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WTorre investirá em nova rede hoteleira. Primeira unidade será em Parauapebas

A empresa WTorre pretende investir R$ 1 bilhão em hotéis por esse Brasil a fora. Serão 20 no total e a rede promete tarifas baixas e alta tecnologia. O primeiro será inaugurado em Parauapebas, onde a empresa já tem negócios. O nome escolhido para a rede de hotéis ainda não foi confirmado, todavia, comenta-se que será WI, em alusão à tecnologia da informação, uma das diretrizes da rede.

As obras de terraplenagem do novo empreendimento, em área ao lado do Unique Shopping Parauapebas estão em estado avançado, mas ainda não há previsão para a inauguração.

O Grupo WTorre atua em oito áreas: construtora, propriedades comerciais, desenvolvimento imobiliário, terminais logísticos, entretenimento, shopping centers, hotelaria e infraestrutura.

Michel Teló tem relógio roubado em hotel de Marabá

Objeto foi esquecido pelo cantor em quarto de hotel. Relógio foi encontrado na casa de um funcionário do local.

Michel Teló (Foto: Caio Kenji/G1)

O cantor Michel Teló teve um relógio de ouro, avaliado em R$ 30 mil, furtado do quarto do hotel em que estava hospedado em Marabá, no sudeste do Pará, nesta exta-feira (27). Segundo informações da Polícia Civil, o objeto foi furtado após um descuido do cantor.

Após uma apresentação em Rondon do Pará, que fica a 146 quilômetros de Marabá, ele e a equipe teriam deixado o hotel às pressas para não perder um voo. Na correria, o cantor teria esquecido o objeto no quarto do hotel.

Ainda de acordo com a polícia, a produção do músico telefonou do avião, pedindo que verificassem se o relógio ainda se encontrava no quarto que havia sido ocupado pelo cantor. Como o objeto não estava mais lá, a polícia foi acionada.

Após investigar o local, os policiais suspeitaram de um funcionário do hotel. Após fazer buscas na casa do suspeito, o relógio foi encontrado. O funcionário do hotel que teria furtado o relógio foi preso, suspeito de furto qualificado por abuso de confiança. O relógio foi devolvido para o cantor. (G1-PA)

Marabá: Grupo BHG fará investimentos em hotelaria

A Agência Estado informa que através da Solare, a sua administradora na região Norte, o grupo Brazil Hospitality assinou uma série de contratos para estabelecimentos que estão em fase de desenvolvimento, como é o caso do Gran Solare Resort e Suítes, com 384 quatros, em Maceió (AL) e que estará pronto até o final deste ano.

Em 2013, serão lançados dois hotéis em Marabá, sendo um Golden Tulip de 120 quartos e um Tulip Inn de 150. Marabá, quarto município mais populoso e o quinto maior PIB paraense, é o principal centro de desenvolvimento político, social e econômico do sul do estado e um dos municípios mais dinâmicos do Brasil. A região possui  boa infraestrutura logística, com porto, aeroporto, ferrovia, e um parque industrial em crescimento, especialmente da indústria siderúrgica, além de ter um papel importante na agricultura.

Em 2014, a Companhia iniciará a administração de um novo empreendimento com 196 quartos em Imperatriz (MA), o Soft Inn Imperatriz, sendo que, em 2015 será inaugurado na mesma cidade um empreendimento hoteleiro com três torres e um total de 360 quartos, o Gran Solare Acqua View. Chamado de “Portal da Amazônia” e “Capital da Energia”, o município ocupa a posição de segundo maior centro econômico, político, cultural e populacional do Estado e liga o sudoeste do Maranhão, norte do Tocantins e o sul do Pará.

Também no ano de 2014, será lançado um Tulip Inn, com 121 quartos, em Castanhal (PA). Localizado a cerca de 65 km a leste de Belém, capital do estado, o município de Castanhal tornou-se um ponto comercial importante para agricultura, e agora está se firmando como centro tecnológico. A região também concentra empresas de energia, especializadas em alta tensão e tecnologia de perfuração.

Por fim, em 2015, a Companhia tem programadas as operações de um Soft Inn em Maceió (AL), com 249 quartos.

“Estamos seguindo o plano estratégico da Companhia, aumentando nossa presença em locais onde há crescimento de economia e demanda por hotéis, levando em consideração investimentos que estão sendo feitos pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e outros fatores “, afirma Pieter J. F. van Voorst Vader, Presidente da BHG S.A – Brazil Hospitality Group.

Com os novos hotéis, a BHG, que atualmente totaliza 45 hotéis entre próprios e administrados, com 8.322 quartos,  vai elevar esse número para aproximadamente 12.400  no final de 2015, distribuídos em 65 hotéis, em 17 estados mais o Distrito Federal. A companhia é a responsável pela marca Golden Tulip na América do Sul.

BHG compra Grupo Solare

A Brazil Hospitality Group (BHG), braço de investimentos em hotéis do fundo de private equity GP Investments, anunciou ontem a assinatura de um contrato para a compra do Grupo Solare, administrador de oito hotéis na Região Nordeste do país. O investimento, porém, não foi divulgado.

Com o negócio, a BHG passa a ter 45 hotéis no país e 8,3 mil apartamentos, pois agregou 1,1 mil quartos com a aquisição da Solare. “A Solare traz muita sinergia para a BHG. Além disso, ela passa a ser o nosso braço operacional nas regiões Norte e Nordeste”, afirmou ao Valor o presidente da BHG, Peter van Voorst Vader. O Grupo Solare também vai administrar os quatro hotéis que a BHG comprou em Belém (Pará), no ano passado.

A aquisição da BHG marca a sua entrada no Maranhão, pois o Grupo Solare administra sete hotéis em São Luís, com as bandeiras Soft Inn, Expresso XXI e Solare Hotéis e Suítes. A administradora tem ainda a gestão do Gran Solare Lençóis Resorts, à beira do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses. A BHG assumirá a administração desses empreendimentos a partir de 1º de abril.

A BHG tem, ainda, 12 hotéis em desenvolvimento, com 2,3 mil quartos no total, que deverão entrar em operação em 2014. Com isso, a oferta da empresa aumentará para 10,7 mil apartamentos daqui a três anos. Em sua última divulgação de resultados, referentes ao terceiro trimestre de 2011, a BHG reportou receita líquida de R$ 122,8 milhões.

Fonte: Valor Econômico

Hotel: Parauapebas tem déficit de 1.200 leitos

Contando hoje com cerca de 40 estabelecimentos hoteleiros, com oferta de 2.800 quartos e apartamentos, a cidade de Parauapebas tem um déficit de 1.200 leitos de hotel para atender à crescente demanda no município, segundo levantou a reportagem do CORREIO DO TOCANTINS.

O jornal resolveu apurar o tema, devido às constantes queixas de turistas quanto à dificuldade em encontrar vagas nos hotéis e também quanto ao custo das diárias tido como superior à média de outras cidades.

Quem confirmou esses números ao CT foi o presidente da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Parauapebas (Acip), Oriovaldo Mateus, que administra dois hotéis instalados no núcleo urbano de Carajás, de propriedade da mineradora Vale, e um dele próprio, localizado no Bairro Cidade Nova, Centro.
Municípios localizados no entorno dos projetos de mineração explorados pela Vale na região, de Marabá a Ourilândia do Norte, também sofrem com a falta de vagas em bons hotéis. Segundo o empresário, a situação é tão precária que os hoteleiros de Parauapebas muitas vezes recorrem a vagas para hospedagens nos poucos hotéis instalados na vizinha cidade de Curionópolis.

Por causa deste problema, o mercado de hospedagem em pousadas, repúblicas e até mesmo em residências particulares tem aumentado gradativamente no município, especialmente em finais de semana ou em curtas temporadas.

Outro setor que vem crescendo também descontroladamente em Parauapebas por causa da falta de vagas em hotéis é o aluguel de imóveis para trabalhadores que vêm de fora para prestar serviço no município. Para piorar a situação, o presidente da Acip revela que 50% das vagas de hotéis disponíveis na cidade são contratadas pela Vale e outras empresas para acomodar seus trabalhadores graduados que vêm de outros estados e não têm onde ficar.

No início da contratação dessas hospedagens em hotéis, há cerca de quatro anos, os clientes fechavam as contas nos finais de semana para viajar às suas cidades de origem, mas muitas vezes quando retornavam não encontravam mais vagas no estabelecimento, e por isso o contrato passou a perdurar também nos finais de semana, mesmo deixando o apartamento fechado.

Oriovaldo Mateus detalha que a cidade é visitada mensalmente por muitas pessoas, mas estas têm reclamado com a falta de local para se hospedar, pelo menos nos finais de semana. Hoje é normal a formação de enormes “filas” em hotéis da cidade, de 20 a 30 dias, à espera de vagas para hospedagem.
Atualmente, existe em Parauapebas algo em torno de meia dúzia de novas construções de hotéis de grande porte, cuja inauguração deve ocorrer no princípio do ano que vem, com uma oferta aproximada de 600 novos leitos. Um dos hotéis está sendo construído como um espigão de 12 pavimentos, na entrada da cidade.

Com este déficit hoteleiro, o empresário vislumbra que hoje um dos melhores investimentos a ser feito em Parauapebas, com retorno financeiro imediato, é a construção e administração de hotel.

Hoje o preço médio de diárias de hospedagem na cidade gira em torno de R$ 150, considerando aí os estabelecimentos de grande e pequeno porte. Boa parte dessas hospedagens oferece café da manhã, almoço e jantar, além dos serviços de praxe, como frigobar, estacionamento, internet, telefone fixo e pessoal qualificado para atendimento.

Usuário
Técnico de informática que vem à cidade duas vezes ao mês para prestar assistência a impressoras, Cláudio Firmino Filho relata que várias vezes passou apuros por não encontrar vagas em hotel, nem mesmo com reserva antecipada.

“Eles dizem pra gente que durante a semana é sempre mais complicado, pois os hóspedes são todos turistas de negócio”, relata Cláudio Firmino Filho, reclamando em seguida dos preços das diárias. “Também é difícil pechinchar. Como a procura é maior do que a disponibilidade, eles aumentam mesmo os valores e não aceitam negociar”, diz o técnico.

Fonte: Waldyr Silva/Correio do Tocantins