PMDB

Em carta ao GLOBO, Jader compara Ficha Limpa ao AI-5

O deputado federal Jáder barbalho (PMDB), que teve seu registro de candidatura ao Senado negado na quarta-feira pelo TSE, reagiu de forma duríssima à sentença. Ele disse que a lei da Ficha Limpa, que motivou a decisão da Justiça Eleitoral, é pior que o ATO INSTITUCIONAL Nº 5, o AI-5, baixado pela ditadura militar, em 1968, e que foi considerado o golpe dentro do golpe militar. O AI-5 fechou o Congresso Nacional, cassou mandatos de parlamentares, proibiu manifestações públicas e, a partir dele, a linha dura tomou conta do regime de 64. Em nota enviada ao GLOBO, Jader afirmou: "essa lei supera o AI-5 da ditadura militar que decretou a inelegibilidade de seus adversários por 10 anos. A proposta popular era tornar inelegíveis os políticos condenados. Eu não tenho nenhuma condenação".

Em outro trecho, Jader diz que a questão da renúncia não estava incluída na proposta popular assinada por 1,5 milhão de pessoas. O parlamentar paraense disse que a possibilidade de cassar registro de quem renunciou tem como objetivo atingir o ex-governador Joaquim Roriz, do Distrito Federal. " A emenda da renúncia é um passageiro clandestino, colocado, na surdina, para atingir a Joaquim Roriz, visando o governo do Distrito Federal. O povo não tomaria uma decisão tão débil".

Jader confirmou que irá recorrer ao Supremo Tribunal Federal – STF, disse que cassar candidatura de quem renunciou é inconstitucional e comparou o poder de retroagir da lei do Ficha Limpa ao divórcio. "É a mesma coisa que o Congresso criar hoje uma lei tornando o divórcio ilegal. E dizer que isso vale para quem se divorciou nos últimos dez anos. Ou seja, torna-se bígamo aquele que se casou novamente nos últimos dez, vinte ou trinta anos".

Fonte: Globo on line

DETRAN-PA

Leio no Blog do Parsifal que Joércio Barbalho, titular da Diretoria das Unidades Regionalizadas do DETRAN, DUR, entregou ontem à governadora Ana Júlia, uma carta na qual coloca o seu cargo à disposição.

Segundo Parsifal, no seu lugar deverá assumir um indicado do PDT, que já detém a diretoria geral do órgão, um empresário do Sul do Pará, cujos diversificados negócios envolvem propriedade de auto escolas na região: tudo a ver.

Daniel Avelino, procurador eleitoral do PA, vai tentar impugnar, no TRE-PA, os registros de Paulo Rocha (PT) e Jáder Barbalho (PMDB)

Daniel Avelino

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Daniel Avelino

       Paulo Rocha (PT)                  Jáder Barbalho (PMDB)

O procurador eleitoral Daniel César Avelino vai pedir ao Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE-PA) a impugnação das candidaturas dos deputados federais Jader Barbalho (PMDB) e Paulo Rocha (PT), que concorrem ao Senado. Embora só comece a analisar a partir de amanhã os pedidos de registros dos candidatos, Avelino entende que Barbalho e Rocha, que renunciaram ao mandato para escapar de eventual processo de cassação, estariam inelegíveis, de acordo com a nova Lei da Ficha Limpa.

Barbalho se diz tranquilo quanto ao deferimento de sua candidatura pelo TRE. O fato de ter renunciado ao mandato de senador, em 2001, segundo ele, ocorreu em meio a um processo político e à postura da Comissão de Ética do Senado, que à época era "pressionada" a abrir processo de cassação.

"A minha renúncia foi uma medida preventiva", disse Barbalho. Ele acrescentou que só irá se manifestar sobre pedido de impugnação de Avelino depois que tiver acesso aos argumentos do Ministério Público Eleitoral. Para Barbalho, a lei do Ficha Limpa, no aspecto em que aborda a inelegibilidade de quem renunciou para escapar de eventual cassação, seria "inconstitucional". E ironizou: "a Constituição brasileira, pelo que sei, foi escrita em português e não em aramaico".

Já o deputado Paulo Rocha não foi encontrado para comentar a intenção do procurador eleitoral.

Fonte: Estadão

Relação de candidatos do PMDB em 2010

CANDIDATOS PMDB 2010

No documento aprovado ontem em convenção, o PMDB delega à executiva compor nomes do partido e de outros para formar chapas futuras, assim como fiscalizar as ações dos filiados em favor de cumprir a obrigação e obediência ao que foi aprovado pelo partido.

Bel Mesquita

BEL MESQUITA 1

Bel Mesquita, deputada federal pelo PMDB-PA, teve seu nome homologado hoje na Convenção Estadual do partido para concorrer à uma das 41 vaga na ALEPA em 2011. O partido lançará 46 candidatos.Daqui a pouco a lista completa.

PMDB-PA: Hildergado Nunes é o vice de Juvenil

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Hildergado Nunes, filho do ex-governador Alacid Nunes, que exerceu o mandato de vice-governador do Estado do Pará no segundo mandato de Almir Gabriel, acaba de aceitar o convite do PMDB para ser o candidato a vice-governador de Domingos Juvenil.

Está assim completa a chapa majoritária com a qual o PMDB disputará o governo do Pará. Hildergado Nunes é filiado ao PMDB, portanto,o partido disputará a eleição com chapa pura. (Blog do Parsifal Pontes)

Jáder Barbalho: o egoísta

A escolha pessoal e autoritária de Jáder Barbalho, indicando o presidente da ALEPA, Domingos Juvenil, como candidato do PMDB ao governo do Estado, ainda não foi engolida pela grande maioria dos correligionários.

Sabe-se que Jader é o grande líder do partido no Estado e respeitado nacionalmente por essa liderança. Mas será que é isso mesmo? Essa liderança não teria sido posta em cheque, já que o que se ouve é que a maioria dos seguidores peemedebistas ficou frustrada com o nome indicado?

Quais as intenções do deputado em lançar um candidato, sabendo que as chances de chegada desse candidato é menor que zero? Teria ele imaginado que novamente o PMDB será o fiel da balança no segundo turno e que a base política peemedebista apoiará quem lhe oferecer mais no segundo turno?

Todos os peemedebistas que conheço estão insatisfeitos com a atitude. Querem, no mínimo, que Priante seja o candidato. Mesmo aqueles adoradores do cacique peemedebista, que achavam ser Deus no Céu e Jáder  na Terra, não concordam em apoiar o  jurássico Domingos Juvenil e isso pode até não comprometer a eleição de Jader ao Senado, mas tornará o caminho mais difícil.

Ontem o partido era todo união e aguardava a decisão de JB, certo que tal decisão seria um balde de água fria nas pretensões de Ana Julia de reeleger-se. O que se vê hoje, é que a decisão encontrada por Jader, além de frustrar os amantes da legenda, empurra Ana Júlia para a vitória, deixando boa parte dos correligionários sem ter para onde ir, a não ser apoiar maciçamente o ex-governador Jatene no segundo turno, mesmo que JB escolha reabilitar a parceria com Ana Júlia, que novamente não cumprirá as promessas, caso seja eleita.

O certo é que já sei em quem não votar em outubro. O egoísta JB não receberá o meu voto!

É preciso saber diferenciar o que é autoridade política pra representar um partido e imposição política para representar interesses próprios, sem esse discernimento, o líder se torna um ditador. 

 

Este atual cenário político paraense vai se manter?

O PDT vai apoiar a candidatura de Ana Júlia à reeleição. Nos próximos dias, os novos aliados devem ganhar espaço no governo. Além do PDT, o PR deve ganhar cargos. Até agora, a candidata Ana Júlia  tem a maioria dos partidos na coligação para a reeleição, entre eles o PV, PP, PR, PCdoB, PSD.

O PTB, de Duciomar Costa e DEM, de Vic Pires Franco continuam sem definição.

Já o PMDB que apresenta como candidato ao governo o deputado Domingos Juvenil segue sem apoios e o PSDB, que lançou Simão Jatene, tem o apoio do PPS.

Você acha que esse cenário que hoje se apresenta será o mesmo no dia 30 de junho, última data para lançamento de candidaturas?

Candidato a governador pelo PMDB, Domingos Juvenil: “partido devolverá todos os cargos ao PT”

Com o lançamento da candidatura do presidente da Assembléia Legislativa, deputado estadual Domingos Juvenil (PMDB) ao Governo do Estado, o que deve ser homologado nas convenções do partido que acontecem em junho, o PMDB fará uma reunião hoje (28) para acertar a entrega dos de todos os cargos em órgãos do Governo do Estado que ainda estão sob a tutela do partido. A decisão foi anunciada no final da manhã desta sexta-feira (28), pelo deputado Juvenil em entrevista ao DIÁRIO ONLINE, na sede da Assembleia Legislativa do Pará.

“Por coerência, vamos entregar todos os cargos. É uma decisão já tomada do nosso presidente de partido, deputado federal Jader Barbalho, e que será definida em uma reunião que faremos hoje”, adiantou o pré-candidato que avisa ainda que nada o impede de manter a sua gestão à frente do Poder Legislativo.

“O presidente da Câmara Federal Michel Temer (PMDB) é candidato a vice-presidente da República e ele continuará presidente da Câmara. O mesmo acontece no Executivo, pois com a governadora Ana Júlia continuará sendo governadora e candidata. Assim, faremos a campanha, obviamente, sem utilizar nada do poder público, assim como esperamos que a governadora a faça”, esclarece.

ALIANÇAS

O deputado falou sobre como serão desenvolvidas as alianças. “Com exceção, claro, dos partidos que já têm candidatura própria, todos os demais partidos serão contatados. Nós vamos fazer uma grande articulação para que campanha seja o conjunto das ideias partidárias e, portanto, também da sociedade paraense. Nós sabemos que estamos construindo uma terceira via que pode ser a opção do povo paraense. A minha experiência me dá certeza do preparo para ser governador do Estado. Até mesmo a experiência à frente como presidente reeleito da Assembléia do Pará, onde convivo com 13 agremiações partidárias com harmonia de gestão. Tudo isto me dá certeza que dará um bom desempenho na campanha”.

E A CÂMARA?

Domingos Juvenil já estava com a candidatura ao cargo de deputado federal lançada. Contudo, mudou de ideia após uma consulta às bases partidárias de todo o Pará que praticamente exigiram a candidatura.

“As nossas bases exigiram da cúpula uma definição sobre a candidatura nestas eleições. E acho que a gota d’água foi a reunião de prefeitos ocorrida na última terça-feira (27) quando os 40 prefeitos do PMDB no Pará reuniram e decidiram que o partido deveria ter o seu nome ao Executivo. A partir daí, houve toda uma consulta que desaguou no nome do deputado Domingos Juvenil que por sua experiência tem condições para assumir esta candidatura. Sou pois agora candidato a governador”.

Juvenil confessou que pesquisas o encorajaram para assumir a candidatura. “Sabia que, por pesquisas, tinha a melhor pontuação para candidato a deputado federal. Foi o que me encorajou a ampliar meus horizontes para o governo do Estado”, contou.

VICE

Juvenil partirá agora para escolher o seu candidato a vice-governador ou vice-governadora. “Temos aqui vários partidos que estão se articulando para formarmos uma grande aliança para completarmos a chapa. Além de vice-governador, temos mais uma vaga que ainda deve ser definida pelo partido para o Senado. São tantas oportunidades, temos muita gente com espaço político e vamos negociar os seus representantes. Para isso, vamos a vários setores da sociedade. Vamos à classe produtora, aos empresários, e assim, faremos um plano de governo que atenda as inspirações do Pará, especialmente, a população do interior do Estado, que é de onde eu venho”.

PODER LEGISLATIVO

Depois de escolhida a candidatura na convenção o presidente da ALEPA garante que manterá sua administração sem interferência. “Continuarei trabalhando, presidindo as sessões, continuo presidente da Assembleia, pois nada me impende que sendo presidente do Poder Legislativo seja também candidato a governador”.

ALIANÇA NACIONAL

“O PMDB nacional tem o compromisso já com a candidatura da doura Dilma Rousseff. Mas já aqui no PMDB estadual será uma discussão que nós vamos fazer para saber o procedimento que será tomado para a preparação da campanha que ainda está curso”.

QUEBRA ESTADUAL

“A aliança com o PT já vinha sendo desgastada há tempos. E os últimos acontecimentos foram decisivos. E este desgaste chegou ao interior às bases do partido e foi por isso também que todos se levantaram para que tivéssemos um candidato próprio. Vamos Respeitar o ponto de vista federal, nisso não há dúvida, visto o compromisso do partido. Mas aqui estamos estudando como será precedido. A aliança ou ‘meia-aliança’ que existia agora vai se extinguir”.

Fonte: Diário Online

Priante mantém pré-candidatura ao governo pelo PMDB

O ex-deputado federal José Priante mantém sua pré-candidatura ao governo do estado pelo PMDB, mesmo após o lançamento do nome do deputado Domingos Juvenil, presidente da Assembléia Legislativa.
Priante diz só esperar até o dia 15 de junho por uma decisão do TRE quanto à cassação do mandato do prefeito Duciomar Costa e de seu vice Anivaldo Vale. Caso o TRE mantenha a cassação determinada pelo juiz eleitoral da capital, Priante assumirá a Prefeitura de Belém e, nesse caso, abriria mão de postular sua candidatura dentro do PMDB.

Priante conversou com Jader antes da reunião da bancada estadual que definiu o nome de Juvenil como pré-candidato ao governo e informou ao presidente do PMDB sua disposição de concorrer ao cargo, ‘em melhores condições políticas’, ao contrário das eleições passadas, quando disputou o governo "no sacrifício’.

Caso o TRE não julgue o processo até essa data ou mantenha o prefeito e o vice nos cargos, Priante vai disputar a convenção do PMDB e bater chapa, se não houver acordo, com Juvenil.

O ex-deputado analisa que o lançamento do nome de Juvenil, após reunião de Jader Barbalho com a bancada estadual, foi uma estratégia para que o vácuo de uma terceira via fosse ocupado pelo PMDB, inibindo, dessa forma, o lançamento de candidatos ao governo pelo PR e PTB.

Priante considera, também, que o lançamento do nome de Juvenil foi uma estratégia que Jader usou para comunicar ao Pará, sem muitos traumas, que disputará o Senado e não ao governo, como se especulava.

Fonte: O Estado do Tapajós On Line

Quem será o candidato do PMDB ao governo ?

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Jáder Barbalho

José Priante

Domingos Juvenil

O presidente da Assembleia Legislativa do Pará, deputado Domingos Juvenil, será o candidato do PMDB ao governo do Estado. A decisão foi tomada após reunião de quase cinco horas na sede do partido, na noite de ontem. Participaram os integrantes da bancada peemedebista na AL e o presidente da legenda no Estado, deputado federal Jader Barbalho. A bancada federal foi consultada por telefone.

“Somos a tão esperada terceira via”, declarou Jader, afirmando que o partido foi levado a optar pela candidatura própria após conversas com os prefeitos e com as bancadas peemedebistas na Assembleia Legislativa.

Para Jader, os prefeitos e deputados argumentaram que o PMDB estava cansado de ajudar candidatos de outros partidos a se elegerem. “Fizemos isso em 2002 (apoiando o tucano Simão Jatene) e em 2006 apoiando Ana Júlia Carepa. Achamos que chegou a nossa vez”, afirmou.

Indagado se a candidatura é para valer, disse que “não há possibilidade de reversão desse processo”.
Jader afirmou que considera o pré-candidato do PMDB competitivo. “É uma pessoa conhecida em todo o Estado, presidente do Legislativo paraense”, declarou.

Durante a reunião, Juvenil enfrentou uma espécie de sabatina. Ouviu ponderações sobre o cenário político nacional e no Pará, análises sobre as dificuldades de uma campanha solo, mas se manteve firme. “O que pesou para nossa decisão foi, sobretudo, a firmeza do Juvenil que se colocou à disposição do partido e nós queríamos uma candidatura própria”, disse o líder do PMDB na AL, deputado Parsifal Pontes, um dos opositores da aliança do PMDB com os petistas em torno de Ana Júlia Carepa.

Pontes garante que “não podem acusar o PMDB de ter um candidato laranja”.“Nosso candidato é o presidente de um poder”.

Domingos Juvenil disse que abriu mão de uma “candidatura confortável” à Câmara Federal para atender a um apelo das bases do PMDB.“Essa candidatura (a deputado federal) deixou de existir e agora vou me dedicar à campanha ao governo. Não sou candidato de mim mesmo. Aceitei porque esse era um desejo das bases”, declarou, afirmando que a primeira opção era o deputado federal Jader Barbalho, que acabou optando pela disputa ao Senado. “Com essa decisão, eu fui o indicado”, disse.

Juvenil lembrou que o PMDB tem, historicamente, um terço do eleitorado paraense. O partido ocupa 40 prefeituras, tem a segunda maior bancada na Assembleia Legislativa e a maior na Câmara Federal, além do maior número de vereadores.

Num eventual segundo turno, disse o pré-candidato, o partido poderá negociar com qualquer dos partidos. “Estamos abertos a composições”.

O PMDB vai procurar agora outras legendas a quem oferecer a vaga de candidato a vice-governador e a segunda cadeira no Senado Federal, uma vez que Jader Barbalho confirmou que disputará uma das vagas.

SAIBA MAIS SOBRE DOMINGOS JUVENIL

Domingos Juvenil nasceu no município de Vigia. É engenheiro civil. Já foi prefeito de Altamira, deputado federal constituinte e está no terceiro mandato como deputado estadual. Preside a Assembleia Legislativa há três anos. Ele é o terceiro pré-candidato ao governo confirmado ao lado de Ana Júlia, que concorre à reeleição, e do tucano Simão Jatene.

Decisão apanhou PT de surpresa

Principal aliado do PT em 2006, o PMDB vinha há muito demonstrando insatisfação com o tratamento dado pelo governo a seus indicados. Lideranças nacionais como o ministro das Relações Institucionais,Alexandre Padilha, vieram ao Pará várias vezes trabalhar para que a dobradinha da última eleição fosse reeditada já no primeiro turno.

O argumento é de que isso fortaleceria a candidatura de Dilma Rousseff no Estado com maior número de eleitores na região Norte.

Na semana passada, o presidente do partido, deputado federal Jader Barbalho, foi procurado pela governadora Ana Júlia Carepa, que chegou a oferecer para a legenda a candidatura de vice-governador e a segunda vaga ao Senado para Barbalho. A outra vaga será disputada pelo deputado federal petista Paulo Rocha.

A aprovação da autorização pela Assembleia Legislativa de empréstimo ao governo no valor de R$ 366 milhões levantou especulações de que a aliança estava fechada, mas a pressão da base pela candidatura própria continuou.Pesquisas indicariam Jader em primeiro lugar nas intenções de voto numa eventual disputa ao governo. Diante da decisão dele de ser candidato ao Senado, o PMDB acabou surpreendendo com o anúncio da candidatura de Juvenil.

Surpreendido com a novidade, o presidente do PT no Pará, João Batista, disse que ainda reunirá na semana que vem “para tentar compreender melhor a decisão” do agora ex-aliado.

Adiantou, contudo, que a convivência entre as duas chapas será “saudável”. “Teremos que conviver, porque apoiaremos a mesma chapa nacional e vamos manter o diálogo com vistas ao segundo turno”.
A expectativa é de que a partir de hoje os peemedebistas entreguem todos os cargos que ainda ocupam no governo. De acordo com levantamento da líder do PT na AL, deputada Bernadete ten Caten, seriam 300.O líder do PMDB na AL, deputado Parsifal Pontes, nega. “A deputada deve ter visto isso com lente de aumento, mas dentro da atual conjuntura, sejam três, sejam três mil, devemos colocá-los à disposição”.

Fonte: Diário do Pará

Dez diretórios do PMDB devem apoiar Serra

A Executiva Nacional do PMDB deve anunciar hoje apoio à candidatura da ex-ministra Dilma Rousseff (PT) à Presidência da República e oferecer o nome do presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP) para a vaga de vice. A decisão será anunciada pela cúpula do partido, mesmo sem conseguir reverter a posição dos diretórios que não fecharam com o PT em dez estados.

Durante a reunião, marcada para as 20h, no Centro de Convenções Brasil 21, em Brasília, a Executiva Nacional também divulgará a data oficial da convenção, marcada para o dia 21 de junho e o destino de Temer.

Diretórios contrários a alianças, como São Paulo, Pernambuco e Santa Catarina, prometem lançar proposta de apoio à candidatura tucana de José Serra. De acordo com o líder do PT na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), vai pesar nas eleições a aliança com o PMDB para assegurar mais votos para a pré-candidata petista. "A aprovação e o apoio do PMDB a pré-candidata Dilma é muito importante pra nós. Dilma conseguiu reunir em torno de si um leque de alianças. Pela primeira vez o PT tem tantos aliados em uma campanha", observou.

Quando questionado sobre a situação de não ser concretizada a possível aliança nacional em alguns estados, Vaccarezza não quis se aprofundar na questão. "Nos estados, nós iremos trabalhar para ir resolvendo essas questões. O mais importante é a aliança nacional entre o PT e o PMDB", afirmou.

Pesquisas

Peemedebistas aliados do governo e petistas estão animados com as pesquisas eleitorais mais recentes. Pela primeira vez desde o início da corrida presidencial, Dilma ultrapassa Serra. Apesar desse avanço, a coordenação da campanha petista reconhece que a candidata pode ser enfraquecida nos estados por causa de decisões tomadas por diretórios regionais do PMDB que preferem lançar candidato próprio ou evitam a coligação com os petistas.

Dilma continua afirmando que o melhor nome para compor a chapa do partido seria o do presidente da Câmara. Se for confirmada a aliança, o PT cobrará de Temer a vitória da resistência ao acordo nos diretórios rebeldes.

O PT vem criticando a atitude de Temer, que não consegue apoio no seu próprio estado – o maior colégio eleitoral do País. O ex-governador Orestes Quércia (PMDB), pré-candidato ao Senado e presidente da regional paulista, oferece total apoio a Serra.

Segundo maior colégio eleitoral do Brasil, Minas Gerais vem sendo considerada a região que pode definir as eleições de 2010. Ex-ministro das Comunicações, o senador mineiro Hélio Costa (PMDB) é pré-candidato ao governo do estado pelo partido. O diretório regional do PT realizou uma prévia em que o ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel foi escolhido pré-candidato ao governo. Ele próprio cogita abrir em nome de Costa e concorrer ao Senado. Mas o diretório vem pressionando para que ele dispute as eleições deste ano.

Na Bahia, Dilma terá de ter muito jogo de cintura. Por lá as coisas entre o PT e o PMDB estão bem quentes. Se a aliança se confirmar, Dilma terá de subir no palanque de Jaques Wagner (PT), candidato a reeleição, e do peemedebista e ex-ministro da Integração Nacional Geddel Vieira Lima. Eles vêm travando guerra jurídica no estado, e acusações de suposta propaganda eleitoral antecipada.

Outro estado que não apoiará a petista é o Pará. O deputado Jader Barbalho anunciou que, seja candidato ao governo ou ao Senado, o PMDB regional é contra a candidata petista Ana Júlia Carepa (PT). No Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, Pernambuco, Acre e Paraná o cenário não é diferente. O partido regional também dará apoio a Serra. De acordo com a legislação eleitoral, os partidos não precisam reproduzir nos estados a aliança nacional, ao contrário do que ocorreu em 2002, quando a verticalização era obrigatória.

O PT poderá até formar a sonhada aliança presidencial com o PMDB, dando a Dilma valiosos minutos do partido para propaganda eleitoral gratuita de rádio e televisão. Mas com certeza esta aliança terá um custo muito alto à pré-candidata petista. A perda do conjunto do PMDB pode fazer a diferença nas urnas em outubro.

No Distrito Federal, o PT comemorou no último sábado, em encontro regional, uma aliança inédita com o PMDB. Decidiu fazer a aliança porque o ex-governador Joaquim Roriz, serrista de primeira linha, saiu do partido. O ex-ministro do Esporte, Agnelo Queiroz é o pré-candidato do PT ao governo local. As vagas para a disputa do Senado serão de Rodrigo Rollemberg (PSB) e o senador Cristovam Buarque (PDT). A vice-candidatura poderá ficar com o PMDB, que pode ser representado pelo deputado federal Tadeu Filipelli.

Fonte: PMDB News

Analisando o deputado Jader Barbalho e suas alianças

Considerado por aliados e adversários como “fiel da balança” nas eleições de outubro no Pará, o deputado Jader Barbalho (PMDB-PA) está entre tapas e beijos com o PT. O clima é de fim de casamento com a governadora petista Ana Júlia, que ele ajudou a eleger no segundo turno em 2006 e com quem vive às turras atualmente. Mas de prolongada lua-de-mel com o presidente Lula e sua candidata à Presidência, Dilma Rousseff. Interlocutores de Jader têm apenas uma certeza sobre seu futuro político: candidate-se a que cargo for, apóie quem apoiar, o presidente regional do PMDB estará mesmo com Dilma em outubro.
“Só temos elogios ao presidente e a Dilma. A relação com o governo Lula é cordial e respeitosa”, diz o deputado Asdrúbal Bentes (PMDB-PA). “Ele estará com Dilma”, reforça o deputado Wladimir Costa (PMDB-PA), lembrando dos fortes laços de amizade entre o parlamentar paraense e o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), cotado para vice na chapa encabeçada pela petista.

A proximidade de Jader com o governo federal se traduz em cargos. No ano passado, Jader Barbalho emplacou Jorge Nassar Palmeira na presidência da Eletronorte, subsidiária da Eletrobrás que gera e leva energia aos nove estados da Amazônia Legal. O setor energético é uma das principais áreas de atuação do peemedebista.

Ainda em 2009, ele dividiu com o presidente do Senado, José Sarney, a indicação de José Muniz Lopes para a presidência da estatal, maior companhia do setor de energia elétrica da América Latina, com orçamento de R$ 9,39 bilhões este ano. “Mas a Eletrobrás é mais do Sarney do que do Jader”, conta Asdrúbal. Também estão nas mãos de indicados pelo deputado paraense a diretoria regional dos Correios e a coordenação da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) no estado.

O número de cargos ocupados por seus afilhados políticos já foi maior no governo Lula. Ele já teve, por exemplo, as diretorias de Negócios do Banco da Amazônia (Basa) e de Tecnologia dos Correios e a presidência da Funasa. No início do ano, Danilo Forte deixou o comando da Fundação Nacional de Saúde em meio a uma série de denúncias de desvio de verba e uso político de recursos da instituição. Indicado por Jader, o advogado cearense foi responsável por obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) na área de saneamento. O orçamento anual da instituição é de R$ 4,7 bilhões.

Sempre governo

A influência do deputado paraense no governo federal desconhece cores partidárias. Ministro da Previdência e da Reforma Agrária no governo de José Sarney (1985-1990), ele emplacou aliados na Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia e no Banco da Amazônia no governo tucano de Fernando Henrique Cardoso, de quem era forte aliado. Naquela época, mesmo enfrentando todo tipo de acusações, disparadas sobretudo pelo então presidente do Senado, Antônio Carlos Magalhães (PFL-BA), Jader conseguiu chegar ao comando da Casa em 2001 com o apoio do PSDB. Era o primeiro passo para a frustrada tentativa de postular a vice-presidência na chapa tucana em 2002.

De inimigo histórico dos petistas, o peemedebista virou aliado preferencial no Pará em 2006. No primeiro turno, o deputado apoiou seu primo, o também deputado José Priante (PMDB). A entrada de Priante na corrida eleitoral daquele ano forçou a realização de um segundo turno entre Ana Júlia e o ex-governador Almir Gabriel (PSDB). Com a intermediação de Lula, Jader fechou com a petista e descarregou sobre ela os votos do PMDB no estado, decretando a primeira eleição de uma governadora no Pará.

Máquina nas mãos

Quatro anos depois, o deputado cobra caro pela fatura. “Agora é a hora do diálogo, de conversar com todos”, avisa Asdrúbal Bentes. A abertura de negociações com o PSDB e o DEM é um recado direto para a governadora, a quem os peemedebistas acusam de não ter cumprido os compromissos assumidos com a legenda durante sua eleição. Atualmente, o PMDB comanda um orçamento estimado em R$ 519 milhões no estado e ocupa 340 cargos comissionados, de livre nomeação do partido.

Entre os órgãos administrados pela legenda no governo Ana Júlia estão o Departamento de Trânsito do Estado do Pará (Detran), a Companhia de Saneamento do Pará (Cosanpa) e a Companhia de Habitação do Pará (Cohab).

Um dote incompatível com a força do partido no estado, na avaliação dos peemedebistas. “Não queremos empregos. O que precisamos, como aliados, é ter participação efetiva das decisões de governo. Mas agora estamos no ocaso do governo. É tarde”, reclama Asdrúbal. “Não cumpriram no primeiro governo, por que cumpririam qualquer acordo no segundo?”, desdenha o deputado, ao defender o lançamento do nome de Jader para governador.

Inimigo íntimo

Há seis meses, o PMDB segura na Assembleia Legislativa a votação de um projeto que autoriza o estado a contrair um empréstimo de R$ 366 milhões do governo federal. Com o apoio dos tucanos na Casa, os peemedebistas querem votar agora um substitutivo pelo qual mudam a destinação do dinheiro a ser repassado pelo Tesouro para cobrir as perdas do estado com a crise econômica mundial. A alteração enfrenta resistência dos petistas, que veem no substitutivo mais uma manobra contra o governo. 
“O PMDB é um aliado que virou oposição, como o PSDB e o DEM no Pará”, reclama o deputado Zé Geraldo (PT-PA). “Mas Jader continua fazendo diálogo com a Casa Civil, com o presidente Lula, que reconhece a força de sua liderança no Pará e acha que ele é um aliado”, admite o petista. “Ele foi fiel da balança na eleição da governadora. Foi determinante. Continua sendo uma força importante”, reforça.
No final do mês passado, depois de fazer um discurso na Câmara em que acusava Jader de tentar atrapalhar a reeleição de Ana Júlia, Zé Geraldo acabou desautorizado publicamente pelo ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, que tenta reatar a aliança PMDB e PT no estado para que a candidata petista, Dilma Rousseff, tenha um único palanque no Pará. “Eu tenho conversado com os presidentes de todos os partidos da base aliada. Não acho que as declarações de deputado A, B ou C vão prevalecer sobre essas conversas”, disse Padilha em visita a Belém no mês passado.

Há três semanas, Ana Júlia interrompeu a caminhada matinal que fazia no condomínio de luxo onde mora para fazer uma visita ao vizinho de bairro, Jader Barbalho. Na conversa, segundo auxiliares da governadora, a petista reforçou o compromisso de apoiar a candidatura de Jader ao Senado em troca do apoio dele à sua reeleição. Mais uma vez, ouviu queixas do peemedebista em relação ao tratamento dispensado aos seus afilhados políticos e o pedido de mais tempo para decidir seu futuro. 

Alianças

O principal interlocutor da governadora com Jader é o deputado Paulo Rocha (PT-PA), um dos réus no processo do mensalão no Supremo Tribunal Federal (STF). O petista aposta na manutenção da aliança para chegar pela primeira vez ao Senado. No PT, no PSDB e no DEM, o consenso é que, caso se candidate ao Senado, uma das vagas será de Jader. E a outra, de quem ele apoiar. Nas pesquisas internas realizadas pelos partidos, o peemedebista lidera, em média, com o dobro das intenções de votos do segundo colocado. Além de Paulo Rocha, correm atrás do apoio do peemedebista a ex-vice-governadora Valéria Pires Franco (DEM) e o senador Flexa Ribeiro (PSDB), candidato à reeleição.

Segundo aliados do deputado, o cenário que se desenha prevê Jader candidato ao Senado e o lançamento de uma candidatura própria ao governo, forçando a realização de um segundo turno. Mesmo que seu candidato a governador não prospere, o peemedebista voltaria a ser o fiel da balança num eventual segundo turno entre a governadora Ana Júlia e o ex-governador tucano Simão Jatene, que foi seu secretário tanto no Pará quanto no Ministério da Reforma Agrária.

Nesse cenário, quem ganha força para a disputa estadual é o ex-deputado José Priante (PMDB), primo de Jader e candidato derrotado na eleição para governador em 2006. Priante, no entanto, vive a expectativa de herdar a prefeitura de Belém, com a eventual cassação do prefeito, Duciomar Costa (PTB). Cassado por um juiz em dezembro do ano passado, acusado de abuso de poder econômico, o petebista aguarda o julgamento do plenário do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PA). O julgamento de seu recurso, previsto para ser realizado ontem (11), foi adiado para amanhã (12).

Sob suspeita

A relação entre o PMDB e o PT ficou ainda mais esgarçada em março, quando Ana Júlia interveio no Detran, órgão administrado pelos peemedebistas. A governadora mandou sustar o contrato de R$ 106,7 milhões entre o Detran e o Conselho Nacional de Defesa Ambiental (CNDA), uma organização social de interesse público (Oscip) de São Paulo.

Reportagem do Correio Braziliense revelou, na véspera, que o CNDA foi contratado sem licitação para ações ambientais a fim de fiscalizar a emissão de gases veiculares no estado. Antes da publicação da reportagem, a assessoria da governadora havia repassado a responsabilidade sobre o assunto para o Detran. Um dia depois, em nota oficial, Ana Júlia afirmou que “tão logo tomou conhecimento do teor da reportagem, determinou rigorosa apuração dos fatos e a anulação do convênio visando resguardar os princípios da boa administração pública”. O Ministério Público do Pará abriu investigação para apurar o caso.

Fonte: Congresso em foco

No Pará, Lula critica palanques regionais

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ontem que, se pudesse decidir pelas direções locais dos partidos, todos os candidatos aliados ficariam num palanque só, unificados em torno de Dilma Rousseff.

– Se dependesse exclusivamente da minha vontade, cada Estado encontraria um jeito de acomodar todos os aliados em um só palanque – disse.

Pelo menos aqui no Pará a situação não é das mais favoráveis para a unificação do palanque eleitoral em torno da candidata petista, sonho de Lula. Até a existência de dois palanques para a ex-ministra Dilma já não é tão certa e pode estar comprometida pelos discursos de algumas lideranças petistas. Confira aqui.

Jáder Barbalho contra a urgência para os plebiscitos de Carajás e Tapajós?

Hoje pela manhã o Programa Alerta 96, da rádio Arara Azul FM, tão bem conduzido pelo comunicador Demerval Moreno, teceu através de seus convidados, vários comentários sobre os parlamentares paraenses ausentes na votação do regime de urgência para os projetos que solicitam os plebiscitos para os futuros Estados de Carajás e Tapajós. Um dos nomes mais mencionados e cobrados foi o do deputado federal Jader Barbalho. Muito foi comentado sobre o assunto, que teria sido um ato de covardia do deputado, a sua ausência para votar a matéria.

Fui atrás da verdade do deputado, já que cada um tem o direito de ter a sua. Jáder estava em Belém. Jader é favorável sim ao plebiscito, pois acredita que o povo que aqui reside deve optar se quer ou não ver a separação do Pará. Em nenhum momento Jader se disse contra ou a favor da criação dos novos Estados, muito pelo contrário, foi em atendimento a um pedido do líder do PMDB paraense, inclusive, que o presidente Michel Temer (PMDB) se prontificou em colocar a matéria em votação. Jáder indicou à bancada paraense e do PMDB que votasse favoravelmente à urgência. Isso pode ser confirmado por vários deputados de partidos distintos. O empenho de Jáder pela urgência e pelo plebiscito sempre foi publico e inegável.

O deputado Jáder Barbalho também sempre faz questão de salientar, em todas as reuniões em que a pauta é a separação, que esse tema, o plebiscito, deveria acontecer apenas no ano que vem, para que não se comentam erros e não se contamine politicamente o ideia da separação, que, em sua opinião deverá ser discutida separadamente, onde contrários e favoráveis possam promover um debate salutar, onde vencedores e vencidos se sintam democraticamente respeitados.

É preciso separar o joio do trigo. Usar a separação pode até ser conveniente para alguns políticos.

A bandeira separatista nunca foi e nunca será o carro chefe de campanha para um político que tem o currículo que o líder peemedebista paraense apresenta. Essa bandeira certamente dará e tirará votos. A bandeira do progresso, do sorriso no rosto do paraense, seja ele do norte, sul, leste ou oeste do Pará, essa sim é a bandeira do PMDB e do deputado Jader Barbalho.