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Parauapebas

Vereador Luiz Castilho homenageia pioneiros com o título de “Cidadão Honorário”

Augusto Francisco da Silva e Osvaldo Pereira Lopes ajudaram na construção de Parauapebas e lutaram junto com os demais para torná-lo o município pujante que é hoje

A Câmara Municipal de Parauapebas realiza ainda este mês Sessão Solene na qual vai homenagear diversas personalidades, de vários setores da comunidade local com o Título de “Cidadão Honorário”. Os homenageados estão sendo indicados pelos vereadores, conforme rigorosos critérios a respeito de quem possa ter o mérito para receber a homenagem.

Dois desses homenageados são indicação do vereador Luiz Castilho (PROS), Líder do Governo na Câmara: Augusto Francisco da Silva e Osvaldo Pereira  Lopes,  escolhidos “pelos relevantes serviços prestados ao município”, que honram até hoje com seu trabalho e sua dedicação, mesmo tendo nascido em outras cidades, de outros Estados.

Augusto Francisco da Silva, 73 anos, chegou a Parauapebas em 10 de dezembro de 1985, aos 40 anos de idade, quando a localidade ainda pertencia a Marabá.

Casado, pai de quatro filhos e avô de 10 netos, ele e a família vieram do Nordeste, de São José do Piauí. Aqui se dedicou à atividade rural e ajudou ativamente na construção da Estrada “Jader Barbalho”, de 43 quilômetros de extensão, ligando a área urbana da vila à Colônia “Jáder Barbalho”, da qual participou da demarcação dos lotes e da criação.

Ou seja, foi um dos pioneiros de Parauapebas e teve importante papel na colonização da zona rural do futuro município, com participação destacada na criação da Associação dos Pequenos Produtores da Gleba Ampulheta, em janeiro de 1995; da criação da Cooperativa Mista dos Produtores Rurais da Região de Carajás – Cooper – como sócio-fundador, em 1997; assim como da criação da antiga Feira do Produtor, um grande passo para a comercialização do que era produzido no campo.

Porém, o que ele considera sua mais destacada atuação em favor do município, foi a luta que abraçou, ao lado de outros, pela emancipação. Foram muitas idas a Marabá, para se reunir com a Câmara Municipal, com o objetivo de convencer os vereadores a também abraçarem a causa, tendo conseguido sucesso.

Já Osvaldo Pereira Lopes, 67 anos, natural de Balsas, no Maranhão, chegou a Parauapebas em 19 de março de 1982, aos 30 anos de idade, depois de ter passado por Barcarena e Marabá.

Trabalhou na construção da Rodovia PA-275 e no início do Projeto Carajás, como encarregado de campo e apropriador, na implantação da mina N4, acompanhando, inclusive, montagem dos primeiros equipamentos.

Casado e hoje com quatro filhos e seis netos, dois anos depois ele trouxe a família para cá. Durante um ano que ficou desempregado, viveu do que a família plantava e colhia e uma pequena gleba que havia adquirido.

Porém, em 1989, primeiro ano do primeiro governo do Município de Parauapebas, recém-nascido em 1988, foi chamado pelo prefeito Faisal Salmen, com quem trabalhou como fiscal de tributos e, depois, no então Hospital do Sesp, por onde passou pela Administração, pela Contabilidade e pelo Almoxarifado.

Estimulado pela confiança que havia adquirido no serviço público, decidiu voltar aos estudos e concluiu o Ensino Médio. Trabalhou por oito anos na antiga Fumep – Fundação Municipal de Ensino de Parauapebas – hoje Secretaria de Educação, depois passou um período na Câmara Municipal como assessor parlamentar; na Secretaria Municipal de Assistência Social, na área contábil e financeira; e hoje é Diretor Contábil-Financeiro da Secretaria de Saúde.

Com 30 anos de bons serviços prestados ao Município, Osvaldo Lopes, que hoje é Tecnólogo em Gestão Pública, avalia Parauapebas como uma cidade jovem, que tem um futuro brilhante e espaço para muitas pessoas que, como ele, querem crescer junto com o município.

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