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Parauapebas

Com prestação de contas polêmica, Sintepp passa de “pedra” para “vidraça”

Diferença entre o que recebeu e o que afirma em documento é de R$ 118.703,70, o que gerou desconfiança entre internautas

Acostumada ao papel de “pedra”, a Subsede do Sintepp (Sindicato dos Trabalhadores na Educação Pública do Pará) de Parauapebas virou “vidraça” esta semana ao ser atacada em redes sociais com uma imagem que “viralizou” e gerou muitos comentários.

O caso em questão diz respeito à diferença entre a receita da entidade referente ao ano de 2017. Em sua prestação de contas, o Sintepp anunciou que recebeu, ao longo do ano passado, o valor de R$ 573.894,60 e gastou R$ 505.907.68. Todavia, o Portal da Transparência desmente esse número, revelando que, em verdade, a gestão atual do Sintepp recebeu R$ 692.598,30, o que representa uma diferença de R$ 118.703,70.

Junto com a imagem da tabela com todos os valores arrecadados no ano passado (mês a mês), o responsável por sua produção colocou a logomarca da série de notícias investigativas do Fantástico, da Rede Globo: “Cadê o dinheiro que tava aqui?”.

A Reportagem do blog procurou o coordenador-geral do Sintepp Parauapebas, Rosemiro Laredo, que direcionou para conversar com o coordenador de finanças do sindicato, Heber Silen Souza da Cunha, “porque essa questão eu não domino muito e ele saberá explicar melhor a divergência (na prestação de contas)”.

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Também procurado na última terça-feira, 27, por telefone, Heber argumentou que as pessoas estão confundindo prestação de contas com balanço financeiro, o que é bem diferente. Questionado o que a entidade faz com tanto dinheiro que recebe mensalmente de seus filiados, ele disse que 40% da receita não ficam na Subsede de Parauapebas, sendo que 25% são enviados para a representação estadual dos professores e 15% para a Regional.

Questionado se o prédio é próprio e quantos funcionários são remunerados pelo Sintepp local, Heber informou que o prédio é próprio e que apenas três pessoas exercem funções remuneradas na entidade.

O repórter quis saber, também, a que se deve tanta diferença de gastos de um mês para o outro, como é o caso de outubro de 2017, quando o Sintepp recebeu de seus filiados em Parauapebas R$ 72.768,98 e torrou R$ 117.233,85. Heber disse que estava tentando acessar as informações, mas a Internet estava muito lenta naquele momento, no escritório, por causa da chuva na cidade e que ligaria de volta à noite, depois que estivesse em sua casa. Ele não ligou anteontem, nem ontem, nem hoje.

Foto: Fernando Bomfim

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  1. O sinttep Parauapebas mais uma vez entra no abismo de incertezas e disfarces ao público que mantém. Os santos cabeludos ocos disfarçam sua insensatez e adquirem o joguete árduo de odor crítico e obscuro lezando os que sabem fazer conta. Aí como vai lutar pelos direitos se Os híbridos atacam os direitos exercerbando suas corrupturas escondendo as faces em entremeados ratios que ninguém sabe e ninguém viu. Ora por que isso acontece pois o ser educador educa e não é educado, avis se apegam as coisas que não pertencem ratiando suas disponibilidades para perpetuar sua espécie e esquecer do pobre lutador que sofre e e literalmente enganado numa em uma encruzilhada de incertezas . A palavra certa é sai híbridos, vai tratar dos seus adornos capilares e implantar vergonha em suas caras . Como diz o filósofo Paraense pede para cagar e sai por cima.

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