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Parauapebas

Luiz Castilho clama para que parauapebense vote em candidatos de nossa cidade

E alerta para que eleitores valorizem candidatos a deputado estadual e federal
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Faltando apenas três dias para a eleição de 7 de outubro, o vereador Luiz Castilho (PROS), líder do governo na Câmara Municipal de Parauapebas, tocou em um assunto delicado, mas, ao mesmo tempo bastante relevante: a difícil escolha de candidatos para ocuparem cargos eletivos ao quadriênio 2019-2022. Com a certeza de ter feito a escolha certa em assumir as candidaturas de dois colegas vereadores, pois entende que, além de serem candidatos de Parauapebas, o vereador os considera grande legisladores, tendo a certeza de que irão representar o povo do município com o mesmo fervor e desempenho na Alepa (Assembleia Legislativa do Estado do Pará) e na Câmara dos Deputados. Castilho pondera que o eleitor não deve deixar de ir às urnas no próximo domingo, apesar de, por muitas razões, estar desestimulado com algumas situações.

A visão de Luiz Castilho é de que o eleitor valorize os candidatos locais, porque são eles que podem, de fato, trazer melhorias para a comunidade de Parauapebas e região. Além de ficar mais fácil cobrá-los, posteriormente. “Votem em candidatos que são de nossa cidade, que você pode se encontrar com eles e cobrar”.

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E também falou sobre o abandono da região sudeste do Estado pelo governo do Pará, por mais de 20 anos. Comparou Parauapebas com um quintal de casa, em que as pessoas geralmente, só cuidam da fachada, das áreas internas (como quartos, cozinha e sala), deixando o fundo do terreno em segundo ou terceiro plano. “O quintal fica lá, cheio de mato e os responsáveis vão deixando para depois. Parauapebas parece o quintal do Pará para muitos políticos. Por isso, precisamos valorizar candidatos que estão próximos da gente”, reiterou.
Outra analogia usada pelo vereador é que “quando votamos em candidato de fora” é a mesma coisa de plantarmos uma arvore frutífera no quintal do vizinho: a planta cresce, dá frutos e você não tem o direito de colher. “Outras pessoas usufruíram daquilo que era, por direito, seu”. Encerrou dizendo: “Candidato de fora, tô fora…

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  1. Acho uma hipocrisia este clamor uma vez que, eleitos, só trabalham para seus umbigos. Veja o exemplo do governo atual, compromissado com o candidato Helder, onde a maioria dos empregados no município são de fora, excetuando-se os concursados óbvio. Elegeu-se como o governo da oportunidade mas, parece-me, a oportunidade é só com as pessoas de fora.
    Pelo grande nº de candidatos da cidade, como sempre, percebe-se que ninguém será eleito.

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