Arquivado por abril 2008
PROJETO GUANANDI – PARAUAPEBAS
28/04/08
A Guanandi, empresa do Grupo WTorre, nos mostra a primeira fase de um empreendimento de urbanismo em Parauapebas (PA), que faz parte do projeto que abrange a construção de 25 mil casas, com valor global de vendas de R$ 1,6 bilhão nos próximos três anos.
Projeto revolucionará o setor imobiliário em Parauapebas. Veja abaixo fotos da maquete do bairro e das casas a serem construídas.
Serão 15 mil casas no Pará, das quais 12 mil em Parauapebas e 3 mil em cidades próximas, mais 8 mil no Rio Grande do Sul e 2 mil em outras localidades. Em Paraupebas, serão entregues 2,4 mil casas em 2008. Segundo a presidente da Guanandi, Sandra Ralston, a produção das casas já começou em abril. No segundo semestre, será lançada a segunda fase do empreendimento em Parauapebas e o projeto do Rio Grande do Sul.
Sem revelar valores, Sandra informou que o preço das casas vai depender da região.
As casas terão área de 53 metros quadrados e 150 metros quadrados, com foco em famílias com renda a partir de quatro salários mínimos.
O Bradesco vai financiar a compra das casas da primeira fase de Parauapebas, com taxas de juros a partir de 9% ao ano. O prazo de financiamento será de 300 meses. A Fernandez Mera será responsável pelas vendas.
Embora Parauapebas fique a 60 quilômetros de Carajás (PA), a presidente da Guanandi disse que o projeto não se destina aos funcionários da Companhia Vale . Segundo Sandra, a Vale não vai financiar a compra de casas pelos funcionários. “Temos uma parceria com a Vale, que nos fornece pesquisas sobre o perfil da região e da mão-de-obra local”, disse. De acordo com a presidente da Guanandi, a expectativa de faturamento para a empresa é de R$ 250 milhões no primeiro ano.
A Guanandi pretende abrir capital em 2009 ou 2010. “Como se trata de uma empresa nova, é mais fácil montar a área de governança corporativa”, disse Sandra. Segundo a executiva, uma parceria com um sócio estratégico também não é descartada. “Estamos abertos a oportunidades”, afirmou.
Guanandi foi a primeira madeira de lei certificada no Brasil, segundo Sandra.
A marca Guanandi, substitui o nome WTorre Urbanismo, adotado até então para a empresa criada no primeiro semestre pelo Grupo WTorre. “A marca Guanandi tem tudo a ver com o urbanismo que queremos implantar”, disse Sandra. A tecnologia desenvolvida pela empresa possibilita a construção de 24 casas por dia. Os projetos vão contar com infra-estrutura de ruas, saneamento e iluminação pública, além de áreas institucionais para hospitais, escolas, creches e centros de convenções, serviços e lazer.
No momento, a empresa está negociando a oferta desses serviços com parceiros locais. Atualmente, o banco de terrenos da empresa é de 10 milhões de metros quadrados, com áreas no Pará e no Rio Grande do Sul.
Fonte: Agência Estado
Fotos : Izabel Gaia
PONTE SOBRE O RIO ITACAIÚNAS
25/04/08
A ponte licitada pelo Incra no Rio Itacaiúnas, cujo o ganhador foi o conhecido “João da Onça”, está dando o que falar.
Em reunião secreta onde estavam, entre outros, Agnaldo Ávila, Odilon Rocha, Edneis Barbosa, Antonio Cavalcante, Albani e João Rolinha, estes 3 últimos (segundo eles) representando cerca de 08 assentamentos do INCRA naquela região da beira do Itacaiúnas.
Pauta da reunião: solicitar embargo à obra por estar em local onde poucos assentamentos seriam beneficiados e o custo da mesma no local escolhido.
Sabiamente o vereador Ávila recebeu o pedido dos assentados e solicitou mais informações dos mesmos. Pessoas de sua confiança irão até o local e providenciarão um laudo técnico para que o edil possa tomar posição.
A obra tem recursos do INCRA (60%) e da Prefeitura Municipal (40%), já licitada conforme manda a Lei.
Sem querer ser estraga prazer: – não vai dar em nada. Trata-se de obra bem orçada, bem planejada, e em tempo, promessa de campanha de Bel Mesquita que deve ter seu dedo na conquista.
FERROVIA INTERDITADA
17/04/08
Notícias dão conta que a ferrovia foi interditada na manhã desta quinta-feira.
A César o que é de César ! A paralisação foi orquestrada e executada por garimpeiros e não pelo grupo do MST.
O blog do Waldir já publicou que havia informação por parte das lideranças do MST de que os mesmos não iriam paralisar a ferrovia. Segundo o blog, o MST iria fazer “manifestações pacíficas e democráticas”. Parece que a informação procede.
Resta agora saber se os garimpeiros terão os mesmos direitos dos sem-terras, ou seja, podem tudo e nenhuma medida é tomada em retaliação, ou, se o efetivo que se deslocou para dar apoio e comandar para que tudo continuasse em sua normalidade vai sentar a peia e desobistruir a estrada de ferro.
Já pensaram se nada acontecer ? Dois movimentos orquestrando interdições de estradas?
Esse novo mal deve acabar no nascedouro. Ninguém mereçe !
USANDO A TRIBUNA
14/04/08














