Garimpo de Serra Pelada perde uma de suas lendas

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O garimpo de Serra Pelada, em Curionópolis, sem dúvida é um dos maiores produtores de causos do Pará. Na semana passada o garimpeiro José Mariano dos Santos, o Índio, protagonista de alguns desses causos em Serra Pelada faleceu de causa ainda indefinida. Ele era hipertenso e se recuperava de um derrame.

No auge do ouro em Serra Pelada, os barrancos de Índio produziram nada menos que 1.183 quilos de ouro. Em valores atuais, o intrépido garimpeiro colocou nos bolsos fortuna equivalente a R$147 milhões.

Índio ficou conhecido nacionalmente quando uma rede de TV produziu, em meados dos anos 90, um programa sobre Serra Pelada e Índio pode contar seus causos, tantas vezes repetidas entre seus pares. Naquela época, o cantor Sidney Magal fazia um sucesso muito grande e a peso de ouro foi contratado para fazer um show no garimpo. Trouxe com ele uma dançarina fogosa e jovial de nome Terezinha que despertou a paixão em Índio. Inconteste, assim que o show terminou e a jovem voltou ao Rio de Janeiro, Índio se deslocou até Marabá, pois queria a todo custo rever a jovem. Quando chegou ao aeroporto de Marabá não havia mais vagas no voo para o Rio de Janeiro,´Movido por uma paixão avassaladora e  uma irresponsabilidade ainda maior, Índio não pensou duas vezes. Comprou 100 bilhetes de um Boeing com destino ao Rio de Janeiro, o que fez com que a empresa enviasse um avião para transportar o apaixonado garimpeiro até sua amada. Índio viajou acompanhado apenas da tripulação.

Lá chegando, Índio hospedou-se no Hotel Copacabana Palace, o mais caro à época, por sessenta dias, vivendo da luxúria que o dinheiro lhe concedia.

Conta a lenda que Índio ainda comprou 11 carros de uma só vez, três apartamentos em Belém e se casou por quatorze 14 vezes, gastando todo o dinheiro conseguido em Serra Pelada com luxos, mulheres e muita curtição, morrendo pobre.

Quando perguntado se estaria arrependido do que fez com o dinheiro em virtude da falta do mesmo nos tempos atuais, Índio era taxativo, e sem arrependimento afirmava que “se pegasse o mesmo dinheiro, hoje, faria tudo de novo”.

Serra Pelada produziu milhares de toneladas de ouro e outros tantos garimpeiros como Índio. Aliás, a maioria deles que “bamburraram” em Serra Pelada está hoje pobre. Um dos motivos era a falta de conhecimento com o dinheiro, a outra simplesmente o fato de acreditar que todo aquele ouro recolhido a duras penas não acabaria nunca e que o garimpo lhe daria outra vez, e muito mais. (Informações e foto: Repórter 30).

Paysandu vence o Remo, entra na briga por uma vaga na semifinal do returno e quebra invencibilidade de nove jogos do rival

Por Fábio Relvas

Remo e Paysandu entraram em campo na tarde deste domingo (29), no estádio Olímpico Edgar Proença, o Mangueirão, em Belém, para a disputa da partida de número 730 da história dos rivais, sendo o clássico mais disputado do mundo. Melhor para o Papão que venceu o rival, por 3 a 1, e entrou na briga por uma das vagas para a semifinal do returno. Os gols do Paysandu foram marcados por Dão, Yago Pikachu e Bruno Veiga, enquanto que Rafael Paty marcou para o Remo. Com a vitória, o Papão quebrou uma invencibilidade de nove jogos do Leão e assumiu a vice-liderança do Grupo A2 com seis pontos.

O clássico

No início do jogo com a forte marcação, os dois times começaram errando passes. Logo na primeira falta em favor do Paysandu, Yago Pikachu cobrou no segundo pau para a cabeçada certeira de Dão, aos dois minutos, 1 a 0 Papão. No lance seguinte, em outra falta, Rogerinho cobrou e a bola passou raspando a meta do goleiro Fabiano.

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O Leão iniciou o jogo com sono. Em outra falha da zaga, o atacante Bruno Veiga entrou livre e bateu no canto direito, a bola tocou no pé da trave e foi para fora. Com o time azulino nervoso, os bicolores aproveitaram à situação. Dadá sozinho perdeu a bola para Aylon que rolou de lado para o chute de Jhonnatan, mas a bola foi fraca em cima de Fabiano.

O Remo reagiu com o zagueiro Ciro Sena, que subiu livre e testou forte após um escanteio, a bola passou assustando o goleiro Emerson. O Paysandu deu o troco e quase marcou em quatro lances consecutivos, com Bruno Veiga uma vez, e Aylon por três vezes, levando a galera do Papão a loucura. O Leão tentou empatar na cobrança de falta de Eduardo Ramos, mas a bola foi em cima de Emerson.

Com mais domínio no meio campo e mais posse de bola, o Paysandu criava situações de gol. Yago Pikachu chutou forte em cima de Fabiano. O Remo chegou a equilibrar as ações a partir dos 30 minutos. O atacante Val Barreto mandou um balaço, a bola passou a um palmo do travessão bicolor. Em outra tentativa dos azulinos, Alberto cobrou falta perigosa, a bola desviou na zaga bicolor e foi para escanteio.

O Leão acordou de vez. Dadá pegou a sobra da zaga bicolor e chutou forte, o goleiro Emerson bateu roupa, mas fez a defesa. Em seguida, quem quase marcou foi o Papão. Na bola rolada da esquerda, Aylon recebeu livre na grande área e finalizou em cima de Fabiano. Foi o melhor que aconteceu no primeiro tempo.

O Remo não tinha alternativa a não ser atacar o adversário no segundo tempo. O técnico Zé Teodoro mexeu na onzena titular, colocando Roni e Flávio Caça Rato, nos lugares de Val Barreto e Dadá, respectivamente. O Leão teve a chance logo no primeiro minuto na cobrança de falta de Alberto, mas a bola foi no meio do gol e ficou fácil para o goleiro Emerson.

Após o lance, o Papão foi para o ataque e foi fatal. Jadilson cometeu um pênalti infantil em cima de Jhonnatan. O árbitro paulista da FIFA, Raphael Claus, não teve dúvida e marcou. Yago Pikachu cobrou com muita categoria, deslocando o goleiro Fabiano, aos cinco minutos, 2 a 0 Paysandu.

O Remo não sentiu o gol e tentou chegar. Eduardo Ramos levou perigo em cobrança de falta, mas atento Emerson fez a defesa para o Papão. O Leão continuou tentando. Em jogada pela esquerda de Jadilson, a bola foi levantada na área para as cabeçadas de Eduardo Ramos e Bismarck, mas sem perigo contra a meta bicolor. Como o Leão não conseguiu marcar com as opções do intervalo, o técnico Zé Teodoro colocou o atacante Rafael Paty no lugar de Bismarck.

Na primeira jogada, quase Rafael Paty marcou o gol azulino, a zaga bicolor chegou na hora “h”, cedendo o escanteio. No lance seguinte, uma blitz total remista contra a meta do adversário. Flávio Caça Rato mandou uma bomba, a bola explodiu no travessão e na sobra Eduardo Ramos chutou por cima. Logo em seguida, Levy foi derrubado dentro da área por Romário, pênalti para o Leão. Rafael Paty chamou a responsabilidade e cobrou no canto direito de Emerson, enlouquecendo o Fenômeno Azul no Mangueirão, aos 41 minutos.

O Paysandu acordou e foi para cima, não dando chance para o rival. Após escanteio, a bola sobrou para Bruno Veiga, que chutou rasteiro no canto direito de Fabiano, aos 43 minutos. Desta vez a Fiel Bicolor que foi a loucura nas arquibancadas, soltando o grito de “olé” e pedindo para a torcida rival deixar o estádio. Final de jogo no Mangueirão: Remo 1 x 3 Paysandu.

“Em treze anos de carreira, foi meu primeiro gol em clássico. Deus me abençoou e fui feliz hoje”, afirmou Dão, zagueiro do Paysandu.

“É complicado pegar gols como nós pegamos. É inadmissível”, declarou Rafael Paty, atacante do Remo.

FICHA TÉCNICA

Remo: Fabiano; Levy, Ciro Sena, Igor João e Jadilson; Alberto, Dadá (Flávio Caça Rato), Felipe Macena e Eduardo Ramos; Bismarck (Rafael Paty) e Val Barreto (Roni). Técnico: Zé Teodoro

Paysandu: Emerson; Yago Pikachu, Dão, Pablo e Marlon (Romário); Augusto Recife, Jhonnatan, Ricardo Capanema e Rogerinho (Leandro Canhoto); Aylon (Souza) e Bruno Veiga. Técnico: Dado Cavalcanti

Árbitro: Raphael Claus (FIFA/SP)

Assistentes: Marcelo Van Gasse (FIFA/SP) e Alessandro Rocha Matos (FIFA/BA)

Quarto árbitro: Joelson Nazareno Ferreira Cardoso – PA

Cartões amarelos: Ciro Sena e Levy (Remo); Pablo e Marlon (Paysandu)

Local: Estádio Olímpico Edgar Proença, o Mangueirão, em Belém

Renda: R$ 430.683,00 – Pagantes: 17.381 – Credenciados: 2.587 – Total: 19.968

No Pará, Dilma entregará casas de novo conjunto habitacional

A presidenta Dilma Rousseff estará no município de Capanema (PA), nesta segunda-feira (30), para entregar 1.032 unidades habitacionais do Programa Minha Casa Minha Vida (MCMV). A estimativa é beneficiar mais de 4.100 pessoas com a entrega das novas casas.

Capanema (PA) recebe primeiro empreendimento pelo Minha Casa Minha VidaCapanema recebe primeiro empreendimento pelo Minha Casa Minha Vida

O empreendimento, denominado Conjunto Habitacional José Rodrigues de Sousa, é destinado a famílias com renda de até R$ 1,6 mil e recebeu investimento de R$ 53,6 milhões. São 1.032 apartamentos distribuídos em 129 blocos de dois pavimentos e quatro unidades por andar. Cada apartamento tem área privativa de 39,22 m², divididos em dois quartos, sala, banheiro, cozinha e área de serviço, com piso cerâmico em todos os ambientes.

O condomínio dispõe de duas praças, duas quadras poliesportivas, dois playgrounds e um centro comunitário. O residencial é equipado com infraestrutura completa, pavimentação, redes de água, esgotamento sanitário, drenagem, energia elétrica e iluminação pública. Este é o primeiro residencial construído pelo MCMV em Capanema, município que fica a 160 km da capital paraense, Belém.

Mas, segundo o superintendente regional da Caixa Econômica Federal, Evandro Lima, apesar de ser o primeiro empreendimento, outros moradores de Capanema já foram beneficiados pelo MCMV. “O Programa Minha Casa Minha Vida já está presente em Capanema em outras faixas de renda, por meio de iniciativas de pequenas construtoras locais, que têm feito esses imóveis com financiamento da Caixa e os subsídios do programa”, afirma. Em Capanema, já foram entregues 1.496 unidades habitacionais, enquanto em todo o estado do Pará são 46.473 unidades, beneficiando 185 mil pessoas.

Fonte: Blog do Planalto

Ibama e FAB levam papagaios de Porto Alegre para soltura na Serra do Cachimbo, no Pará

Vítimas do tráfico chegaram ao Instituto via apreensões ou entregas voluntárias. Animais serão soltos na Serra do Cachimbo (PA), que conta com condições para receber, readaptar e destinar definitivamente à vida livre os animais.

Serra do Cachimbo conta com condições para receber, readaptar e destinar definitivamente à vida livre os animais

No meio de março deste ano, 25 papagaios-verdadeiros que se encontravam no Centro de Triagem de Animais Silvestres do Rio Grande do Sul (Cetas/RS) foram enviados para a Serra do Cachimbo, no sul do Pará.

Uma parceria do Ibama com a Força Aérea Brasileira (FAB) permitiu tanto o envio dos psitacídeos, pois eles foram levados em um avião da FAB, como a destinação, uma vez que a área onde se encontram também é administrada pela agência militar.

Papagaio-verdadeiroO objetivo é levar de volta à natureza uma espécie que não é endêmica do estado sulino. São papagaios vítimas do tráfico que chegaram ao Ibama por meio de apreensões ou de entregas voluntárias. A Serra do Cachimbo conta com condições para receber, readaptar e destinar definitivamente à vida livre os animais.

A execução propriamente dita do projeto consiste na triagem dos papagaios no Rio Grande do Sul, tarefa do Cetas/RS, destinação por meio da FAB e recepção dos animais na Base do Cachimbo, onde ficarão alojados em recintos de readaptação (voadeiras).

Nestes locais, eles serão estimulados ao voo, receberão dieta compatível com a natural e o pareamento será estimulado. Após período previsto de cerca de 60 dias, serão libertados por meio de método de “soft release”, ou seja, os recintos serão abertos e os espécimes sairão conforme decisão própria.

Em breve, a FAB levará mais papagaios e araras-canindé (Ara ararauna) para a Serra do Cachimbo.

Fonte:Ibama

Convênio entre Vale e Prefeitura de Marabá aumenta em 60% número de vagas em escolas municipais

Alunos na Escola Luiza Nunes Fernandes, no Núcleo Nova Marabá

Alunos na Escola Luiza Nunes Fernandes, no Núcleo Nova Marabá

Com investimentos em torno de R$ 2,3 milhões, a Vale irá assegurar o aumento de 467 novas vagas em três escolas do Núcleo Nova Marabá: Francisca de Oliveira Lima, Miriam Moreira dos Reis e Luzia Nunes Fernandes. A ação é parte de uma série de convênios firmados com a Prefeitura de Marabá para promover o avanço do município, nas áreas da saúde, educação e infraestrutura.

O aumento corresponde à cerca de 60% na capacidade atual de atendimento das escolas. Serão 26 novas salas de aula, além de quadras poliesportivas, salas de informática, reforma de refeitório, biblioteca e cozinha. Os prédios serão ainda adaptados, permitindo a acessibilidade de pessoas portadoras de deficiência.

A maioria das obras já foi iniciada e começará a ser inaugurada ainda em 2015, ano em que a Vale comemora 30 anos de atuação no Pará e no Maranhão.

CDL e ACIP firmam parceria e apresentam I FECINP em coletiva de imprensa

Na próxima terça-feira, 31, os presidentes da Câmara de Dirigentes Lojistas de Parauapebas (CDL) e da Associação Comercial, Industrial e Serviços de Parauapebas (ACIP) concedem entrevista coletiva à imprensa para falar da realização da I FECINP – Feira de Comércio, Indústria e Negócios de Parauapebas. A coletiva será realizada na sede da ACIP, às 8h30 da manhã.

No início deste ano, a nova diretoria da CDL anunciou a realização da feira, prevista para o primeiro semestre de 2015. No mês de março, um parceiro importante aderiu ao projeto: a ACIP. A entidade passa a fazer parte da organização e realização do evento, previsto para ocorrer no início de junho.

“Nós estamos planejando um evento à altura da importância econômica do nosso município e, por isso, as parcerias são muito importantes. Apresentamos a FECINP para a ACIP, eles compraram a ideia e nós os recebemos no time com muita honra”, afirma Marksan Gomes, presidente da CDL. Uma comissão executiva com diretores das duas entidades foi formada para dar andamento ao projeto da FECINP.

Para o presidente da ACIP, Humberto Costa, a parceria e a feira são muito importantes para o desenvolvimento do município, especialmente por serem voltadas a setores que movimentam a economia. ”Nosso foco é encontrar maneiras de ajudar o empresariado local, fortalecer o empresário e a nossa economia, sempre”, garante.

A comissão executiva foi dividida em grupos de trabalho que se reúnem periodicamente para acertar os detalhes da Feira.

Serviço:

Coletiva de Imprensa – Apresentação da I FECINP

Data: Terça-feira, 31 – Local: ACIP – Rua 24 de março, nº 2, Rio Verde  – Horário: 8h30min

Parauapebas perde pênalti e o jogo para o Tapajós e fica longe da classificação para a semifinal do returno

Por Fábio Relvas – Correspondente do Blog

O jogo entre Tapajós e Parauapebas que estava marcado para, às 20h, foi retardado em meia hora e a bola só rolou, às 20h30, no estádio Jader Barbalho, o Barbalhão, em Santarém, no último sábado (28). O confronto entre os dois caçulas do Campeonato Paraense já se tornou uma espécie de clássico. A rivalidade ganhou força na final da segundinha, quando o PFC levou a melhor e ficou com o título em cima do adversário.

Desta vez, o Boto deu o troco e venceu, por 3 a 1, e entrou na briga por uma das vagas na semifinal do returno, ficando em segundo lugar, com quatro pontos no Grupo A2, já o Trem de Ferro se complicou no Grupo A1, e segue em quarto lugar, com apenas dois pontos. Os gols do Boto na partida foram marcados pelo meia Welthon, duas vezes, assumindo a artilharia do Parazão ao lado do atacante Monga do Gavião, com cinco gols, e pelo zagueiro Thiago Costa. Enquanto que o atacante Célio Codó desencantou e marcou seu primeiro gol com a camisa do Trem de Ferro no Campeonato Paraense.


O jogo

A rivalidade fez com que a zaga do Trem de Ferro fosse mais afoita na primeira jogada da partida. Nem bem a bola rolou e a defesa do Parauapebas cometeu pênalti. Welthon cobrou com categoria no canto direito da meta de Paulo Rafael e abriu o placar, logo a um minuto do primeiro tempo.

Após o gol do adversário, o Trem de Ferro começou a envolver o Boto, tocando bem a bola e comandando o meio de campo, mas com pouca objetividade no ataque. Com isso, o Boto começou a sair no contra ataque e em um deles, o meia Welthon não perdoou e marcou o segundo dele e o segundo do time de Santarém, 2 a 0, aos 27 minutos.

O curioso é que as duas equipes não desceram para os vestiários no intervalo do jogo, devido ao forte calor em Santarém. Os técnicos orientaram seus atletas no gramado antes da bola rolar para a etapa derradeira.

O segundo tempo começou igual ao primeiro, com o árbitro Wasley do Couto marcando pênalti logo a um minuto, desta vez para o Parauapebas. O meia Juninho cobrou forte e a bola explodiu no travessão, perdendo a grande chance do PFC no jogo. O atacante Célio Codó que havia entrado na segunda etapa, diminuiu o placar para o PFC, após pegar uma sobra dentro da área, o atacante fuzilou a meta do goleiro Jader, marcando seu primeiro gol no Parazão, aos 22 minutos.

O Parauapebas se animou com o gol e foi para cima, mas o Tapajós conseguiu segurar o adversário. Além de esperar o Trem de Ferro, o Boto contra atacava o PFC. Após cobrança de escanteio, o zagueiro Thiago Costa aproveitou a bola na área e marcou o terceiro gol para o time de Santarém, aos 35 minutos.

Após o gol do Boto, os comandados do técnico Léo Goiano não conseguiram reagir e sem força pouco chegaram à meta de Jader. Melhor para o Tapajós que cozinhou o jogo e só esperou o apito final do árbitro para comemorar sua primeira vitória no segundo turno do Parazão. Placar final: Tapajós 3 x 1 Parauapebas.

O Parauapebas volta a campo na quarta-feira (08/04), contra o Paysandu, pela segunda rodada do segundo turno, em jogo adiado devido aos compromissos do time da capital em competições nacionais.

Resultado da Mega-Sena 1690 – Acumulou

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Fezes humanas contém ouro e outros metais preciosos, diz estudo

ouroUma equipe do Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) descobriu que as fezes humanas contém ouro e outros metais preciosos que, de acordo com especialistas, podem valer centenas de milhões de dólares. Ainda não se sabe uma maneira de extrair os metais dos dejetos, mas encontrar uma maneira de extrair esses metais poderia ajudar o meio ambiente reduzindo a necessidade de mineração e reduzir a liberação indesejada de metais no meio ambiente.

“O ouro que encontramos foi no nível de um depósito mineral mínimo”, afirmou Kathleen Smith, da US Geological Survey, após sua equipe descobrir metais como platina, prata e ouro em resíduos tratados. Um estudo recente realizado por outro grupo de especialistas na área constatou que os resíduos de um milhão de americanos poderiam conter até 13 milhões de dólares em metais.

Smith explica que o estudo é feito em duas frentes. “Em uma parte do estudo, nós estamos olhando para a remoção de alguns metais regulamentados de biossólido que limitam a utilização para aplicação no solo. Na outra parte do projeto, estamos interessados em recolher metais valiosos que poderiam ser vendidos, incluindo alguns dos metais mais importantes tecnologicamente, como o vanádio e o cobre, presentes em telefones celulares, computadores e ligas metálicas”, diz ele.

Os resultados foram apresentados na 249º Encontro Nacional & Exposição da American Chemical Society (ACS), maior sociedade científica do mundo, que terminou ontem (26), em Denver, Colorado. As informações são da France Presse.

Vale deve vender uma parte de Carajás para financiar S11D

A Vale pode precisar fazer o impensável e vender uma participação em alguns dos seus mais importantes ativos de minério de ferro na medida em que o preço da principal commodity da mineradora continua em queda e pressiona o balanço da empresa. A afirmação consta em relatório divulgado hoje (27) pelo Deutsch Bank.

Projeto S11DEm um cenário de minério de ferro a US$ 45 a tonelada até final de 2017, “estimamos que Vale poderia ter um déficit de financiamento de US$ 10 bilhões”, diz o analista do Deutsche Bank, Wilfredo Ortiz.

O documento diz ainda que “quedas maiores e mais rápidas que o esperado nos preços do minério de ferro, combinadas com reduções nos custos operacionais, resultaram em um balanço de pagamentos precário da Vale”.

Em uma situação com esta, vender ativos é uma opção melhor para cobrir a necessidade de financiamento do que se endividar. “Sob as condições atuais do mercado, apenas os ativos mais valorizados podem ser vendidos sem destruir valor”, afirma o relatório.

Em outro trecho, o documento diz que a “Vale deveria considerar vender uma pequena participação em seu Sistema Norte, as joias da coroa, em um esforço para fortalecer seus balanço de pagamentos”.

“Pelas nossas estimativas, a venda de participação de 15% ou 20% poderia levantar US$ 8 bi ou US$ 10 bi, o suficiente para cobrir a maior parte dos US$ 11 bi necessários em investimento de capital e escorar o balanço de pagamentos para enfrentar praticamente qualquer turbulência no mercado de minério de ferro”, declara o documento da Deutsch. Com informações da Bloomberg e do Financial Post.