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TRE cassa registro de candidatura de Zenaldo Coutinho

O Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE-PA) decidiu cassar a candidatura de Zenaldo Coutinhoe seu vice, Orlando Reis Pantoja, ao segundo turno na disputa eleitoral para prefeito de Belém. A decisão será publicada na tarde desta quarta-feira (19), alegando conduda vedada com base no artigo que determina a proporcionalidade, razoabilidade e isonomia das campanhas eleitorais. Procurada pela reportagem, a assessoria do candidato informou que ainda não foi notificada da decisão.

Zenaldo Coutinho foi o candidato mais votado no primeiro turno das eleições municipais de Belém. Ele teve 241.166 votos, que correspondem a 31,02% do total das urnas de Belém. De acordo com a pesquisa Ibope divulgada no dia 15 de outubro, ele teria entre 39% e 47% dos votos no segundo turno.

Segundo a justiça eleitoral, Zenaldo tem três dias para recorrer da sentença. Até que haja decisão favorável ao candidato, quaisquer votos que ele receber no segundo turno serão invalidados. Apesar da sentença, Zenaldo ainda pode fazer campanha normalmente.

Leia a íntegra da sentença que cassou o registro de candidatura de Zenaldo Coutinho a prefeitura de Belém:
96960- Sentença

Marabá

Círio de Marabá prevê 200 mil pessoas neste domingo com atração do padre Antônio Maria

cirio-de-marabaO terceiro domingo de outubro é uma data significativa para os católicos de Marabá e região. É quando acontece o Círio de Nazaré, que este ano chega a sua 26ª edição, com a perspectiva de receber cerca de 200 mil pessoas, muitas delas vindas de cidades da região sudeste do Pará, mas também dos estados vizinhos do Tocantins e Maranhão.

Segundo os organizadores, o Círio de Marabá é a terceira maior procissão à Maria realizada no Estado do Pará, ficando atrás apenas da capital Belém e de Castanhal. O bispo Dom Vital Corbelini, da Diocese de Marabá, explica que os preparativos para o Círio de Marabá começaram em setembro com as peregrinações internas e externas da Imagem de Nossa Senhora de Nazaré, micros eventos que preparam o coração dos devotos para a grande procissão. Segundo ele, para este ano são aguardadas cerca de 200 mil pessoas para peregrinarem por um percurso de 7.500 metros. A previsão é de que a caminhada comece por volta de 6h30 e termine às 11 horas, com algumas paradas para celebrações em locais específicos.

O tradicional Círio Fluvial, que ocorre na tarde de sábado, foi cancelado este ano por conta do baixo nível do rio Tocantins. Com isso, o percurso do Círio Fluvial será feito por via rodoviária, através da Transmangueira, uma avenida paralela ao Rio Tocantins. A previsão de saída da procissão rodoviária iniciará às 13 horas com uma celebração na Igreja São Francisco, na Praça Cidade Nova, e a saída do Círio Rodoviário ocorrerá às 14 horas até o Santuário de Nossa Senhora de Nazaré, na Folha 16, Nova Marabá.

O tema do Círio 2016 em Marabá para este ano é “Maria, ajudai-nos a viver a misericórdia”.

cirio

Na avaliação do bispo Dom Vital, o Círio de Marabá é uma extraordinária prova de fé do povo deste canto do País, que ajuda a renovar a fé e a aquecer os corações dos fiéis. “É a fé do povo, que nos une, une a cidade, une as pessoas a Deus e nós temos que estimular sempre mais essa grande festa”, enfatizou o bispo”. Antes da romaria deste domingo (16), será realizada uma missa campal, às 6 horas da manhã, em frente à Catedral Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, na Velha Marabá. Às 7 horas, a procissão inicia os sete quilômetros e meio, que devem ser percorridos em aproximadamente cinco horas até chegar ao Santuário de Nossa Senhora de Nazaré, na Folha 16.

No Círio de Marabá também existe uma corda, confeccionada no Nordeste, há nove anos. O símbolo da devoção por Nossa Senhora de Nazaré em Marabá nunca foi cortada pelos romeiros, como acontece em Belém. A corda este ano tem 300 metros e pesa cerca de 220 quilos. Segundo Melquíades Justiniano, responsável pelas atividades artístico-litúrgicas, o Círio de Marabá terá uma programação diversificada, com participação de artistas regionais e nacionais. Nilva Burjack, Dedê Alves, Fabiano Moreira, Júlio César, e ainda o renomado padre Antônio Maria. O manto de Nossa Senhora foi produzido este ano pelo designer de moda Francisco Taveira, o mesmo que confeccionou a vestimenta nos três anos anteriores.

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Não foi suicídio! Cabo PM é preso acusado de matar Mikaely

glaidson-macielNo dia 31 de agosto passado, a jovem Mikaely Steffany Ferraz Spinola, 22 anos, foi encontrada morta em sua residência vítima de um disparo de arma de fogo. Com ela, no momento do disparo, estava o  Cabo PM Gleidson Maciel (foto), lotado no 23º Batalhão de Polícia Militar de Parauapebas.

Segundo a Polícia Civil, à época, o caso tratar-se-ia de um suicídio, já que conforme depoimento prestado pelo militar, a jovem havia lhe enviado uma mensagem, via celular, minutos antes do disparo anunciando o suicídio.

No mesmo dia, a delegada Yanna Kaline W. de Azevedo, da Polícia Civil em Parauapebas, solicitou que o Centro de Perícias Científicas Renata Chaves realizasse perícia de local de crime com cadáver e provas foram colhidas na tentativa de confirmar a afirmação do Cabo PM.

Em laudo pormenorizado de 26 laudas assinado pelo perito Celso Bandeira de Sá a que o Blogger teve acesso com exclusividade, o perito afirma categoricamente que, após analisar todas as provas, a posição em que o corpo foi encontrado, e simular situações que podem ter provocado a morte de Mikaely, chegou a conclusão de “tratar-se de morte violenta, do tipo HOMICÍDIO, pela ação de instrumento perfurocontundente (projétil de arma de fogo), no local e nas circunstâncias descritas no laudo”.

Afirma ainda o laudo: a forma e localização da lesão observada no cadáver são consideradas atípicas para a caracterização de um suicídio. Para corroborar a conclusão que foi homicídio, o perito cita que:

  • não havia sinais de arrombamento, ou de luta no imóvel;
  • não havia bilhetes ou medicamentos que pudessem corroborar com a tese de suicídio cometido pela vítima;
  • as manchas de sangue na forma de projeções de alta energia na parede da cabeceira da cama e na forma de concentração impregnadas no lençol do colchão da cama sob a vítima indicam que ali foi o seu sítio de agressão;
  • o disparo foi efetuado de forma encostada na região clavicular à direita, com o lado inferior da borda do cano da arma ligeiramente descolado da pele, o que ocasionou a zona de chamuscamento ao redor da ferida e o formato ligeiramente elíptico da lesão;
  • a boca do cano da arma incidiu de forma oblíqua em relação ao eixo longitudinal do corpo naquela região anatômica, acompanhando o sentido do osso clavicular;
  • a posição final de alojamento do projétil no interior do corpo (região escapular à direita) descreve um trajeto descendente e de tendência anterior/posterior (entrada na região clavicular à direita e alojamento na região escapular à direita)

Quanto aos testes simulados de ergonomia da vítima e agressor, admitindo-se as hipóteses de suicídio e homicídio e com a discussão relatada, o perito instrui que:

  • a postura que a vítima teria que assumir com ambas as mãos , para produzir a lesão descrita, em caso de possível suicídio, revelaria um grau de dificuldade ergonômica extrema para a execução do movimento necessário;
  • a forma e localização da lesão observada no cadáver são consideradas atípicas para a caracterização de suicídio;
  • sob a hipótese de homicídio, o agressor apresentava ergonomia compatível para posicionar a arma na posição (que provocaria os efeitos na lesão e o trajeto do projétil no corpo) e acionar o gatilho, sobretudo com a vítima com o tronco em elevação.

O laudo afirma, ainda, que o método de alvejamento do corpo utilizado pelo agressor, associado às características da lesão verificada, a ausência no local do instrumento que produziu tal ferida, determina a natureza da morte como violenta, do tipo HOMICÍDIO, em que houve emprego de instrumento perfurocontundente manuseado por, pelo menos, um atirador.

Resumindo, o perito, com base no que foi apresentado, admite a dinâmica parcial e provável em que: Mikaely Steffany Ferraz Spínola estava sobre a cama, com tronco em elevação, quando foi abordada pelo agressor e recebeu disparo de arma de fogo efetuada de forma encostada, produzindo a lesão já referida, em seguida desfaleceu ali e permaneceu naquela posição até a chegada do perito, produzindo assim as manchas de sangue por produção de alta energia na parede e por concentração sob o corpo, evidenciando o local da agressão, vindo a falecer em função da gravidade da lesão experimentada.

Com o laudo em mãos, a Polícia Civil do Pará, deu entrada no pedido de prisão preventiva do cabo PM Gleidson Maciel sob a alegação que o mesmo teria assassinado a jovem Mikaely. O militar, que havia solicitado férias logo depois do ocorrido e voltou a trabalhar no dia 1º de outubro, recebeu hoje (07) voz de prisão do delegado Gabriel Henrique Alves Costa, diretor da 20ª Seccional de Polícia Civil de Parauapebas e delegada Yanna Kaline W. de Azevedo (presidente do inquérito) ,  em cumprimento ao Mandado de Prisão expedido pelo juiz Líbio Araújo Moura, da 1ª Vara Criminal da Comarca de Parauapebas.

O cabo PM foi preso no Quartel da PM de Parauapebas e na hora da prisão estava presente um representante da Corregedoria da Polícia Militar do Pará.

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Marabá: PF apreendeu armas, dinheiro e fez prisão em eleição marcada por mais de 33 mil abstenções

delegado-viana-pf-marabaPor Ulisses Pompeu – de Marabá

Antes mesmo de as urnas serem abertas, às 8 horas, o domingo, 2 de outubro, começou com a notícia de que a Polícia Federal havia encontrado mais de R$ 100 mil na residência de um vereador candidato à reeleição em Marabá. A notícia se espalhou como um vírus pelas redes sociais e em pouco tempo a cidade inteira estava sabendo.

Era a operação Saruê, em que o Ministério Público Eleitoral, Polícia Federal e Polícia Civil se juntaram para coibir a compra de votos momentos antes da eleição. Em entrevista logo após o pleito eleitoral, na noite do domingo, o delegado chefe da Delegacia da Polícia Federal em Marabá, Ricardo Viana, disse que as ações da PF não visavam tumultuar as eleições, mas sim oferecer igualdade de condições aos candidatos.

Ele informou que dias antes da eleição foi feita uma investigação bastante profunda a partir de várias denúncias anônimas que chegaram, as quais apontavam que determinados candidatos que concorriam à sucessão municipal em Marabá teriam grandes quantidades de valores em suas residências e serviriam para compra de votos. “Esses candidatos contavam com ajuda de apoiadores, os quais seriam funcionários fantasmas em órgãos públicos municipais”, destaca o delegado.

Dentre os apoiadores havia pessoas simples, que residiam próximos a zonas eleitorais estratégicas. Os candidatos repassariam determinadas quantidades de dinheiro para esses apoiadores humildes e, lá, aconteceria essa troca. Isso aconteceu, por exemplo, no Bairro Cabelo Seco. “Mas a ação dos órgãos de segurança envolvidos obstacularizou esse modus operandi. E foram as denúncias das pessoas que fortaleceram a PF, MP e Polícia Civil a reconhecer indícios de compra de votos. Demonstramos ao juiz que os fatos que estávamos levando a ele eram verdadeiros. Tanto é fato que conseguimos apreender a quantia de R$ 155 mil em espécie”, pondera..

Na casa de um candidato foram encontrados R$ 110 mil, na de outro R$ 35 mil, de um terceiro R$ 6 mil e de outros candidatos quantidades menores, além de milhares de santinhos. “Pela legislação eleitoral, lembra o delegado, os santinhos não utilizados no período de campanha deveriam ter sido entregues à Justiça Eleitoral até 22 horas da noite de sábado, dia 1º de outubro”, explica.

Além disso, a PF apreendeu uma grande quantidade de documentos, entre eles listas sugestionando nomes de eleitores com suas zonas eleitorais. Para o delegado da PF, as investigações que se seguirão vão apontar do que se tratavam esses documentos. Todo o dinheiro arrecadado foi levado para o Ministério Público Eleitoral, que fez depósito em juízo. “Será o MP à analisar se o que foi apreendido será suficiente para oferecimento de denúncia contra os candidatos, ou se ainda será necessário realizar mais investigações para saber em que circunstâncias aquele dinheiro se encontrava em determinada casa e qual a finalidade dele”.

Na casa de Alzira Mutran, cunhada de uma candidata do PMDB, onde a polícia apreendeu R$ 35 mil em espécie, também foram encontradas três armas por volta de meio dia. Uma delas é um revólver 357, de calibre restrito. Neste caso, a lei não permite concessão de fiança e a proprietária da casa foi presa em flagrante e encaminhada para a Penitenciária Agrícola Mariano Antunes.

Além de Marabá, a PF também enviou homens para as cidades de Tucuruí, Curionópolis, Eldorado, Jacundá, Goianésia e Breu Branco. Elas foram escolhidas, explica o delegado, a partir do histórico de ocorrências em eleições anteriores. Com exceção de Jacundá, em que as eleições foram bastante acirradas, nas outas cidades o clima foi tranquilo e nada evoluiu para um contexto de flagrante ou de desordem que fosse recomendada a prisão.

Abstenções

Apesar da operação da PF, MPE e Polícia Civil ter sido realizada em vários pontos da cidade, o clima nos colégios eleitorais de Marabá foi tranquilo até demais. Em algumas sessões o índice de abstenções chegou a 40%. No geral, um total de 33.791 eleitores (21,24%) deixou de comparecer ao local de votação no município.

O número de eleitores aptos a votar no último domingo era de 159.055, mas apenas 125.264 foram às urnas. Destes, 2.364 votaram em branco e 7.849 anularam o voto na urna.

Já em Parauapebas, o número de abstenções foi quase a metade de Marabá. Ao todo, 18.263 eleitores deixaram de comparecer às urnas no último domingo, totalizando 12,21% do eleitorado. Embora tivesse menor número de eleitores aptos a votar que Marabá, Parauapebas alcançou um maior número de comparecimento às urnas. No total, 131.321 pessoas foram votar no último domingo, contra os 125.264 de Marabá.

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Parauapebas elegeu sete novos vereadores

Concluída a apuração dos votos em Parauapebas, sete novos vereadores vão assumir em janeiro de 2017. Elegeu ainda dois que já assumiram o cargo na atual legislatura e reelegeu seis dos atuais vereadores. Confira como ficará a nova Câmara Municipal:

Zacarias Marques – PSDB – 2.963 votos – assumiu o mandato com o afastamento de Devanir

Braz – PSD – 2.893 votos – reeleito

Marcelo Parcerinho – PSC –  2.859 – reeleito

Elias da Construforte – PSB – 2.186 votos –  novato

Joel do Sindicato – DEM – 2.156 votos – novato

João do Feijão – PV – 2.093 votos – releito

Pavão – PSDB – 2.026 votos – releito

Joelma Leite – PSD – 1.720 votos – assumiu o mandato com o afastamento de Arenes

Luiz Castilho – PROS – 1.640 votos – novato

Eliene – PMDB – 1.600 votos – reeleita

Maridé – PSC – 1.579 votos – reeleito

Horácio Martins – PSD – 1.364 votos – novato

Francisca Ciza – DEM – 1.353 votos – novato

Kelen Adriana – PTB – 1.306 votos – novata

Coutinho – PMDB – 1.068 votos – novato

O partido mais votado na eleição proporcional foi PSD, do prefeito Valmir Mariano, com 12.711 votos.

O quociente eleitoral foi o mais alto já apurado em Parauapebas: 8.473 votos

 

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Parauapebas : Polícia Civil prende dois comparsas do meliante acusado de atirar contra o delegado Gabriel

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dg2Logo após o baleamento do diretor da Seccional de Polícia Civil de Parauapebas, Gabriel H. Costa, ocorrido no início da noite de ontem (26), um verdadeiro aparato policial foi montado para capturar  Artur de Souza Silva, acusado de ter efetuado os disparos contra o delegado.

Quase 24 horas depois, em uma operação onde foi usado até um helicóptero da Polícia Civil, foram presos Valdeci Rodrigeus de Souza (vulgo Pé Podre) e Marco Marciano Ferreira de França, suspeitos de pertencer ao bando de Artur. Os dois foram capturados no Acampamento Santa Clara, na Zona Rural de Parauapebas e conduzidos para a Delegacia de Polícia de Parauapebas, onde serão interrogados para dar conta do paradeiro de Artur (foto abaixo). Eles foram autuados em flagrante delito por porte ilegal (com eles foram encontradas duas espingardas e muita munição), e associação criminosa, ja que, segundo a Polícia Civil, o bando é responsável por diversos crimes ocorridos na região, tais como estupros, assaltos e tentativa de assassinato.

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Segundo o delegado Antônio Miranda, que também participa das diligências, as buscas por Artur e o restante do bando continuam.

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Eleição 2016: candidato do PPS é o favorito para conquistar prefeitura de Curionópolis

Valdeir do União tem 42,33% em Curionópolis

Ao responder em quem votariam se as eleições em Curionópolis fossem hoje, os eleitores ouvidos, em sua maioria, elegeriam Valdeir do União (A Força da União), com 42,33%. O administrador de empresas e comerciante é o grande favorito para chegar à cadeira de prefeito. O segundo colocado, Adonei Aguiar (Todos Unidos por Curionópolis), aparece com apenas 34,42% da preferência, contra 15,81% da Professora Amparo (Coragem para Reconstruir).

A pesquisa foi realizada pelo experiente Instituto Gauss e ouviu 215 pessoas, no dia 24 de setembro na área urbana, zona rural e Serra Pelada. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos e intervalo de confiança de 95%. A contratante é a Carajás Rede de Comunicação LTDA. O registro junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tem o nº: PA-09539/2016.

Os demais percentuais da pesquisa dizem respeito a votos brancos e nulos: 0,47%; quem não sabe ainda em quem votar ou não opinou: 6,51% e quem não vota em nenhum desses: 0,47%.

Analistas avaliam que a subida vertiginosa do comerciante Valdeir do União tem a ver com a entrada do atual prefeito na campanha. Wenderson Chamon, o Chamonzinho, depois de dois governos com grande aprovação popular, um marco na história do Município, decidiu apoiar, junto com o seu grupo político, o candidato, por considerar o mais preparado para manter Curionópolis no caminho do desenvolvimento.

A coligação dele, “A Força da União”, une formalmente o Partido Popular Socialista (PPS) e o PSB. A candidata a vice é a técnica em enfermagem Lídia da Farmácia.

A frente de Adonei, “Todos Unidos Por Curionópolis”, tem o partido dele, o Democratas, mais SD / PTB / PT do B / PTC / PRP / PMN / PSDC / PDT / PC do B. A vice é a empresária Quélia Rosa, do Solidariedade.

A Professora Amparo, do “Coragem para Reconstruir”,  pertence ao Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), coligado com  PSC / PRTB / PP / PT / PR / PSD / PROS. A vice é a vereadora Edilei Lopes, do Partido Progressista.