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Parauapebas

Rota turística no Parque Nacional Campos Ferruginosos é tema de debate

De acordo com a direção da Cooperture, o parque ainda está em fase de implantação e precisa de adaptações

O objetivo do encontro foi apresentar os resultados da prospecção feita no Parque Nacional Campos Ferruginosos de Carajás, trabalho realizado pelos cooperados e os órgãos parceiros. A reunião, ocorrida no auditório do ICMBio, foi comandada pela Cooperture (Cooperativa de Trabalho em Ecoturismo de Carajás), mostrou os diversos pontos turísticos no parque e discutiu alternativas para composição de pacotes turísticos, assim como firmar parcerias com os donos de áreas privadas em que se situam atrações turísticas entre elas, cachoeiras, mirantes, cavernas, flora e fauna a serem apreciadas.

O governo municipal, representado pela coordenadora de Uso Público, Nívia Silva, dando conta de que o Executivo tem trabalhando para fomentar o ecoturismo em Parauapebas, além de desenvolver alternativas econômicas no município.

“A coordenação de Uso Público vem trabalhando com o Departamento de Turismo para alavancar o turismo nesta região criando condições para que se façam as adaptações e adequações necessárias para que o turista queira visitar nossas riquezas naturais, encontrando lá condições adequadas para sua viagem quer seja por motivos científicos ou de lazer”, afirmou Nívia.

De acordo com Manoel Delvo Bezerra dos Santos, analista ambiental do ICMBio – Instituto Chico Mendes de Conservação de Biodiversidade, trata-se de uma unidade de conservação nova passando por um processo de implementação. “As características desta unidade exigem que se promova esse tipo de uso pela sociedade através do ecoturismo, do turismo, a visitação. Isto são particularidades que precisam ser desenvolvidas e nada mais, são do que descobrir atrativos, belezas cênicas e as oportunidades de turismo e ecoturismo”, simplificou ele.

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Bezerra detalhou que o ICMBio é o órgão gestor da Unidade de Conservação, assim, toda atividade desenvolvida na citada área, precisa estar sob a supervisão e orientação do órgão; estando aberta para entidades ecológicas ou instituição de ensino, bastando apenas fazer contato com o ICMBio e receber a autorização.

De acordo com a direção da Cooperture, o parque ainda está em fase de implantação. No entanto, há dificuldades para acessar todas as áreas de visitação, sendo algumas de propriedade particular e de fácil acesso, porém, diversas outras áreas ainda precisam ser adequadas. “Além das adequações de estruturas para receber o turista ainda se faz necessário firmar parcerias com agências de viagens e empresas de transportes”, disse Rafael França, coordenador de Marketing da Cooperture.

 

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