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MDA reúne técnicos para discutir programas de crédito e seguro rural no Sul do Pará

Na próxima segunda-feira, 25, a Delegacia Federal do Desenvolvimento Agrário do Pará irá realizar um ciclo de reuniões técnicas para discutir assuntos relacionados aos programas de crédito e seguro rural para a Agricultura Familiar no Estado. O auditório do Incra de Marabá foi o local escolhido para o evento.

As reuniões visam expor os termos vigentes do Plano Safra 2104/2015, abordando o Programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar – Pronaf, o Seguro da Agricultura Familiar – SEAF, o Programa de Garantia de Preços da Agricultura Familiar – PGPAF, além dos procedimentos para emissão da Declaração de Aptidão ao Pronaf – DAP.

O público-alvo do evento são todos os interessados no desenvolvimento da agricultura familiar da região, como líderes dos sindicatos dos trabalhadores rurais, beneficiários do Pronaf, bancos que trabalham com crédito rural, movimentos sociais, secretários municipais de agricultura e meio ambiente, colônias de pescadores, ribeirinhos e empresas prestadoras de assistência técnica da região.

O ciclo de reuniões terá início às 8h da manhã e segue até às 17h. As próximas cidades a receberem o evento são Castanhal, dia 27, e Santarém, dia 29.

Candidato à Presidência da República Zé Maria (PSTU) desembarca em Parauapebas nesta terça-feira e em Marabá amanhã.

Zé Maria PSTUO candidato à presidência da República pelo Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU), José Maria de Almeida, chega ao município de Parauapebas nesta terça feira (19) para conhecer o projeto habitacional criado pelos movimentos sociais e moradores do Bairro Tropical Jardim. Sua chegada está confirmada para às 18h, onde realiza uma caminhada pelo bairro.

Zé Maria, que vem acompanhado do Presidente Estadual do PSTU PA e candidato a Deputado Federal, Cleber Rabelo, participa de uma apresentação de sua candidatura próximo a rotatória da ocupação do ETA. Logo após a atividade a comitiva segue para o município de Marabá onde participa nesta quarta-feira (20) de uma panfletagem em frente ao portão da empresa Vale S.A e apresenta sua candidatura aos estudantes e trabalhadores da UNIFESPA.

Natural de Minas Gerais, um dos maiores produtores de minério do Brasil, junto com o Pará, Zé Maria acredita que modelo econômico que se pauta pela exportação commodities a preço baixo e que deixa custos sociais e ambientais extremamente nefastos fazem com que a população, desses estados sofram com os mais diversos problemas sociais.

“As multinacionais enriquecem às custas da intensa exploração da classe trabalhadora, da degradação ambiental, da formação de enormes bolsões de pobreza ao redor dos grandes empreendimentos minerários, como em Parauapebas, no Pará e sob uma política fiscal criminosa do governo que concede isenções fiscais bilionárias para as grandes empresas, desde a produção até a comercialização, como no caso da Lei Kandir” – Destaca Zé Maria.

Para ele, este projeto precisa ser derrotado, pois representa mais uma tentativa de avançar na recolonização do país por parte do imperialismo via as grandes mineradoras multinacionais. O aumento de 2% para 4% dos royalties é completamente insuficiente e mantém padrões extremamente selvagens de exploração de nossas riquezas por parte das grandes empresas. O PSTU propõe que a taxação seja de 10% sobre o faturamento bruto, que é o que paga hoje a Petrobrás.

PSTU defende o fim da Lei Kandir e a reestatização da Vale e da CSN

“Além disso, é preciso acabar com a Lei Kandir para que as mineradoras paguem ICMS sobre a exportação mineral. Essas seriam medidas transitórias rumo à estatização de todas as empresas já privatizadas como a Vale e a CSN, e o início da criação de um marco regulatório que preveja o controle exclusivamente estatal e sob controle dos trabalhadores da atividade da mineração. É um absurdo que um trabalhador paraense, por exemplo, pague 30% de ICMS em sua conta de energia elétrica e uma grande multinacional como a Vale não pague nada para exportar o nosso minério.” – defende Zé Maria.

Para o presidente estadual do PSTU e vereador em Belém, Cleber Rabelo, um novo marco regulatório da mineração necessitaria também defender o meio-ambiente e as populações tradicionais dos impactos predatórios que o modelo atual impõe. – “Não pode ser que as águas de rios, lagos e mananciais sejam contaminadas e o ar atmosférico poluído, afetando o modo de vida de populações que vivem no entorno de grandes projetos e estas empresas sigam operando normalmente. É preciso estabelecer a necessidade da obrigatoriedade de consultas prévias, audiências públicas e o direito de veto das populações afetadas pelos empreendimentos minerários.” – Defende Cleber Rabelo.

De acordo com Zé Maria, para que tenhamos bons projetos habitacionais, que possam dar condições de vida e dignidade humana é preciso que o minério seja nosso. – “É preciso que a atividade mineral esteja a serviço dos interesses nacionais, do bem-estar da classe trabalhadora e do respeito ao meio-ambiente. Os lucros e compensações oriundas da extração mineral tem que estar a serviço de mais investimentos em saúde, educação, moradia e transporte públicos. Chega de degradação ambiental, acidentes de trabalho e bolsões de miséria ao redor das cidades que abrigam os grandes empreendimentos” argumenta o presidenciável.

Agenda:

Parauapebas (19/08/14)

  • 18h – Caminhada pelo bairro Tropical Jardim e apresentação da candidatura na rotatória do bairro, próximo a ocupação do ETA.

Marabá (20/08/14)

  • 6h30 – Panfletagem em frente ao portão da Vale S.A junto aos trabalhadores da empresa.
  • 9h30 – Atividade de apresentação com estudantes e servidores da UNIFESPA.
  • 13h – Segue para Belém.

Fonte: ASCOM PSTU

Pará registra alta de 11,69% nos emplacamentos de veículos

imagesxdddddddddddddddA indústria automotiva paraense teve alta de 11,69%, em julho. De acordo com o Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos do Pará e Amapá (Sincodiv PA/AP) foram emplacadas 13.538 unidades, em julho, contra 12.121, em junho, representando mais de 1.400 veículos novos no estado. Foram contabilizados no balanço os emplacamentos de todos os segmentos, como automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas e implementos rodoviários.

Os segmentos de automóveis e comerciais leves tiveram alta de 24,25% sobre junho. Foram emplacadas 5.236 unidades contra 4.214 no mês anterior. O setor de caminhões tem alcançado resultados bastante positivos nos últimos meses. Em julho, por exemplo, o segmento registrou crescimento de 31,19%. O setor de motocicletas também demonstrou bom desempenho, registrando alta de 4,15%.

O presidente do Sincodiv PA/AP, Leonardo Pontes, avalia que o mês de julho superou as expectativas. “Apesar dos últimos meses terem apresentado queda nas vendas, o mês de julho foi positivo para todos os segmentos, inclusive para o segmento de automóveis e comerciais leves, pois tivemos 22 dias úteis contra 18 dias no mês anterior. Isso, mesmo considerando os dias de jogos da Copa”, ressaltou Pontes.

Ainda, segundo o presidente do Sincodiv PA/AP, a recuperação da indústria automotiva, no segundo semestre, já havia sido prevista pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), que estimou aumento médio de 5% ao mês até o final deste ano.

Desempenho – No mês de julho, Belém foi o município que mais emplacou veículos, no Pará. No setor de automóveis, a capital teve participação de 45,1% nas vendas, seguida de Ananindeua, com 9,1% e Marabá, com 6%. No segmento de caminhões, Belém alcançou 17,1% de participação. Parauapebas e Marabá tiveram bons desempenhos, marcando, respectivamente, 9,8% e 7% de presença nos emplacamentos. No segmento de motocicletas, a capital alcançou 12,3% de participação, seguida de Marabá, que obteve 5,9% e Parauapebas, que alcançou 5,3% das vendas.

Fonte : Sincodiv PA/AP

Justiça anula julgamento que absolveu acusado de assassinato

justO Tribunal de Justiça do Pará anulou o julgamento que absolveu o agricultor José Rodrigues Moreira da acusação de envolvimento na morte, em 2011, do casal de extrativistas José Cláudio Ribeiro da Silva e Maria do Espírito Santo. O acusado teve a prisão decretada pela Justiça.

O julgamento foi em abril do ano passado, em Marabá, no sudeste do Pará, e revoltou setores ligados à luta pela terra no Estado. Moreira foi apontado como mandante do crime, fruto de uma disputa fundiária com o casal, mas acabou absolvido. A decisão que anulou o julgamento foi motivada por recurso movido por parentes das vítimas e pelo Ministério Público Estadual.

No recurso, as famílias alegaram que a decisão dos jurados contrariou as provas do processo. Foram mantidas, porém, as sentenças que condenaram outros dois acusados pelo crime, Lindonjonson Silva Rocha e Alberto Lopes do Nascimento, condenados a 42 anos e oito meses e a 45 anos de prisão, respectivamente. Os advogados dos parentes das vítimas querem agora que o novo julgamento ocorra em Belém, e não mais em Marabá, para evitar que os jurados sofram possíveis pressões de setores ligados a fazendeiros. “

Em uma cidade pequena como Marabá, ficam comprometidas as condições dos jurados para decidirem estes crimes”, disse José Batista Afonso, assistente da acusação, representante da família do casal morto, e advogado da Comissão Pastoral da Terra em Marabá. A defesa de José Rodrigues Moreira diz que a anulação do julgamento é “injusta”. “Ainda não fomos intimados mas, tão logo, vamos imediatamente recorrer da decisão, que consideramos injusta”, diz o advogado Wandergleisson Silva.

Em maio de 2011, os extrativistas de castanhas José Cláudio Ribeiro, 54, e Maria do Espírito Santo, 53, foram mortos a tiros quando passavam de moto por uma ponte na estrada de terra no assentamento onde viviam, em Nova Ipixuna, no Pará. Segundo a denúncia, a motivação do crime foi uma disputa pela posse de área rural dentro do assentamento Praialta-Piranheira. Os nomes do casal, que denunciavam madeireiros clandestinos, estavam na lista de pessoas ameaçadas de morte elaborada pela Comissão Pastoral da Terra.

A região é conhecida pela tensão fundiária e pela impunidade, e o caso teve repercussão internacional. A defesa das famílias do casal espera que o novo julgamento ocorra em 2015 se a defesa do acusado recorrer da decisão de anulação do julgamento, o caso pode se arrastar ainda mais.

Pedral do Lourenço: governo dá primeiro passo para melhorar hidrovia no Pará

Depois do cancelamento em junho, o governo federal se prepara para lançar neste mês o novo edital de retirada do chamado Pedral do Lourenço para garantir a navegabilidade do Rio Tocantins (PA) – entre os municípios de Marabá e Tucuruí – durante todos os meses do ano.

Pedral do LourençoAtualmente, o Rio Tocantins é utilizado por apenas oito meses para transporte, por exemplo, de grãos. A novela em torno dessa obra se arrasta desde 2010. Em 2011, foi retirada da lista do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit) informou que o edital deve ser publicado ainda neste mês para a contratação de empresa para a elaboração dos projetos básico e executivo, de ações ambientais e de execução das obras de derrocamento para a implantação do canal de navegação na região dos pedrais. A previsão, segundo o senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA), é de que saia até o dia 15.

“A retirada do Pedral do Lourenço é uma obra suprapartidária. Cobramos a derrocagem para dar viabilidade à hidrovia [Tocantins-Araguaia], que vai ajudar não só no escoamento dos produtos como na internalização de insumos a custo mais barato”, destacou o senador.

Depois da inauguração das eclusas de Tucuruí, a Hidrovia Araguaia-Tocantins depende do derrocamento do Pedral de Lourenço para ser utilizada plenamente, o que também viabilizaria a instalação de um complexo siderúrgico no município paraense de Marabá. A Vale, por exemplo, implantaria o projeto Aços Laminados do Pará (Alpa). Por enquanto, de acordo com a empresa, “o cronograma de implantação do projeto está em revisão, aguardando uma solução para a questão de infraestrutura logística da região envolvendo, entre outros, a construção da hidrovia, que compreende derrocamento, balizamento, sinalização e dragagem do rio Tocantins”. Segundo a Vale, a hidrovia é “importante não somente para Marabá, como para todo o Pará, pois vai ampliar as condições logísticas da região, contribuindo para o desenvolvimento do Estado”.

Pedral do Lourenço2

O derrocamento do Pedral de Lourenço chegou a fazer parte do PAC no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em 2011, porém, o empreendimento foi retirado da lista de prioridades do Executivo. Em março deste ano, após a realização de vários estudos de viabilidade feitos por universidades e setor privado, a presidente Dilma Rousseff anunciou, no Pará, o lançamento do edital da obra considerada prioritária para redução de custos de transporte e interligar os modais do país.

O empreendimento seria licitado por meio do Regime Diferenciado de Contratações (RDC). Pelo cronograma do Ministério dos Transportes, a conclusão das obras estava prevista para 2018. “O custo de transporte feito por hidrovia é muito mais barato, é 50% mais barato que uma rodovia”, afirmou a presidente Dilma durante a solenidade de lançamento do edital.

Mas a comemoração no Estado do Pará durou pouco. Em junho, o edital foi cancelado para que as regras fossem ajustadas às exigências feitas pelo Tribunal de Contas da União. O TCU determinou que fosse adotado o critério de menor preço em substituição a “técnica e preço”.

O derrocamento é a remoção ou destruição de pedras e rochas submersas. Com extensão de 43 quilômetros, a retirada do Pedral do Lourenço vai contribuir para a melhora das condições de escoamento pela hidrovia do Tocantins de toda a produção mineral, agrícola e da pecuária com destino ao porto e terminais localizados em Vila do Conde (PA) e no baixo Amazonas. Com isso, o governo espera uma redução do custo do transporte e aumento da competitividade dos produtos brasileiros no exterior, com integração aos modais ferroviário e rodoviário.

Na avaliação do governo, a obra garantirá um tráfego contínuo de embarcações e comboios, num trecho de aproximadamente 500 quilômetros. Além disso, contribuirá para desafogar portos como Santos (SP) e Paranaguá (PR).

Fonte:Edna Simão; Valor Econômico

 

Justiça condena empresas a pagar por danos em rodovias federais no PA

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Decisão puniu as empresas Sidepar e Mineração Floresta do Araguaia.
Empresas transportavam carga com excesso de peso nas rodovias.

As empresas Siderúrgica do Pará S.A (Sidepar) e Mineração Floresta do Araguaia S.A foram condenadas pela Justiça Federal a pagar por danos materiais às rodovias federais do sul e do sudeste do estado. A decisão aponta que as empresas realizavam o transporte de mercadorias em veículos de carga com excesso de peso nas rodovias.

O juiz Ricardo Beckerath da Silva Leitão, da 1ª Vara Federal de Marabá, atendeu a pedido do Ministério Público Federal (MPF) e sentenciou nesta quarta-feira (6) as duas empresas a pagar o valor de R$ 130 mil reais por danos materiais e morais. O dinheiro deverá ser revertido para fundos públicos e para o Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) para a recuperação de estradas no estado.

Com a decisão, as empresas também ficam impedidas de transitar com mercadorias e veículos de carga com excesso de peso entre estabelecimentos comerciais, sob pena de multa. Segundo relatórios da Polícia Rodoviária Federal (PRF) citados na ação do MPF, só em 2011 as empresas foram notificadas 35 vezes por trafegarem com carga acima do permitido por lei em caminhões que fazem o transporte do minério de ferro (utilizado na produção da siderúrgica) da Mineradora Floresta do Araguaia até a Sidepar.

A Sidepar foi responsável por 67,44% do total de autuações aplicadas pela PRF por excesso de peso na região, o que representa 29 multas de um total de 43 em 2011. “A Sidepar colocava em circulação na BR-155 veículos com 30 a 40 toneladas de sobrecarga, apesar das notas fiscais apresentadas pelos condutores não declararem tais valores. O percentual médio de excesso de peso transportado acima do limite foi de 94,43%, revelando a gravidade da conduta perpetrada pela empresa”, diz o texto da ação.

Fonte : Jus-Brasil

Projeto de leitura leva cultura para munícipes de Marabá

2014-07-26 10.55.40Batizado de “Chuva de Livros”, o projeto de incentivo à leitura, concebido e realizado pelo Instituto Cultural Hozana Lopes de Abreu, é mais que uma oportunidade de levar cultura para crianças e adolescentes que moram em municípios próximos a Marabá. Segundo Lara Borges, coordenadora do Instituto e do Projeto, “ele é uma maneira de formar cidadãos melhores e de dar base cultural às pessoas atingidas pelo mesmo”, afirma.

Realizado com o apoio de voluntários e através do incentivo de empresas como a SINOBRAS, que durante todo este ano reverterá recurso financeiro, por meio do projeto Minha Comunidade é Mais, o “Chuva de Livros” visita uma comunidade com um grupo de atores caracterizados de palhaços. Debaixo de um guarda-chuva de onde “brotam” livros pendurados por fitas, os atores fazem a contação de histórias, sempre com teor lúdico.  “A primeira apresentação do “Chuva de Livros” foi realizada no último mês em uma escola no bairro de São Félix e foi muito boa com a participação de um grupo de crianças”, disse.

O projeto “Chuva de Livros” faz parte de outro maior chamado Biblioteca Viva. A intenção é levar arte para os bairros mais periféricos e outros municípios por meio da interação com os livros, com o apoio da equipe de palhaços mesclando as artes. Segundo Lara, outras escolas receberão a visita do Chuva de Livros. Ela também adianta que quem tiver interesse nos projetos realizados pelo Instituto basta entrar em contato através do número de celular 9102-7503. O Instituto Hozana Lopes de Abreu fica na Av. Adelina, nº 321, no bairro Liberdade, Núcleo Cidade Nova, em Marabá.

CBF confirma Paysandu x Coritiba para a cidade de Marabá no dia 13/8

Jogo não poderá ser em Belém por falta de estádio disponível na capital paraense

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A CBF confirmou ontem, segunda-feira (4) que o jogo entre Paysandu e Coritiba, pela 3.ª fase da Copa do Brasil, no dia 13 de agosto, será no estádio Zinho de Oliveira, em Marabá, distante 560 km de Belém. O motivo da mudança de local é a falta de estádios disponíveis na capital paraense.

A primeira opção do Papão seria jogar no Mangueirão, porém o estádio do governo estadual passa por reformas e o gramado deverá ter condições de jogo somente a partir de setembro ou outubro.

A outra escolha do time paraense seria seu próprio estádio, a Curuzu, que também passa por reformas e só poderá ser usado no fim de agosto. Assim, o Bicolor terá de jogar no interior do estado até ter pelo menos um de seus estádios disponíveis.

O Coritiba lidera o duelo após vencer na última quinta-feira (31) no Couto Pereira por 2 a 0, gols de Zé Love e Keirrison. Para se classificar, o Coxa pode perder por um gol de diferença ou por dois, caso marque pelo menos um.

Agricultor colhe laranja de mais de 4kg em Marabá, no PA

Fruto foi o único de tamanho anormal na colheita de Rosimar Sousa. Laranja tem quase 70 centímetros de diâmetro.

Do G1 PA

Laranja Gigante Marabá 01 (Foto: Reprodução/ TV Liberal)
Laranja ‘gigante’ foi fato inédito na colheita do agricultor Rosimar Sousa.

O agricultor Rosimar Sousa colheu uma laranja de mais de 4 quilos e quase 70 centímetros de diâmetro em Marabá, no sudeste do Pará. O fruto foi o único de tamanho anormal da colheita, e foi exibido em uma feira da cidade nesta terça-feira (29).

Rosimar conta que o exótico fruto é resultado de uma plantação recentemente, e o momento foi registrado para acabar com as dúvidas dos vizinhos que não acreditaram nas palavras do agricultor. “A vizinhança toda foi lá olhar, dizendo que era mentira. Mas era verdade mesmo, uma laranja bem grande”, orgulha-se Rosimar.

O tamanho do fruto impressionou os consumidores que se depararam com o fruto em uma feira livre de Marabá. Um deles só foi convencido pelo cheiro da fruta. “Para tirar a dúvida eu tive que raspar aqui, e realmente é uma laranja”, disse o consumidor. Para o motorista Antônio Marcos, os amigos em Parauapebas duvidariam do fato. “Se eu contar a história não vão acreditar em mim”, brinca.

Laranja Gigante Marabá 02 (Foto: Reprodução/ TV Liberal)Rosimar registrou colheita do fruto em sua plantação.
(Foto: Reprodução/ TV Liberal)

Para o engenheiro agrônomo Weberson Rodrigues, da Empresa de Assistencia Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará, o caso pode ter relação com alguma mutação genética. “Pode ter sido problema genético, porque a gente observa que na planta existe um único fruto com essa característica; pode ser problema fisiológico ou a gente pode levantar a hipótese de praga, uma autodefesa da planta”, comentou o engenheiro.

Trânsito para a BR 155 será alterado nesta quarta-feira

Acesso deverá ser feito por estrada de apoio ao lado da ferrovia. Interrupção será temporária à noite

Nesta quarta-feira, 30/7, a partir das 22h, o tráfego de veículos, ciclistas e pedestres entre a BR 230 – Rodovia Transamazônica e a BR 155, que dá acesso ao município de Eldorado do Carajás será interrompido temporariamente. Os motoristas deverão utilizar desvio por estrada de apoio ao lado da ferrovia. O trânsito no local voltará a ser liberado já no dia seguinte, 31/7, a partir das 5h da manhã.

Enquanto a via estiver bloqueada, para acessar a BR 155, os usuários partindo da rotatória do km 06, deverão seguir pela BR 230 e utilizar desvio localizado antes da sede campestre da AABB. Já no sentido BR 155 para a Rodovia Transamazônica, o motorista deverá utilizar estrada de apoio à direita situada antes do viaduto ferroviário.

A interrupção temporária do trânsito é necessária para garantir a segurança dos usuários da rodovia durante a realização de algumas atividades para construção de novo viaduto ferroviário no local. Equipes de apoio estarão na área, para orientar o trânsito enquanto a rodovia permanecer bloqueada.

A Vale reforça a importância da atenção e segurança redobrada dos motoristas e pede que sigam as orientações de trânsito do local.