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Prefeituras e Estado anunciam ponto facultativo durante o carnaval

Parauapebas
A Prefeitura de Parauapebas, por meio da Secretaria Municipal de Administração (Semad), comunica que será considerado ponto facultativo nas repartições públicas no período de 16 a 18 de fevereiro de 2015, conforme estabelecido no Decreto nº 136/2015.

Os setores considerados essenciais deverão funcionar conforme o estabelecido por suas respectivas secretarias, e dessa forma manter o atendimento no referido período. (Ascom PMP)

Marabá
O prefeito João Salame Neto assinou decreto nesta sexta-feira (13), estabelecendo ponto facultativo nos dias 16 (segunda-feira) e 18 (quarta-feira), considerando a realização das Festas Momescas, segundo o calendário nacional; e que tradicionalmente nos dias de Carnaval não há expediente nas repartições públicas.

O decreto atinge todos os servidores da administração municipal, à exceção dos funcionários da Secretaria Municipal de Saúde, como Centro de Controle de Zoonoses, Vigilância Epidemiológica, Vigilância Sanitária, Hospital Municipal de Marabá, Hospital Materno Infantil, Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Unidades de Saúde e Postos de Saúde.

Também não serão beneficiados pelo ponto facultativo os servidores da área de segurança e vigilância dos prédios e setores públicos municipais como DMTU (Departamento Municipal de Trânsito e Transporte Urbano), servidores do setor de limpeza pública, servidores do EAP (Espaço de Acolhimento Provisório) e Casa de Passagens, todos serviços considerados essenciais à comunidade.

O decreto estabelece ainda que as secretarias não contempladas com o recesso, com o aval da chefia imediata, realizarem o cumprimento de serviços neste período em regime de escala ou rodízio, desde que não haja prejuízo na prestação de serviços à comunidade. (Ascom PMM)

Pará
Em virtude do feriado de Carnaval, o governador Simão Jatene tornou facultativo o trabalho na segunda (16) e na quarta-feira (18), nos órgãos estaduais da administração direta e indireta, autárquica e fundacional do Estado, através do decreto nº 1.226, publicado no Diário Oficial desta sexta-feira, 13. Os serviços essenciais, como arrecadação, saúde e defesa social, não serão afetados pelo decreto. Os servidores dessas áreas trabalharão em regime de escala, para assegurar o atendimento à população. (Secom)

Instituto Hozana Lopes comemora 10 anos de fundação

Para comemorar 10 anos de atuação em Marabá, o instituto Hozana Lopes de Abreu abre nesta quinta-feira, dia 12, a exposição Depois do Espetáculo: Trajetória de 10 Anos. A mostra será na Galeria de Arte Vitória Barros e faz parte do Projeto Biblioteca Viva Dá Liberdade e seguirá até 14 de março.

EXPO HOZANA LOPES

A exposição trará figurinos, acessórios, vídeos entre outros apetrechos que fazem e fizeram a história da instituição, apoiada pela SINOBRAS, e que desenvolve a cultura em Marabá e forma artistas.

A Galeria de Artes Vitória Barros fica localizada à Avenida Itacaiúnas, nº 1519, Novo Horizonte, e a entrada será gratuita.

Deputado Chamon quer Alepa debatendo hidrelétrica de Marabá

Parlamentar apresentou requerimento em que solicita o debate na Assembleia Legislativa

Os impactos socioambientais da construção de mais uma hidrelétrica no Rio Tocantins, em Marabá, merecem ser melhor debatidos pela sociedade e acompanhados de perto pelo Estado do Pará. Este foi o alerta feito da Tribuna da Assembleia Legislativa nesta terça, 10 de fevereiro, pelo deputado estadual João Chamon Neto (PMDB).

Deputado ChamonFoi a segunda sessão ordinária da nova legislatura da Alepa. Em pauta foram amplamente debatidos quatro projetos de lei, além de requerimentos protocolados junto a presidência da casa. Entre os requerimentos está a realização de sessão especial para debater a instalação da hidrelétrica de Marabá e seus impactos socioambientais. O deputado João Chamon foi o requerente. Vários deputados elogiaram o requerimento, que foi aprovado por unanimidade.

Ele discursou sobre o assunto e destacou os impactos socioambientais decorrentes da construção da Usina Hidrelétrica. “Não podemos tapar os olhos para estes impactos. A mesma resultará na perda permanente de parte dos atrativos turísticos das cidades do entorno do lago da Usina, que terão suas praias, balneários, sítios arqueológicos, comunidades ribeirinhas e até mesmo parte do centro urbano perdidos definitivamente em razão do lago da barragem” afirmou.

Em seguida o deputado João Chamon listou os dados do empreendimento, tais como, o fato dele ter sido planejado para ser construído a 4 km da ponte Rodoferroviária do Tocantins; o custo estimado em R$ 12 bilhões, com um prazo de construção médio de oito anos; a capacidade de produção de energia que será de 2.160 MW; a extensão de um lago de 3.055 km – bem maior do que o lago formado pela hidrelétrica de Tucuruí; ainda serão inundados 1.115km² de terras (mais de 110 mil hectares de terras férteis). A nova barragem atingirá municípios em três estados: Pará (Marabá, São João do Araguaia, Bom Jesus do Tocantins, Brejo Grande do Araguaia, Nova Ipixuna, Palestina do Pará); Tocantins (Ananás, Esperantina e Araguatins) e Maranhão (São Pedro da Água Branca e Santa Helena).

Outro ponto tratado pelo deputado como problemática na construção da hidrelétrica foi a navegabilidade do rio Tocantins. “A causa da matriz energética no Pará não é do deputado Chamon, é de todos os parlamentares dessa casa e das lideranças políticas desse Estado. Não tem lógica e não cabe na cabeça de ninguém em sã consciência que se construa uma hidrelétrica e se impeça a navegabilidade do rio. Nós brigamos pelo derrocamento do Pedral do Lourenço buscando a navegabilidade do Rio Tocantins, aí de repente se constrói uma hidrelétrica que impede a navegabilidade do rio, e por que então gastar dinheiro com a derrocagem?” questionou o deputado.

Ele destacou ainda o fato da região ser grande produtora de pescado, e como principal fonte de renda para milhares de famílias em dezenas de municípios na bacia Araguaia/Tocantins, que terão suas atividades enormemente comprometidas; Propriedades e benfeitorias que serão completamente perdidas pela inundação. Destacou ainda que os indígenas da etnia Gavião, localizada na área a ser atingida entre Marabá e Bom Jesus do Tocantins, questionam a legalidade do projeto em terras indígenas, que, segundo seus líderes, carece de medida provisória e alteração na Constituição, em seu artigo 231, parágrafo 6º.

Durante a sessão o deputado Raimundo Santos se manifestou favorável ao requerimento do deputado João Chamon. “O deputado Chamon desde que chegou a casa, desde os primeiros momentos da legislatura atual tem engrandecido a Assembleia Legislativa do Pará. Ele que é um parlamentar comprometido com o povo e especialmente o povo da sua região. No caso do seu requerimento de hoje ele solicita que a Assembleia esteja na vanguarda do debate sobre o projeto da construção das eclusas na hidrelétrica de Marabá. Ora, como é que nós, o povo de Marabá e da região vai permitir mais uma afronta contra a nossa população, colocando mais uma rolha no rio Tocantins para poder socorrer o restante do país com energia elétrica e impedir a navegabilidade do rio Tocantins. Então o deputado Chamon, acha com razão, que só poderemos permitir a construção da hidrelétrica se previamente, desde logo esteja incluído no projeto a segurança da construção das eclusas. Parabéns ao deputado Chamon, e principalmente aqueles que o elegeram enviando a essa casa um parlamentar comprometido, sábio, preparado e que tem uma grande liderança” enfatizou o deputado Raimundo Santos.

De acordo com o deputado Chamon, o Estado tem se eximido de discussões relevantes da Região sul e sudeste do Pará. “Um exemplo disso foi a ALPA, onde por falta de definição sobre a logística de escoamento da produção de aço em Marabá, teve por consequência o atraso de um grande projeto. O Estado do Pará deveria ter exercido nesse período a sua influência e abraçado tanto a siderúrgica, como a hidrovia, pois são essenciais para o seu pleno desenvolvimento” disse. Em seguida ele finalizou reiterando o pedido para realização da sessão solene, que deverá convidar para o debate todos os agentes envolvidos, como a Eletronorte e demais órgãos e autoridades.

Dez anos após morte da missionária Dorothy Stang, Pará ainda vive conflitos violentos no campo

Desde 2005, ano do assassinato da freira, 118 pessoas foram mortas no estado por disputas no meio rural. Entorno de Marabá é uma das regiões mais violentas.

Olivia Haiad (CBN), de Marabá

Dez anos após a morte da missionária americana Dorothy Stang, freira que defendia projetos de assentamento, o cenário ainda é de conflito e violência no campo do Pará. Somente no ano passado, foram mortas oito pessoas no estado, segundo dados preliminares da Comissão Pastoral da Terra. De 2005 a 2014, o Brasil registrou 334 assassinatos no campo. O Pará teve 118, ou 35,3% do total.

A região de Marabá, no Sudeste do estado, é uma das mais violentas. A reportagem da CBN visitou um acampamento no município de Abel no qual vivem 61 famílias. Em janeiro de 2014, dois trabalhadores rurais ficaram feridos após um conflito. Eles alegam ter sido atingidos por seguranças contratados pela siderúrgica Ibérica, dona da propriedade. Os vigias controlam o acesso ao acampamento, com coletes à prova de balas e pistolas, e decidem quem entra e sai.

Líder do grupo de sem-terra, Sebastião da Silva Santos está ameaçado de morte, de acordo com uma lista feita pela Pastoral da Terra. “Todos nós temos medo. Aqui, tem dias que ninguém dorme. A vontade deles (seguranças da fazenda) é nos perseguir”, relata Sebastião.

Sobre o confronto, a siderúrgica Ibérica nega qualquer excesso dos seguranças. Segundo a empresa, um grupo tentou invadir a sede da fazenda e uma pessoa foi atingida por uma arma dos próprios sem-terra.

Em 2005, irmã Dorothy defendia a criação de assentamentos sustentáveis para trabalhadores sem-terra e atuava em Anapu, no Sudoeste do Pará, onde ocorria um conflito semelhante. O lote 55, uma área no centro do acampamento Esperança reconhecida pelo Incra como da União, era alvo de disputa entre fazendeiros e trabalhadores, defendidos pela missionária americana.

No dia 12 de fevereiro daquele ano, Dorothy levou seis tiros em uma estrada de difícil acesso do acampamento. O procurador da República Felício Pontes, que trabalhava com ela pela implantação do assentamento, lembra do perigo que a freira corria:

“Eu falei com ela, na hora em que ela saiu para o local em que morreu. Às 6h, estava com ela no telefone dizendo: ‘Dorothy, não vai’, até porque era um momento em que as coisas estavam acirradas com os fazendeiros.”

Hoje, o assentamento tem capacidade para abrigar 260 famílias e produz, principalmente, cacau, além de pimenta, banana, mandioca, arroz, açaí, feijão e milho. A freira Katia Webster, que trabalhou com irmã Dorothy e permaneceu em Anapu, conta, no entanto, que ainda há ameaças.

“Quando o povo entra em uma área na qual não há fazendeiro, ou aparentemente não há, aparece um dono, e esse dono ameaça. Há pouco tempo, queimaram algumas casas de trabalhadores”, afirma a missionária.

O Incra informou que foram construídas guaritas para o monitoramento das duas principais entradas do assentamento de Anapu.

Ouvidor agrário nacional há 16 anos, o desembargador Gercino José da Silva Filho afirma que os conflitos diminuíram nos últimos anos. Ele contesta os números da Pastoral da Terra e diz que, segundo a ouvidoria, foram apenas nove homicídios no país em 2014.

Entrevista com Lucivaldo Sozinho, CFO na Siderúrgica Ibérica S/A

Lucivaldo SozinhoO Blogger entrevistou Lucivaldo Sozinho (foto), diretor administrativo e financeiro da Funsider S. A,  controladora da Siderúrgica Ibérica S/A, de Marabá, para saber sobre os boatos de que a guseira estaria deixando Marabá. Confira a entrevista:

Zé Dudu – O Distrito Industrial de Marabá está vivendo dias difíceis. Há menos de dez anos funcionavam 11 guseiras. Hoje, estão em funcionamento apenas a Ibérica e a Sidepar e as notícias recentes são de que a Sidepar fechará as portas e demitirá seus empregados. E a Ibérica? A empresa continua ou encerra também suas atividades?

Lucivaldo Sozinho – Continuaremos trabalhando. Não existe em nosso planejamento nenhuma previsão que indique suspender nossas atividades. É fato que o mercado mundial de gusa está atravessando um período de baixa que vem sendo sentido pelas empresas instaladas no Distrito Industrial de Marabá (DIM) desde meados de 2008. Mas a convicção quanto à nossa continuidade está baseada em decisões que tomamos tempos atrás. A partir de 2009 adaptamos nosso volume de produção ao poder de absorção de nossos produtos e passamos a operar um alto forno ao invés dos três utilizados até então. O volume de produção a partir de 2009 passou das 300 mil toneladas para 100 mil toneladas por ano. A partir de 2012, ao invés de enviar 100% do volume produzido aos Estados Unidos, passamos a enviar para a Espanha, país sede de nossa controladora Funsider, a maior distribuidora de ferro gusa na Espanha. Atualmente 100% da produção é comprada pela Funsider. 

Zé Dudu – E  por que o mercado espanhol continuou comprando quando o mercado americano parou de adquirir este tipo de produto?

Lucivaldo Sozinho – O mercado espanhol também foi afetado pela crise mundial e atualmente compra por volta de 200 mil toneladas/ano de ferro gusa. Porém, a Ibérica pertence à Funsider, uma sociedade espanhola com mais de 30 anos de atuação e que detém mais de 80% do mercado consumidor na Espanha.  Assim, o que fizemos foi deixar de vender a nossa produção para os Estados Unidos e passar a comercializar o produto apenas através da Funsider, que é um distribuidor de produtos siderúrgicos. Na Espanha, a Funsider vende diretamente ao consumidor final. Consumidores de todos os portes, desde os grandes siderúrgicos que fabricam peças para o setor automotivo ou de equipamentos para energia eólica, como para aquele bem pequeno que compra dois caminhões por ano e fabrica ferramentas como um torno mecânico. Assim, podemos trabalhar com margens financeiras que nos permitem negociações individuais e que viabilizam o negócio.

Zé Dudu – E quem vende para os EUA?

Lucivaldo Sozinho – Os que vendem para os Estados Unidos, vendem para no máximo três distribuidores gigantes que ditam o preço do mercado e que não permitem a competitividade de muitas empresas.

Zé Dudu – E quanto representa a produção da Ibérica, no Brasil, em Marabá e no mercado espanhol?

Lucivaldo Sozinho – A Funsider compra ferro gusa da Ibérica no Brasil e também de guseiras na Rússia e na Ucrânia. Metade do que vendemos no mercado espanhol é produzido aqui na Ibérica, ou seja, cerca de 80 mil toneladas por ano.

Zé Dudu - É a garantia destes contratos que permite à Ibérica manter seu funcionamento?

Lucivaldo Sozinho – Exatamente, sabemos que o mercado consumidor da Espanha demanda em média 200 mil toneladas por ano de gusa. Sabemos também que podemos abastecer esse mercado e isso nos dá o conforto e a segurança de garantir as atividades da Ibérica em Marabá, no Pará.

Zé Dudu – E quanto à Recuperação Judicial em que se encontra a Ibérica? Como está o processo?

Lucivaldo Sozinho – A crise mundial e a consequente redução das operações naquela época, encontrou a Ibérica alavancada devido aos investimentos que realizamos para a garantia de sua autossustentabilidade em matéria prima energética. No início de 2010, a Ibérica recorreu ao instrumento da Recuperação Judicial, cuja homologação judicial ocorreu em março 2011, após aprovação, por parte de seus credores, do  Plano de Recuperação Judicial em Assembleia Geral. Esse plano prevê uma carência de dois anos para o início dos pagamentos. A Ibérica vem cumprindo o planejamento integralmente, incluindo os pagamentos a credores, iniciados em 2013. Em setembro de 2014, a Ibérica requereu formalmente o encerramento da Recuperação Judicial por estar cumprindo todos os compromissos assumidos, não havendo pendência ou reclamação de seus credores.        

Zé Dudu – Quantos empregos são gerados pela Ibérica?

Lucivaldo Sozinho – Hoje a Ibérica emprega 240 pessoas diretamente. Indiretamente, esse número chega a mais de 750 pessoas. Um número que cresce nas épocas de plantio e corte de eucalipto, uma vez que temos nove fazendas de reflorestamento de eucalipto destinadas à produção de carvão para abastecimento de nossa planta industrial.

Zé Dudu – Quantos hectares reflorestados a Ibérica possui?

Lucivaldo Sozinho – Cerca de 13 mil hectares em fazendas localizadas no Pará (Nova Ipixuna, Goianésia, Rondon do Pará, Abel Figueiredo e Dom Eliseu) e Tocantins (Axixá). 

Zé Dudu – E qual a avaliação da Ibérica sobre este cenário econômico mundial atual? Quais as expectativas da empresa?

Lucivaldo Sozinho – A Espanha foi um dos países europeus que mais sofreu com a crise mundial, mas também tem se apresentado como um dos que estão se recuperando mais rapidamente. Temos uma expectativa positiva de que o mercado onde atuamos se fortaleça cada vez mais e que a Ibérica continue produzindo com qualidade e responsabilidade social e ambiental.

Trânsito para a BR-155 será orientado por pare e siga

pare e sigaA alteração irá ocorrer no período de 2 a 11 de fevereiro

A partir desta segunda-feira, 2/02,  às 8h30, o tráfego de veículos, ciclistas e pedestres entre a BR 230 – Rodovia Transamazônica e a BR 155, que dá acesso ao município de Eldorado do Carajás será controlado por pare e siga. O controle se estende até o dia 11 de fevereiro e irá ocorrer no horário das 8h30 às 12h e das 13h30 às 16h. 

A alteração temporária do trânsito é necessária para garantir a segurança dos usuários da rodovia durante a realização de algumas atividades de manutenção estrutural no viaduto ferroviário existente no local. Equipes de apoio estarão na área, para orientar o trânsito. A Vale reforça a importância da atenção e segurança redobrada dos motoristas e pede que sigam as orientações de trânsito do local

Prefeitura de Marabá divulga programação do Carnaval 2015

A Prefeitura de Marabá divulgou nesta quarta-feira (28), a programação oficial do Carnaval 2015. A folia de momo na cidade inicia no próximo dia 14 e segue até o dia 17 de fevereiro. Pelo segundo ano consecutivo, a programação vai ser descentralizada e ocorre durante as quatro noites nos Bairros Marabá Pioneira, Liberdade, Morada Nova e São Félix II.

Com o tema “Vem pra folia Marabá 2015”, as 16 bandas locais e regionais contratadas farão rodízio entre os quatro pontos de folia oficiais. “Nesses palcos terá programação todas as noites, no principal na Marabá Pioneira teremos duas bandas por noite, uma local e outra de Belém; nas demais uma banda por noite”, explicou o secretário de Cultura Genival Crescêncio.

A programação terá início a partir das 20 horas e com encerramento previsto para às 3 horas. Na segunda-feira de carnaval, dia 16, terá um bloco matinê kids para as crianças também na Praça São Félix de Valóis, na Marabá Pioneira.  

Arrastão

Além desses palcos nos quatro pontos da cidade, a Prefeitura de Marabá vai apoiar os três grandes arrastões de blocos da cidade. O do Vai Quem Quer, no próximo dia 16, onde faz o percurso pelas ruas da Nova Marabá e encerra com um show na VP-8, com o cantor Léo Bruno; no dia 17, dois arrastões com o Gaiola das Loucas, com concentração na Praça do Novo Horizonte; no núcleo Cidade Nova e encerramento às 22 horas com o show do Grupo Todo Seu e o Jegue Elétrico, no Bairro Quilômetro 7, com o show do Léo Nicácio, às 20 horas, na Rua N.

Todas as estruturas montadas, palco, som e banda, além dos trios elétricos são fornecidos pela prefeitura.

Musa

A Prefeitura de Marabá estará apoiando a Liga Carnavalesca de Marabá com um baile para a escolha da musa do Carnaval 2015 e do Rei Momo, a data prevista é 7 de fevereiro, na Maçonaria, da Marabá Pioneira. Toda a renda arrecada será destinada aos blocos que compõem a liga carnavalesca.

Os blocos, cerca de 16, também participarão de dois dias de arrastão na Orla da Marabá Pioneira.

Para tratar sobre a segurança do Carnaval uma reunião está marcada para esta quinta-feira (29) no auditório da Prefeitura de Marabá, na Folha 31, na Nova Marabá.

Programação:

  • MARABÁ PIONEIRA

14/02 Sábado: Frevo Maior e Leva Eu (Belém)

15/02 Domingo: Ruanna Ly e Muvuca (Belém)

16/02 Segunda – feira: BLOCO KIDS (16 horas) Leo Nicacio E Ziriguidum (Belém)

17/02 Terça – feira LÉO BRUNO (Parauapebas) e TROPA DO AXÉ (Belém)

  • LIBERDADE

14/02 Sábado: Ruanna Ly

15/02 Domingo: Frevo Maior

16/02 Segunda-feira: Silvio & Banda

17/02 Terça- feira: Beto Lima

  • SÃO FÉLIX II

14/02 Sábado – Banda 4X4

15/02 Domingo – Ítalo Souza

16/02 Segunda – feira – Todo Seu

17/02 Terça – feira – Sempre Assim

  • MORADA NOVA

14/02 Sábado: SEMPRE ASSIM

15/02 Domingo: SILVIO & BANDA

16/02 Segunda- feira: Swing do Gueto

17/02 Terça- feira: Luan Stankowich

Fonte: Ascom Prefeitura de Marabá

Prefeito de Marabá emite nota de pesar pelo falecimento de Militão Solino Pessoa

É com profundo pesar que nos solidarizamos com a família do pioneiro Militão Solino Pessoa e com todos os demais marabaenses que, como nós, aprendemos, ao longo das décadas, a respeitá-lo com uma das pessoas que muito trabalhou pelo crescimento e pelo desenvolvimento comercial e industrial do município.

“Seu” Militão, que nos deixa aos 101 anos de existência, mesma idade de Marabá, aqui chegou em 1956 e instalou a primeira usina de beneficiamento de arroz na cidade, gerando emprego e renda, já naquela época, com olhar voltado para o social.

Nascido em Barão do Grajaú – hoje Grajaú -, no Maranhão, Militão logo se tornou mais um “marabaense de coração” e aqui fincou raízes. Agora, passa a integrar o panteão dos valorosos desbravadores que construíram a Marabá Centenária em que vivemos hoje.

Marabá está de luto com mais esta grande perda.

João Salame Neto
Prefeito de Marabá

Prefeitura quita pendências com contratados e desligados da Educação

Amanhã (15), a Prefeitura de Marabá deposita na conta dos servidores da Educação, tanto contratados quanto desligados, os salários de dezembro. Dessa forma, a Administração Municipal, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed), quita as pendências com os trabalhadores desse setor.

De acordo com o secretário de Educação, professor Pedro Souza, a gestão está trabalhando arduamente e de forma racional para reestruturar a Semed e equilibrar o orçamento previsto para 2015.

PROS sai em defesa de Beto Salame no tocante à prestação de contas

A Assessoria do deputado diplomado Beto Salame (PROS) encaminhou nota da direção regional do partido em resposta ao post “ Irmão do prefeito de Marabá foi o campeão de gastos entre deputados federais eleitos na campanha de 2014”, publicado na semana que passou. Eis a íntegra da nota:

Em relação à matéria jornalística veiculada neste blog, no dia 8 de janeiro, a Direção Regional do PROS entende ser necessário esclarecer o que segue:

1 – O PROS – Partido Republicano da Ordem Social, tem por diretriz máxima o respeito absoluto à lei.

2 – Por conta desse compromisso, o PROS orienta os candidatos que concorrem pela legenda no sentido de que se portem com lisura absoluta no que se refere à arrecadação, gasto e prestação de contas de recursos dispendidos nas campanhas eleitorais.

3 – Um exemplo disso foi a campanha do jovem deputado federal Beto Salame que, graças à capacidade de articulação contou com a força política de Asdrúbal Bentes, João Salame Neto e tantos outros líderes, especialmente aqueles do sul e sudeste do Pará, para conduzir sua caminhada vitoriosa.

4 – O grupo político que organizou-se sob a legenda do PROS conseguiu perceber, com a devida antecedência, a necessidade em construir alternativa viável que garantisse a representatividade do interior do Estado, em especial, do sul e sudeste paraense, na Câmara Federal.

5 – Caso outros nomes – como o de Asdrúbal Bentes – não estivessem disponíveis, o que infelizmente acabou por acontecer, seria imprescindível termos um representante a disputar uma vaga na Câmara Federal com chances reais de vitória. Isso se refletiu em um cuidadoso planejamento que alcançou nada menos que 70 municípios, com bases organizadas e coesas. Desconhecer a força dessa articulação é lastimável e pode prejudicar qualquer análise .

6 – Por outro lado, a candidatura de Beto Salame sempre esteve nos marcos da discussão, necessária e inadiável, sobre a formação do futuro Estado do Carajás. Em suas palestras e reuniões, ao longo de mais de um ano, o deputado deixou claro que as dificuldades que enfrentam os municípios do interior do Pará são decorrentes da pouca importância que lhes é dada pela maioria dos políticos paraenses, quase todos comprometidos com suas bases na capital e cidades adjacentes. Sendo ele filho de Marabá, cidade-polo do Sul e Sudeste do Pará, nada mais natural que esteja por inteiro na luta pela criação do novo estado, sonho maior da população da região.

7 – A capacidade de articulação política e o discurso baseado na interiorização do desenvolvimento, criação do Estado do Carajás e valorização das médias e pequenas cidades do Pará despertaram o interesse de empresas que compartilham as mesmas ideias e que acreditam que a atuação de Beto Salame no Congresso Nacional vai contribuir para criar um ambiente de prosperidade econômica e equilíbrio social em nossa região. Este interesse se materializou na forma de doações.

8 – No que diz respeito à prestação de contas, enfatizamos que todas as doações foram devidamente identificadas e obedeceram rigorosamente ao que preceitua a legislação eleitoral.

9 – Todos os gastos de campanha foram devidamente comprovados através de farta documentação contábil.

10 – A conduta correta da campanha de Beto Salame, no que concerne à arrecadação de recursos, gastos e prestação de contas eleitorais, foi devidamente avaliada pela Justiça Eleitoral, única instituição apta a julgar este tipo de feito, sendo aprovada sem qualquer ressalva.

11 – É preciso expor a verdade dos fatos para impedir que ilações destituídas de qualquer base nos fatos sugiram gastos outros que não aqueles constantes na prestação de contas apresentada à Justiça Eleitoral ou uso de meios não idôneos para angariar votos.

12 – O PROS sabe que os quase 100 mil votos entregues pelos paraenses ao deputado federal Beto Salame serão honrados através de uma atuação parlamentar comprometida com o desenvolvimento do interior do Pará e que seu mandato será uma via facilitadora capaz de atrair mais e melhores investimentos para nossa região.

Marabá (PA), 12 de janeiro de 2015

Direção Regional do PROS/Pará