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Parauapebas é a cidade que mais exportou no ano

O volume de venda externa do município somou US$ 5,271 bilhões entre janeiro a julho deste ano, segundo o MDIC. O local, sede da maior mina de ferro da Vale  do distrito de Carajás, também registrou o maior superávit comercial no período, de US$ 5,112 bilhões.

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) informou hoje os cinco municípios brasileiros que mais exportaram de janeiro a julho deste ano. E primeiro lugar está a cidade de Parauapebas, no Pará, ao vender US$ 5,271 bilhões no período, seguido por São Paulo (US$ 5,201 bilhões), Santos-SP (US$ 3,880 bilhões), Rio de Janeiro-RJ (US$ 3,413 bilhões) e Angra dos Reis-RJ (US$ 3,024 bilhões).

Parauapebas-PA registrou também o maior superávit comercial do período, com US$ 5,112 bilhões, segundo o MDIC. O município foi seguido por Santos-SP (US$ 3,088 bilhões), Nova Lima-MG (US$ 2,082 bilhões), Paranaguá-PR (US$ 1,736 bilhão) e Anchieta-ES (US$ 1,724 bilhão).

Na lista dos municípios que mais importaram nos primeiros sete meses de 2013, São Sebastião-SP (US$ 8,697 bilhões) aparece na primeira posição, seguido de Manaus-AM (US$ 7,933 bilhões), São Paulo-SP (US$ 7,811 bilhões), Rio de Janeiro-RJ (US$ 5,892 bilhões) e São Luís-MA (US$ 3,967 bilhões).

Nota de esclarecimento da Prefeitura de Parauapebas sobre manifestação dos moradores do Nova Vitória

Sobre a manifestação dos moradores da área conhecida como Nova Vitória, a Prefeitura de Parauapebas informa:

O prefeito Valmir Mariano recebeu uma comissão de moradores em seu gabinete para ouvir as demandas dos manifestantes. Estavam presentes representantes do Gabinete do Prefeito, Secretaria Municipal de Habitação (Sehab), Secretaria Municipal de Obras (Semob), Secretaria Municipal de Educação (Semed), Serviço Autônomo de Abastecimento de Água e Esgoto de Parauapebas (SAAEP), Assessoria de Comunicação Social (Ascom), Procuradoria Geral do Município (PGM), Ouvidoria Municipal, Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semurb), Polícia Militar, Vereador Arenes e representantes dos moradores.

Os moradores foram informados que a Prefeitura está impossibilitada legalmente de atuar na área, que pertence ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e está em processo de litígio. No entanto, foram firmados alguns compromissos entre Prefeitura e moradores para garantir a melhoria da qualidade de vida daquelas pessoas.

Entre os compromissos, está o acompanhamento da procuradoria ao processo relativo à área. O município não irá motivar nenhuma desocupação no local até que a situação esteja devidamente encaminhada. Deverá ser marcada uma visita ao Incra na sexta-feira. Outra ação será o cadastramento das famílias para participação em programas habitacionais do município. Caso o Incra ceda a área ao município e os moradores deixem o local em virtude de participação em algum programa habitacional, poderão receber indenização relativa unicamente às benfeitorias realizadas até a data de hoje.

Também foi garantido o transporte para os estudantes da rede pública municipal de ensino que residem no Nova Vitória. Uma equipe da Sehab irá visitar a área e fazer um levantamento inicial do número de famílias. O objetivo é garantir que o cadastro seja realizado com os atuais moradores e impedir que outras pessoas se aproveitem da situação para aumentar a ocupação irregular.

A Prefeitura reforça seu compromisso com a redução do déficit habitacional do município, mas reafirma seu posicionamento de não compactuar com ocupações irregulares e crimes ambientais. Todo cidadão interessado em participar dos programas habitacionais do município pode realizar seu cadastro na Sehab. O setor de cadastro está localizado na Rua O nº 326, Bairro União. Em média, são cadastradas mil pessoas por mês e o atendimento ocorre de segunda a sexta-feira, no horário comercial.

Após realização do cadastro, ocorre a visita para averiguação das informações fornecidas e diagnóstico de prioridade de atendimento nos projetos habitacionais.

Prefeitura Municipal de Parauapebas
Assessoria de Comunicação Social

DMTT informa interdições no trânsito durante a cavalgada em Parauapebas

No próximo sábado (24), ocorrerá a Cavalgada 2013, evento que integra as programações da Feira de Agronegócios de Parauapebas (FAP).

A cavalgada terá o seguinte percurso: o ponto de saída será o viaduto, de onde as comitivas seguirão pela Rodovia PA 275 até a rotatória do quartel da PM, ponto em que irão entrar na Rua E até a Rua 5 e depois seguirão na contramão da Rua A, subindo pela Faruk Salmen em direção ao Parque de Exposições Lázaro de Deus.

Mapa Cavalgada (1)

Durante o evento, o Departamento Municipal de Trânsito e Transporte (DMTT) vai realizar alguns bloqueios de vias e solicita que a população fique atenta e respeite as interdições que ocorrerão temporariamente em virtude da cavalgada.

Um efetivo de 20 agentes de trânsito estará atuando nos pontos que serão interditados ao longo do percurso da cavalgada. Além disso, equipes do Detran e da Polícia Militar auxiliarão no que for preciso.

Nota da Semurb sobre a desocupação do Loteamento Ipiranga

A respeito da desocupação de uma área de preservação permanente, ocorrida na manhã desta terça-feira (20), nas proximidades do loteamento Ipiranga, ao lado do Tropical, a Prefeitura de Parauapebas esclarece o seguinte:

A desocupação da área acima citada foi uma determinação da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semurb), em cumprimento a uma demanda de ocupações que vêm ocorrendo em áreas impróprias para a moradia.

De acordo com a coordenação do setor de fiscalização e de desmobilização, desocupação e reintegração de posse da Semurb, foi utilizado o apoio de cerca de 50 homens das secretarias municipais de Obras (Semob), de Meio Ambiente (Semma) e de Serviços Urbanos (Semurb); da empresa Clean Gestão Ambiental e da Polícia Militar.

As famílias que ocupavam os 23 barracos, além de ocupar área de preservação permanente, estavam cometendo crime ambiental, aterrando e jogando dejetos nas nascentes de um pequeno igarapé na referida área ocupada, composta por açaizeiros.

Esta foi a terceira vez, num prazo de três meses, que aquelas famílias ocupam o espaço, mesmo orientadas que a área é de preservação ambiental, e por isso não pode ser ocupada com construções e destruição das árvores existentes.

Segundo a Procuradoria Geral do Município, a prefeitura tem poderes, sem necessidade de mandado judicial, para desocupar área de sua propriedade, de acordo com a Lei Orgânica do Município e art. 1.210 e parágrafo 1º, do Código Civil, Lei nº 1.040/02.

A maioria das famílias que ocupavam a área de preservação permanente no loteamento Ipiranga já fez cadastro junto à Secretaria Municipal de Habitação (Sehab), para aquisição de moradia. As famílias em situações vulneráveis serão atendidas pela Secretaria de Assistência Social (Semas).

A Sehab conta com projetos habitacionais variados e o processo de participação em qualquer um deles começa pelo setor de cadastro, localizado na Rua O nº 326, Bairro União. Em média, são cadastradas mil pessoas por mês e o atendimento ocorre de segunda a sexta-feira, no horário comercial.

Os interessados em conquistar moradia digna precisam fazer a inscrição no setor de cadastro e poderão ser beneficiado se estiveram dentro dos critérios pré-determinados por lei, destacando-se, entre eles, morar em Parauapebas há pelo menos três anos, ter renda familiar de 0 a 3 salários mínimos e não possuir imóveis registrados em seu nome.

Após realização do cadastro, o possível beneficiário recebe visita para averiguação das informações fornecidas e diagnóstico de prioridade de atendimento nos projetos habitacionais. Em muitos casos são identificadas durante as visitas famílias que precisam de atenção social especializada, situação que é encaminhada para os assistentes sociais da Sehab.

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Um bando de Nicolaus

Passados 230 dias da posse do prefeito Valmir Mariano em Parauapebas o que se vê é que o homem ainda não assumiu o cargo, ou pelo menos não se investiu gestor.

Restando pouco mais de 130 dias para o fim do ano o sentimento é que este já está perdido. Pouco, muito pouco foi feito até agora. E pelo rumo que vem tomando a administração Valmir Mariano, muito pouco será feito.

Tenho conversado bastante com pessoas ligadas ao governo e posso afirmar que as perspectivas não são nada boas. Nunca antes na história política de Parauapebas se viu tanta desordem administrativa. Não há rumo, não há acertos, não há direcionamentos. O governo é um Deus nos acuda, uma casa de Mãe Joana onde todos mandam e ninguém obedece!

Quais motivos teriam levado um governo eleito sob forte aclamação popular a se transformar nesse pandemônio de sandices administrativas? Seria o fato de termos um prefeito empresário e que pouco, muito pouco, sabe de política?

A resposta, em minha opinião é simples. Histórico político!

Parauapebas, desde seu primeiro governo, teve um ente político que resolvia todas as situações que por ventura poderiam trazer embaraços aos governantes. Foram os casos de Welney Lopes nos governos Faisal e Bel Mesquita, Junior Romão no governo Chico das Cortinas e Hernandes Margalho no governo Darci Lermen. Tais figuras, embora inferiores hierarquicamente aos prefeitos, tratavam com fornecedores, vereadores e demais políticos como se gestores fossem. E, o mais importante, eram respeitadas por eles e poucas vezes suas ações foram desautorizadas pelos chefes de direito. Nesse governo, digamos, paralelo, a carruagem seguia e a engrenagem funcionava.

No governo Valmir Mariano essa figura inexiste até o momento e aí está a causa de tantos transtornos. Vários tentaram se impor como essa figura e isso trouxe um desgaste interno na gestão. Vendo que seu intento não se concretizava, os candidatos a primeiro-ministro deixaram de lado o desejo e passaram a perseguir àqueles que almejavam o cargo.

Não citarei nomes para que não ocorra qualquer tipo de constrangimento, todavia posso afirmar que tal intenção passou pela cabeça de políticos, assessores, secretários, empresários e fazendeiros. Ninguém se firmou. Daí começou o fogo amigo dentro do governo.

Valmir, na sapiência que sua sexagenária idade lhe concedeu, preferiu olhar de longe o que acontecia. Um fato temos que ressaltar: em campanha, Valmir nunca disse que era político, preferindo ser chamado de empresário de sucesso, afirmando sempre que usaria esse conhecimento empresarial para colocar Parauapebas nos eixos.

Contudo, o empresário de sucesso não soube, até o momento, tratar com vereadores e subordinados.

Com o legislativo, por falta de habilidade política, o prefeito mantém a distância exata exaltada por aqueles que defendem uma relação paralela à de sogra: “que não more não tão longe para que ela venha com as malas, mas também não tão perto para que ela venha de chinelinho”. Trata alguns com desdém e permite intervenções e palpites de outros, não sabendo ele que vereador é vereador desde que o mundo é mundo. Ainda mais nessa atual Câmara, onde o fisiologismo é aquele da “farinha pouca, meu pirão primeiro”.

Mostrado o problema, aponta-se a solução. Quanto ao legislativo, o prefeito deve manter relação cordial e pacífica. Já que não tem aquela figura acima citada, que se mantenha a responsabilidade. Esqueça vereador sanguessuga que só quer colocar equipamentos de amigos na Semob; que tenta derrubar secretário com o simples objetivo de emplacar um dos seus no lugar; que quer mandar mais que o próprio prefeito. Em Parauapebas a base aliada é a que mais cobra, que mais dá palpite (quase sempre errado); que fala mal do governo quando devia defendê-lo. Tem vereador da base aliada que acredita piamente que Valmir só se elegeu porque teve seu apoio, quando na verdade foi o contrário.

Com os subordinados, Valmir mantém uma relação que aos poucos está se tornando de ódio. Nenhum secretário se sente confortável e isso vem trazendo desgastes irreparáveis. Fazendo jus ao título deste artigo, o que temos hoje na administração são verdadeiros Nicolaus. Alguns desvirtuados para o lado do juiz (Nicolau dos Santos Neto), outros para o do fundador do pensamento e da ciência política moderna (Nicolau Maquiavel).

Os que se baseiam no primeiro buscam a todo custo a satisfação financeira. Os que apelam para o segundo, ateiam gasolina na fogueira política instalada pela falta de visão do gestor. Ambos esquecem que governo é um todo, que não adianta o SAEEP funcionar se a SEMOB não conseguir emplacar obras que distribuam água à população. Que não adianta a educação ser de vanguarda se nossos alunos estão passando mal em virtude de uma saúde deficiente. Governo é conjunto e todas as secretarias e autarquias são dentes de uma grande engrenagem. Quando um deles se quebra o funcionamento dessa máquina governamental é prejudicado e tende a forçar os outros dentes, na maioria das vezes quebrando-os.

Um governo onde a intriga prevalece nunca chegará a lugar algum. O povo precisa de esperança, vive disso. Não é justo que os próprios agentes políticos colocados nos cargos para que tal esperança seja executada demonstrem uma total falta de habilidade com a coisa pública. Tá certo que uma empresa privada é diferente da pública, mas convenhamos, já se passaram oito meses e isso ainda não foi absorvido?

Mostrando o problema, aponta-se a solução. O prefeito precisa urgentemente reorganizar a casa fazendo novas aquisições ou trazendo para um objetivo comum aqueles que escolheu. É preciso banir de vez certas figuras que falam em nome do prefeito e conscientizar colaboradores de que o governo é uno e só com esse pensamento os intermináveis recursos serão bem aplicados, tornando essa rica cidade em uma cidade feliz. É preciso sabedoria para diagnosticar problemas e sabedoria maior para aplicar o tratamento. Até o momento o que se viu foram diagnósticos equivocados e tratamentos errados.

É preciso que o prefeito assuma definitivamente as rédeas do governo e trate a coisa pública como tratou sua empresa, quando delegou poderes, cobrou ações, manteve a cordialidade e o respeito com os colaboradores. O que diferencia a coisa pública da privada é a forma política como se trata a gestão, os objetivos. Na iniciativa privada visa-se o lucro, na publica esse lucro é o bem estar da população. É preciso que o prefeito use,agora, toda a sua experiência adquirida ao longo dos anos na iniciativa privada para administrar Parauapebas.

Dentro desse governo existem pessoas capazes, experientes e com traquejo político. Cabe ao prefeito, que se diz formador de equipe, construir essa equipe de forma que absurdos políticos administrativos não aconteçam mais. Essa ação não pode mais esperar. Valmir é conhecido por ter um tempo diferente dos demais, o tempo de agir chegou.

Água, saúde, educação, habitação, trânsito, falta de perspectivas futuras na economia… os problemas são muitos, não há a necessidade de que outros sejam criados. É preciso ajustar a engrenagem, lubificá-la, colocá-la no rumo. Se isso for feito talvez Parauapebas aprenda a seguir em frente sem o despotismo apresentado em gestões anteriores e sim com verdadeiros estadistas que buscam o bem estar de seu povo.

Secretarias vão consumir água envasada pelo SAAEP a partir de setembro

COPO 3O SAAEP – Serviço Autônomo de Água e Esgoto de  Parauapebas passará a fornecer água potável envasilhada a partir do dia 15 de setembro.

O processo de montagem está avançado, pois estão sendo construídas as instalações e contratados os profissionais necessários para o funcionamento da novidade que está sendo implantada pelo SAAEP.

Manoel Vasconcelos, membro da equipe de químicos do SAAEP, explicou que a água envasilhada será proveniente de poços profundos tratada e inspecionada por empresa privada, garantindo assim a qualidade final do produto.

O sistema consiste em envasar a água produzida em recipientes tipo copos de 250 ml para serem distribuídos nas secretarias municipais e demais repartições públicas do município.

O próximo passo, afirmou o diretor operacional do SAAEP, Sérgio Ferreira Barbosa, será envasilhar a água em galões de 20 litros, próprios para utilizar em bebedouros, o que dará ao público a oportunidade de também ingerir desta água nas repartições públicas. Mas a proposta vai mais além. O SAAEP pretende, em curto prazo, padronizar os bebedouros das escolas públicas municipais para que possam ser abastecidos com água potável fornecida pelo sistema de água do município.

“Esta água será distribuída para as secretarias sem nenhum custo e nosso principal objetivo é dar ciência da pureza de nosso produto, pois se nós do governo a consumimos é uma prova de que de fato confiamos”, afirmou o coordenador do SAAEP, Gesmar Costa, que se prepara para inaugurar o sistema até o dia 30 deste mês. O primeiro lote de copos da água envasilhada deverá ser entregue até o dia 15 de setembro.

Profissionais do setor cultural passam por qualificação técnica no Sudeste do Pará

Oficina_de_Iniciação_Teatral-_Parauapebas_-_Foto_Fernanda_Rossoni_2_1Profissionais que atuam no ramo cultural em Parauapebas e Tucumã estão participando de oficinas em gestão e empreendedorismo na área, por meio do Programa Cultural de Tucumã e Parauapebas.  A iniciativa da Fundação Vale, patrocinada pela Vale, é resultado de parceria com o Ministério da Cultura, por meio da Lei Rouanet e prefeituras. “Nosso objetivo é lançar as bases para que os empreendedores culturais, produtores, gestores culturais e artistas alavanquem de forma sólida, autossustentável e autônoma os seus ofícios, e com isso incentivar o desenvolvimento da cultura local”, afirma o gerente de cultura da Fundação Vale, Eduardo Maciel. 

Um dos focos do programa é estimular os participantes a identificar as potencialidades dos territórios onde atuam, formar redes culturais, formatar e gerenciar projetos. Nas oficinas os participantes estão conhecendo as novas modalidades de financiamentos culturais e as ferramentas que devem usar para captar recursos e viabilizar seus projetos. Além disso, estão aprendendo como executar os aspectos fiscais, tributários e prestação de contas. 

Enquanto esta turma se prepara para estruturar e movimentar o cenário cultural local, um outro grupo exercita seus talentos em oficinas paralelas. Crianças e adolescentes de 9 a 15 anos estão estudando iniciação teatral e técnicas circenses. Nas aulas de teatro eles aprendem técnicas de voz, corpo, encenação e dramaturgia. Já nas de circo os exercícios utilizam todos os espaços da sala e vão desde as acrobacias de solo às acrobacias aéreas, tudo orientado pelos profissionais do Circo Crescer e Viver, do Rio de Janeiro. Uma vez por semana as turmas se encontram e desenvolvem atividades comuns às duas disciplinas. 

Da sala de aula para os palcos

Tanto em Parauapebas quanto em Tucumã os resultados de todo esse processo de formação serão apresentados para a comunidade numa mostra de encerramento. O evento deve revelar talentos e dar início a uma nova etapa na cena cultural da região. “A expectativa é a de gerar um efeito multiplicador, para que os municípios tenham ainda mais profissionais atuando na produção de cinema, teatro, circo, cultura digital, dança e educação patrimonial”, avalia Eduardo Maciel. 

Parauapebas: Feira da Catira encerra com resultado surpreendente de R$ 147 mil em negócios

A Feira da Catira foi realizada neste sábado (17) das 8:00 às 17:00 horas no Parque de Exposição Lázaro de Deus Vieira, evento este, que já antecede a programação da 9ª Feira de Agronegócios de Parauapebas- (FAP) que este ano vem com o tema: União Força e Trabalho: O Agronegócio Unindo Forças Para Gerar Desenvolvimento”.

A Feira da Catira contou com uma programação festiva e movimentou o comércio de animais bovinos, suínos e granjeiro como também objetos que compõem montaria e tralhas de animais. De acordo com Luciano Sartório o organizador da feira, o objetivo foi primeiramente integrar mais os ruralistas e em seguida movimentar a economia através do agronegócio. “O que é mais satisfatório é poder unir famílias para um momento como este de descontração”. Disse Luciano.

_DSC0605 (Copy)Para Marcelo Aires Catalão presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Parauapebas (SIPRODUZ), o resultado econômico foi surpreendente pois ultrapassou os valores da feira de 2012. “Este momento estamos satisfeitos coma a união de todos que sempre estão com a diretoria para realizarmos uma feira de tão alta qualidade e bons resultados” relatou Marcelo.

De acordo com a organização da Feira da Catira 2013 o rendimento em negócios foi de aproximadamente R$ 147 mil reais valores que animaram os participantes. Uma prova surpresa de rodeio foi organizada para comemorar o resultado do evento.

Fonte: ASCOM FAP 2013

Valha-me Deus!!!

O prefeito de Parauapebas Valmir Mariano Queiroz continua sua saga pela formação de um grupo que o ajude a administrar a milionária Parauapebas e proclame digno merecedor do cargo para o qual foi eleito.

Hoje a troca aconteceu na Comissão Processante de Licitações – CPL-, o belenense João Carlos, que há pouco menos de quatro meses assumiu o cargo foi surpreendido logo pela manhã por um assessor do prefeito com o bilhete azul na mão. Sabe-se lá por quais motivos, o assessor estava acompanhado da polícia administrativa da PMP e a ordem é para quem ninguém ou nenhum documento saísse da sala sem autorização expressa da autoridade policial.

A atitude, no mínimo muito deselegante, deixou a todos perplexos. Enquanto isso sua excelência, o prefeito, visitava a Zona Rural em companhia de sua comitiva.

O sucessor de João Carlos ainda não foi anunciado, .

Ainda na manhã de hoje, pelos corredores do Morro dos Ventos, outra notícia bombástica se espalhava: Jover, o (desculpem-me, mas não sei como qualificar esse rapaz, pois só tenho conhecimento de que o mesmo era o agente financeiro da campanha vitoriosa do prefeito Valmir) assumirá a Secretaria de Finanças no lugar do empresário José Rinaldo de Carvalho.

Quando soube da notícia lembrei-me de que minha falecida mãe volta e meia me lembrava: “filho, me diga com quem andas e direi quem és tu”. Lembrei-me disso pois sou sabedor que o prefeito Valmir é uma pessoa séria e deve saber das qualidades de Jover para o cargo, sem dúvidas ele tem conhecimento já demostrados para assumir pasta tão importante no governo. Para tanto é só lembrar que todos os recursos advindos da campanha de Valmir foram bem administrados e nenhum credor tem procurado o prefeito para questionar isso ou a procura de receber atrasados.

Financista que é, Valmir deve ver em Jover a solução para os problemas financeiros de Parauapebas, ou, sabe-se lá, vê no novo futuro dono das chaves dos cofres, a pessoa com quem se pode tratar na administração, assim como foram, brilhantemente, Welney Lopes nos governos Faisal e Bel, e Hernandes Margalho nos governos Darci Lermen.

Oxalá, Jover seja capaz de tão nobre função e que nenhum aparato policial tenha que guarnecer as portas da Sefaz quando de sua saída, fato que está se tornando corriqueiro quando se efetiva trocas no atual governo. Esse negócio de “ninguém sai nem muda o nome” quando se troca alguma peça do governo já está virando chacota e tem que acabar.

Cavalgada FAP 2013

Fap 2013 Cavalgada (2)