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Prefeito de Marabá decreta ponto facultativo na segunda-feira, dia 20

O prefeito João Salame Neto assinou decreto tornando ponto facultativo a próxima segunda-feira (20 de abril), considerando as comemorações em homenagem a Tiradentes, na terça-feira (21 de abril), quando, tradicionalmente, não há expediente nas repartições públicas.

O decreto atinge todos os servidores da Prefeitura de Marabá, à exceção dos servidores da Educação, que detêm calendário escolar próprio, daqueles que desenvolvem suas funções no Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), Divisão de Vigilância Sanitária (Divisa), Vigilância Epidemiológica, Hospital Municipal, Hospital Materno Infantil e Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

Também não serão beneficiados pelo decreto servidores da área de segurança e vigilância dos prédios e setores públicos, Departamento Municipal de Trânsito e Transporte Urbano (DMTU), setor de limpeza pública, Espaço de Acolhimento Provisório (EAP) e Casa de Passagem, todos esses considerados serviços essenciais à comunidade.

As secretarias que não foram contempladas com o decreto podem, porém, com a autorização das chefia imediata, cumprir os serviços nesse período em escala ou rodízio desde que não haja prejuízo na prestação do serviço à população.  (Ascom PMM)

Semma fará monitoramento da balneabilidade das praias no veraneio de Marabá

Por João Batista da Silva – Marabá

Projeto em apreciação no Fundo Municipal de Meio Ambiente (FMMA), visando o monitoramento das águas dos rios Itacaiúnas e Tocantins, a ser executado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma), deve entrar em prática a partir do mês de maio, pelo menos no entorno da Praia do Tucunaré, principal balneário de Marabá, para que a população tenha conhecimento da real situação da qualidade da água para o banho no decorrer do veraneio.

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Segundo o secretário municipal de Meio Ambiente, Carlos Vinícius Brito, pelo menos quatro praias estão no rol da Semma para o monitoramento: Espírito Santo, São Félix, Geladinho e Tucunaré. Além desses balneários, a pesquisa deve estender-se ao Rio Itacaiúnas, que tem algumas áreas de banho muito frequentadas (Taboquinha, Vavazão), especialmente pelos moradores do núcleo Cidade Nova.

Indagado acerca de recente denúncia de poluição do Igarapé Geladinho, provocada por esgoto do Residencial Tocantins, no Bairro São Félix, o titular da Semma disse que uma equipe da Secretaria Municipal de Obras esteve no local, fez um relatório da situação e o encaminhou para a Semma, que já toma as providências. Ou seja, notificação da construtora responsável, para a devida correção do problema.

“Todo residencial tem obrigatoriamente uma estação de tratamento, para que a água usada seja lançada nas vertentes somente depois de tratada”, afirma Brito, observando que, no caso do Residencial Tocantins, a tubulação foi danificada antes de chegar à estação de tratamento, vazando direto para o Geladinho, um igarapé também muito utilizado no período de veraneio.

Fetraf realiza “Um dia de trabalho” com o Incra Sul do Pará

A Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar do Estado do Pará (Fetraf-PA) realiza em conjunto com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) o chamado “Um dia de trabalho”. O evento ocorre durante toda esta terça-feira (14), no auditório do Incra em Marabá.

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A iniciativa visa discutir questões da pauta da Fetraf no sul e sudeste do Estado. Os principais temas são: habitação rural, estradas vicinais e criação de assentamentos. O superintendente do Incra no Sul do Pará, Eudério Coelho, coordena os trabalhos.

Estão presentes, também, os chefes da Divisão Fundiária, Divisão de Desenvolvimento e Divisão de Obtenção. Pela Fetraf, participam o coordenador estadual Francisco de Carvalho, o Chico da Cib, e Viviane de Oliveira, da Coordenação de Mulheres da Fetraf-PA.

I Festival Internacional de Cinema de Fronteira

Marabá, Rondon e Eldorado dos Carajás recebem o I Festival Internacional de Cinema de Fronteira na próxima semana De 13 a 18 deste mês Marabá, Rondon e Eldorado dos Carajás recebem a primeira edição do Festival Internacional Amazônida de Cinema de Fronteira (FIA CINEFRONT), um evento com caráter de mostra e debate de obras cinematográficas que abordam a realidade de regiões consideradas periféricas, caso da Amazônia.

Essas obras serão exibidas (com entrada franca) para fomentar debates em escolas, no Cine Marrocos, na praça São Felix de Valois, na Curva do S, em Eldorado dos Carajás e no campus universitário da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa) em Marabá e Rondon do Pará.

Filme dos diretores hoomenageados

O festival quer demonstrar, por meio do cinema, que existe uma dinâmica social própria que envolve vida, trabalho, cultura, modos singulares de existir e de se relacionar com o mundo e com o meio em que se vive, independentemente daquilo que é engendrado pelos interesses dos chamados “centros”. É em nome do “desenvolvimento econômico” dos “centros” que as periferias – fronteiras – são drasticamente impactadas.

O Festival surge como mostra de denúncia da degradação humana e ecológica permeada pelo desenvolvimento econômico, mas celebra as lutas sociais e a re-existência popular local abrindo espaço ao cinema, à imagem, à fala e ao fazer cinematográfico desde os fronts.

Evandro Medeiros, coordenador de cultura Proex, enfatiza o que esperar das obras. “Privilegiando o cinema documental, o festival objetiva mostrar a realidade vivida em regiões como Amazônia e África, focando as formas de re-existência das populações em relação a estas questões, enfatizando a dinâmica social nesses lugares, verdadeiros fronts de conflitos”, observa.

Entre os filmes que serão apresentados estão: “Barrados e Condenados” [2001], “Chico Mendes, eu quero viver” [1989], “Montanhas de Ouro” [1990], “Uma Dádiva da Floresta” [2001] e “Matando por Terras” [1991], este último praticamente inédito no Brasil, filmado ao longo da rodovia Belém-Brasília durante o período de 1986, ano em que foram assassinadas mais de 100 pessoas.

Além disto, o festival ainda contará com o lançamento do filme “Ameaçados”, da diretora Júlia Mariano [Osmose Filmes] e a apresentação do filme “Toxic Amazon” de Felipe Milanez, jornalista e documentarista, pesquisador do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra – Portugal. Os dois diretores estarão presentes nas sessões para debater suas produções com o público. Filmes produzidos por diretores locais também comporão o Festival: “Terra pra Quem” [Camila Fialho e José Viana], “Gritos dos Excluídos – Marabá” [Evandro Medeiros e Airton Pereira], “Minerando Conflitos” [Thiago Cruz] e “Cabelo Seco no Encontro dos Rios” [Joseline Trindade].

HOMENAGEM

O festival pretende homenagear, a cada edição, diretores e produtores fílmicos cujo conjunto de suas obras represente contribuição cinematográfica para reflexão da realidade vivida nas “fronteiras-periferias” de nossa sociedade, na Amazônia e no mundo. Nesta edição, os homenageados serão os diretores Vicente Rios e Adrian Cowell, pela premiada série produzida para TV “A Década da Destruição”. Constituída de vários filmes cujas imagens foram feitas durante as décadas de 1970 e 1980, a série apresenta a realidade amazônica, em especial a luta pela terra e a violência de fazendeiros contra trabalhadores rurais, bem como o conflito entre a antiga mineradora CVRD (atual Vale S/A) e garimpeiros em Serra Pelada, os impactos da construção da hidrelétrica de Tucuruí, a realidade de devastação ambiental e a história de vida-morte de personagens como Chico Mendes.

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Infraero lança edital de uso do Aeroporto de Marabá

AeroportoMarabáO edital para concessão do uso de áreas destinadas à implantação de um hotel e estacionamento de veículos no Aeroporto João Correa Rocha, em Marabá, foi publicado nesta semana no Diário Oficial da União, com previsão de abrir a concorrência no dia 30 de abril.

O contrato tem vigência de 300 meses, tendo um preço mínimo mensal de R$ 76,3 mil. O valor global é de R$ 22,03 milhões, divididos entre a concessão do estacionamento (52%) e a do hotel (48%).

São 23,7 mil metros quadrados, sendo que o hotel ocupará cerca de 8,6 mil metros quadrados em frente ao terminal de passageiros. A categoria do estabelecimento deverá ser, no mínimo, de três estrelas, conforme o sistema de meios de hospedagem definido pelo Ministério do Turismo. Serviços de day use e fast sleep, além de espaços para auditório, agências de câmbio, viagens e bancárias, joalheria, salão de beleza, farmácia, lanchonete, lojas de conveniência e roupas, lotérica, papelaria, restaurante e locação de automóveis são algumas das opções que o hotel poderá oferecer aos hóspedes.

Dois locais, um com 470 vagas e outro com 80, estarão disponíveis para a exploração do estacionamento, podendo oferecer serviços como o de valet park e lavagem a seco de veículos.

Convênio entre Vale e Prefeitura de Marabá aumenta em 60% número de vagas em escolas municipais

Alunos na Escola Luiza Nunes Fernandes, no Núcleo Nova Marabá

Alunos na Escola Luiza Nunes Fernandes, no Núcleo Nova Marabá

Com investimentos em torno de R$ 2,3 milhões, a Vale irá assegurar o aumento de 467 novas vagas em três escolas do Núcleo Nova Marabá: Francisca de Oliveira Lima, Miriam Moreira dos Reis e Luzia Nunes Fernandes. A ação é parte de uma série de convênios firmados com a Prefeitura de Marabá para promover o avanço do município, nas áreas da saúde, educação e infraestrutura.

O aumento corresponde à cerca de 60% na capacidade atual de atendimento das escolas. Serão 26 novas salas de aula, além de quadras poliesportivas, salas de informática, reforma de refeitório, biblioteca e cozinha. Os prédios serão ainda adaptados, permitindo a acessibilidade de pessoas portadoras de deficiência.

A maioria das obras já foi iniciada e começará a ser inaugurada ainda em 2015, ano em que a Vale comemora 30 anos de atuação no Pará e no Maranhão.

Órgãos da prefeitura são remanejados para a Marabá Pioneira

Com o objetivo de revitalizar o comércio da Praça Duque de Caxias, na Marabá Pioneira, o prefeito João Salame está mudando o Procon (Proteção ao Consumidor), o Saci (Serviço de Atendimento ao Cidadão) e as secretarias municipais de Ação Comunitária, Trabalho e Cidadania (Semac) e Mineração, Indústria, Comércio, Ciência e Tecnologia (Sicom) para o prédio em que durante muitos anos funcionou a Caixa Econômica Federal. O novo espaço que abrigará os quatro órgãos será inaugurado oficialmente no dia 5 de abril, data do aniversário da cidade.

1Por conta dessa mudança, alguns serviços ficaram suspensos por alguns dias. O Procon, porém, já está atendendo no local deste a última segunda-feira (23). Segundo Ubiratan Sompré, coordenador do órgão, diariamente são atendidas cerca entre 20 e 25 pessoas e as principais queixas são contra a Celpa, seguida das companhias telefônicas e lojas de departamentos. Além disso, eles recebem denúncias diárias e fazem fiscalizações e também tem as audiências no setor jurídico.

Saci

Já no Saci, por conta da mudança para o novo prédio, não haverá atendimento nem segunda-feira (30) nem terça-feira (31). A previsão é de que os serviços sejam retomados na quarta-feira, 1° de abril. Os atendimentos que estavam agendados para esses dias foram remarcados para os dias 8 e 9 de abril.

Os principais serviços disponibilizados pelo Saci são a emissão de Carteira de Identidade, Carteira de Trabalho e, a partir de agora, será oferecido o serviço de 2ª, 3ª, 4ª e 5ª vias do CPF, além de atendimento da Celpa.

Para Westermack Souza, coordenador do Saci, com essa mudança os servidores trabalharão em um espaço mais adequado e salas climatizadas. “Também melhorará para os usuários, pois todos os ônibus passam próximo ao prédio”, disse.

Semac

A Secretaria Municipal de Ação Comunitária, Trabalho e Cidadania, que também funcionava na Folha 32, na Nova Marabá, já começou a realizar a mudança para o novo prédio. “A infraestrutura é mais adequada, a acessibilidade vai ser melhor, pois as pessoas portadoras de necessidades especiais serão atendidas no primeiro piso”, explicou Nágila Marina, secretária de Ação Comunitária.

Ela lembrou ainda que o Sine, o Saci e o Procon são subordinados à Semac e que, além disso, a secretaria também está fomentando o artesanato no município. “No dia da inauguração do prédio vamos ter uma feira de artesanato, uma programação cultural e todos estão convidados a participar”, disse.

Sicom

A Secretaria Municipal de Mineração, Indústria, Comércio, Ciências e Tecnologia (Sicom) terminou ontem, sexta-feira (27), a mudança do antigo local onde funcionava para a Praça Duque de Caxias. Os serviços devem ser retomados no novo prédio na próxima segunda-feira (30).

O secretário de Indústria e Comércio, Marcelo Almeida Araújo, lembrou que um dos principais projetos da secretaria é a Sala do Empreendedor, que está aqueles que trabalhavam na ilegalidade.

Sine

A sede do Sine (Serviço Nacional de Emprego), que também funcionava na Folha 32, Quadra e Lote Especial, mudará para a Velha Marabá. Mas, para o prédio onde funcionava a Secretaria de Turismo (Setur), na Rua Carlos Leitão, entre a Avenida Antônio Maia e Rua 7 de Junho.

Por conta da mudança, os serviços do Sine estarão suspensos a partir de segunda-feira (30) e serão retomados no próximo dia 6 de abril, um dia depois da inauguração oficial do novo prédio.

As principais demandas do Sine são: cadastro do trabalhador no Programa “Mais Emprego”, captação de vagas de emprego no setor empresarial, encaminhamento do trabalhador cadastrado para o mercado de trabalho e seguro-desemprego.

O coordenador do Sine Daniel Sá alerta, entretanto, que os mesmos serviços do órgão são feitos na Estação Cidadania, no Shopping Pátio Marabá.

Fonte: Assessoria de Comunicação – Ascom Prefeitura de Marabá

Em seminário realizado na Câmara Municipal de Marabá, empresário defende hidrelétrica sem eclusa.

Divaldo Santos“Marabá não deveria ter o menor interesse na construção de eclusa, pois não beneficiaria o município. Caso isso ocorra, corremos o risco de a indústria vertical da soja não se instalar aqui”. Divaldo Santos, empresário.

Não é só de hidrovia com eclusa que vivem os argumentos em defesa do desenvolvimento de Marabá. Na tarde desta terça-feira, 24, durante palestra que apresentou para vereadores e servidores da Câmara Municipal de Marabá, o empresário Divaldo Santos, ex-proprietário da siderúrgica Simara e que está investindo na construção de um porto particular para embarque de grãos, falou durante três horas e opinou, de forma polêmica, que para Marabá, é mais importante que a hidrovia venha sem eclusas e que a verticalização mineral, nos moldes da Alpa, não seria interessante para a cidade.

De acordo com o palestrante, isso tornaria Marabá, necessariamente, um entreposto de soja, criando uma cadeia produtiva em torno do produto. “Marabá não deveria ter o menor interesse em que se construa eclusa, pois não beneficiaria o município. Com esse modelo, as barcaças com produtos vindos do Mato Grosso e Goiás tirariam Marabá da posição de entreposto comercial e indústria vertical da soja não se instalará aqui”.

Divaldo apresentou ainda informações macro de mercado de produção do Brasil e do mundo, afirmando que é necessário que se fomente logística para o escoamento da produção nacional e, nesse cenário, a hidrovia do Tocantins Araguaia seria fundamental. Ele apresentou um estudo que indica que o Brasil, em 2020, será o maior supridor do mercado mundial.

O empresário informou que a produção de soja mundial é dominada por Brasil, Estados Unidos e Argentina, e nessa trilogia o Brasil é quem tem o maior espaço para crescimento. “Nosso país gasta 92 dólares na produção de soja, e nos EUA e Argentina o custo é bem menor. Cerca de 54% da produção nacional de soja advém do Norte e Nordeste, e é exportado pelo porto de Santos, e São Francisco do Souza. O destino da exportação brasileira é prioritariamente para China, que fica com 50% da soja e do milho”, observou.

Divaldo ainda explanou sobre o custo médio dos modais de transportes, enfatizando que a hidrovia é 120% mais barata que a ferrovia e 430% do que a rodovia. “Não tenho medo de dizer que a Baía do Guajará (situada no norte paraense) será o maior entreposto de soja do mundo”.

Por fim, o palestrante disse ser fundamental que Marabá crie uma Agência de Desenvolvimento no município, com suporte e condições de fomentar seu crescimento e atrair investidores.

Em seguida, os vereadores fizeram alguns questionamentos e se posicionaram sobre o tema explorado na reunião. Por sugestão do presidente do Legislativo, a cada pergunta o palestrante respondia em seguida.

A vereadora Irismar Melo advertiu que é preciso que a Agência de Desenvolvimento pense não apenas na questão do crescimento econômica, mas tenha também uma visão macro das necessidades sociais e ambientais. “Marabá já viveu vários ciclos, todos eles de exploração e extrativistas, deixando ônus social para a população”, lamentou a vereadora.

Pedro Correa reconheceu que a CMM está propondo um seminário para debater os grandes empreendimentos em Marabá e opinou que a Associação Comercial de Marabá (ACIM), por muitas vezes deixa aquele poder fora das discussões, e ressalvou que é preciso socializar mais as informações.

O presidente da Câmara, Miguel Gomes, contrapôs a argumentação do palestrante de que a hidrovia sem eclusas é mais interessante para Marabá. “E eu penso na hidrovia Araguaia Tocantins como um todo, gerando desenvolvimento para toda a região, diminuindo a pobreza, que é predominante no sul e sudeste do Estado”, ponderou.

Por Ulisses Pompeu – Correio do Tocantins

Marabá e municípios vizinhos recebem treinamento para enfrentar desastres naturais

Nesta terça-feira, 24, a Defesa Civil do Estado inicia, em Marabá, o treinamento que está preparando municípios paraenses para o enfrentamento de desastres naturais, como alagamentos, enxurradas e inundações. O curso faz parte do Plano de Contingência para Desastres Hidrológicos e começou a ser realizado este mês na região sudeste. Tucuruí foi o primeiro município a receber o curso, que começa nesta terça, 24, no polo Marabá.

O treinamento tem carga de 24 horas, divididas em três dias, e é ministrado por quatro técnicos da Defesa Civil. Os participantes têm acesso a conhecimentos sobre a Política Nacional de Defesa Civil, elaboração de plano de contingência, utilização do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres, solicitação de reconhecimento federal e solicitação de recursos.

De acordo com a Defesa Civil, cerca 90 municípios assinaram acordos de criação de uma coordenação do órgão, sendo que menos da metade estão em atividade. O próximo polo a receber o treinamento é Bragança, onde o curso será realizado nos dias 30 e 31 de março e 1º de abril.

EMATER em Marabá tem projetos de crédito rural aprovados

Neste inicio de 2015, o escritório local da EMATER-PA em Marabá manteve o ritmo de elaboração e liberação de projetos no âmbito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), são 40 Pronaf Mais Alimentos e 01 Pronaf A aprovados pelo Banco da Amazônia – Agência Nova Marabá. O montante a ser investido na agricultura familiar neste mês de março é de R$2.127.000,00 (dois milhões e cento e vinte e sete mil reais).

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Técnicos, funcionários do banco e agricultores, com destaque à participação das mulheres.

No dia 18 de março foram liberados aproximadamente um milhão de reais com a contratação de 15 Pronaf. Os projetos foram elaborados pelos técnicos Richardson Mourão e Cássio Rafael, vistoriados pelo técnico André Luiz do Banco da Amazônia, monitorados pela gerente geral do Banco da Amazônia – Nova Marabá Sra. Leila Michele de O. Souza

Além destes projetos, o esloc Marabá já elaborou mais 18 Pronaf que estão em análise pelo banco, que somam um total de R$1.000,300,00 (um milhão e trezentos reais). Segundo o técnico Richardson Mourão, a perspectiva é que sejam investidos, até maio/2015, mais de três milhões de reais no município de Marabá através dos projetos elaborados pela EMATER e contratados pelo Banco da Amazônia.

Para socióloga Franceli de Sousa Silva (Coordenadora Local da EMATER em Marabá) é cumprimento do papel institucional da EMATER de prestar assistência técnica e extensão rural e garantir o crédito rural para que os/as agricultores/as desenvolvam o aspecto econômico e garanta a geração de renda. Observou a significativa participação das mulheres no ato de assinatura do contrato.

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