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Eleições 2012: veja quais são os partidos que governarão os municípios brasileiros e o desempenho nas capitais

Veja como se dividem os partidos no comando das cidades brasileiras após as eleições 2012:

Partido 2008 2012 Desempenho Capitais
PMDB 1.194 1.026 - 168 2 – Rio de Janeiro, Boa Vista
PSDB 781 702 - 79 4 – Belém, Teresina, Maceió e Manaus
PT 544 625 - 91 4 -  São Paulo, João Pessoa, Goiânia, Rio Branco
PSD 0 496 + 496 1 – Florianópolis
PP 549 468 - 81 2 – Campo Grande e Palmas
PSB 308 440 + 132 5 – Belo Horizonte, Recife, Fortaleza, Cuiabá e Porto Velho
PDT 347 312 - 35 3 – Curitiba, Natal e Porto Alegre
PTB 410 295 - 115  
DEM 493 278 - 215 2 -  Salvador e Aracajú
PR 385 274 - 111  
PPS 129 123 - 6 1 -  Vitória
PV 74 97 + 23  
PSC 57 83 + 26  
PRB 54 78 + 24  
PC do B 41 56 +15  
PMN 41 42 + 1  
PT do B 8 26 + 18  
PRP 18 24 + 6  
PSL 15 23 + 8  
PTC 13 19 + 6 1 – São Luís
PHS 13 17 + 4  
PRTB 11 16 + 5  
PPL 0 12 + 12  
PTN 16 12 - 4  
PSDC 8 9 + 1  
Psol 0 2 + 2 1 -  Macapá
  5.509 5.555    

Eleições 2012: confira quais foram os prefeitos eleitos na região do Carajás

Munícipio

Prefeito Eleito

Partido

Vice

Abel Figueiredo Adeilson Mateus

PSDB

Lindiane Brasil
Água Azul do Norte Deusmir

PT

Netinho
Anapú Batista

PSDB

Maninho dos Reis
Bannach Valber

PSB

José Antônio
Bom Jesus do TO Dr. Sidney

PT

Idalia Leal
Brejo Grande do Araguaia Baxim

PMDB

Antônio Professor
Breu Branco Adimilson Mezzomo

PSDB

Chico Cabeça Branca
Canaã dos Carajás Jeová Andrade

PMDB

Alexandre do PT
Conceição do Araguaia Walter Peixoto

PT

Zilma Souza
Cumaru do Norte Cleusa Temponi

PMDB

Ademilson
Curionópolis Wenderson Chamon

PMDB

Ir. Iraíldes
Dom Eliseu Joaquim Nogueira Neto

PMDB

Silon
Eldorado dos Carajás Divino do Posto

PPS

França do PSD
Floresta do Araguaia Alsério Kazimirski

PSC

Pastor Benedito
Goianésia Russo

PR

Tonhão
Itupiranga Benjamim

PT

José Milese
Jacundá Dino

PT

Itonir da Acredilar
Marabá João Salame

PPS

Luiz Carlos
Nova Ipixuna Tião Damascena

PTB

Jenerias
Novo Repartimento Valmira

PR

Pedrão do PT
Ourilândia do Norte Maguila

PSC

Ângela
Pacajá Tonico Doido

PSB

Ronaldo Chapéu
Palestina do Norte Maria Ribeiro

PSDB

Liduína
Parauapebas Valmir da Integral

PSD

Ângela
Pau D’Arco Mauricio Cavalcante

PMDB

Berg do PT
Piçarra Wagner Machado

PMDB

Nilza Soares
Redenção Vanderlei Coimbra

PRP

Javé
Rio Maria Waltinho do Ouro

PSB

Paulinho
Rondon do Pará Cristina Malcher

PSDB

Pedrinho do gás
Sta. Maria das Barreiras Muçum

PMDB

Raimundo Capivara
Santana do Araguaia Eduardo da Machado

PMDB

Zé do Quinca
São Domingos do Araguaia Pedro Paraná

PPS

Roberto do Matheus
São Félix do Xingu João Cleber

PPS

Cleide Capanema
São Geraldo do Araguaia Jorge Barros

PMDB

Leandro de Sá
São João do Araguaia João Neto

PTB

Isa
Sapucaia Marquinhos

PSDB

Fabinho da Lotérica
Tucumã Adelar Pelegrini

PMDB

Dr. Wanderley
Tucuruí Sancler

PPS

Nilda
Xinguara Osvaldinho

PMDB

Raimundo do Mototaxi

Resumo dos prefeitos eleitos por partido

Quantidade de prefeitos eleitos

Partido

12

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Fonte: TSE

Políticos de todo o Brasil são donos de terras na Amazônia e Cerrado

Dados do livro “Partido da Terra – como os políticos conquistam o território brasileiro”, obtidos a partir de declarações de bens à Justiça Eleitoral, mostram que políticos de todas as regiões do país possuem terras na Amazônia e no Cerrado.

O jornalista Alceu Luís Castilho, autor do livro, lançamento recente da Editora Contexto, analisou quase 13 mil declarações de políticos eleitos em 2008 e 2010. No município de São Félix do Xingu (PA), o segundo maior do país, com o maior rebanho bovino, os políticos possuem mais de 12 mil hectares.

O Pará é um dos principais destinos dos políticos – inclusive nos municípios do Arco do Desmatamento, no Pará e em Mato Grosso.

O livro expõe a tese de um “sistema político ruralista”, do qual emerge um fenômeno mais conhecido, a famosa bancada ruralista.

De acordo com o livro, entre os deputados estaduais e federais, senadores e governadores, eleitos em 2010 e 2006, de 548 mil hectares, 88 mil ficam em outros estados que não aqueles onde eles têm domicílio eleitoral.

Das áreas rurais declaradas pelos prefeitos, 22,56% também estão em outros estados. São 262 mil mil hectares, de um total de 1,16 milhão de hectares informados por eles ao TSE.

Dos 22 prefeitos do Acre eleitos em 2008, 10 são proprietários de terras rurais. Somando os vice-prefeitos, 13 municípios do Acre (59,09%) possuem políticos proprietários de terra à frente de prefeituras. A porcentagem entre os prefeitos é de 45,45%.

O estado que mais possui “prefeitos e vice-prefeitos com terra” é o Mato Grosso (com 62,41% entre prefeitos, 78,72% incluindo vice-prefeitos). Em seguida vêm Paraná, Bahia e Espírito Santo, contando os vice-prefeitos. Em todos estes estados mais de 70% dos municípios têm o prefeito ou o vice “com terra”.

Contando só os prefeitos a ordem muda: depois do Mato Grosso vêm Bahia (53,62%), Tocantins (53,24%), Rondônia (52,73%), Goiás (52,05%), Espírito Santo (51,95%) e Piauí (51,12%). Em todos estes casos mais da metade dos prefeitos é proprietária de terras rurais.

A lista dos 31 políticos com mais hectares, conforme as declarações entregues por eles mesmos à Justiça Eleitoral, possui um prefeito do Acre: Hilário Melo (PT), de Jordão. Ele declarou a posse de 17.842 hectares, em 2008, por R$ 42.942,87.

Uma das terras de Melo, de 17.731 hectares, foi declarada por R$ 642,87. A relação R$/hectare dessas terras é uma das mais baixas das 13 mil declarações analisadas: R$ 2,41 – equivalente ao preço de uma lata de cerveja.

Entre os latifúndios (pelo menos 2 mil hectares), essa proporção só é maior que a de uma fazenda do senador mato-grossense Jayme Campos, com relação R$/há de R$ 0,017.

A obra também enumera crimes ambientais em terras de políticos. Um dos casos é o do ex-prefeito eleito de Feijó, Juarez Leitão, do PT, afastado pela Justiça Eleitoral, que já teve obra embargada pelo Ibama, por desmatamento. Leitão era seringueiro, companheiro do sindicalista Chico Mendes e chegou a presidir o Conselho Nacional dos Seringueiros.

“Partido da Terra” traz também uma lista inédita de políticos madeireiros: são mais de 60 nomes. Quatro são do Pará, um do Amapá, um de Rondônia. Vários já foram acusados – alguns, até presos – de crimes ambientais.

Um dos capítulos sobre ambiente conta o caso de Luiz Augusto Ribeiro do Valle. Ele já foi diretor-presidente do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Acre. Teve uma área embargada pelo Ibama, em 2007, por destruição ou danificação de florestas.

Outro nome que aparece (sempre no 17º capítulo do livro, Arco do Desmatamento) é o de Darly Alves da Silva Filho, por desmatamento em Xapuri.

O livro trata também de crimes contra camponeses, indígenas e trabalhadores, a mando de políticos.

Por Altino Machado – Blog da Amazônia

Eleições 2012: juiz eleitoral e coligações celebram acordo visando a normalidade do processo eleitoral em Parauapebas

Um acordo assinado hoje entre os representantes das coligações que disputam a prefeitura de Parauapebas e o juízo eleitoral da 075ª Zona prevê a não realização de carreatas em vias públicas do município no período compreendido entre os dias 01 e 06 de outubro de 2012.

Durante a reunião, ocorrida agora a noite no Fórum de Parauapebas, ficou ainda acordado que o candidato Rui Vassourinha (PRB) fará carreata no dia 22/9; Zezinho (Psol) no dia 27/9; Valmir (PSD) no dia 28/9; Adelson (PDT) dia 29/9 e Coutinho (PT) dia 30/9. O candidato Chico das Cortinas (PRP) não irá realizar carreata.

Todos os presentes concordaram e assinaram a ata da reunião, onde se comprometem a orientar os correligionários, apoiadores, voluntários e todos os envolvidos nas companhas acerca do clima de animosidade entre os grupos majoritários e proporcionais, evitando ocorrências criminais de violência e destruição de propaganda, assim como ao uso do espaço público por pessoas e veículos.

Ficou ainda acertado que, visando o ordenamento do trânsito e providências de segurança pública, as comemorações decorrentes do resultado das eleições no dia 07 de outubro serão realizadas em frente ao mercado municipal, sentido Rua Araguaia, no bairro Rio Verde.

Sobre a Lei Seca, o juiz eleitoral Líbio Moura deu ciência a todos os representantes que ela vigorará, em todo o município de Parauapebas, das 21 horas do dia 06/10 até às 0:00 hora do dia 08/10.

Estiveram presentes e assinaram o acordo os candidatos Adelson Fernandes, representando a Coligação Parauapebas em Boas Mãos; Rui Vassourinha (PRB); Zezinho (Psol); Chico das Cortinas (PRP); o advogado Mario Monteiro, Liliane Monteiro e Leônidas Mendes Filho, representando a coligação Mãos que Trabalham; os advogados Wellington Valente e Vinícius Monteiro, representando a coligação majoritária Todos por Parauapebas; e demais representantes das coligações proporcionais.

O acordo foi homologado pelo juiz eleitoral presente após estarem todos os representantes e representados cientes de que a desobediência do acordado poderá levar o(s) infrator (es) às punições que preceitua o artigo 347 do Código Eleitoral.

Conheça os partidos e estados brasileiros campeões em acusações criminosas

Mato Grosso, Alagoas, Amazonas e Rondônia têm mais da metade de seus representantes no Congresso sob investigação. PRB, PP, PMDB, PSC e PR estão entre os partidos com maior percentual de investigados

Edson Sardinha e Sylvio Costa, Congresso em Foco

A relação das quase duas centenas de parlamentares que respondem a ações que tramitam no Supremo Tribunal Federal (STF) é democrática: reúne desde políticos sem grande expressão, do chamado “baixo clero”, até ocupantes de funções de destaque no Congresso. São 13 presidentes de comissões permanentes, nove líderes partidários, sete titulares ou suplentes da Mesa Diretora, oito membros da CPI do Cachoeira e 20 integrantes do Conselho de Ética da Câmara e do Senado, além de uma infinidade de ex-governadores e ex-prefeitos.

partidos políticos investigados

Mato Grosso é o estado com maior número de políticos processados. E o PMDB o partido com maior número de encrencados. Em quatro estados, mais da metade da bancada federal responde a acusações no STF: Mato Grosso, Alagoas, Amazonas e Rondônia. O caso mais crítico é de Mato Grosso, que tem oito de seus 11 representantes no Congresso (73%) às voltas com denúncias criminais.

Só cinco dos 22 partidos com assento no Parlamento federal não possuem representantes acusados criminalmente, mas são bancadas pouco expressivas do ponto de vista numérico.

partidos investigados

PRB, PP, PMDB, PSC e PR estão entre os partidos com maior percentual de investigados

A maior delas é a do Psol, que tem três deputados e um senador. Proporcionalmente, os partidos mais encrencados são, em ordem decrescente, o PRB, o PP, o PMDB, o PSC e o PR. Varia entre 50 e 40% o percentual de parlamentares desses partidos que estão sob investigação. Isso para não falarmos dos nanicos PMN e PRP, que atingiram 100%. Têm um só deputado cada, e ambos respondem a denúncias no STF. Em números absolutos, o PMDB mantém confortável liderança, seguido por PP, PT, PSDB e PSD.

Coligações que disputarão a eleição em Parauapebas:

Candidato majoritário: José das Dores Couto – Coutinho (PT) – tendo como vice Bel Mesquita (PMDB)

PT

PMDB

PP

PPS

PSC

PC do B

PSB

PTC

Proporcional: PT/PPS/PTC/ ;  PMDB/PSC; PP/PSB,

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Candidato majoritário: Valmir Mariano Queiroz (PSD) – tendo como vice Ângela Pereira (PTB)

PSD

PSDB

PSDC

PV

PTB

PHS

PR

 

Proporcional: PSD/PHS; PSDB/PTB; PSDC/PV/PR

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Candidato majoritário: Adelson Fernandes (PDT) – tendo como vice Josenildo Silva (PRTB)

PDT

PRTB DEM PPL PTN

Proporcional: todos os partidos desta coligação majoritária estão também na proporcional

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Candidato majoritário: Rui Hidelbrando Alves dos Santos  – Vassourinha (PRB) – tendo como vice Mirian Montelo (PRB)

PRB

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Candidato majoritário: Francisco Alves – Chico dos Cortinas (PRP) – tendo como vice Rogério, da escola Base Júnior (PRP).

PRP

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Candidato majoritário: Zezinho do Psol (Psol) – tendo como vice Jesse James (Psol).

Psol

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PV voltou!

Em Parauapebas o PV – Partido Verde saiu hoje da coligação do PSD e agora apoia Coutinho (PT). Na proporcional o PV deve coligar com o PPS na busca por uma ou mais das quinze vagas na Câmara de Vereadores em 2013.

PPS

O PPS em Parauapebas está com a coligação encabeçada por PT e PMDB. Essa atitude do Diretório Municipal do PPS, que tem como presidente o eclético Cláudio Feitosa, vem em consonância com uma frente constituída em Marabá que pretende eleger o deputado João Salame como prefeito de Marabá. Muito foi oferecido ao PPS em Parauapebas para que o partido local caminhasse em lado oposto ao de Marabá. Todavia, as chances de Salame no município vizinho aumentaram muito e hoje há consonância nos discursos proferidos por Salame quando esteve a frente da luta pela criação do Estado do Carajás e os partidos que lhe garantem sustentação para brigar de igual com o candidato do governador e o atual prefeito em Marabá.

Em Marabá, assim como em Parauapebas e em vários outros municípios do sul e sudeste paraense, PT,PMDB e PPS, entre outros, estão juntos contra a inerte máquina de Jatene no sul do estado e contra os que são apoiados por ele.

Eleições 2012: distribuição do tempo de rádio e TV destinado aos partidos políticos para a propaganda eleitoral

Em 2012 teremos eleições para os cargos de Prefeito, Vice-Prefeito e de Vereador, que ocorrerão no dia 07 de outubro, porém, nos municípios com mais de 200.000 eleitores, tratando-se das eleições de Prefeito e Vice-Prefeito, se nenhuma chapa alcançar a maioria absoluta dos votos, será realizado o 2.º turno no dia 28 de
outubro.

A propaganda eleitoral em rede e sob inserções, de que tratam artigos 47 caput e incisos VI e VII, e 51, caput e incisos I a IV, da Lei nº 9.504/97, será realizada no período de 21 de agosto a 4 de outubro, no rádio e na televisão.

A  propaganda eleitoral em rede é veiculada em dois períodos diários de 30 minutos cada, exceto aos domingos, sendo:

I – às segundas, quartas e sextas, para a eleição de Prefeito e Vice-Prefeito;
II – às terças, quintas e sábados, para a eleição de Vereador;

Já para a veiculação de propaganda eleitoral sob a modalidade de inserções os partidos e coligações tem trinta minutos diários, inclusive aos domingos, com destinação exclusiva do tempo para a campanha dos candidatos a Prefeito e Vice-prefeito, a serem usados em inserções de até sessenta segundos, distribuídas ao
longo da programação das emissoras entre as oito e as vinte e quatro horas (horário de Brasília), a partir do plano de mídia elaborado pelos representantes dos partidos, coligações e emissoras.

A distribuição dos horários reservados à propaganda eleitoral em rede e sob inserções de cada eleição é feita entre os partidos políticos e as coligações que tenham candidato e representação na Câmara dos Deputados, observados os seguintes critérios:
a) um terço, igualitariamente;
b) dois terços, proporcionalmente ao número de representantes na Câmara dos Deputados, considerado, no caso de coligação, o resultado da soma do número de representantes de todos os partidos políticos que a integram.

A representação partidária para fim de propaganda eleitoral, conforme dispõe o art. 47, § 3.º, da Lei n.º 9.504/97, corresponde à representação de cada partido político na Câmara dos Deputados resultante da sua última eleição.

Na eleição de 2010 a bancada resultante da eleição foi a seguinte: PT (88), PMDB (78), PSDB (54), DEM (43), PP (41), PR (41), PSB (34), PDT (28), PTB (21), PSC (17), PC do B (15), PV (15), PPS (12), PRB (8), PMN (4), PSOL (3), PT do B (3), PHS (2), PRTB (2), PRP (2), PTC (1), PSL (1), totalizando 513 Deputados Federais.

Não obtiveram representação os partidos PSTU, PTN, PCB, PSDC e PCO.

Por terem registrado seus estatutos no TSE em 27.09.2011 e 04.10.2011, respectivamente, o PSD e o PPL não participaram do pleito de 2010.

Em uma simulação que contempla a participação no pleito dos vinte e nove partidos registrados no Tribunal Superior Eleitoral e observando os critérios estabelecidos pelos §§ 2º e 3º do artigo 47 da Lei nº 9.504/97, apresentamos o tempo mínimo ( o tempo será distribuído entre os partidos que efetivamente participarem das eleições ) de rádio e televisão que cada partido terá direito durante o horário eleitoral em rede, para cada período diário, nas eleições de 2012 de Prefeito e Vice-Prefeito:

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É importante ressaltar que, para esta simulação, foi adotada a representação de cada partido político na Câmara dos Deputados, resultante da última eleição, ocorrida em 3/10/2010. Como na eleição municipal o tempo destinado à propaganda eleitoral majoritária é o mesmo da eleição proporcional, a simulação acima também se aplica para o cargo de Vereador.

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Obs.: Devido ao pouco tempo de criação, o PSD ainda não tem confirmado o tempo de TV. O pedido do partido para ter incluído tempo para as eleições de 2012 ( petição número 174.793 ) está na pauta do Tribunal Superior Eleitoral aguardando para ser votado, fato que deve ocorrer até a próxima semana. A justiça eleitoral pode deferir que o Partido Social Democrático tenha um tempo de TV, baseado na bancada atual. O partido possui 47 representantes na Câmara Federal.

Buscando afogar as esperanças do PSD e dos seus filiados em conseguir um tempo de TV favorável para as eleições, líderes do DEM, PMDB, PSDB, PR, PPS, PP e PTB na Câmara Federal entraram com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal (STF). A ação visa exigir o cumprimento dos critérios legais sobre tempo da propaganda eleitoral no rádio e na TV, que assegura apenas aos partidos que elegeram deputados federais nas últimas eleições o direito aos 2/3 do tempo da propaganda.

O pedido do PSD foi colocado em votação no TSE na última quinta-feira, Mas o ministro Dias Toffoli pediu vistas. Na primeira parte do julgamento, antes do pedido de vista de Dias Toffoli, além da manifestação do relator, o PSD contou com o voto favorável do ministro Marco Aurélio Mello, enquanto Arnaldo Versiani deu parecer contrário.

Com informações do TSE

A importância do partido nas eleições

Em um marketing político cada vez mais centrado na figura do candidato, o partido político continua a ser um ator relevante no processo eleitoral?

Por Gustavo Müller
Embora o marketing político das campanhas eleitorais modernas esteja centrado cada vez mais na figura do candidato, o partido político continua a ser um ator relevante no processo eleitoral. É inegável que as rápidas transformações sociais ocorridas nos últimos anos tenham diluído a identificação do eleitor com algum partido político. Isso acontece tanto nas democracias avançadas como a norte-americana e as europeias, como nas democracias mais recentes como a brasileira.

Não obstante, o papel do partido político não se reduz ao de uma entidade formal. Evidentemente, não existem candidaturas sem um vínculo partidário prévio, ou seja, nenhum candidato pode concorrer a uma eleição sem que esteja filiado a um partido político. Mas, além deste aspecto formal, existem outras funções essenciais cumpridas pelos partidos em uma eleição.

Sintetizador de informações
Uma das funções cumpridas pelos partidos políticos é fornecer para os eleitores, informações sintéticas a respeito das possíveis políticas públicas a serem adotadas em caso de vitória eleitoral. Como se sabe, o grau de interesse dos eleitores pela política é variável. A imensa maioria possui pouco interesse. O número de eleitores que possuem bastante interesse por questões políticas é muito reduzido.

O grau de interesse pela política, também determina o nível de informação. Quanto mais interessado, mais informado o eleitor é. Porém existe uma parcela significativa desse eleitorado que se situa na metade do caminho entre os desinteressados e os muito interessados. Para essa parcela do eleitorado, o label partidário (legenda), é uma importante fonte de informação.

Através do label os eleitores adquirem informações sobre o comportamento que podem esperar do partido e de seu candidato. A título de exemplo, tomemos as palavras “socialista” e “liberal”. Partidos que tragam na sua legenda a palavra “socialista”, são percebidos pelos eleitores como partidos (e candidatos) que, no governo, atuarão de forma a enfatizar o papel do Estado na economia e na distribuição de renda.

Dessa forma, eleitores que esperam uma maior assistência por parte do Estado tenderão a votar no partido cujo label fornecer essa informação. De modo oposto, para eleitores que esperam um Estado mais enxuto e menos intervencionista, partidos que tragam no seu label a palavra “liberal”, serão bem vistos. O partido como mobilizador de recursos e puxador de votos

Além de sintetizar informações para uma parcela do eleitorado, os partidos cumprem funções concretas numa campanha eleitoral. A primeira dessas funções é a mobilização de recursos. Os recursos mobilizados pelos partidos políticos não são apenas financeiros. Evidentemente, esse tipo de recurso é fundamental numa campanha, e, de acordo com a legislação eleitoral brasileira, os fundos partidários, constituídos através de dinheiro público, representam uma parte do financiamento das campanhas eleitorais.

Contudo, também existem outros recursos mobilizados pelos partidos. O principal deles é o horário gratuito de propaganda no rádio e na televisão. Esse horário é distribuído para os partidos de acordo com o tamanha de suas bancadas no legislativo.

Quanto maior o tamanho da bancada, maior será o tempo que o partido terá para sua propaganda partidos de acordo com o tamanho de suas bancadas nos legislativos. Quanto maior o tamanho da bancada, maior será o tempo que o partido terá para sua propaganda. Isso significa que o partido que tiver mais tempo terá mais oportunidade para tentar conquistar o eleitor. Mas o espaço na propaganda gratuita também pode ser aumentado por meio de coligações. Desta forma, partidos médios e pequenos podem ganhar um espaço um pouco maior em relação ao espaço que teriam direito concorrendo sozinhos.

Um outro exemplo de mobilização de recursos é oriundo das chamadas “máquinas partidárias”. Partidos que possuam uma ampla rede de filiados ou  um grande número de parlamentares, são partidos que dispõem de recursos humanos que podem ser mobilizados numa campanha eleitoral.  Já com relação ao “puxador de voto”, existem circunstâncias nas quais o label partidário atua de forma mais intensa, e ocasiões nas quais o que conta é uma personalidade vinculada ao partido. Porém em ambos os casos, o partido representa um instrumento fundamental.

O efeito do “puxador de voto” se concretiza nas eleições para os legislativos de duas maneiras: através do voto na legenda e através das votações pessoais dos candidatos. O somatório desses dois fatores eleva o percentual pertencente ao partido no quociente eleitoral, fórmula matemática utilizada para a distribuição de cadeiras no legislativo. Desse modo, um candidato ao parlamento que não obteve uma quantidade de votos para se eleger, pode ser beneficiado com a expansão do quociente eleitoral partidário.

O outro exemplo de “puxador de voto” ocorre quando um determinado candidato obtém, por sua popularidade, uma votação excepcional. Nesse caso pode se argumentar que a votação se deve aos atributos pessoais do candidato, o que é verdade. Mas o benefício desta votação se dissemina para outros candidatos através do partido. O que se pode concluir desta argumentação é que, com maior ou menor visibilidade, existe uma relação de interdependência entre partidos e candidatos. Não existem candidatos sem partidos, e nem partidos sem candidatos.,