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Redenção

Jovens retirados de casa há uma semana continuam desaparecidos

A Polícia Civil não deu detalhes sobre o caso, mas garantiu que está trabalhando a fim de encontrar os rapazes

Continua o mistério sobre o desparecimento dos jovens Francisco de Oliveira Machado, o “Chiquinho”, 26 anos, e do amigo dele, Adson Bruno Sousa Lima, conhecido como Satoshe, 25, que chega ao sétimo dia nesta segunda-feira (8). Familiares dos rapazes desaparecidos fizeram uma manifestação pacifica em busca de respostas sobre o desparecimento deles. A concentração ocorreu na Rua São Sebastião no setor Alto Paraná e, em passeata, os manifestantes seguiram até a Delegacia de Polícia Civil.

Os jovens estão desparecidos desde as 12h30 da última terça-feira (2). De acordo com os familiares, Chiquinho e Satoshe foram retirados de casa por dois falsos policiais. A ação dos criminosos aconteceu no setor Alto Paraná.

Semana passada, a Reportagem do Blog ouviu as mães dos jovens. Em estado de choque, Jaqueline Sousa Lima, 48 anos, mãe de Satoshe, lembra o dia em que os dois desconhecidos chegaram à casa dela. “Era por volta da 12h30, meu filho estava no quarto dele, quando esses dois homens chegaram em um Fiat Uno, de cor branca, placa OUP-0188, quatro portas e se identificaram como Policiais. Eles disseram que iam levar meu filho para a Delegacia, mais eles não levaram, vão matar meu filho. Gente, me ajudem, me ajudem a encontrar esses meninos, essa dor é insuportável, eu só quero meu filho”, apelou, emocionada.

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Maria Antônia Silva de Oliveira 42 anos, mãe de Francisco, mal se aguentava em pé, porém gritou dizendo que quer saber por que levaram o seu filho. “Meu filho é um menino bom, nunca teve passagem pela polícia e nenhum envolvimento com nada. Quem levou eles? Moço cadê meu filho? Me ajude, gente, eu não aguento essa dor, me ajude”, clamou a mulher.

A Reportagem entrou em contato nesta segunda-feira (8) com o delegado Luciano Cunha Guimarães, para buscar maiores informações sobre o caso e foi informada por ele que os investigadores continuam nas ruas colhendo provas e ouvindo testemunhas. O delegado disse, entretanto, que não pode adiantar mais para não atrapalhar as investigações.

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