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Vale investiu mais de R$ 25 milhões em melhorias educacionais no Pará e no Maranhão em 2012

O recurso foi aplicado em 29 iniciativas do Projeto Torre Gente

Em 2012, mais de 25 milhões de reais foram investidos pela Vale no Pará e no Maranhão em 29 iniciativas implantadas pelo Torre Gente. O projeto da Vale foi criado para capacitar as comunidades destes dois estados para atender a demanda por profissionais qualificados e atrair e reter empregados com as melhorias no ensino local.

No total, direta e indiretamente, mais de três mil pessoas foram beneficiadas, entre alunos, professores, técnicos e diretores de escolas. “O Torre Gente cumpriu 100% das principais metas para 2012. Estamos conseguindo elevar a qualidade da educação nas comunidades”, afirma a Gerente de Recursos Humanos de Projetos Educacionais, Janaína Pinheiro.

O Torre Gente é composto de iniciativas em várias frentes: a criação de Escolas Modelo, com distribuição de bolsas de estudo para a comunidade e incentivo à formação técnica; o Programa de Gestão Educacional, que oferece uma pós-graduação em gestão para administradores de escolas públicas; a reforma de escolas; e a criação de novas turmas de cursos técnicos.

Escola Modelo
Uma das ações pioneiras do projeto é a Escola Modelo, que dá aos jovens das comunidades de Parauapebas, Canaã dos Carajás e Ourilândia a possibilidade de cursar ao mesmo tempo o ensino médio regular e o ensino técnico em Mecânica ou Eletrotécnica. O objetivo é que eles saiam da escola melhor preparados para o mercado de trabalho. Iniciado em 2011, com término previsto para 2015, atualmente atende 480 alunos oriundos da rede pública de ensino.          

Programa de Gestão Educacional
O programa tem como objetivo capacitar os gestores de escolas públicas de ensino médio de três municípios do Maranhão (São Luís, Açailândia e Santa Inês) e cinco do Pará (Canaã dos Carajás, Marabá, Moju, Parauapebas e Tomé-Açu). A ação beneficia mais de 60 gestores no Pará, entre diretores e coordenadores, que ao fim da capacitação recebem um diploma de pós-graduação. São 16 horas de aulas por mês e 30 dias para colocar em prática a agenda de campo, com acompanhamento de uma consultoria. O projeto vai até agosto de 2013 e busca elevar os indicadores educacionais das escolas participantes. 

Comitê Norte
O Torre Gente é parte de um projeto maior chamado Comitê Norte, que tem o objetivo de preparar os estados do Pará e do Maranhão para os investimentos que serão feitos pela Vale na região nos próximos anos. O Comitê Norte também prevê ações para ampliação da infraestrutura física e de telecomunicações dessas regiões e para atração e desenvolvimento de fornecedores.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Vale

WTorre investirá em nova rede hoteleira. Primeira unidade será em Parauapebas

A empresa WTorre pretende investir R$ 1 bilhão em hotéis por esse Brasil a fora. Serão 20 no total e a rede promete tarifas baixas e alta tecnologia. O primeiro será inaugurado em Parauapebas, onde a empresa já tem negócios. O nome escolhido para a rede de hotéis ainda não foi confirmado, todavia, comenta-se que será WI, em alusão à tecnologia da informação, uma das diretrizes da rede.

As obras de terraplenagem do novo empreendimento, em área ao lado do Unique Shopping Parauapebas estão em estado avançado, mas ainda não há previsão para a inauguração.

O Grupo WTorre atua em oito áreas: construtora, propriedades comerciais, desenvolvimento imobiliário, terminais logísticos, entretenimento, shopping centers, hotelaria e infraestrutura.

Pará terá laboratório de tecnologia contra lavagem de dinheiro

A Secretaria Adjunta de Inteligência  e Análise Criminal (Siac), ligada à Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup) vai receber até o final de 2013 quase um milhão de reais em investimentos do Ministério da Justiça.

O montante será utilizado na implantação do Laboratório de Tecnologia Contra Lavagem de Dinheiro (LAB –LD), um projeto da Secretaria Nacional de Justiça (SNJ) para auxiliar no combate a este tipo de crime e na recuperação de ativos ilícitos, e que chega ao estado para auxiliar órgãos de investigação. A inauguração da unidade paraense acontece em julho deste ano.

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Vale investiu US$ 6,9 bilhões no Pará em 2012

A Vale investiu (entre investimentos e custeio) mais de US$ 2 bilhões no Pará no quarto trimestre de 2012, um aumento de 17% em relação ao terceiro trimestre do mesmo ano.  Ao longo de 2012, a Vale investiu mais de US$ 6,9 bilhões no Estado. 

Na área socioambiental, o investimento da Vale superou os US$ 60 milhões no último  trimestre do ano passado no Pará, um acréscimo de 18% em relação ao terceiro trimestre. Ao todo, em 2012, a Vale realizou investimentos socioambientais de mais de US$ 168 milhões no Estado. 

Empregos no Pará

A Vale encerrou 2012 com 19.719 empregados, entre próprios e terceiros permanentes. Acréscimo de 7% em comparação a 2011.  Somando os profissionais terceirizados, mobilizados em projetos que estão em fase de implantação, são mais de 28 mil postos de trabalho no Estado.

Produção

A Vale apresentou boa performance operacional no quarto trimestre de 2012. A produção de minério de ferro atingiu o maior nível para um quarto trimestre, com 85,5 milhões de toneladas (Mt). Devido à sazonalidade, a produção de minério de ferro no último trimestre de cada ano é normalmente menor em relação ao terceiro trimestre. Essa foi a primeira vez, desde 2003, que o desempenho do quarto trimestre superou o de um terceiro trimestre, ficando 1,9% acima.

Dois fatores foram essenciais para essa conquista. A entrada em operação da mina N5 Sul em Carajás, no município de Parauapebas, contribuiu não somente para aumentar a produção, mas também para melhorar a qualidade e reduzir custos. O outro fator deveu-se às chuvas abaixo dos níveis normais durante o trimestre.

A Vale produziu 320 milhões de toneladas (Mt) de ferro em 2012. Em Carajás, Parauapebas, uma região única de mineração em razão do tamanho e da qualidade de suas reservas, a Vale produziu 106,8 Mt em 2012. A produção no quarto trimestre aumentou para 30,1 Mt, 8,8% acima do trimestre anterior. Já a produção de manganês da mina do Azul, também localizada em Parauapebas, foi 5,3% superior em relação ao trimestre anterior, chegando a 523.000 toneladas.

A produção de cobre em concentrado na mina de Sossego, em Canaã dos Carajás, totalizou 27.800 toneladas no quarto trimestre. A usina passou por uma parada programada durante o quatro trimestre de 2012, resultando em uma menor produção em comparação ao terceiro trimestre do mesmo ano e ao quarto  trimestre de 2011.

Em novembro de 2012, a Vale recebeu a licença de operação (LO) para Salobo, que opera em processo de ramp-up, ou seja, em fase de teste, para plena capacidade. A produção de cobre no quarto trimestre de 2012 alcançou 7.900 toneladas enquanto a produção de ouro foi de 13.000 onças troy (oz). A expectativa é de que Salobo II entre em operação no 1º semestre de 2014. Salobo I e II possuem uma capacidade nominal total estimada de 200 mil toneladas de cobre em concentrado.

Licenciamentos

Em 2012, a Vale teve um avanço no processo de licenciamento ambiental, com mais de 100 licenças obtidas no Brasil. Elas permitirão a  continuação das operações e a execução de projetos importantes, como Ferro Carajás S11D, que permitirá o aumento da oferta de minério de  ferro a custo baixo e alta qualidade, gerando mais valor e fortalecendo a liderança da empresa no mercado global.

Em junho de 2012, a Vale obteve as licenças ambientais prévias (LP) para o projeto de minério de ferro Carajás S11D (S11D), que comprovam a sua viabilidade ambiental. Em outubro, foi emitida a licença de instalação (LI) para a expansão da capacidade de Estrada de Ferro Carajás (EFC) para 230 milhões de toneladas métricas por ano (Mtpa), que fornecerá a extensão da infraestrutura de logística necessária para apoiar o S11D, principal alavanca para a redução de custos, melhoria da qualidade e aumento da capacidade produtiva, a fim de fortalecer a liderança no mercado global em termos de qualidade.

Fonte: Assessoria de Imprensa Vale

Em artigo, deputado federal Claudio Puty aponta “paralisia do atual governo do Pará”.

Por Cláudio Puty*

O Governador Simão Jatene já cumpriu mais da metade de seu governo e o saldo é, no mínimo, preocupante: a se deduzir da pífia capacidade de investir, o Pará está quase parado, com um presente que sacrifica o cidadão em áreas essenciais.

Dados oficiais do Portal da Transparência, do próprio Governo do Estado, ilustram a pouca capacidade de gestão do atual governo. Para maior clareza, comparem-se os investimentos do atual governador com os de sua antecessora, Ana Júlia Carepa.

Em quatro anos de governo, Ana Júlia investiu um total de R$ 3,6 bilhões, média anual de R$ 892,7 milhões. Jatene, no biênio 2011/2012 (números considerados até outubro de 2012) teve média anual de investimento de R$ 512 milhões – apenas 57,4% da média do governo anterior.

O pico dos investimentos do governo Ana Júlia aconteceu justamente no último de governo, 2010: R$ 1,3 bilhão. Ou seja: 71,5% mais do que a média anual do governo Jatene, isso sem considerar qualquer correção monetária.

Uma análise mais profunda dos números indica que a paralisia de investimentos não se deve à escassez de recursos, e sim à falta de competência na gestão.

A receita efetiva média, nos quatro anos do governo Ana Júlia, foi de R$ 10,1 bilhões anuais. Dessa receita, se conseguiu investir por ano a média de R$ 892,7 milhões. Já o governo Simão Jatene, em 2011, dispondo de uma receita muito maior (R$ 13 bilhões), investiu apenas R$ 552,4 milhões. Para igualar o desempenho anual de Ana Júlia, ele deveria ter investido R$ 1,1 bilhão – quase o dobro do que investiu.

Comparemos agora o segundo ano de cada governante.

A receita efetiva do Pará em 2008 foi de R$ 9,7 bilhões. Desta receita, o governo Ana Júlia investiu R$ 919,1 milhões. Em 2012, segundo ano do governo Jatene, a receita até outubro já é R$ 12,6 bilhões. O investimento, no entanto, despencou ainda mais: apenas R$ 472,6 milhões. Para se ter uma ideia do desastre, o governo Jatene deveria ter investido, para igualar a performance do governo Ana Júlia, R$ 1,2 bilhão: 2,5 vezes mais do que conseguiu investir.

A redução nos investimentos significa, primeiro, que o governo do Estado não deu continuidade a projetos de médio e longo prazo e também que não consegue implantar projetos novos de expressão.

A pífia relação entre receita e investimento (a menor da história do Pará desde a ditadura militar) significa, de forma direta, que a infraestrutura do Estado piora, se deteriora: as escolas, o sistema de saúde, as estradas, a habitação. Além de sucatear o que já existe, o não-investimento significa que não se realizam obras estruturantes, justamente aquelas que garantiriam um novo patamar no futuro: estrutura para atrair indústrias e gerar empregos, aumento na área de qualificação e profissionalização, com reflexos na geração de emprego e aumento de renda, entre muitas outras.

Outros números oficiais do Portal da Transparência escancaram o quadro assustador do atual governo.

As operações de crédito são uma forma de os governos aumentarem os recursos com o fim específico de investir. Em quatro anos, o governo Ana Júlia mobilizou em operações de crédito R$ 1,59 bilhão. Desse total, executou 23,7%. Significa que elaborou projetos de médio prazo, e executou 23,7% do total afiançado, daí o número expressivo de recursos investidos e garantidos para investimentos.

Já o governo Jatene executou, em 2011, apenas 2,3% dos recursos mobilizados. Significa que a máquina do governo está parada, emperrada. Vejam-se outros dois números: em 2007, primeiro ano do governo Ana Júlia, se mobilizou R$ 108,4 milhões em operações de crédito. Em 2011, primeiro ano do governo Jatene, esse valor despencou para R$ 42,4 milhões. Ou seja – não houve novos projetos capazes de assegurar o incremento de recursos. A comparação do segundo ano dos dois governos é ainda mais díspare. Em 2007, o governo do PT mobilizou R$ 133,3 milhões e executou 8,1%; o atual governo do PSDB, até outubro, conseguiu apenas R$ 23,1% e executou só 0,8% – isso mesmo, 0,8%!

Um escândalo que se deve a dois fatores preponderantes: uma flagrante  incompetência para governar; e o fato de que o atual governo está em desencontro com os principais projetos do governo federal,  penalizando ainda mais o nosso estado.

* – Formado em Economia pela Universidade Federal do Pará, mestrado em Teoria Econômica pela Universidade de Tsukuba, no Japão e doutorado em Economia Política pela New School for Social Research, Nova Iorque. É Deputado Federal pelo PT/PA, eleito com 120.881 votos.

Sem demissões

Segundo o presidente da Vale, Murilo Ferreira, apesar da austeridade adotada pela empresa no sentido de baixar custos, a empresa não pretende demitir em massa. Em entrevista ao Valor Econômico, Murilo Ferreira afirmou que a empresa emprega 140 mil pessoas em 37 países. Só no Brasil seriam 68 mil.

Só o projeto S11D, em Carajás, vai empregar, na fase de obras, 30 mil pessoas. Depois de entrar em operação, em 2016, com produção estimada de 90 milhões de toneladas de minério de ferro, serão três mil empregos diretos e seis mil indiretos.

“O S11D vai custar R$ 40 bilhões (US$ 19,5 bilhões)”, avaliou o executivo.

Vale reduz investimentos para 2013. Construção da Alpa é suspensa.

No momento em que o governo espera que as empresas aumentem os investimentos para segurar o crescimento, a Vale fez o contrário. A empresa anunciou ontem previsão de desembolsos de US$ 16,3 bilhões com esse item em 2013, uma queda de 24% na comparação com o plano anunciado para 2012.

Em meio à queda no preço do seu principal produto e com perspectivas de um crescimento mais lento na demanda por aço na China, a Vale reduziu investimentos e adiou projetos. “As perspectivas de uma expansão moderada da demanda global por minérios e metais no médio prazo requerem rígida disciplina na alocação de capital e maior foco em maximizar eficiência e minimizar custos”, afirmou a mineradora por meio de comunicado.

Um dos projetos suspensos é a construção da Siderúrgica ALPA, em Marabá, contrariando o que afirmou José Carlos Soares, presidente da ALPA, em outubro passado.

Desembolsos do BNDES em outubro atingem R$ 14 bi, 5% acima do projetado

Do Valor Econômico

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) desembolsou em outubro R$ 14 bilhões, 5% a mais que o valor projetado pelo banco para o período. A informação foi dada ontem pelo presidente do BNDES, Luciano Coutinho. De acordo com ele, a expectativa de desembolso para o ano permanece por volta dos R$ 150 bilhões. Coutinho participou de evento promovido pela Academia Brasileira de Ciências, no Rio de Janeiro.

“Se a demanda de fato se acelerar, nós poderemos chegar lá, vamos trabalhar eficientemente”, disse Coutinho, que destacou que a demanda de consultas nas linhas de operação indireta aumentaram em outubro. Ele também destacou que a posição “mais seletiva” dos bancos públicos para liberar empréstimos para empresas, em função do crescimento da inadimplência desde o ano passado, tende a se atenuar na medida em que a economia retomar o crescimento.

O ritmo mais lento de desembolsos tem levado o mercado a considerar que o governo pode decidir, mais uma vez, pela extensão do Programa de Sustentação do Investimento, com taxas de 2,5% para o financiamento de bens de capital, investimento e tecnologia, que tem previsão para se encerrar em dezembro. O prazo anterior era agosto.

“Em tese nós temos que trabalhar com o PSI até o fim do ano”, afirmou o presidente do BNDES, que evitou dizer se o programa será estendido ou não.

Coutinho reiterou ainda que há a previsão de que o empréstimo para a usina hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu, Pará, seja aprovado ainda neste ano. “Nós estamos trabalhando para concluir a aprovação este ano”, disse Coutinho.

Vale Florestar desenvolve parcerias para pesquisas na área de silvicultura

Vale_Florestar_1_2_1A Vale Florestar S.A, uma empresa que atua no ramo de reflorestamento no Pará, desenvolve parcerias e convênios que visam a produção de espécies de eucalipto de alta qualidade, com a utilização de modernas tecnologias em silvicultura, ciência que trata do cultivo, reprodução e desenvolvimento de árvores florestais. Entre as instituições parceiras estão a Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA), a Suzano Papel e Celulose e a Sociedade de Investigações Florestais (SIF).

O convênio com a UFRA, em desenvolvimento desde o ano passado, promove estudos sobre classificação de solos, definição de programas de nutrição dos plantios de eucalipto e acompanhamento da sucessão ecológica  nas áreas de Reserva Legal da Vale Florestar, ou seja, a evolução do processo de recuperação da vegetação nessas áreas.

A parceria com a Suzano Papel e Celulose, iniciada em 2009, viabiliza pesquisas voltadas para o melhoramento genético do eucalipto, a fim de obter clones mais produtivos e resistentes a doenças, além de mais adaptados às condições ambientais da região. O diretor Operacional da Vale Florestar, Carlos Garcia,  explica que o programa de melhoramento genético é de longo prazo e que a empresa vem dando continuidade às pesquisas iniciadas pela Vale na década de 1990, através da Florestas Rio Doce e da Ferro Gusa Carajás. “Fruto destas pesquisas possuímos atualmente 14 clones comerciais, que estão em uso na operação, e outros 200 que estão em fase de teste”. Já do convênio com a Suzano, os resultados dos diversos cruzamentos de materiais genéticos, resultarão nos primeiros clones comerciais em um prazo de onze anos”

Vale_Florestar__2_1Um terceiro convênio da Vale Florestar está em andamento com a  Sociedade de Investigações Florestais (SIF), uma entidade de pesquisa florestal vinculada à Universidade Federal de Viçosa, (MG). “A iniciativa permite que os profissionais da Vale Florestar tenham acesso a toda a estrutura de laboratórios da instituição, além de acesso a publicações técnico-científicas e de treinamentos, congressos e outros eventos promovidos pela instituição”, destaca Garcia. A SIF tem por objetivo promover o desenvolvimento sustentável do setor florestal por meio da pesquisa cientifica.

A Vale Florestar S.A nasceu como um projeto da Vale em 2007 e atualmente conta com a participação do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES), dos fundos de Pensão dos funcionários da Caixa Econômica Federal ( Funcef) e da Petrobras (Petros). Sua atuação abrange os municípios de Dom Eliseu, Ulianópolis, Paragominas, Rondon do Pará, Abel Figueiredo e Bom Jesus do Tocantins que,  segundo o Macrozoneamento Ecológico-Econômico (MZEE) do Estado do Pará, estão localizados em uma zona de consolidação e expansão das atividades produtivas, sendo permitido, portanto, o uso de até 50% das áreas para reflorestamento.

A empresa tem por objetivo proteger e recuperar florestas nativas e áreas degradadas na Amazônia, associado à implementação de florestas industriais, além de promover a ocupação ordenada do território e o desenvolvimento socioeconômico sustentável. A previsão é de que até 2015 sejam aplicados cerca de R$ 600 milhões no fundo, que pretende atingir uma área total de 450 mil hectares em 2022, dos quais 150 mil serão de florestas industriais e 300 mil para proteção e recuperação de florestas nativas e de áreas degradadas.

Votorantim investe em novo projeto de alumina no Pará

Votorantim

Representantes da empresa Votorantim Metais reuniram-se, na última segunda-feira, 05, com os diretores do Sistema Fiepa, para apresentar o projeto Alumina Rondon, que prevê um investimento de R$ 5.6 bilhões para a implantação de uma refinaria integrada e lavra de bauxita, instaladas no município de Rondon do Pará, localizado no sudeste do estado e distante cerca de 570km da capital paraense.

O projeto, ainda em fase de Licenciamento Ambiental, tem operação prevista para 2016 e apresenta vantagens competitivas que foram ressaltadas durante a reunião com os dirigentes do Sistema Fiepa.

Segundo Sérgio Oliveira, coordenador de Sustentabilidade da Votorantim, o projeto Alumina Rondon vai gerar, em média, seis mil postos de emprego na fase de construção e 1.600 na operação, entre mão de obra própria e contratados. “Nesse contexto, vamos priorizar a contratação e a capacitação de colaboradores e fornecedores locais”, ressaltou.

O projeto vai atuar em parceria com a Rede de Desenvolvimento de Fornecedores do Pará (Redes), da Fiepa, para as ações de qualificação das empresas locais a fim de que elas possam atender as demandas de produtos e serviços do empreendimento. O Sebrae também será parceiro nesta empreitada, qualificando micro e pequenos empreendedores localizados no entorno do projeto. “Faremos também parceria com o SESI e o Senai para a capacitação da mão de obra local, a fim de atender nossa demanda ainda nas fases de implantação e operação”, lembrou Daryush Khoshneviss, gerente geral do projeto.

Com uma expectativa de 40 anos de vida útil, o projeto terá a capacidade inicial de três milhões de toneladas de alumina por ano, com expansão para seis mil, até 2020. “A bauxita lavrada será transformada em alumina no mesmo local, agregando valor à cadeia. Para escoar a produção vamos utilizar as rodovias existentes, levando a produção até o município de Barcarena, onde será exportada pelo Porto de Vila do Conde”, explicou Sérgio Oliveira.

Na área de sustentabilidade ambiental, a empresa prevê baixo consumo de água através da recirculação e minimização de consumo, recuperação de áreas mineradoras e alto padrão de segurança no complexo industrial.

Ao final da reunião, Gualter Leitão, vice-presidente da Fiepa, ficou de formar uma comissão com os dirigentes da Casa para uma futura visita ao local onde será instalado o empreendimento. O compromisso da diretoria tem por objetivo aproximar ainda mais o Sistema Fiepa com o projeto, apresentando in loco as ações desenvolvidas pela entidade para o incremento da atividade industrial no Estado do Pará.

Fonte: Fiepa