serviços.
Nos preparativos e durante a festividade, a procura por alimentação, hospedagem, transporte e produtos religiosos conecta a celebração a diferentes atividades econômicas. Restaurantes, hotéis, lojas e feiras integram essa rede de acolhimento, que atende quem vive na cidade e quem chega para acompanhar a programação.
Para os empreendedores, o período representa uma oportunidade de ampliar as vendas, conquistar clientes e valorizar os produtos locais. Para Marabá, é também uma ocasião de apresentar sua culinária, sua cultura e a hospitalidade de sua gente, fortalecendo o turismo religioso.
Na Velha Marabá, essa relação entre fé e comércio ganha um significado especial. As ruas que recebem os devotos abrigam negócios que fazem parte da história da cidade. Entre encontros, trabalho e devoção, a comunidade se mobiliza para acolher uma tradição que atravessa gerações.
Com o tema “Em Maria, Jesus veio morar entre nós”, o 46º Círio de Nazaré em Marabá terá seu ponto alto no próximo domingo (18). A grande romaria sairá às 7h da Catedral de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, na Velha Marabá, em direção ao Santuário da Folha 16, na Nova Marabá.
Acim de portas abertas para acolher e celebrar
Presente nessa tradição, a Associação Comercial e Industrial de Marabá (Acim) participa ao ceder seu prédio como apoio à realização da troca do manto da imagem de Nossa Senhora de Nazaré.
Na manhã do domingo, a entidade também promoverá um café da manhã para os padres e autoridades, oferecendo um momento de acolhimento e confraternização durante a programação do Círio.
Ao participar da celebração, a Acim reforça sua ligação com a comunidade e valoriza uma manifestação que une fé, cultura e desenvolvimento local. Nas ruas por onde passa a procissão e nos estabelecimentos que recebem os visitantes, Marabá pulsa com a força de sua gente.
(Eleuterio Gomes, de Marabá)









