Combate ao trabalho escravo é tema de seminário em Marabá
O seminário Efetividade da Tutela Preventiva e Repressiva no Enfrentamento do Trabalho Escravo Contemporâneo será realizado hoje (16) e amanhã no auditório do Campus 1 da Universidade Federal do Pará (UFPA), em Marabá. O encontro começa às 14 horas.
Em pauta, entre outros assuntos, a análise das ferramentas jurídicas disponíveis e o planejamento estratégico para combater o trabalho escravo contemporâneo. Participam procuradores da República, procuradores do Trabalho, integrantes da Comissão Pastoral da Terra (CPT), juízes e integrantes da organização não governamental (ONG) Repórter Brasil.
O evento é promovido pelo Ministério Público Federal, pela campanha De Olho Aberto Para Não Virar Escravo, a Comissão Pastoral da Terra (CPT) e o campus de Marabá da UFPA.
Fonte: Agência Brasil
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Marinor Brito: "O Pará também está de ficha limpa"
Em entrevista ao site Congresso em Foco, senadora paraense que deverá assumir o cargo em função da cassação das candidaturas de Jader Barbalho e Paulo Rocha fala de seus planos para o Senado.

Marinor Brito confia que exercerá mandato de senadora pelo Pará, após o indeferimento das candidaturas de Jader e Paulo Rocha
Ela teve mais de um milhão de votos a menos que Jader Barbalho (PMDB). Exatamente 1.072.179 votos. Nas eleições de outubro, foi a quarta colocada para o Senado no Pará, atrás de Flexa Ribeiro (PSDB), o mais votado, de Jader e de Paulo Rocha (PT). Mas Marinor Brito (Psol) tinha a seu favor a diferença que se revelou fundamental: a ficha limpa. Sem os impedimentos que fizeram com que as candidaturas de Jader e Paulo Rocha fossem barradas pela Justiça, é Marinor quem deverá ser diplomada senadora. Com 727.583 votos, mais de um milhão de votos a menor que Paulo Rocha também (1.005.793 a menos).
Jader Barbalho teve seu registro indeferido por ter renunciado, em 2001, ao mandato de senador, para fugir de um processo de cassação devido a acusações de desvio de dinheiro do Banpará. Seu recurso já foi julgado pelo STF, e Jader perdeu. Paulo Rocha, por sua vez, foi barrado por ter renunciado ao cargo de deputado federal em 2005, quando foi acusado de envolvimento no esquema do mensalão. O Supremo ainda não julgou seu caso, mas como a situação é análoga a de Jader, a decisão deverá ser a mesma.
Gabando-se do título de “ficha limpa”, Marinor se diz confiante de que irá assegurar mais uma vaga para o Psol no Senado. Além dos recursos dos dois candidatos barrados pela ficha limpa, há outra possibilidade que pode atrapalhá-la: há ainda uma discussão sobre a possibilidade de realização de uma nova eleição no Pará (anulados os votos de Jader e Paulo Rocha, os demais candidatos tiveram menos da metade dos votos). A ex-vereadora do Psol acredita que formará com Randolfe Rodrigues a bancada do Psol no Senado.
“Quem ficou enquadrado no Ficha Limpa é que vá encontrar seus mecanismos de correr atrás e resolver os seus problemas. A nossa parte nós fizemos. O Pará também está de ficha limpa. A partir de 2011, a senadora Marinor Brito do Psol assumirá uma cadeira no Senado”, confia.
Ex-vereadora por três legislaturas consecutivas no Pará, Marinor Brito é originária dos movimentos sociais brasileiros, e mais uma ex-petista que deixou o partido do presidente Lula e de sua sucessora Dilma Roussef para formar o Psol. “Sou militante da época da criação do PT e da CUT. Sou fundadora, junto com combativos companheiros como Ivan Valente, da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação. Fui uma das fundadoras do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado. Essa origem sindical me dá muito orgulho”, diz ela.
Formada em Educação Física pela Escola Superior de Educação Física do Pará, é professora da rede pública de ensino em seu estado. Em sua trajetória política, Marinor Brito enveredou na defesa das minorias, especialmente na defesa do direito da criança e do adolescente. Em seu mandato como vereadora atuou junto a movimentos homossexuais, afro descendentes, mulheres campesinas e da cidade e movimentos dos deficientes.
Em entrevista ao Congresso em Foco, Marinor fala sobre suas expectativas em relação às repercussões da Lei da Ficha Limpa no estado do Pará e sobre sua confiança sobre o mandato parlamentar. Fala também das suas principais bandeiras se assumir o Senado e sobre os rumos do Psol na política brasileira.
Leia abaixo a entrevista:
Congresso em Foco – Qual a sua avaliação sobre o desfecho do questionamento da Lei do Ficha Limpa na Justiça?
Marinor Brito – A ficha limpa é uma conquista do povo brasileiro. Portanto, o povo brasileiro está de parabéns e podemos dizer que o Brasil está de ficha limpa. A Lei da Ficha Limpa é a somatória dos esforços unificados da sociedade civil, ratificada pelo Congresso, porque ela representa a vontade e o anseio do povo. Mesmo antes dessa lei ser validada pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), o próprio povo brasileiro já havia reafirmado essa vontade, quando cerca de 70% dos candidatos enquadrados no ficha limpa foram reprovados nas urnas. A Justiça brasileira acompanhou esse movimento do ficha limpa.
O PMDB, do candidato Jader Barbalho, promete requerer na Justiça novas eleições no Pará. Como a senhora avalia que se darão as repercussões da Lei da Ficha Limpa em seu estado?
No dia da decisão do STF, que ratificou a barracão de Jader, em Belém e em vários municípios do Pará pessoas soltaram fogos de artifício, fecharam as ruas e festejaram. Isso é sinal de que uma parcela importante dessa população está alegre com o resultado. Quem deve à Justiça não sou eu. Quem ficou enquadrado na Lei da Ficha Limpa é que vá encontrar seus mecanismos de correr atrás e resolver os seus problemas. A nossa parte nós fizemos. A minha parte como senadora eleita, eu vou fazer e tenho certeza que vou orgulhar o meu estado. Logo quando surgiu essa tese de uma nova eleição, imediatamente o Ministério Público elaborou um parecer contraditando. Eu tenho confiança no posicionamento do Ministério Público. Eu não acredito que essa vontade de alguns possa se transformar em pedido de anulação da eleição. O voto que se transforma em inválido, não significa voto nulo. Eu não acredito de jeito nenhum nessa hipótese.
Mas se essa tese se firmar, o que o Psol pretende fazer?
É bom que essa discussão esteja acontecendo, que a gente vai fazendo um juízo de valor a favor do interesse público. Não estou trabalhando com a hipótese de uma nova eleição. Mas, obviamente, claro, se houver recursos a isso, nós vamos acompanhar. Estamos nos preparando já para outras tentativas. Tivemos informação, por exemplo, que eles entrariam no Supremo para protelar a publicação do resultado. Estamos nos preparando para isso. Há um grupo de advogados qualificados para nos assessorar.
O advogado de Jader Barbalho, Sábato Rossetti, tem dito à imprensa que se houver nova eleição, o candidato do PMDB vai disputar, já que, segundo o argumento de defesa, a restrição de inelegibilidade, imposta pela Lei da Ficha Limpa, conta a partir do final do mandato em que o candidato renunciou, no caso, em 2002. Como a senhora avalia isso?
Isso é uma tese. Se tivesse valido esse prazo, ele não teria sido deputado federal.
A senhora está confiante que será empossada como senadora…
Eu não tenho dúvida de que tomarei posse. Não tenho dúvida. O Pará também está de ficha limpa. A partir de 2011, a senadora Marinor Brito do Psol assumirá uma cadeira no Senado.
Se empossada, a senhora sucederá no Senado a ex-senadora Heloísa Helena (AL) e o senador José Nery (PA). Os dois têm um perfil bem distinto: enquanto Heloísa é um política polêmica, aguerrida, Nery tem uma atuação mais reservada. De qual deles o perfil da senhora se aproxima?
Os dois são valiosos companheiros, que tiveram e têm papeis importantíssimos no cenário político brasileiro, que trouxeram contribuições ímpares no debate político no Congresso. A Heloísa, num momento de coragem e ousadia de criar uma nova ferramenta para a esquerda brasileira, iniciou o processo de construção de um novo partido, que hoje demarca sua posição. Não tem como não valorizar e lamentar o fato de ela não estar compondo a bancada do Psol no Senado Federal. O companheiro Nery tem um perfil mais tranquilo, mas nem por isso deixou de ser radical na defesa das questões que o mandato assumiu. Está aí a questão do trabalho escravo, da pedofilia, as questões alertadas por ele sobre Belo Monte e outras mazelas. São perfis diferentes. Não vou fazer comparações. Mas eu e o senador Randolfe, a gente vem para dar sequência ao trabalho que eles iniciaram no Senado. E o que de melhor a gente puder trazer para somar esforços a esse trabalho, a gente vai trazer. Eu tenho um perfil diferente dos dois. Não vou ficar aqui propagandeando, mas minha história me permite dizer que eu sou uma parlamentar atuante, aguerrida e bastante combativa. Quero ser valorizada pela minha preocupação com a qualidade do debate. Não vamos fazer oposição a Dilma sem qualidade política, sem que essa oposição seja programática. Vamos utilizar nosso programa como referência para o debate. Assim como nós fizemos no processo eleitoral.
Quais serão suas bandeiras de mandato no Congresso?
O combate à pedofilia é uma delas. Essa é uma força que o mandato vai trazer para o Senado, que é a defesa dos direitos da criança e do adolescente. Temos outras questões importantíssimas para tratar também. Eu não vou abrir mão, em hipóteses alguma, de assumir a discussão sobre a reforma política e eleitoral, que tem que ser feita neste país. A Lei da Ficha Limpa deu uma noção importante do sentimento da população brasileira sobre essa necessidade de mudança. É imprescindível também tratar dos grandes temas de desenvolvimento econômico e político do pais. Venho com o sentimento de que é preciso colocar na pauta do Senado, com muita responsabilidade, o desenvolvimento de meu estado, mas na perspectiva da inclusão social, da distribuição de renda, da valorização das comunidade locais. Não pode também ficar de fora a pauta da reforma agrária. Nós continuamos a ser o estado que protagoniza mais mortes no campo. A reforma agrária não tem perspectivas a curto e médio prazo se continuar com o mesmo modelo de desenvolvimento agrário no país.
Em relação a esse tema, uma das bandeiras do PT, antes mesmo de assumir o governo, era realizar a reforma agrária. Agora, oito anos depois, a questão agrária no país continua sem solução. Qual a sua avaliação sobre isso?
Não houve uma mudança na forma de pensar. Houve uma adequação do projeto político deste governo à forma anterior existente. Tanto que a reforma agrária não aconteceu, as mortes e conflitos no campo continuam grandes, o trabalho escravo ainda é uma realidade e a grilagem de terras está aí para confrontar esse discurso oficial. A reforma agrária não é uma coisa pequena, não é uma coisa que se possa deixar para depois.
Sua trajetória política é ligada aos movimentos sindicais. A partir do governo do PT, as centrais sindicais passaram a receber muitos recursos do governo. Isso não tira a autonomia e legitimidade do movimento sindical?
Esse debate é muito complexo para se responder rapidamente. Eu fui fundadora da CUT e acho que tanto a CUT quanto o PT contribuíram imensamente para a organização política do país e dos trabalhadores. Mas tudo se complica em função dessa acomodação num sentido de cooptação das lideranças sindicais com o governo. Eu sempre defendi que os sindicatos fossem de massa, fossem autônomos em relação ao governo. Infelizmente, não é mais o sentimento que eu tenho em relação à CUT. Tanto que me desfiliei. Faço parte de Intersindical e hoje estamos numa discussão nacional de unificação das centrais sindicais do campo socialista, como a Conlutas, para tentar reaglutinar esses lutadores e afirmar o sindicalismo combativo de esquerda. Eu continuo no campo da luta socialista e não posso deixar de ter até tristeza ao ver um projeto político, que foi tão difícil de construir, que envolveu mentes e corações, tomar um rumo diferente. Mas não sou saudosista. Estou muito feliz com o Psol, que agrega o sentimento de que é possível continuar lutando. Estou muito otimista em relação ao crescimento – e um crescimento com qualidade – do Psol.
A respeito de seu partido, como a senhora avaliou a saída da vereadora Heloísa Helena, fundadora do partido, da presidência da legenda e, até mesmo, a falta de apoio do grupo de Heloísa ao candidato do Psol à Presidência, Plínio de Sampaio Arruda? Isso poderá significar uma fragmentação do partido?
Eu não acredito em fragmentação do partido. Acho que as diferenças vão continuar existindo. O partido já nasceu fragmentado. Nosso estatuto prevê a organização das correntes, a liberdade de pensamento. A nossa síntese é a luta pelo socialismo. Cada militante do Psol tem sua importância. A Heloisa Helena é muito importante para o Psol. Mas a gente lida também com dificuldades, que passam por divergências políticas. Os pequenos conflitos, às vezes, dificultam o passo seguinte, que poderia ser dado com mais confiança, mais alegria. Mas o Psol é humano, é formado por seres humanos, por pessoas sensíveis que tanto se sensibilizam com a alegria de uma criança, quanto com a situação de uma criança violentada sexualmente. A gente vive esse movimento dialético na nossa construção cotidiana. Não vão ser essas diferenças e essas dificuldade que vão tirar o nosso norte.
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O orgulho gay e o retrocesso heterossexual
Editorial do JB de hoje
Não se pode usar a expressão ironia do destino, porque o episódio foi trágico. No entanto, chama a atenção de todos o tiro de fuzil que um jovem levou, nas pedras do Arpoador, pouco depois da realização da Parada do Orgulho Gay, na vizinha orla de Copacabana. O movimento, que reuniu centenas de milhares de pessoas no domingo, serviu para reivindicar punições mais rigorosas para os crimes de homofobia.
Douglas Ivo Marques, de 19 anos, foi alvejado com um tiro quando namorava no famoso recanto de Ipanema. Segundo depoimento da mãe dele, o grupo que se dirigiu para lá depois da parada gay, fora repreendido minutos antes do tiro por militares do Exército lotados no forte contíguo. O Comando Militar do Leste nega que a bala tenha partido do fuzil de um de seus homens, e a delegacia da área ainda está investigando o caso.
Naquela mesma noite, na Avenida Paulista, em São Paulo, também usada para evento semelhante em prol da tolerância e da diversidade, outro crime bárbaro foi praticado, e com viés homofóbico.
De acordo com testemunhas, um grupo de jovens – quatro deles menores de idade – resolveu espancar um casal de rapazes que transitava pela via. Um deles conseguiu fugir, mas o outro foi covardemente agredido e só escapou da morte graças à intervenção de seguranças de edifícios da região.
Na delegacia, a mãe de um dos agressores disse que o filho sempre foi criado com carinho e que teria agido sob o incentivo dos colegas. A vítima, golpeada com lâmpadas de tungstênio, está em estado delicado no hospital.
A estrada para a aceitação de todas as diferenças numa sociedade é longa e tortuosa. Quando a diversidade vai de encontro a tabus seculares como a homossexualidade, esse caminho fica ainda mais difícil e perigoso. Basta observar que o Exército brasileiro, um dos pilares da nação, se viu envolvido nesse novo caso de violência contra gays, no Arpoador.
É o caso de o Brasil repensar seu sistema educativo além dos valores e preconceitos incutidos na sociedade e nas instituições. Porque, nessa questão, para cada passo adiante costuma haver um retrocesso
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Parecer do Ibama veta obra da usina de Belo Monte
No que depender dos técnicos do Ibama, a usina de Belo Monte não terá seu canteiro de obras iniciado neste ano, como queriam seus construtores. A equipe encarregada de analisar o pedido de licença para as chamadas instalações iniciais da hidrelétrica no Xingu deu dois pareceres contrários às obras.
Segundo os documentos obtidos pela Folha, de 5 e 20 de outubro, o consórcio Nesa (Norte Energia S.A.) não cumpriu as precondições impostas pelo Ibama para a instalação do canteiro da usina. Além disso, os empreendedores teriam subestimado o número de migrantes que seriam atraídos para a região de Altamira (PA) para a obra.
"Restam condicionantes e ações antecipatórias (…) cujo não atendimento compromete o início da implantação das instalações iniciais", diz o parecer de 20 de outubro. "Não é recomendada a emissão de licença para as instalações iniciais."
Principal obra do PAC, Belo Monte será a terceira maior hidrelétrica do mundo. Estima-se que vá custar de R$ 19 bilhões a R$ 30 bilhões e gerar em média 4.400 MW. A usina obteve em abril licença prévia do Ibama, atestando que a obra era viável desde que os empreendedores cumprissem 40 precondições -da instalação de saneamento em Altamira até a proteção de tartarugas que desovam no rio Xingu. Em setembro, a Nesa pediu ao Ibama uma licença de instalação parcial, para o canteiro de obras.
CHUVAS
O consórcio fez isso para ganhar tempo: iniciando os canteiros neste ano, poderia começar as obras da usina após a estação de chuvas, que começa em dezembro. O Ministério Público Federal no Pará diz que acionará o governo na Justiça caso o Ibama dê a licença de instalação para o canteiro. Seria a décima ação contra Belo Monte em dez anos. "Licença fracionada não existe na lei brasileira", diz o procurador Felício Pontes Júnior. "O canteiro é a obra." Na quarta passada, o MPF enviou ao presidente do Ibama, Abelardo Bayma, recomendação para que não emita licença enquanto não forem cumpridas as condicionantes da licença prévia.
Os técnicos do Ibama, no primeiro parecer, dizem que não é nem possível avaliar se a licença de instalação pode ou não ser fracionada, já que o consórcio não detalhou os potenciais impactos dessa fase do empreendimento. Das 23 condicionantes cujo atendimento seria necessário para iniciar a instalação, uma havia sido atendida em 5 de outubro. Três estavam "em atendimento" ou "parcialmente atendidas".
O consórcio enviou novos documentos para análise. No segundo parecer, mais oito condicionantes aparecem como "em atendimento" ou "parcialmente atendidas".
Mas, segundo os analistas, questões fundamentais seguem sem resposta. A principal é o tamanho da população a ser atraída ao canteiro. O contingente adicional tende a causar pressão sobre a frágil infraestrutura urbana local e sobre as florestas. O consórcio estimou no pedido de licença para o canteiro que seriam atraídas 2,39 pessoas por emprego gerado no primeiro ano. O EIA-Rima da usina, porém, estima 3,86. Além disso, nenhuma ação de ampliação da infraestrutura foi iniciada.
O Ibama ainda não se manifestou oficialmente sobre a licença do canteiro de obras. Bayma afirmou, via assessoria, que só falaria após a conclusão da análise técnica. O presidente da Nesa, Carlos Nascimento, não respondeu a pedidos de entrevista.
Fonte: Folha de São Paulo
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República do Brasil completa 121 anos
Em 15 de novembro de 1889, o Brasil mudou sua história com a proclamação da República, feita pelo marechal Deodoro da Fonseca no Rio de Janeiro. A data marcou o fim da monarquia brasileira. Um governo provisório foi estabelecido e o decreto número 1 anunciava a República Federativa.
Após 67 anos, a monarquia chegava ao fim. No dia 18 de novembro, D.Pedro II e a família imperial partiam rumo à Europa. Tinha início a República Brasileira com o Marechal Deodoro da Fonseca assumindo provisoriamente o posto de presidente do Brasil. A partir de então, o pais seria governado por um presidente escolhido pelo povo através das eleições. Foi um grande avanço rumo à consolidação da democracia no Brasil.
Desde a proclamação da República, contando com a eleição da primeira mulher presidente, Dilma Rousseff, temos 44 presidentes eleitos, seja pelo voto direto ou indireto.
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Coluna do Chico Brito
INSUPORTÁVEL
Esse Darci nos arruma cada secretário! Uma vez ele nomeou um chefe da SAAEP que quando os esgotos estouravam o dito cujo lançava caminhões de areia sobre as vias públicas e os bueiros. Foi quando muito cidadão concluiu que estava aberta a porta do hospício! Com a areia, restos de material de construção e o lixo jogado pra todo lado só podia dar no que deu: toda a rede de esgotos entupida. E a Cidade Nova está que é um fedor só.
PERGUNTA
Depois que Ana Júlia entregar o governo, a Clean mudará novamente de dono? Falo dos 60% da sociedade. Por que esse tem sido o script: muda o governo, muda o controle societário da dona do contrato de limpeza urbana em Parauapebas. E vale registrar que o serviço está deixando a desejar, e muito. A administração direta do serviço é da SEMURB, comandada pelo vereador Massud. O que não impede o prefeito de chamar os responsáveis às falas.
SOS
O juiz eleitoral encerrou seu trabalho. Infelizmente. Por que o procedimento dos carros de som nas ruas de Parauapebas depois da campanha política é criminoso. E só irá piorar com a proximidade do Natal O volume que despejam é infernal. Muito além do que suporta qualquer ouvido humano. E pior: até escolas, que deveriam educar, são useiras e vezeiras em infernizar a vizinhança com som lá nas alturas. Alguém, por favor, nos socorra!
SUCESSÃO
O professor Darci Lermen, prefeito de Parauapebas, tem sido instado, por parte de seus correligionários, para que inicie a armação de sua sucessão, para a continuação de seu governo. E os nomes mais sugeridos são o do professor Euzébio, professor Luiz Vieira, professor Neto I (O Praia de Camboriú) e professor Neto II. Ninguém lhe sugeriu ainda o nome do professor Valter Doido, mas ele já foi para Belém, para se filiar ao PT.
MEIO BILHÃO DE REAIS
Com arrecadação extra proveniente de depósitos da Vale em juízo, periga de o prefeito ter, daqui até o fim deste ano, mais de meio bilhão de reais em caixa. Por isso há quem ande apostando que ele recupera sua imagem junto ao eleitorado. (Ele tem hoje mais de 80% de rejeição). Esses ainda raciocinam estribados no conceito de que o dinheiro pode tudo, até apagar sete anos de administração desastrosa da memória da população.
ENEM
É impressionante! Depois da confusão do ENEM do ano passado, da confusão da compra de vacinas H1N1, de novo outra confusão do ENEM. É incompetência pra dar e vender. Vamos esperar, mas não será novidade se for apurado que correu propina, contratação de empresas de parentes e contratos superfaturados por trás de mais esse desastre do governo Dilma/Lula.
TEM RAZÃO
Depois que Lula afirmou que “neste país ninguém precisa estudar” (para ocupar cargos públicos como o que ele ainda ocupa), compreende-se que o Ministro responsável pelo ENEM comungue a filosofia de seu chefe. Pra que levar esse exame a sério? E também, não há que discutir a eleição de Tiririca. Ele deverá sacar em sua defesa o próprio Presidente. Deixa o Tiririca lá, gente! Ele é analfabeto? Este é o Brasil do "nunca antes na História deste país
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Aniversário do dono da noite: MC Lobato
Preparem-se para viver grandes emoções…Na maior festa da dance music!
Uma noite mágica, cenário magnífico, efeitos tridimensionais, show de iluminação, 3 top DJs, 3 bandas, e performace de poli dance. Numa mega produção cinematográfica…
VEM AÍ O ANIVERARIO DO DONO DA NOITE… Dia 19 de novembro sexta feira na pirâmide music.
ESTRELANDO:
1 – DJ Carol Ralchide do Rio Grande do sul.
2 – DJ Lú Cóche do rio grande do sul.
3 – DJ Michele ravésque de BH.
4 – Banda malicia do Pará.
5 – Dona Clotilde.
6 – Forrozão chocolate.
7 – E performance de poli dance com IVY CELVA do Rio De Janeiro!
Aniversário do M.C Lobato Bato..Bato o dono da noite…
Sexta 19 de novembro na pirâmide music!
Ingressos antecipados a 20 reais.
Essa festa vai ser bunitiiiiinhaaaaa…
Parabéns cultural: radio arara azul FM e zedudu.com.br
Programação do Cineteatro Carajás
Semana de 16 a 21 de novembro
Filme: Meu malvado favorito
Sinopse : Num tranquilo e feliz bairro de subúrbio, onde as casas têm cercas com arranjos de flores, há uma única casa sombria e cujo jardim está morto. Os vizinhos não têm conhecimento disso, mas ali se encontra o esconderijo secreto de um vilão assustador chamado Gru (voz de Steve Carell), que planeja o maior golpe do mundo: ele vai roubar a Lua.
Elenco: Steve Carell, Jason Segel, Russell Brand, Julie Andrews, Will Arnett, Kristen Wiig, Miranda
Gênero: Animação / Família Censura: Livre Duração: 92 minutos
Horário e preço dos ingressos:
Terça e quarta-feira às 20 horas – Preço promocional – R$ 4,00
Quinta, Sexta e Sábado às 20 horas – R$10,00 (inteira) , R$5,00 (meia)
Domingo: 17:00 e 20:00 horas – R$10,00 (inteira), R$5,00 (meia)
IMPORTANTE: obedecendo ao Estatuto da Criança e do Adolescente, cabe aos pais, ou responsáveis, autorizar o acesso de suas crianças e/ou adolescente à diversão ou espetáculo cuja classificação indicativa seja superior à faixa etária deste, porém Inferior a 18 (dezoito) anos, desde que acompanhadas por eles ou terceiros expressamente autorizados.
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* – De 23 a 28 de novembro o Cineteatro Carajás estará promovendo a Semana Cultural, uma semana recheada de cultura, música, arte, cinema e teatro.
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Parauapebas : em 1984 era assim
Foto aérea de Parauapebas em 1984. Apenas os bairros Rio Verde e Cidade Nova existiam naquela época, hoje eles já são mais de cinquenta. Imagem gentilmente cedida pela amiga Creuza Vicente. Quem tiver fotos antigas de Parauapebas e região e quiser vê-las publicadas aqui é só enviar por e-mail.
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Rapidinhas do domingo
Voz do povo
Na sexta-feira (12) a Polícia Civil de Parauapebas prendeu um cidadão que apesar de só ter o ensino médio se passava por oftalmologista. O fato foi divulgado no blog e a postagem recebeu um comentário interessante e que merece ser analisado. O autor do comentário questionou a ação da PC com a seguinte afirmação: “ ela tem que prender é um que se faz de prefeito “. Tem razão o comentarista ?
Nem morto
O prefeito Darci, ávido por efetivar as mudanças no atual secretariado e dar novos rumos ao governo cidadão, convidou o vereador José Alves (PT) para assumir a Secretaria de Agricultura. O vereador agradeceu a oferta, declinou da mesma preferindo continuar na Câmara Municipal.
Suplente
Com a decisão do vereador petista, quem está digamos, cabisbaixo, é o suplente de vereador do PT, Altamiro Borba Soares. Além de não ir para a Câmara municipal deve perder a pasta da SEMAS para um indicado pelo PMDB. Os cientistas políticos afirmam que o partido está com dos dois pés no governo. Eles negam, negam e negam.
PFC
No sábado, em Bragança, o PFC – Parauapebas Futebol Clube – perdeu a partida de ida para o Bragantino por por 2 a 1. Apesar da derrota, o resultado não foi de todo ruim. Para ir à final o PFC precisa vencer o jogo da volta, que será no Rosenão na próxima quarta-feria às 19 horas, por 1 a 0, já que a partir da semifinal da segunda divisão do paraense é usado a mesmo regra da Copa do Brasil, o do gol fora de casa tem peso maior.
SAAEP
O PRTB da vereadora Percília deve assumir já na próxima terça-feira, pós feriado de 15 de novembro, o comando da SAAEP – Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Parauapebas. Esta será a primeira mudança de comando, das muitas que o prefeito Darci quer fazer. A água continua sendo um grande problema para a população parauapebense.
Curionópolis
A imprensa de Parauapebas e região visitou o projeto Nova Serra Pelada, em Curionópolis, no último sábado. A vice-prefeita do município, Iraídes Campos, que acumula a função de proprietária do jornal O Regional, acompanhou toda a programação. A certa altura da visita, D. Iraídes perguntou ao nosso cicerone se era verdade que a mulher é discriminada e proibida de entrar nas minas. Dr. Luciano Souza disse que isso não era verdade, inclusive, afirmou que a padroeira dos mineiros era uma mulher :Santa Bárbara.
Mérito Lojista 2010
Vem ai o Prêmio Mérito Lojista 2010, da Câmara de Diretores Lojistas de Parauapebas. O CDL, através de empresa especializada, ouviu cerca de 1000 pessoas pelos principais bairros da cidade e já tem a lista dos premiados. Max Jordy e o Hotel Vale do Carajás deverão receber os prêmios especiais de empresário e empreendimento do ano, respectivamente.
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