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Conselheiros do TCE visitam Hospital Regional do Sudeste do Pará

DSC02097Nesta sexta-feira (18), o Hospital Regional do Sudeste do Pará – Dr. Geraldo Veloso (HRSP), em Marabá, recebeu a visita de conselheiros do Tribunal de Contas do Estado do Pará (TCE). O encontro teve como objetivo apresentar a estrutura e o funcionamento da unidade. Além disso, orientar a administração do hospital sobre o novo modelo de auditoria operacional que o tribunal vem implantando atualmente.

O presidente do TCE, Luís da Cunha Teixeira, demonstrou-se satisfeito com a visita. “Saímos daqui com a impressão de que o dinheiro público está sendo aplicado corretamente. Destaco que fiquei muito feliz em saber que a unidade possui um Núcleo de Qualidade da Segurança do Paciente, que trabalha para evitar erros e alcançar resultado eficaz. Esse tipo de informação é essencial na auditoria operacional, que se preocupa não apenas com o montante aplicado, mas também com a qualidade desse gasto e os benefícios gerados para a população. Sabemos que a saúde é uma área complexa e que conta, muitas vezes, com o imprevisível”, comentou o conselheiro.

O secretário de representação da unidade regional de Marabá, Antônio Carlos Junior, que participou da visita, argumentou que essa nova visão possibilita à auditoria um caráter preventivo junto aos jurisdicionados.

Para o diretor geral do HRSP, Valdemir Girato, o diálogo mais próximo entre as instituições é um ganho no processo de prestação de contas. “Os esclarecimentos são sempre bem-vindos e dão mais segurança quanto à realização de ações contratuais dentro do hospital, principalmente as de caráter de emergência, que dependem de uma solução imediata”, argumentou Valdemir Girato.

Estiveram presentes na visita o secretário de Controle Externo, Max Parijós, o secretário de Administração, Eduardo Lobão, e o assessor da Presidência, Carlos Eduardo Moraes, além do presidente do TCE e do representante do tribunal em Marabá. A comitiva foi recebida pelo diretor geral do HRSP e pelo diretor administrativo Rodrigo Fauth.

Copa Verde: Paysandu vence o Águia em Marabá e leva boa vantagem para o jogo de volta

imageÁguia de Marabá e Paysandu se enfrentaram pelas oitavas de final da Copa Verde nesta quarta-feira, no estádio Zinho de Oliveira, em Marabá. Fora de casa, o Papão conseguiu ótimo resultado para a segunda partida, vitória por 1 a 0, com gol de falta de Celsinho. A partida de volta ocorre no dia 28 de março, no Mangueirão.

Pelo Campeonato Paraense, o Paysandu ficou com o título do primeiro turno e precisou passar pelo Águia na semifinal para chegar à decisão. A partida da semifinal terminou em 0 a 0 e o Papão venceu por 4 a 2 nas penalidades.

Sem Gols
A primeira chegada foi do Paysandu, de cabeça, no primeiro minuto de jogo; Raphael Luz recebeu cruzamento na área e cabeceou por cima o travessão. O Papão começou assustando e, logo depois, teve mais uma boa chance. Celsinho cobrou falta, Lucas desviou e Bruno Colaço fez grande defesa.

O Águia respondeu aos 15, com Charles, que cabeceou para fora após cobrança de escanteio de Flamel. O Azulão cresceu no jogo. Aos 28, a Águia fez troca de passes na entrada da área, Léo Carioca chutou forte, mas para fora. Aos 30, a equipe voltou a chegar. Valdanes cobrou falta na área e Charles desviou para defesa de Marcão.

O jogo seguiu movimentado. Aos 34 os jogadores do Papão protestaram contra pênalti não marcado. O Paysandu partiu em velocidade para o ataque, Leandro Cearense recebeu lançamento de Celsinho e foi derrubado na hora de finalizar, mas a arbitragem não marcou pênalti.

Paysandu sai na frente
Próximo aos 10 minutos do segundo tempo, houve uma sequência de boas oportunidades na partida, que terminou em gol do Paysandu. Primeiro, Celsinho partiu pelo meio, mas a defesa da Águia travou o chute e na sobra Fabinho errou feio. Logo na sequência, o Azulão saiu rápido e chegou com Valdanes, que bateu para nova defesa de Marcão.

O gol do Papão veio aos 12, com Celsinho. O meia cobrou falta venenosa na área, Raphael Luz subiu para cabecear e não alcançou, mas enganou o goleiro Bruno Colaço, indo morrer no fundo do gol. Aos 24, o Águia chegou com perigo. Valdanes cobrou escanteio, Joãozinho finalizou, mas a bola saiu pela linha de fundo. Celsinho voltou a levar perigo em cobrança de falta aos 33. O jogador bateu direto para o gol e a bola passou perto. No finalzinho, o Águia teve duas oportunidades de empatar. Primeiro com Tiago e depois com Helinton, mas ambas tentativas pararam no goleiro Marcão.

Ficha Técnica

  • Águia: Bruno Colaço; Léo Carioca (Tiago), Charles e Bernardo e Edinaldo; Mael, Robert, Geovane (Eric Lima) e Flamel; Valdanes e Joãozinho (Heliton). Técnico: João Galvão
  • Paysandu: Marcão; Roniery, Fernando Lombardi, Pablo e Lucas; Ilaílson, Ricardo Capanema, Raphael Luz (Marcelo Costa) e Celsinho (Bruno Smith); Fabinho Alves (Wanderson) e Leandro Cearense. Técnico: Dado Cavalcanti

Árbitro : Andrey da Silva e Silva – PA

Assistentes: Lúcio Ipojucan Ribeiro – PA e Luís Diego Nascimento Lopes – PA

Cartões Amarelos: 

Águia: Tiago, Léo Carioca, Robert;

Paysandu: Ilaílson, Fabinho, Pablo

Marabá: CONJOVE realiza primeiro Bate Papo Empreendedor de 2016

O Conselho de Jovens Empresários de Marabá (CONJOVE) realiza a primeira edição do Bate Papo Empreendedor de 2016. O encontro ocorre nesta quinta-feira, 10, às 18h30, no auditório da Associação Comercial e Industrial de Marabá (ACIM).

O convidado que irá conversar com os jovens empreendedores é o delegado da Polícia Federal em Marabá, Antônio Carlos Cunha Sá. Ele vai falar sobre sua atuação no município e na região, nas operações, sobre a carreira e a participação dele na Operação Lava Jato. Além disso, o delegado dará sugestões sobre como o empresariado pode contribuir decisivamente para a segurança pública do município.

Antônio Carlos Cunha Sá

Bacharel em Direito (formado em 2004), Delegado de Polícia Federal (aprovado no concurso em 2004), pós graduado em Direito Público pelo Instituto Brasiliense de Direito Público (2005), foi coordenador da Força Tarefa (PF, INSS e MPF) de combate a crimes previdenciários em Campinas/SP. Atualmente é Chefe da Delegacia de Polícia Federal em Marabá/PA e integra o grupo de Delegados de Polícia Federal responsáveis pelas investigações referentes ao núcleo político da operação “LAVA JATO”, em trâmite no Supremo Tribunal Federal.

Bate Papo Empreendedor

É um programa que visa à capacitação dos jovens empresários associados ao CONJOVE/ACIM. Tem como ideia central a orientação, qualificação e preparação dos Jovens Empresários para o mundo dos negócios. Todos os meses um convidado especial participa do bate papo: líderes empresariais, executivos, juízes, secretários e presidentes de autarquias públicas e políticos.

Implantação de siderúrgica em Marabá avança com assinatura de Protocolo

O Governo do Estado do Pará e as empresas Vale e Cevital Groupe, esta última da Argélia, assinaram nesta sexta-feira (4), no Palácio do Governo, um protocolo de intenções que representa um novo passo no processo de implantação de uma siderúrgica em Marabá, no sudeste paraense. O documento foi assinado pelo governador do Estado, Simão Jatene, pelos presidentes das companhias, Murilo Ferreira, da Vale, e Issad Rebrab, da Cevital, e outras autoridades, como o senador Flexa Ribeiro e os deputados federais Beto Salame e Julia Marinho, o presidente da Assembleia Legislativa do Pará (Alepa), Márcio Miranda, secretários de Estado, deputados estaduais, prefeitos e representantes de entidades empresariais.

O Governo do Estado do Pará e as empresas Vale e Cevital Groupe, esta última da Argélia, assinaram nesta sexta-feira (4), no Palácio do Governo, um protocolo de intenções que representa um novo passo no processo de implantação de uma siderúrgica de Marabá. O documento foi assinado pelo governador do Estado, Simão Jatene, pelos presidentes das companhias, Murilo Ferreira, da Vale (assinando), e Issad Rebrab, da Cevital, e outras autoridades, como o senador Flexa Ribeiro e os deputados federais Beto Salame e Julia Marinho, o presidente da Assembleia Legislativa do Pará (Alepa), Márcio Miranda, secretários de Estado, deputados estaduais, prefeitos e representantes de entidades empresariais.

FOTO: ANTONIO SILVA / AG. PARÁ
DATA: 04.03.2016
BELÉM - PARÁO protocolo trata dos parâmetros que embasam o projeto de implementação de uma siderúrgica em Marabá, que vinha sendo estudado pela Vale e agora passará a ser conduzido pela gigante argelina. A empresa já havia investido cerca de US$ 300 milhões, incluindo gastos no desenvolvimento de engenharia, com vistas a construção da siderúrgica em Marabá. Entre os termos do acordo, a Vale coloca a disposição da Cevital, além de cooperação técnica, todos os estudos e projetos já elaborados, a transferência do terreno de sua propriedade que seria destinado a construção da Alpa, suprimento em bases comerciais de minério de ferro e serviços logísticos para o empreendimento, além das licenças ambientais do referido projeto. “A Vale irá ceder tudo isso sem ônus ao empreendedor. A mineradora está muito satisfeita em manter esse entendimento mútuo com o Governo do Estado e quer continuar a dar a sua contribuição para que esse grande empreendimento importante para a região se torne perene e reduza as disparidades sociais”, apontou o presidente da Vale, Murilo Ferreira.

Segundo a Cevital Groupe, a expectativa da empresa é que as obras para a instalação da nova siderúrgica comecem ainda este ano e entre em operação em 2019. A previsão é que os investimentos na siderúrgica somem o montante de 2 bilhões de dólares. Esse valor total também deve ser captado com outros investidores. Quando estiver em funcionamento, a siderúrgica de Marabá deve gerar 2,5 mil empregos diretos, além de seis a oito mil empregos indiretos. “Acreditamos que isso vai proporcionar uma reforma muito grande dentro do setor, em Marabá, através da geração desses empregos. O panorama social da cidade deve ser sensivelmente modificado com esses investimentos”, avaliou Paulo Hegg, representante da Cevital no Brasil, para quem o Pará é a porta de entrada do grupo no país.  

Siderúrgica vai fabricar trilhos para ferrovias e aço em pó

A siderúrgica de Marabá terá capacidade para gerar 2,7 milhões de toneladas de aço com a produção de bobinas de aço, ferro gusa, “biletts”, “blooms”, entre outros. Issad Rebrad, presidente da Cevital Groupe, anunciou também que um dos produtos da siderúrgica de Marabá será a fabricação de trilhos para a estrada de ferro. A empresa é líder na Europa na produção de trilhos, com uma fábrica sediada na Itália e agora pretende ser a primeira a produzir trilhos na América Latina. “Marabá será conhecida, brevemente, como a principal fornecedora de trilhos para estrada de ferro de toda a América Latina”, garantiu Rebrad ao informar que a empresa também vai trazer para o Pará a tecnologia de aço em pó, que poucas empresas no mundo detêm.

A Cevital também vai disponibilizar aço com preços competitivos para empresas implantadas no polo metal mecânico que deve ser desenvolvido em Marabá, um sonho antigo da população. O prefeito de Marabá, João Salame, considerou o momento muito importante para o desenvolvimento do estado. “A verticalização das nossas riquezas é uma luta antiga da nossa sociedade, e que por vezes foi tratada de maneira inconsequente, idealista, sem nenhuma base com a realidade, e eu acho que agora nós estamos encontrando um caminho mais seguro. Parabenizo o governo do Estado do Pará pelo esforço que tem feito. Acho que o momento é de superar qualquer divergência e unir esforços”, reiterou Salame.

O Governo do Estado do Pará e as empresas Vale e Cevital Groupe, esta última da Argélia, assinaram nesta sexta-feira (4), no Palácio do Governo, um protocolo de intenções que representa um novo passo no processo de implantação de uma siderúrgica de Marabá. O documento foi assinado pelo governador do Estado, Simão Jatene, pelos presidentes das companhias, Murilo Ferreira, da Vale, e Issad Rebrab, da Cevital, e outras autoridades, como o senador Flexa Ribeiro e os deputados federais Beto Salame e Julia Marinho, o presidente da Assembleia Legislativa do Pará (Alepa), Márcio Miranda, secretários de Estado, deputados estaduais, prefeitos e representantes de entidades empresariais.

FOTO: ANTONIO SILVA / AG. PARÁ
DATA: 04.03.2016
BELÉM - PARÁ

O governador Simão Jatene reiterou a responsabilidade de todos os envolvidos em reportar para a sociedade todos os passos que estão sendo dados na direção da atração de empresas para o Pará, como é o caso da instalação da siderúrgica em Marabá. “O que nós não queremos é reproduzir o que se fez no passado, onde criou-se uma dramática expectativa de negócios que foi frustrada, machucando muitas pessoas. O que nos queremos é que esse projeto nasça entranhado não apenas nos desejos dos seus atores, mas no seio da sociedade”, ponderou Jatene, que pediu para que a população acompanhe cada um dos movimentos, entendendo as dificuldades de cada passo dessa implantação. “Isso certamente tornará o ambiente mais amistoso, cooperativo e lucrativo. É isso que nós estamos querendo. Que cada um saiba os passos que serão dados, especialmente neste momento de crise. O principal é que esse movimento não é fruto de mera vontade política, que sempre existiu, mas principalmente resultado de um esforço para tornar o projeto economicamente viável e atrativo aos investidores. O Estado deve criar condições para isso e foi o que buscamos fazer”, disse Jatene, que em maio de 2015 esteve na Argélia conhecendo a estrutura da Cevital, uma das maiores empresas do continente africano, com atuação em diversos ramos e segmentos.

Verticalização da produção 
A atração de empresas interessadas em verticalização de matéria prima para o Pará faz parte da estratégica do Estado em verticalizar a sua produção. A agregação de valor é a maneira mais eficaz de desenvolver uma economia e, consequentemente, proporcionar um crescimento mais uniforme, pois gera mais receita, renda e emprego. Além disso, com produtos mais elaborados, é possível atingir também mercados mais exigentes. 

Para o titular da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme), Adnan Demachki, que integrou a comitiva que esteve na Argélia, resultando no interesse da Cevital em investir no Pará, e conduziu as negociações entre a empresa e a Vale, esse projeto traduz os esforços que o governo vem empenhando em busca de diversificação e desenvolvimento da economia paraense. “O grupo argelino vem realmente ao anseio do Estado, que é de agregar valor a seus produtos e vários investimentos de acordo com as potencialidades de cada município. Com isso, vem a geração de milhares de empregos, e esse é o grande desafio em um momento em que o país já perdeu milhares de postos de trabalho. Sabemos que ainda existem muitos desafios pela frente, mas a ideia desse termo de acordo é justamente unir esforços para superá-los”, explicou o secretário.

O protocolo também prevê um contrato de fornecimento de minério de ferro pela Vale com preços mais competitivos para a siderúrgica, viabilizando economicamente a fábrica, com redução do custo de produção. A Vale irá ainda construir um ramal ligando a área da siderúrgica à Estrada de Ferro Carajás, reduzindo custos de infraestrutura para a siderúrgica. A Cevital também se comprometeu em fornecer aço mais barato para venda interna em Marabá. A iniciativa vai atrair mais investimentos para a verticalização da produção local. Já o Governo do Estado, além de intermediar a implementação da siderúrgica no sudeste paraense, firmou compromisso de garantir os incentivos fiscais para a atividade, conforme já previa lei aprovada na Alepa, e sancionada pelo poder Executivo Estadual, confirmando com a proposta a estratégia do governo estadual em criar mecanismos e priorizar as empresas que busquem verticalizar a produção em território paraense.

Também participaram do evento os prefeitos de Parauapebas e de Palestina do Pará, Valmir Mariano e Valciney Gomes, respectivamente, e os deputados estaduais Haroldo Martins, Ana Cunha, Thiago Araújo, João Chamon, Tião Miranda, Renato Ogawa, Luis Seffer e Milton Campos.

Por Dani Filgueiras – Gabinete do Governador –  com a colaboração de Rafael Sobral – Ascom Sedeme

Nota do Blogger: Tudo lindo, tudo maravilhoso! Vale pousando de boazinha e governo do Estado como aquele que resolveu definitivamente os problemas do sul e sudeste do Pará. Mas, o que está por trás desse protocolo de intenções assinado hoje e quanto essa siderúrgica custará para Parauapebas e para os outros municípios mineradores do Estado? Isso será tema de um post futuro. Aguardem !

Hospital de Marabá realiza campanha de doação de sangue

doe sangueDe 14 a 18/03, o Hospital Regional do Sudeste do Pará – Dr. Geraldo Veloso (HRSP), em parceria com a Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa), promoverá a 27ª Campanha de Doação Voluntária de Sangue. As coletas serão feitas nas duas instituições. Para ser um doador é preciso ter idade entre 16 e 69 anos, estar bem alimentado no dia e com saúde, pesar no mínimo 50 quilos e apresentar um documento oficial com foto, como carteira de identidade ou habilitação de motorista. Doadores com menos de 18 anos precisam da autorização dos pais.

O sangue é um tecido essencial para o funcionamento do corpo humano, sendo responsável pelo transporte do oxigênio para as células. Por este motivo doar sangue é tão importante. Uma única doação pode salvar até quatro adultos ou oito crianças. O processo é simples, indolor e não traz riscos ao doador. 

Desde 2010, o colaborador Romerson Oliveira, de 25 anos, participa das campanhas do HRSP pelo menos duas vezes por ano. Ele conta que dessa forma contribui de forma positiva na vida de outras pessoas. “Aos 12 anos eu fraturei o fêmur e perdi muito sangue. Precisei fazer uma cirurgia, mas não fiz de imediato porque não havia bolsa de sangue disponível. Foi então que decidi que seria um doador, mas, naquela época, eu não tinha peso nem idade. Agora participo sempre que posso e estimulo meus amigos a serem doadores também. Vi que muitos deles precisavam apenas da informação correta para se decidir porque há muitos mitos em torno da doação”, comenta. 

Segundo a hemoterapeuta e coordenadora da Agência Transfusional do HRSP, Socorro Leão, os principais mitos são de que doar sangue vicia, emagrece ou engorda, causa anemia e transmite doenças. “Esses mitos têm sido reduzidos ao longo do tempo por meio de campanhas educativas junto à comunidade, promovidas pelos hemocentros e diversos parceiros”, afirma a médica. 

Postos de coleta :

  • Hemopa Marabá

Período: de 14 a 18 de março

Hora: 7h30 às 12h30

Endereço: Rod. Transamazônica, quadra 12, s/n

  • Hospital Regional de Marabá

Período: 15 de março

Hora: 8h às 17h

Endereço: Rodovia PA 150, s/n, próximo à rodoviária do Km 6

Prefeito de Marabá é operado às pressas em Belém

Do Blog do Hiroshi Bogéa

O prefeito de Marabá,  João Salame, foi submetido às pressas a uma cirurgia  de Síndrome do Impacto”, conhecida no meio popular como “bursite”.

Joao-SalameA doença decorre de inflamação da Bursa, uma pequena bolsa que permite o deslizamento de estruturas no ombro.

O prefeito tentava vencer a doença através de sessões de medicamentos, chegando a ponto  de se submeter a aplicações injetáveis.

No final da tarde de terça-feira, 1, quando se encontrava a trabalho na capital do Estado, Salame sentiu dores insuportáveis no ombro, sendo diagnosticada a evolução da doença num dos exames realizados.

Em grau elevado, a  síndrome do impacto se aprofundou, ocorrendo o choque de dois ossos do ombro, comprimindo alguns tendões de articulação ao movimento de levantar o braço.

Uma forte inflamação que envolve tanto a Bursa como os tendões do ombro, resultou numa  tendinite, evoluindo  para uma ruptura e perda de função, o que provocou dor insuportável em Salame, obrigando uma equipe médica a operá-lo emergencialmente.

Quem confirmou essas informações foi a esposa do prefeito, jornalista Bia Cardoso Salame, pelo telefone.

A cirurgia foi bem sucedida.

O prefeito encontra-se internado na Beneficente Portuguesa (foto), em Belém, com previsão de alta para esta quinta-feira, 3.

Em Marabá, Câmara recebe pedido de afastamento do prefeito João Salame

Legislativo também recebe pedido de suspensão de decreto do Executivo que mexe nas progressões dos servidores.

Durante a sessão desta terça-feira, dia 1º de março, um grupo de educadores da rede municipal de Marabá, através de uma denúncia-representação, pediu o afastamento do prefeito João Salame Neto pelo atraso no repasse dos recursos previdenciários do Ipasemar (Instituto Previdenciário dos Servidores de Marabá). O documento, protocolado formalmente na Câmara no dia anterior, é assinado por mais de 100 educadores.

Uma das professoras que assinam o documento é Júlia Maria Ferreira Furtado, a qual explica que o pedido se baseia, entre outras coisas, no atraso, por mais de seis meses, do repasse constitucional das contribuições previdenciárias, patronal e do segurado, ferindo o que diz a Lei Municipal 17.552/12. Até outubro do ano passado, o débito chegava a R$ 14.653.483,18. Todavia, atualmente a dívida beira a cifra de R$ 30 milhões, segundo dados do próprio Ipasemar. “Isso compromete a sustentação do sistema previdenciário e coloca em risco o pagamento de eventuais benefícios a servidores municipais”, diz o documento enviado à Câmara e lido na sessão desta terça-feira.

CMM afastamento de João SalameOs educadores lembraram os vereadores que a diminuição da receita municipal poderia até explicar o débito com relação à parte patronal, mas nunca a parte do segurado, que é descontada dos vencimentos dos servidores, nativos e inativos. “Nesse caso, a Prefeitura e seus órgãos são meros recolhedores, motivo pelo qual o Código Penal Brasileiro capitula essa prática como crime de apropriação indébita previdenciária”.

Eles também argumentaram que a sanção pela prática da referida infração político-administrativa é o de cassação de mandato, segundo o Decreto Lei nº 201/67, e o órgão julgador é a Câmara Municipal.

O documento cita a notícia-crime levada pelo Ministério Público Estadual ao procurador geral de Justiça do Estado contra o prefeito João Salame por cometimento de crime de responsabilidade. “Considerando a influência que se tem verificado que o requerido impõe junto aos organismos públicos e, também, junto à administração municipal, essencial que ele seja afastado das funções que ocupa e que lhes facultam acesso a documentos importantes para demonstração dos fatos que vêm sendo e serão apurados”.

Pediram, por fim, que o Plenário aprove, determine e imponha o afastamento do prefeito pelo prazo que perdurar os trabalhos da comissão processante, para que o mesmo não dificulte a investigação e a descoberta da verdade real dos fatos.

Logo após a leitura do pedido de afastamento e cassação foi lido um ofício de número 0146/16 do prefeito João Salame Neto, o qual tenta amenizar a situação com algumas medidas, mas algumas delas não foram aceitas pelos educadores. No ofício, o prefeito João Salame propõe a concessão do aumento do Piso Salarial Nacional a partir de 1º de março de 2016, sendo que o pagamento retroativo será discutido após o retorno das aulas.

jsO gestor municipal também propôs a criação de uma comissão para implantação da hora-atividade; garantia de não executar o decreto 024/2016, antes da manifestação judicial; negociação de reposição dos dias paralisados, após o retorno às aulas; garantia de discussão dos outros pontos de pauta apresentados na reunião entre a equipe do governo e Sintepp no dia 23 de fevereiro passado, após retorno às aulas.

Na mesma sessão, a vereadora Antônia Carvalho apresentou pedido de suspensão do Decreto do Poder Executivo que altera as progressões dos educadores.

O presidente da Câmara, Miguel Gomes Filho, informou que o documento dos educadores e da vereadora Toinha serão encaminhados à assessoria jurídica por um prazo máximo de dez dias de interstício, para depois ser deliberado em plenário, conforme determina o Regimento. Miguel ainda informou que ninguém pode revogar o decreto do prefeito, apenas ele mesmo. “O que podemos fazer é sustar o efeito. O documento que vocês assinaram e enviaram tem esse objetivo”.

Miguelito informou às centenas de educadores presentes à sessão que o Decreto do prefeito João Salame não terá efeito administrativo, conforme ofício enviado pelo gestor Municipal a Câmara, garantindo que o Executivo não poderá adotá-lo em nenhuma circunstância para prejudicar ou retirar direitos dos professores.

Ao usar da tribuna, o vereador Edivaldo Santos disse que está acompanhando a situação da greve dos educadores e avaliou que se vier algum projeto para a Casa para retirar direitos dos educadores não vai votar pela amizade com João Salame, mas consciente da responsabilidade que tem como legislador.

O vereador Leodato Marques disse que qualquer projeto que prevê a retirada de direitos não terá sua aprovação. Disse ser contrário ao afastamento do prefeito, alegando que outros gestores também tiveram dívida com o Ipasemar, negociaram e resolveram o problema.

Ronaldo Yara disse que não pode votar pela retirada de direitos dos educadores, pois votou favorável ao PCCR no passado e agora não vai voltar atrás. “Não vejo outro caminho para resolver a situação se não for com discussão dos problemas. É preciso ter bom senso nessa situação. Nenhum de vocês aqui recebeu dinheiro de má fé, então não se pode exigir que devolvam dinheiro”, disse Yara.

A vereadora Irismar Araújo Melo, bastante incisiva, disse que os educadores estão com seus direitos colocados em xeque. “Estamos entristecidos com essa profissão. Como educadora me sinto constrangida por estar num momento como este. Estamos lidando com um gestor altamente astuto e ardiloso. Não sei se ele quer tornar sem efeito ou suspende seu decreto. É preciso que a Casa se manifeste e dê um basta nessa situação”, sustentou Irismar.

A vereadora Antônia Carvalho, também educadora, observou que ao longo da história de Marabá, até no período de ditadura, não se via tamanho ato de desrespeito aos educadores. “Estamos no meio de uma guerra por melhores dias para a educação pública de Marabá. Em 1996, o governo dava cinco anos para o professor se habilitar e fazer curso superior. Os planos de carreira consideraram cargo único de professor. Era prevista a carreira tanto na vertical quanto horizontal e não se pode argumentar que houve progressão indevida”, rebate.

Ao usar da palavra, a vereadora Vanda Américo lamentou que há três meses educadores estão passando por tortura, de serem chamados de golpistas, falsificadores, como se tivessem feito progressões aleatoriamente. “É um abuso o que estão fazendo com o município, com este Poder. Mesmo com esforço do presidente em busca do diálogo, o prefeito não tem respeitado ninguém. A Procuradoria da República não conversa mais com ele, assim como o Ministério Público Estadual. Resta esse poder, que tem capacidade de mudar o destino do município”, disse.

O vereador Pedro Correa fez uso da palavra e se mostrou preocupado com a guerra travada pelo Executivo contra os professores, como se esses fossem vilões. Disse que não é favorável à retirada de direitos e que vai lutar para garantir que eles sejam mantidos.

 

Fonte: Câmara de Vereadores de Marabá

Marabá: Maurino Magalhães terá que pagar mais de R$ 2,2 milhões ao município

Ex-prefeito de Marabá Maurino MagalhãesO ex-prefeito de Marabá, Maurino Magalhães de Lima, deverá recolher o valor de R$ 2.259.352,25 (dois milhões, duzentos e cinquenta e nove mil, trezentos e cinquenta e dois reais e vinte e cinco centavos) aos cofres municipais e ao Fundo de Modernização, Reaparelhamento e Aperfeiçoamento do Tribunal de Contas dos Municípios (Fumreap).

O valor é referente à decisão no processo que julgou irregulares as contas da Prefeitura Municipal de Marabá no exercício financeiro de 2009, quando Maurino era prefeito do município. Segundo acordaram os conselheiros do Tribunal de Contas dos Municípios à época do julgamento, em 2015, a prestação de contas foi considerada irregular pelos seguintes motivos:

Não repasse ao INSS da totalidade das contribuições retidas dos contribuintes; não apropriação e recolhimento das obrigações previdenciárias; não remessa dos contratos e lei que dispõe sobre a contratação por tempo determinado para atender a necessidade temporária de excepcional interesse público; processos licitatórios e pactos encaminhados incompletos. Além disso, foi aplicada multa pela remessa fora do prazo dos relatórios de gestão fiscal.

Agora, Maurino tem 60 dias para recolher o valor de R$ 2.241.352,25 (dois milhões, duzentos e quarenta e um mil, trezentos e cinquenta e dois reais e vinte e cinco centavos), atualizado monetariamente, aos cofres municipais, e 30 dias para recolher a quantia de R$ 18.000,00 (dezoito mil reais) ao Fumreap. O edital de notificação foi publicado no Diário oficial do Estado da última sexta-feira, 26, e será republicado outras duas vezes. Caso o ex-prefeito não realize o pagamento no prazo determinado, o TCM encaminhará os autos para cobrança judicial.

Projetos de humanização levam informação e entretenimento aos usuários do Hospital Regional de Marabá

Palestra sobre tabagismoNo Hospital Regional do Sudeste do Pará – Dr. Geraldo Veloso (HRSP), em Marabá, a humanização do atendimento é uma constante busca dos profissionais. Desde a chegada do usuário na recepção até o momento da alta médica, diversas ações são desenvolvidas com o intuito de contribuir para a recuperação do paciente no ambiente hospitalar e para a diminuição do isolamento social. 

Júlio de Carvalho, de 21 anos, foi vítima de um acidente de moto no início deste mês. Ele sofreu traumatismo craniano e está internado no HRSP desde então. No dia 22/02 ele se juntou a outros pacientes para uma sessão de cinema, promovida pelo Serviço de Atenção ao Usuário (SAU), e saiu de lá mais motivado. “Dentro do hospital perdemos a noção do tempo e do que acontece lá fora. Então essas atividades são muito interessantes. A interação com outros pacientes na sala também é muito boa. A gente se sente mais vivo e traz uma vontade de melhorar sem tamanho”, contou Júlio. 

Seu Manoel Duarte, de 61 anos, morador do município de Abel Figueiredo, participou de duas sessões e diz que está ansioso para a próxima exibição. “O cinema é bom porque deixa a gente mais alegre. Amanhã terá mais um filme e, se tiver pipoca, eu vou de novo”, afirmou. 

O Cine SAU Pipoca, como é chamada a sessão de cinema, é realizado toda sexta-feira à noite, com direito a pipoca, brigadeiro e suco, liberados conforme orientação das nutricionistas. Excepcionalmente esta semana foi realizada em uma segunda-feira.

Orientação

CinemaAlém de entretenimento, os usuários do Hospital Regional recebem orientações sobre hábitos que ajudam a melhorar a qualidade de vida. Na semana passada, pacientes internados e acompanhantes participaram de um bate-papo sobre tabagismo. O assunto foi bastante comentado por eles e alguns mostraram espanto ao saber a quantidade de doenças causadas pelo cigarro, principalmente porque, mesmo não sendo fumantes, sofrem com o fumo passivo. Quem está exposto diariamente à fumaça do cigarro tem 30% a mais de chance de morrer de câncer de pulmão do que quem não convive com fumantes. 

 

Daniel de Carvalho, de 25 anos, que acompanha o irmão no HRSP, participou da palestra e já compartilhou as informações em casa. Segundo ele, a maior preocupação é com o pai, seu Moacir, de 55 anos, que fuma há mais de quatro décadas. “Apesar de saber dos males causados pelo cigarro, a palestra me impactou porque mostrou as consequências da doença por meio de fotos reais. Isso dá mais força para a gente continuar incentivando nossos familiares a deixarem esse vício. Minha mãe largou o cigarro há seis anos, mas meu pai ainda não”, disse.

Junta de Serviço Militar de Parauapebas recebe equipe de Posto de Recrutamento e Mobilização de Marabá

Nesta terça-feira (23), a equipe da Junta de Serviço Militar do Posto de Recrutamento e Mobilização de Marabá(PRM) esteve em Parauapebas, realizando uma visita de orientação técnica e estágio de capacitação para Secretário de Junta de Serviço Militar (JSM)do município.

O evento contou com a presença do secretário de Assistência Social, Alex Fontenele, da coordenadora do Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC), secretários municipais e servidores públicos.

Na oportunidade, a JSM do Posto de Recrutamento e Mobilização de Marabá, responsável pela Junta de Parauapebas, reconheceu e homenageou a Junta de Serviço Militar desse município pelo sucesso no atendimento do Alistamento Militar Online 2016, uma vez que Parauapebas foi eleita a melhor JSM do sul e sudeste do estado do Pará, nos critérios aceitação, adaptação e adequação do serviço.

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Após o reconhecimento, foi realizado o estágio de capacitação para entender o funcionamento do Alistamento Online e também a rotina diária da JSM.“Estamos fazendo uma visita de uma das melhores Juntas de Serviço Militar (JSM) da nossa jurisdição e também para fazer nossa capacitação de três secretários de Juntas que ainda não possuem secretários habilitados para atender. Tendo em vista que Parauapebas foi o primeiro município a realizar esse tipo de serviço pela internet”, disse o Tenente Loyola, delegado de Serviço Militar do Posto de Recrutamento e Mobilização de Marabá.

Para o secretário da Junta de Serviço Militar do município de Sapucaia, Celso Silva de Lima, participar do estágio de capacitação é muito proveitoso, “pois só assim teremos como oferecer um serviço de qualidade para o cidadão”. Segundo ele, após o treinamento, os jovens do sexo masculino de Sapucaia se interessarão mais, uma vez que o alistamento pela internet é bem mais prático.

“Fomos eleita a melhor Junta de Serviço Militar (JSM) da região Sul e Sudeste do Estado do Pará, pois nos adaptamos e nos adequamos muito bem no novo formato de Alistamento Militar”, destacou a secretária da Junta de Serviço Militar (JSM) de Parauapebas, Benevânia Gomes de Souza.

Ela aproveitou para convocar os cidadãos nascidos em 1998 para comparecerem até o dia 30 de junho deste ano, na Junta de Serviço Militar mais próxima da residência para realizar o Alistamento Militar. Ressaltando que após essa data, o cidadão estará fora do prazo e para regularizar a situação deverá recolher multa em instituição financeira credenciada.

Em Parauapebas, a Junta de Serviço Militar funciona no prédio do SAC, localizado na Praça da Cidadania, bairro Rio Verde. Mais informações pelo telefone: 3346-7250.

Texto: Janaina Ravanelli/Ascom/PMP Foto: Irisvelton Silva