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Parauapebas

Caso do homem queimado vivo será levado à Comissão Nacional dos Direitos Humanos

O representante da entidade em Parauapebas disse que os criminosos não ficarão impunes

O morador de rua Edmilson Gomes de Anchieta, 36 anos, que teve o corpo totalmente queimado, por volta da zero hora de ontem (15), morreu na manhã desta sexta-feira (26), no Hospital Metropolitano de Belém, para onde foi transferido após ter recebido os primeiros atendimentos no Hospital Geral de Parauapebas.

Edmilson dormia em uma calçada da Avenida Cristo Rei, próximo da Rua Sol Poente no Bairro Rio Verde, quando dois homens em uma motocicleta, ainda não identificados, despejaram gasolina sobre ele e tocaram fogo. As chamas atingiram todo o corpo de Anchieta, que, mesmo tendo sido socorrido por uma pessoa que mora em frente ao local do crime e pelo Corpo de Bombeiros e levado ao hospital, não resistiu vivo.

O caso repercutiu na Subseção da OAB em Parauapebas, onde o presidente, advogado Deivid Benasor da Silva Barbosa, comunicou ao colega Gildásio Teixeira Ramos Sobrinho, membro da Comissão Nacional de Direitos Humanos, que, imediatamente começou a tomar providências para punir os culpados.

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Gildásio Sobrinho esteve no Hospital Geral de Parauapebas, onde conversou com a equipe que atendeu Edmilson e colheu detalhes do estado em ele deu entrada na casa de saúde; e também procurou a 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil, onde foi aberto inquérito pata apurar o caso.

Ele afirmou que a barbárie de que foi vítima Edmilson Gomes de Anchieta será leva ao conhecimento da Comissão Nacional de Direitos Humanos, em Brasília (DF), durante reunião no próximo dia 14 de novembro e, a exemplo do caso do índio Galdino, queimado vivo em 20 de abril de 1997, na capital federal, os criminosos não ficarão impunes.

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