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Celpa lança aplicativo para smartphones e tablets

Nova plataforma oferece uma série de serviços aos clientes da concessionária

O aplicativo da Celpa para smartphones e tablets já está disponível para ser baixado gratuitamente em dispositivos móveis com sistema operacional android. A nova ferramenta deve oferecer mais comodidade ao cliente com uma série de serviços que podem ser solicitados sem precisar ir a uma agência de atendimento presencial da concessionária. Em breve, o aplicativo também deve ser disponibilizado para dispositivos com sistema operacional IOS.

image006. [downloaded with 1stBrowser]Com uma interface simples e fácil de operar, o app é acionado quando o cliente vincula, na tela de apresentação, o número da unidade consumidora (a combinação numérica que serve para identificar os usuários da empresa). Após esse procedimento é só indicar o perfil, se é um cliente residencial, corporativo, imobiliário ou poder público.

O utilitário permitirá ao cliente informar falta de energia apenas fornecendo o número da unidade consumidora e ponto de referência, viabiliza a consulta de fatura e o download da 2ª via do documento, é possível, ainda, solicitar religação, fazer acompanhamento de solicitações informando o número de protocolo, verificar endereços de agências e o histórico de consumo.

A nova plataforma ainda conta com a função “meus avisos”, onde o cliente recebe em tempo real as notificações com informações sobre o acompanhamento das ocorrências. Dessa forma, não é necessário interagir com os demais canais de atendimento da concessionária, pois as informações chegarão no smartphone ou tablet em tempo real. Por exemplo, ao informar falta de energia, o aplicativo enviará notificações sobre o processo: se uma equipe já está se dirigindo ao local ou se é um caso de desligamento programado.

Chat via aplicativo -  uma das inovações do suporte tecnológico é a possibilidade do atendimento via chat. Ao clicar nesta opção, o usuário será direcionado ao site da empresa e poderá ser atendido em tempo real por um profissional da concessionária.

Para o Diretor Comercial da empresa, Augusto Dantas, a nova ferramenta será uma alternativa para o cliente acessar de maneira mais fácil os serviços da Celpa. “Nós já temos o nosso site, que foi reformulado recentemente com uma série de serviços online. Agora disponibilizamos o aplicativo para reforçar esse objetivo de oferecer mais comodidade, com a disponibilização de serviços em uma plataforma de fácil e rápido acesso”, finaliza o diretor.

Parauapebas: Ministério Público instaura procedimento para acompanhar cobranças realizadas pela Rede Celpa

O Ministério Público do Estado do Pará (MPPA), por meio dos promotores de Justiça Franklin Jones Vieira da Silva e Josiel Gomes da Silva, da 3ª Promotoria de Justiça Cível de Parauapebas, instaurou Procedimento Administrativo Preliminar (PAP), devido a denúncias feitas pela própria comunidade sobre supostas cobranças abusivas realizadas pela Rede Celpa.

Dentre as reclamações estão a de que a operadora estaria praticando valores elevados nas tarifas de iluminação pública e cobrando multa por desvio de energia dos usuários de residências onde não existem aparelhos medidores de consumo.

A portaria de procedimento administrativo é o etapa requisitória para coleta de informações, junto à prestadora.

“O objetivo é acompanhar as cobranças de energia elétrica realizadas no município de Parauapebas, com relação a aferição dos medidores, taxas de iluminação pública e análise da base de cálculos dos impostos e taxas”, explicam os promotores de Justiça Franklin Jones e Josiel Silva.

A Celpa deverá apresentar ao MPPA, no prazo de 15 dias úteis, a contar da notificação, a legislação de atribuição de multas quando não houver medidor e informações sobre os índices das tarifas cobradas no município.

Deverá prestar também informações, no mesmo prazo, sobre o valor básico das cobranças de impostos, inclusive se os valores das multas fazem parte da base de cálculo.

A empresa deverá esclarecer ainda se o valor cobrado se baseia no medidos ou nos equipamentos existentes nos imóveis.

Por fim, relacionar quantos funcionários fazem a aferição do consumo de energia, a área de abrangência de cada um, bem como a periodicidade com que é realizada.

X Semana Nacional de Segurança com Energia Elétrica

A Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (ABRADEE) realiza de 24 a 30 de agosto, a X Semana Nacional Segurança com Energia Elétrica. A campanha ocorre anualmente para alertar a população sobre os riscos dos acidentes com a rede elétrica. As concessionárias de energia associadas e participantes, estarão unidas para conscientizar aproximadamente 120 milhões de consumidores em todo o Brasil sobre como utilizar a energia de forma segura.

O objetivo da mobilização nacional é disseminar informações.  E a palavra de ordem nesta campanha é “longe”, indicando à população o quanto é importante manter uma distância segura da rede, a fim de evitar acidentes.

No Pará, a Celpa preparou ações nas suas cinco Regionais (Norte, Nordeste, Sul, Oeste e Centro-Oeste).  As atividades devem incluir promoções de palestras nas escolas e comunidades consideradas mais críticas, por meio do Projeto Energia na Comunidade. Tudo isso será feito com a distribuição de folders, blitz em canteiros de obras e também testemunhal de locutores de rádio durante programas em diversos veículos de comunicação do estado.

Buscando informar ainda mais sobre o tema, a Celpa aproveita para orientar sobre segurança com a rede conforme os seguintes itens:

  • É importante que ao construir ou reformar um imóvel, seja mantida uma distância segura da rede elétrica, principalmente ao movimentar materiais metálicos, como barras de ferro e arames.

  • Ao instalar ou manusear a antena em residências, deve-se escolher um lugar afastado dos fios da rede elétrica e sempre quando o tempo estiver bom. Caso a antena caia nos fios, nunca tentar segurá-la ou recuperá-la.

  • Furtar energia é crime e coloca vidas em risco. As ligações da rede elétrica, só podem ser feitas pelo eletricista da Celpa. O contato com rede elétrica deve ser evitado, assim como as ligações clandestinas.

  • As pipas devem ser empinadas longe da fiação elétrica. Quando o ‘papagaio’ ficar preso a fiação, jamais deve ser feito esforço para retirá-lo. O movimento de puxar a linha pode acarretar em uma descarga elétrica.

  • Em casos de cabos partidos, eles jamais devem ser tocados. Deve-se sinalizar o local para que outras pessoas não entrem em contato e ligar imediatamente para a Celpa no 0800 091 0196 e informar o ocorrido.

É possível usar o ar condicionado de maneira econômica e eficiente

Em tempos de calor extremo, especialistas orientam sobre o uso correto do aparelho

Nesta época do ano, temperaturas elevadas são registradas na maior parte do estado. Segundo os dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) no Pará, os termômetros têm marcado acima dos 30ºC. Na capital paraense, o último final de semana chegou a marca dos 34ºC. Já em Santarém, no oeste do estado, a sensação térmica já ultrapassa os 37ºC. O Instituto ainda destaca que essa mesma variação de calor deve se estender para cidades como Marabá, Parauapebas, Altamira e Itaituba. A expectativa é de que essa situação permaneça até novembro.

Uma maneira de driblar esse clima nada amistoso é fazer a utilização do ar condicionado, mas ao mesmo tempo é necessário levar em conta alguns itens para que o eletrodoméstico não seja um entrave no orçamento doméstico.  Além da economia na conta de energia elétrica no final do mês, o uso correto ainda possibilita o aumento da vida útil do aparelho e ajuda na preservação do meio ambiente. 

De acordo com o líder da área de eficiência energética da Celpa, Hugo Cardoso, uma boa escolha na hora de comprar um ar condicionado pode representar uma economia de até 40% de gastos com o aparelho. “O primeiro passo na hora da compra é verificar se o eletrodoméstico possui o selo Procel de Economia de Energia. Outro fator importante é escolher um modelo que possua a função timer, pois assim será possível programa-lo para desligar”, alerta Hugo.

Outra orientação da empresa de energia elétrica está relacionada à instalação. É importante que a unidade externa fique em um local com boa circulação, sem bloqueio das saídas de ar e onde os raios do sol não incidam diretamente. Caso contrário, haverá trabalhará desnecessário do eletrodoméstico. No interior da casa, o ar condicionado deve ficar em um local onde o fluxo de ar fique paralelo a maior dimensão do local. Deve-se evitar deixá-lo perto de cortinas, móveis ou cantos de paredes. Quanto mais alto ele for instalado melhor, pois o ar frio tende a descer.

No dia a dia da utilização, é essencial que o termostato esteja regulado, evitando frio excessivo. A variação de um grau pode elevar em até 8% o consumo de energia. Os filtros também devem ser mantidos limpos. Quando ficam sujos eles impedem a circulação do ar, forçando o eletrodoméstico a trabalhar mais. As entradas e saídas também precisam de atenção para não serem obstruídas por pó e sujeira.

As portas e janelas do ambiente devem ficar bem fechadas quando ao aparelho estiver ligado, para que o ar quente externo não entre. Outra dica para evitar que o ambiente esquente com o calor do sol, é deixar as cortinas e persianas fechadas até mesmo quando o ar não estiver sendo usado.

Hugo Cardoso ainda alerta sobre a utilização do ar condicionado por longos períodos durante o dia. “Para esses casos indicamos os aparelhos que contenham a tecnologiaInverter. Este sistema oferece maior eficiência, com o ajuste do compressor conforme a necessidade. Vale destacar que essas dicas valem para todos os modelos, incluindo ossplits. Seguindo as orientações é possível amenizar o calor e ainda garantir que o orçamento doméstico não fique comprometido”, finaliza.

Novo aumento na tarifa de energia passa a valer a partir de amanhã

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou na última terça-feira (4), o aumento médio de 7,47% na tarifa de energia elétrica no estado do Pará. Com os novos valores, os grandes consumidores comerciais e da indústria terão aumento de 10,22% e o consumidor residencial vai ter reajuste médio de 6,30%. Os percentuais serão cobrados partir desta sexta-feira, 7 de agosto.

Mais de 2 milhões de paraenses serão afetados com o aumento. A notícia do reajuste mais uma vez não agradou os consumidores que reclamam do serviço oferecido pela Rede Celpa. “Já pagamos um absurdo pela energia que muitas vezes nem consumimos. Agora vai aumentar novamente, é uma falta de respeito com quem trabalha todos os dias para sobreviver num pais que só suga os trabalhadores”, disse o comerciante, Mário Costa.

Algumas pessoas fazem de tudo para economizar energia em sua residência, como é o caso da servidora pública Geovana Santos. O anúncio de um novo aumento na tarifa de energia caiu como uma bomba em seu orçamento. “Na minha casa, usamos o ar condicionado só à noite, passei a utilizar máquina de lavar só um dia na semana e ultimamente mudei todas as lâmpadas para um tipo mais econômico. Sinceramente, não sei mais o que fazer. O pior é pagar por um péssimo serviço oferecido pela Celpa”, declarou a moradora do Bairro Nova Carajás.

Segundo o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos no Pará (Dieese/PA) só no primeiro semestre deste ano, a conta de energia aumentou mais de 40% para paraense e o reajuste acumulado para o consumidor residencial é de 470% contra uma inflação estimada de 204% desde 1998, ano em que a Celpa foi privatizada.

Pipas causam mais de 2 mil ocorrências de falta de energia no Pará durante o mês de julho

No mês de julho, Belém e Abaetetuba foram os municípios em que mais houve registros de interrupções causadas pela ‘brincadeira’

A Celpa divulgou os dados sobre as interrupções do fornecimento de energia elétrica em função de pipas na rede no mês de julho. No período, foram registrados 2046 casos de falta de energia em todo o estado do Pará, em decorrência de ‘papagaios’ na fiação. O aumento contabilizado é de 15,7% em relação a mesma temporada de férias escolares do ano passado.

Esse tipo de ocorrência coloca a capital paraense no topo do ranking. No total, foram 465 interrupções em Belém por conta das pipas no mês de julho. Um aumento em torno de 30% sobre o mesmo período do ano passado. O segundo lugar, fica para o município de Abaetetuba, que contabilizou mais de 150 ocorrências neste ano, contra um número de 27 no ano passado. Isso significa um impressionante aumento de 460% na quantidade de ocorrências no município.

O gerente da área de Manutenção da Celpa, Kleber Barros, destaca que mesmo a concessionária atuando com medidas preventivas ao longo do ano, é necessário que a população esteja sensibilizada com o assunto. “Esse tipo de ocorrência abala todo o sistema e deixa uma série de cidadãos penalizados pela falta de energia. Além disso, a ‘brincadeira’ pode ser fatal, já que estão utilizando variações de cerol com maior poder de corte, podendo provocar até o rompimento do condutor de energia. Portanto, é essencial que as pessoas sigam as dicas de segurança e não soltem pipas próximo a fiação elétrica”, diz o gerente.

A concessionária ainda destaca que em 2014, juntando os meses de janeiro, junho e julho, época de férias escolares, o número de interrupções motivadas por pipas na rede chegou a ser de 3372 ocorrências, quanto que em 2015, nesses mesmos meses, o número subiu para 3881. Um aumento de 15%, num comparativo com 2014 e que pode significar milhares de pessoas sem energia por conta da atividade.

Por outro lado, o município de Santarém, localizado no oeste paraense, se destaca pela redução desses indicadores negativos. Em julho deste ano, a Celpa registrou na cidade cerca de 148 interrupções. No ano passado esse número ficou em torno de 300. Houve uma queda de mais de 50% nas ocorrências.

As pipas que ficam enroscadas nos cabos também representam custos para a concessionária. A empresa já contabilizou gastos de mais de 150 mil reais com ações de reparos para retirada das pipas da fiação, um valor que poderia ser investido em outras ações de melhoria do sistema elétrico do estado.

SEGURANÇA – A concessionária alerta também para o cerol (mistura de cola com vidro moído, em alguns casos até com pó de ferro), que pode potencializar os perigos. O produto é ilegal, mas ainda assim utilizado para dar maior força de corte à linha. A linha da pipa com cerol, ao entrar em contato com a fiação elétrica, pode provocar um curto-circuito ou até mesmo um acidente fatal.

O executivo da área de Segurança da Celpa, Alex Fernandes, explica que para os próximos períodos de férias a população deve seguir à risca as dicas de segurança com a rede. “As pipas engatadas na fiação elétrica jamais devem ser puxadas, pois o contato de cabo com o outro pode causar curto-circuito e descargas elétricas, podendo levar o cidadão a morte. Jamais devem ser utilizados Barras de ferro, trilhos de cortina, pedaços de madeira e outros materiais que são condutores de eletricidade, para retirar as pipas dos fios. Seguindo essas orientações é possível evitar diversos prejuízos”, finaliza o executivo. (Celpa)

Afinal de contas, o que é uma subestação de energia e para que serve?

As subestações são responsáveis pela distribuição da energia. Funcionam como pontos de entrega de energia para os consumidores, pois antes de chegar às residências, a eletricidade percorre um sistema de transmissão que começa nas usinas e passa por estas subestações. Daí os transformadores farão o aumento ou diminuição de tensão para que a energia se adeque ao consumo dos clientes.

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No caso das subestações móveis, o equipamento é utilizado para soluções temporárias e emergenciais, como por exemplo manutenções programadas ou energização de obras prioritárias, quando as subestações convencionais precisam de apoio. Quando for necessário fazer manutenção, a subestação móvel será utilizada para que os clientes não tenham interrupção de energia prolongada ou até mesmo que as manutenções nem precisem de interrupções. A capacidade de mobilidade e flexibilidade ajuda muito nesse processo.

A subestação móvel da Celpa está em operação desde janeiro deste ano e já passou por municípios como Santa Maria do Pará, Capanema e Tailândia já receberam o equipamento, que atualmente está localizado no município de Marabá, na mesorregião sudeste do estado. O equipamento pesa em torno de 78 toneladas e é seguramente transportado em um caminhão de 23 metros de comprimento.

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De acordo com o gerente de Manutenção da Celpa, Kleber Barros, a subestação móvel tem capacidade de suprir um município de médio porte. “A subestação está capacitada para atender uma carga de até 30 MVA (unidade de medida de potência aparente, megavolt-ampere), o que corresponde ao atendimento de uma faixa de trinta mil residências ou cerca de 120 mil habitantes”, diz o gerente.

O investimento da Celpa na tecnologia ficou em torno de R$ 7 milhões e reforça o compromisso da empresa em buscar ações de melhoria para o sistema elétrico paraense e garantir um serviço final de qualidade.

Fonte: Assessoria de Imprensa CELPA

Iluminação mais econômica e eficiente

Diante da Portaria que desautorizou a venda de lâmpadas incandescentes, a Celpa explica as alternativas mais econômicas e eficientes de iluminação residencial

De acordo com o cronograma estabelecido pelas Portarias Interministeriais 1007 e 1008 dos Ministérios de Minas e Energia, a venda de lâmpadas de filamento incandescente de 60w, foi cancelada no Brasil a partir de 1º de julho. A categoria era a mais comercializada em todo o país e com a determinação, os consumidores que ainda as utilizavam terão que buscar alternativas mais eficientes e econômicas de iluminação residencial.

As lâmpadas incandescentes de 100, 150 e 200 watts já foram retiradas do mercado no ano passado. As com potência entre 25 e 40 watts também já deixaram de ser produzidas e devem ficar no mercado até 30 de junho de 2016.

A medida surge em tempos de economia e que o uso de lâmpadas fluorescentes compactas tem alavancado uma considerável redução no consumo de energia elétrica e, por consequência, diminuição dos custos do orçamento familiar. Esse tipo de iluminação também garante uma durabilidade maior do que as lâmpadas de filamento incandescentes.

Na economia doméstica, as lâmpadas fluorescentes compactas podem acarretar uma economia de até 70% na conta de energia elétrica em comparação a utilização das incandescentes. A lâmpada fluorescente também pode durar até oito vezes mais do que a incandescente.

A gerente da área de eficiência energética da Celpa, Giorgiana Pinheiro, explica que cada vez mais o uso de lâmpadas incandescentes perde o sentido. “Antes, o que inviabilizava o uso das lâmpadas fluorescentes era o alto custo, mas ultimamente esses valores estão mais acessíveis e como a durabilidade é maior e o consumo é menor, temos uma boa relação custo benefício”, diz a gerente.

Outra alternativa frente a parada de produção da lâmpadas incandescentes é a utilização das lâmpadas de led, que tem despontado no mercado nos últimos anos. “Esse tipo de iluminação é muito viável para quem busca maior durabilidade e economia. Uma lâmpada de led pode durar até 25 vezes mais que uma incandescente e representar uma economia em cerca de 75%. O custo ainda é um pouco elevado, mas se formos pensar em termos de durabilidade, o saldo final também será positivo”, explica Giorgiana.

Mutirão para a troca - Desde de 2013, o programa de eficiência energética da Celpa, tem feito a troca de lâmpadas incandescentes por fluorescentes no projeto Mutirão da Economia. Na ação, é feita o cadastro de clientes de baixa renda para trocar geladeiras ineficientes por novos refrigeradores e no ato da inscrição, os clientes podem fazer a troca de lâmpadas incandescentes por fluorescentes compactas.

Na semana que vem, nos dias 07 e 08 de julho, o Mutirão da Economia deve passar pelo bairro de Águas Brancas, em Ananindeua e nos municípios de Santarém, Cametá e Ourém. Nessas localidades, os clientes poderão levar suas lâmpadas incandescentes para trocar por modelos fluorescentes, mais eficientes e econômicos.

Governo do Pará questiona critérios da Aneel para reajuste de energia

celpaA Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme) questionou a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) com relação à proposta de aumento da tarifa de energia do Pará, um novo reajuste médio de 7,53% para vigorar já a partir de agosto, mais que o dobro, porém, para consumidores de maior porte (industriais) enquadrados como Grupo A, cujo percentual de aumento será de 15,06%. Os consumidores residenciais e demais de pequeno porte, enquadrados como Grupo B, poderão ter reajuste médio de 4,26%.

O Secretário de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme), Adnan Demachcki antecipa que a Celpa passa pelo seu processo de revisão tarifária, que ocorre de 4 em 4 anos, por imposição legal e que deve ser concluído em agosto de 2015.  No próximo dia 11 de junho, no Hangar – Centro de Convenções, a partir de 9h, uma audiência pública discutirá em Belém a revisão tarifária, com a presença dos técnicos da Aneel – Agencia Nacional de Energia Elétrica. Demachki diz que o momento será oportuno para se questionar as elevadas perdas regulatórias admitidas pela Agência Nacional, que totalizam 34% calculados somente sobre o mercado de Baixa Tensão da concessionária.

O secretário observa que a perda de energia da Celpa se elevou significativamente nos últimos 10 anos, como consequência de problemas de gestão e da reação tardia da própria Aneel. Portanto, diz ele, admitir na revisão presente as perdas neste patamar tem como principal consequência um valor mais elevado na tarifa, principalmente considerando que a agência, em revisões anteriores da Celpa, chegou a adotar perdas regulatórias de referência 7% menores.

“Dessa forma, a Agência rompeu um dos pilares da regulação, que é a melhoria continua dos serviços prestados”, argumenta Demachki, que enviou ofício na última sexta-feira, 29, questionando formalmente a nova proposta de aumento de tarifa.

Demachki lembra também que a proposta da Aneel considera um percentual de receitas irrecuperáveis admitidas de 1,62%, superior ao valor aceito na revisão tarifária anterior, que foi de 0,9%, se tornando, portanto, mais um ônus imposto ao consumidor de energia paraense.

Ele também aponta a omissão da agência, ao frisar que não há referência na exposição de motivos e nas notas técnicas da Aneel a qualquer auditoria ou fiscalização da base de dados encaminhada pela Celpa e que foram usados na revisão tarifária, em especial os investimentos de capital informados.

“Essa ação da Aneel demonstra o uso de uma mão mais leve com a concessionária e mais pesada com o consumidor, que tem sido, em todo o Brasil, submetido a aumentos de tarifas médios que variam entre 40% a 60% nos últimos 12 meses”, diz Adnan, ao informar que o Estado cobra do órgão uma atitude regulatória mais proativa com as demandas da sociedade e em prol da modicidade tarifária, do equilíbrio entre os agentes e do desenvolvimento econômico do Pará.

Por Valéria Nascimento – Sedeme

Celpa alerta à segurança com a rede durante as festas juninas

Para que o período da quadra junina ocorra de maneira segura a Celpa alerta sobre alguns cuidados na hora de montar e elaborar estruturas para as festas do período. Na colocação das famosas bandeirinhas, por exemplo, é essencial ter atenção para não tocar no fios da rede elétrica ao manobrar barras de metal, canos, arames, ou qualquer tipo de artifício metálico. É importante ressaltar que as faixas e bandeirinhas devem ser colocadas com material totalmente isolante.

A empresa também ressalta que os postes não devem ser utilizados como material de suporte para esse adereço, nem os cabos elétricos para instalar as tradicionais bandeirinhas e balões ou fixar qualquer outro tipo de enfeite. Outros assessórios como corda e barbantes jamais devem ser amarrados aos fios elétricos, pois há riscos de descargas elétricas e podem provocar queimaduras graves e até a morte.

Para fazer serviços que envolvam a manobra da rede elétrica é necessário contratar profissionais qualificados. “Somente técnicos da distribuidora estão treinados para este tipo de trabalho, que exige o uso de equipamentos de segurança. Eles sim estão aptos a manusear a rede elétrica”. Orienta o executivo de Meio Ambiente e Segurança da Celpa, Alex Fernandes.

Em relação a montagem de barraquinhas, camarotes, arquibancadas, palanques, palcos e a utilização de veículos de som, deve-se levar em conta alguns itens. “A distância mínima de segurança dessas estruturas em relação à rede elétrica dever ser de 1,5m. Durante a montagem e a desmontagem das estruturas, os operários deverão ficar atentos a essa distância e manusear ferramentas e peças metálicas com extremo cuidado”, diz Alex.

Outro possível perigo à rede e aos brincantes são as fogueiras, que, em qualquer hipótese, devem manter distância da rede. Jamais devem ser colocadas sob a fiação elétrica.  Os fogos de artifício também não devem ser lançados na direção de postes e condutores.

“São dicas simples e chegam até a serem óbvias, mas é sempre válido informar e esclarecer para que consigamos diminuir as ocorrências de acidentes com a rede nesta época do ano”, finaliza Alex Fernandes.

Em caso de acidente:

  • O local deve ser isolado, para que não haja aproximação de pessoas;
  • Não se deve retirar objetos ou pessoas que estejam em contato com fios até que um profissional qualificado assegure que a energia foi desligada para, assim, manter a segurança e a integridade física dos presentes;
  • Jamais tocar em fios partidos;
  • Acionar imediatamente o Corpo de Bombeiros, por meio do número 193, e a Celpa, pelo número 0800.091.0196.