Category Archives: CELPA

Novo aumento na tarifa de energia passa a valer a partir de amanhã

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou na última terça-feira (4), o aumento médio de 7,47% na tarifa de energia elétrica no estado do Pará. Com os novos valores, os grandes consumidores comerciais e da indústria terão aumento de 10,22% e o consumidor residencial vai ter reajuste médio de 6,30%. Os percentuais serão cobrados partir desta sexta-feira, 7 de agosto.

Mais de 2 milhões de paraenses serão afetados com o aumento. A notícia do reajuste mais uma vez não agradou os consumidores que reclamam do serviço oferecido pela Rede Celpa. “Já pagamos um absurdo pela energia que muitas vezes nem consumimos. Agora vai aumentar novamente, é uma falta de respeito com quem trabalha todos os dias para sobreviver num pais que só suga os trabalhadores”, disse o comerciante, Mário Costa.

Algumas pessoas fazem de tudo para economizar energia em sua residência, como é o caso da servidora pública Geovana Santos. O anúncio de um novo aumento na tarifa de energia caiu como uma bomba em seu orçamento. “Na minha casa, usamos o ar condicionado só à noite, passei a utilizar máquina de lavar só um dia na semana e ultimamente mudei todas as lâmpadas para um tipo mais econômico. Sinceramente, não sei mais o que fazer. O pior é pagar por um péssimo serviço oferecido pela Celpa”, declarou a moradora do Bairro Nova Carajás.

Segundo o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos no Pará (Dieese/PA) só no primeiro semestre deste ano, a conta de energia aumentou mais de 40% para paraense e o reajuste acumulado para o consumidor residencial é de 470% contra uma inflação estimada de 204% desde 1998, ano em que a Celpa foi privatizada.

Pipas causam mais de 2 mil ocorrências de falta de energia no Pará durante o mês de julho

No mês de julho, Belém e Abaetetuba foram os municípios em que mais houve registros de interrupções causadas pela ‘brincadeira’

A Celpa divulgou os dados sobre as interrupções do fornecimento de energia elétrica em função de pipas na rede no mês de julho. No período, foram registrados 2046 casos de falta de energia em todo o estado do Pará, em decorrência de ‘papagaios’ na fiação. O aumento contabilizado é de 15,7% em relação a mesma temporada de férias escolares do ano passado.

Esse tipo de ocorrência coloca a capital paraense no topo do ranking. No total, foram 465 interrupções em Belém por conta das pipas no mês de julho. Um aumento em torno de 30% sobre o mesmo período do ano passado. O segundo lugar, fica para o município de Abaetetuba, que contabilizou mais de 150 ocorrências neste ano, contra um número de 27 no ano passado. Isso significa um impressionante aumento de 460% na quantidade de ocorrências no município.

O gerente da área de Manutenção da Celpa, Kleber Barros, destaca que mesmo a concessionária atuando com medidas preventivas ao longo do ano, é necessário que a população esteja sensibilizada com o assunto. “Esse tipo de ocorrência abala todo o sistema e deixa uma série de cidadãos penalizados pela falta de energia. Além disso, a ‘brincadeira’ pode ser fatal, já que estão utilizando variações de cerol com maior poder de corte, podendo provocar até o rompimento do condutor de energia. Portanto, é essencial que as pessoas sigam as dicas de segurança e não soltem pipas próximo a fiação elétrica”, diz o gerente.

A concessionária ainda destaca que em 2014, juntando os meses de janeiro, junho e julho, época de férias escolares, o número de interrupções motivadas por pipas na rede chegou a ser de 3372 ocorrências, quanto que em 2015, nesses mesmos meses, o número subiu para 3881. Um aumento de 15%, num comparativo com 2014 e que pode significar milhares de pessoas sem energia por conta da atividade.

Por outro lado, o município de Santarém, localizado no oeste paraense, se destaca pela redução desses indicadores negativos. Em julho deste ano, a Celpa registrou na cidade cerca de 148 interrupções. No ano passado esse número ficou em torno de 300. Houve uma queda de mais de 50% nas ocorrências.

As pipas que ficam enroscadas nos cabos também representam custos para a concessionária. A empresa já contabilizou gastos de mais de 150 mil reais com ações de reparos para retirada das pipas da fiação, um valor que poderia ser investido em outras ações de melhoria do sistema elétrico do estado.

SEGURANÇA – A concessionária alerta também para o cerol (mistura de cola com vidro moído, em alguns casos até com pó de ferro), que pode potencializar os perigos. O produto é ilegal, mas ainda assim utilizado para dar maior força de corte à linha. A linha da pipa com cerol, ao entrar em contato com a fiação elétrica, pode provocar um curto-circuito ou até mesmo um acidente fatal.

O executivo da área de Segurança da Celpa, Alex Fernandes, explica que para os próximos períodos de férias a população deve seguir à risca as dicas de segurança com a rede. “As pipas engatadas na fiação elétrica jamais devem ser puxadas, pois o contato de cabo com o outro pode causar curto-circuito e descargas elétricas, podendo levar o cidadão a morte. Jamais devem ser utilizados Barras de ferro, trilhos de cortina, pedaços de madeira e outros materiais que são condutores de eletricidade, para retirar as pipas dos fios. Seguindo essas orientações é possível evitar diversos prejuízos”, finaliza o executivo. (Celpa)

Afinal de contas, o que é uma subestação de energia e para que serve?

As subestações são responsáveis pela distribuição da energia. Funcionam como pontos de entrega de energia para os consumidores, pois antes de chegar às residências, a eletricidade percorre um sistema de transmissão que começa nas usinas e passa por estas subestações. Daí os transformadores farão o aumento ou diminuição de tensão para que a energia se adeque ao consumo dos clientes.

arte-subestação

No caso das subestações móveis, o equipamento é utilizado para soluções temporárias e emergenciais, como por exemplo manutenções programadas ou energização de obras prioritárias, quando as subestações convencionais precisam de apoio. Quando for necessário fazer manutenção, a subestação móvel será utilizada para que os clientes não tenham interrupção de energia prolongada ou até mesmo que as manutenções nem precisem de interrupções. A capacidade de mobilidade e flexibilidade ajuda muito nesse processo.

A subestação móvel da Celpa está em operação desde janeiro deste ano e já passou por municípios como Santa Maria do Pará, Capanema e Tailândia já receberam o equipamento, que atualmente está localizado no município de Marabá, na mesorregião sudeste do estado. O equipamento pesa em torno de 78 toneladas e é seguramente transportado em um caminhão de 23 metros de comprimento.

DSC05190-e1438267986136

De acordo com o gerente de Manutenção da Celpa, Kleber Barros, a subestação móvel tem capacidade de suprir um município de médio porte. “A subestação está capacitada para atender uma carga de até 30 MVA (unidade de medida de potência aparente, megavolt-ampere), o que corresponde ao atendimento de uma faixa de trinta mil residências ou cerca de 120 mil habitantes”, diz o gerente.

O investimento da Celpa na tecnologia ficou em torno de R$ 7 milhões e reforça o compromisso da empresa em buscar ações de melhoria para o sistema elétrico paraense e garantir um serviço final de qualidade.

Fonte: Assessoria de Imprensa CELPA

Iluminação mais econômica e eficiente

Diante da Portaria que desautorizou a venda de lâmpadas incandescentes, a Celpa explica as alternativas mais econômicas e eficientes de iluminação residencial

De acordo com o cronograma estabelecido pelas Portarias Interministeriais 1007 e 1008 dos Ministérios de Minas e Energia, a venda de lâmpadas de filamento incandescente de 60w, foi cancelada no Brasil a partir de 1º de julho. A categoria era a mais comercializada em todo o país e com a determinação, os consumidores que ainda as utilizavam terão que buscar alternativas mais eficientes e econômicas de iluminação residencial.

As lâmpadas incandescentes de 100, 150 e 200 watts já foram retiradas do mercado no ano passado. As com potência entre 25 e 40 watts também já deixaram de ser produzidas e devem ficar no mercado até 30 de junho de 2016.

A medida surge em tempos de economia e que o uso de lâmpadas fluorescentes compactas tem alavancado uma considerável redução no consumo de energia elétrica e, por consequência, diminuição dos custos do orçamento familiar. Esse tipo de iluminação também garante uma durabilidade maior do que as lâmpadas de filamento incandescentes.

Na economia doméstica, as lâmpadas fluorescentes compactas podem acarretar uma economia de até 70% na conta de energia elétrica em comparação a utilização das incandescentes. A lâmpada fluorescente também pode durar até oito vezes mais do que a incandescente.

A gerente da área de eficiência energética da Celpa, Giorgiana Pinheiro, explica que cada vez mais o uso de lâmpadas incandescentes perde o sentido. “Antes, o que inviabilizava o uso das lâmpadas fluorescentes era o alto custo, mas ultimamente esses valores estão mais acessíveis e como a durabilidade é maior e o consumo é menor, temos uma boa relação custo benefício”, diz a gerente.

Outra alternativa frente a parada de produção da lâmpadas incandescentes é a utilização das lâmpadas de led, que tem despontado no mercado nos últimos anos. “Esse tipo de iluminação é muito viável para quem busca maior durabilidade e economia. Uma lâmpada de led pode durar até 25 vezes mais que uma incandescente e representar uma economia em cerca de 75%. O custo ainda é um pouco elevado, mas se formos pensar em termos de durabilidade, o saldo final também será positivo”, explica Giorgiana.

Mutirão para a troca - Desde de 2013, o programa de eficiência energética da Celpa, tem feito a troca de lâmpadas incandescentes por fluorescentes no projeto Mutirão da Economia. Na ação, é feita o cadastro de clientes de baixa renda para trocar geladeiras ineficientes por novos refrigeradores e no ato da inscrição, os clientes podem fazer a troca de lâmpadas incandescentes por fluorescentes compactas.

Na semana que vem, nos dias 07 e 08 de julho, o Mutirão da Economia deve passar pelo bairro de Águas Brancas, em Ananindeua e nos municípios de Santarém, Cametá e Ourém. Nessas localidades, os clientes poderão levar suas lâmpadas incandescentes para trocar por modelos fluorescentes, mais eficientes e econômicos.

Governo do Pará questiona critérios da Aneel para reajuste de energia

celpaA Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme) questionou a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) com relação à proposta de aumento da tarifa de energia do Pará, um novo reajuste médio de 7,53% para vigorar já a partir de agosto, mais que o dobro, porém, para consumidores de maior porte (industriais) enquadrados como Grupo A, cujo percentual de aumento será de 15,06%. Os consumidores residenciais e demais de pequeno porte, enquadrados como Grupo B, poderão ter reajuste médio de 4,26%.

O Secretário de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme), Adnan Demachcki antecipa que a Celpa passa pelo seu processo de revisão tarifária, que ocorre de 4 em 4 anos, por imposição legal e que deve ser concluído em agosto de 2015.  No próximo dia 11 de junho, no Hangar – Centro de Convenções, a partir de 9h, uma audiência pública discutirá em Belém a revisão tarifária, com a presença dos técnicos da Aneel – Agencia Nacional de Energia Elétrica. Demachki diz que o momento será oportuno para se questionar as elevadas perdas regulatórias admitidas pela Agência Nacional, que totalizam 34% calculados somente sobre o mercado de Baixa Tensão da concessionária.

O secretário observa que a perda de energia da Celpa se elevou significativamente nos últimos 10 anos, como consequência de problemas de gestão e da reação tardia da própria Aneel. Portanto, diz ele, admitir na revisão presente as perdas neste patamar tem como principal consequência um valor mais elevado na tarifa, principalmente considerando que a agência, em revisões anteriores da Celpa, chegou a adotar perdas regulatórias de referência 7% menores.

“Dessa forma, a Agência rompeu um dos pilares da regulação, que é a melhoria continua dos serviços prestados”, argumenta Demachki, que enviou ofício na última sexta-feira, 29, questionando formalmente a nova proposta de aumento de tarifa.

Demachki lembra também que a proposta da Aneel considera um percentual de receitas irrecuperáveis admitidas de 1,62%, superior ao valor aceito na revisão tarifária anterior, que foi de 0,9%, se tornando, portanto, mais um ônus imposto ao consumidor de energia paraense.

Ele também aponta a omissão da agência, ao frisar que não há referência na exposição de motivos e nas notas técnicas da Aneel a qualquer auditoria ou fiscalização da base de dados encaminhada pela Celpa e que foram usados na revisão tarifária, em especial os investimentos de capital informados.

“Essa ação da Aneel demonstra o uso de uma mão mais leve com a concessionária e mais pesada com o consumidor, que tem sido, em todo o Brasil, submetido a aumentos de tarifas médios que variam entre 40% a 60% nos últimos 12 meses”, diz Adnan, ao informar que o Estado cobra do órgão uma atitude regulatória mais proativa com as demandas da sociedade e em prol da modicidade tarifária, do equilíbrio entre os agentes e do desenvolvimento econômico do Pará.

Por Valéria Nascimento – Sedeme

Celpa alerta à segurança com a rede durante as festas juninas

Para que o período da quadra junina ocorra de maneira segura a Celpa alerta sobre alguns cuidados na hora de montar e elaborar estruturas para as festas do período. Na colocação das famosas bandeirinhas, por exemplo, é essencial ter atenção para não tocar no fios da rede elétrica ao manobrar barras de metal, canos, arames, ou qualquer tipo de artifício metálico. É importante ressaltar que as faixas e bandeirinhas devem ser colocadas com material totalmente isolante.

A empresa também ressalta que os postes não devem ser utilizados como material de suporte para esse adereço, nem os cabos elétricos para instalar as tradicionais bandeirinhas e balões ou fixar qualquer outro tipo de enfeite. Outros assessórios como corda e barbantes jamais devem ser amarrados aos fios elétricos, pois há riscos de descargas elétricas e podem provocar queimaduras graves e até a morte.

Para fazer serviços que envolvam a manobra da rede elétrica é necessário contratar profissionais qualificados. “Somente técnicos da distribuidora estão treinados para este tipo de trabalho, que exige o uso de equipamentos de segurança. Eles sim estão aptos a manusear a rede elétrica”. Orienta o executivo de Meio Ambiente e Segurança da Celpa, Alex Fernandes.

Em relação a montagem de barraquinhas, camarotes, arquibancadas, palanques, palcos e a utilização de veículos de som, deve-se levar em conta alguns itens. “A distância mínima de segurança dessas estruturas em relação à rede elétrica dever ser de 1,5m. Durante a montagem e a desmontagem das estruturas, os operários deverão ficar atentos a essa distância e manusear ferramentas e peças metálicas com extremo cuidado”, diz Alex.

Outro possível perigo à rede e aos brincantes são as fogueiras, que, em qualquer hipótese, devem manter distância da rede. Jamais devem ser colocadas sob a fiação elétrica.  Os fogos de artifício também não devem ser lançados na direção de postes e condutores.

“São dicas simples e chegam até a serem óbvias, mas é sempre válido informar e esclarecer para que consigamos diminuir as ocorrências de acidentes com a rede nesta época do ano”, finaliza Alex Fernandes.

Em caso de acidente:

  • O local deve ser isolado, para que não haja aproximação de pessoas;
  • Não se deve retirar objetos ou pessoas que estejam em contato com fios até que um profissional qualificado assegure que a energia foi desligada para, assim, manter a segurança e a integridade física dos presentes;
  • Jamais tocar em fios partidos;
  • Acionar imediatamente o Corpo de Bombeiros, por meio do número 193, e a Celpa, pelo número 0800.091.0196.

Celpa alerta para golpes

Pessoas têm usado indevidamente o nome da empresa para aplicar golpes financeiros

Os relatos sobre a prática de golpes por pessoas que usam indevidamente o nome da Celpa estão cada vez mais frequentes.  De acordo com denúncias da população, terceiros tentam tirar vantagens financeiras se passando por funcionários da empresa e realizando cobranças indevidas aos clientes. Diante da situação, a concessionária orienta os clientes a tomarem alguns cuidados para evitar essas tentativas de golpe. Medidas preventivas e um pouco de observação sobre como a Companhia atua, podem ajudar a identificar quem realmente está a serviço da empresa.

É importante esclarecer à população que as cobranças dos serviços da Celpa são feitas apenas por meio da fatura de energia, que só deve ser paga nos agentes arrecadadores autorizados: bancos e lotéricas. Nenhum colaborador da concessionária ou das empresas que prestam serviço para a Celpa está autorizado a receber dinheiro em espécie por qualquer serviço. Vale destacar que eventuais serviços que a concessionária pode cobrar pela execução, conforme determinação da Aneel, são tabelados e seus valores estão disponíveis no site da empresa, o www.celpa.com.br.

Caso o cliente receba uma proposta ilegal ou solicitação de pagamento em dinheiro, a situação deve ser denunciada imediatamente à Polícia e, ainda, comunicada a Celpa, para que a empresa acompanhe a investigação como forma de garantir um atendimento com qualidade e segurança para seus clientes.

Equipes Celpa – Os colaboradores e funcionários terceirizados da Celpa que atuam em contato com os clientes, como atendentes de agências, eletricistas, leituristas e demais profissionais de serviço de campo, possuem um fardamento com a identificação da empresa. É importante observar a presença de crachás com o nome do profissional impresso, a marca da empresa para a qual ele presta serviço e, claro, a marca da Celpa. Os veículos utilizados em campo pela concessionária e suas prestadoras também são padronizados, neles são visíveis tanto a marca da empresa terceirizada quanto da concessionária.

O cliente deve ficar atento à identificação dos prestadores de serviço e em casos de procedimentos suspeitos alguns dados devem ser anotados. Em situações que os procedimentos das equipes sejam suspeitos, é importante que o cliente tome nota do número da placa do veículo que está conduzindo os colaboradores, do número da frota e do nome da pessoa que fez a abordagem. Os dados devem ser repassados às autoridades locais e informados à Celpa pelo 0800 091 0196, para que seja feito o acompanhamento das investigações.

Fonte: Assessoria de Imprensa- Celpa

Celpa é reconhecida como uma das empresas que mais investem no Pará

A Celpa esteve entre as três empresas que mais investiram no estado e foi premiada nas duas categorias do Prêmio Redes de Desenvolvimento, que contemplou as empresas de maior sucesso anual nos indicadores: Volume de compras em termos absolutos e Percentuais das aquisições realizadas no estado do Pará.  A premiação foi promovida pela Redes, projeto da Federação das Indústrias do Estado do Pará – FIEPA, na noite de ontem, 07, e contemplou as empresas que mais adquiriram bens e serviços no Pará, nos anos de 2013 e 2014.

Em dois anos, a Celpa investiu mais de R$ 3 bilhões na compras de materiais e serviços no estado, reconhecendo a qualidade e agregando valor aos fornecedores paraenses, o que contribuiu para que se fizesse cumprir a missão da concessionária que é assegurar o desenvolvimento do Pará. Esse investimento fez com que a empresa figurasse no 2º lugar na categoria Absolutos, que premia as três empresas que mais compraram em termos de volume de investimentos, e o 3º lugar na categoria Percentum, voltado às empresas que mais compraram no Pará em termos percentuais.

“Os prêmios recebidos representam o coroamento desta parceria que iniciou em 2000 e visa a qualificação das empresas paraenses fornecedoras de serviços e materiais, o que para nós é muito interessante. A decisão de apoiar e ser parceiro da Redes foi muito assertiva, pois acreditamos no projeto que potencializa o crescimento e a evolução dos fornecedores no Pará, e agora estamos colhendo os frutos”, ressalta o diretor de Relações Institucionais da Celpa, Mauro Chaves.

Nesses 15 anos, a parceria com a Redes – Inovação e Sustentabilidade Econômica possibilitou a melhoria da produtividade dos parceiros da Celpa, pois muitos deles fazem parte do programa de desenvolvimento do projeto, e a partir do momento em que as fornecedoras obtêm uma melhor capacitação, a consequência é a melhoria na prestação dos serviços que executam em nome da Celpa. Com isso toda a sociedade ganha, pois é quem recebe esses serviços.

O diretor executivo da Redes, Marcel Souza, ressaltou que a Celpa foi a primeira empresa do setor elétrico a acreditar na iniciativa e sempre apoiou todas as frentes do projeto, e ao longo de todos esses anos, a concessionária foi a que mais comprou em termos percentuais no estado. “A importância de ter uma empresa do porte da Celpa é muito importante para nós e para a continuidade do nosso trabalho, o que a cada ano se torna ainda mais desafiador”, destacou.

Sobre o prêmio

O Prêmio Redes de Desenvolvimento ocorre desde 2011 e é uma iniciativa da REDES – Inovação e Sustentabilidade Econômica e da Federação das Indústrias do Estado do Pará – FIEPA. A Redes atua com foco em sustentabilidade econômica no ambiente de negócios do estado, potencializando o crescimento e a evolução dos fornecedores paraenses através do mapeamento dos novos investimentos. Além de incentivar as compras locais e internalizar as riquezas do estado do Pará.

Audiência Pública: Comissão debate má prestação de serviços pela Celpa

Deputada Julia Marinho PSC-PAA Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia da Câmara dos Deputados promove audiência pública nesta quarta-feira (22), às 10 horas, para discutir a má prestação de serviços da empresa Centrais Elétricas do Pará (Celpa) e os valores abusivos e indevidos praticados na tarifa de energia do estado.

Os deputados Arnaldo Jordy (PPS-PA) e Júlia Marinho (PSC-PA) apresentaram requerimento para realização do debate com o objetivo de buscar alternativas para solucionar esses problemas.

Em relação ao custo da energia no Pará, eles destacam que, em sete meses, a conta para o consumidor aumentou mais de 40%, enquanto a inflação acumulada no período, segundo o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), foi de 5%. Além disso, em agosto, quando ocorrerá nova visão tarifária, o reajuste previsto no estado é de 32% ou mais.

Na indústria, o Pará paga R$ 572,20 por MW/h, 37,8% a mais que a média do País, de R$ 498,28 por MW/h, e 49% acima do valor no Amazonas, estado vizinho, que é de R$ 383,83 o MW/h, de acordo com dados da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan).

Os deputados paraenses reclamam ainda que, embora gere quase 10% da energia hidrelétrica produzida no País, o Pará tem uma das tarifas mais caras.

Em relação ao serviço prestado pela Celpa, Júlia Marinho (foto) ressalta que oscilações, quedas e interrupções de energia elétrica ocorrem várias vezes por dia nas zonas rurais e urbanas. Ela cita ainda que, segundo o Cadastro Nacional de Reclamações Fundamentadas (CNRF), do Ministério da Justiça, a companhia foi a empresa mais contestada pelos consumidores paraenses nos últimos anos. Além de reclamarem do valor da taxa de energia e dos problemas com cobranças indevidas ou abusivas, os consumidores relatam sofrer com a recusa injustificada em prestar serviço, o não pagamento de indenização e o atendimento ruim, entre outros problemas.

Foram chamados para o debate:

  • diretor-presidente da Celpa, Raimundo Nonato Alencar de Castro;
  • diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino;
  • diretor-presidente da Eletronorte, Tito Cardoso de Oliveira Neto;
  • representante do Ministério de Minas e Energia; e representantes do ministério Público Federal, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), do Instituto de Defesa da Cidadania (IDC) e do Procon no Pará.

Fonte: Agência Câmara Notícias

Jader propõe estudos para baixar custos da energia elétrica

Jader BarbalhoO senador Jader Barbalho propôs ontem ao Ministério de Minas e Energia, em caráter de urgência, a realização de estudos técnicos destinados a corrigir distorções que ele considera existirem no setor elétrico e que acabam impactando os custos finais da energia para o consumidor. A proposição de Jader Barbalho está contida em ofício por ele endereçado diretamente ao ministro Eduardo Braga.

Se acolhida pelo governo, ela terá a capacidade de tornar menos pesada a carga tributária incidente sobre as contas de luz, reduzir os preços da energia elétrica e, subsidiariamente, racionalizar o uso dos recursos hídricos com fins econômicos, o que inclui, entre outras atividades, a utilização da água para a geração de energia. O atendimento à sugestão do senador paraense envolveria não apenas o Ministério de Minas e Energia, mas também a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e a Agência Nacional de Águas (Ana).

O pleito foi inspirado, conforme frisou o próprio Jader, pelo momento que passa o Estado do Pará no tocante ao custo da energia elétrica, considerado excessivamente alto e acima da capacidade de pagamento de parcelas expressivas da população. O senador destacou, a propósito, que de agosto do ano passado para cá o custo final da energia para o consumidor paraense já acumula altas superiores a 40%, se forem considerados o reajuste de equalização de 34,6%, em média, que entrou em vigor em agosto do ano passado, a revisão tarifária extraordinária de 3,6%, que passou a vigorar em 2 de março deste ano, e mais os acréscimos relativos à chamada bandeira tarifária.

Somando-se a isso o impacto exercido pela incidência de impostos – o estadual ICMS, com alíquota no Pará de 25%, e as duas contribuições federais, o PIS/COFINS, ele observou que não é difícil concluir que o custo final da energia, para o consumidor paraense de baixa renda, está alcançando patamares verdadeiramente proibitivos. “Isso preocupa, porque afeta não somente a qualidade de vida da nossa população, mas impacta também negativamente todo o conjunto da economia, inibindo como consequência a geração de emprego e renda”, acrescentou.

O líder maior do PMDB no Pará citou, a propósito, os resultados de um estudo realizado em 2014 pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan). De acordo com o levantamento, que se estendeu aos 26 Estados brasileiros e mais o Distrito Federal, o Estado do Pará registra o mais alto custo da energia industrial do país e também lidera o ranking das unidades que praticam as mais elevadas tarifas de todo o Brasil.

Jader Barbalho destacou ainda que o Pará já é o sexto maior produtor nacional de energia elétrica. Com a entrada em operação de Belo Monte, em fase final de construção no rio Xingu, o Estado ascenderá à segunda posição, ao lado de Minas Gerais. E, dentro dos próximos dez a doze anos, uma vez executados os grandes projetos hidrelétricos projetados pelo governo nas bacias do Tapajós e do Tocantins, o Pará assumirá com folga a liderança do ranking dos grandes produtores nacionais. Hoje, acrescentou, o Pará já é um grande exportador e se tornará, com Belo Monte, o gerador do maior excedente de energia do Brasil.

Fonte: Diário do Pará