Informação

Bebê a bordo

Após prorrogação, entra em vigor no próximo dia 1º/9 a determinação do Contran que torna obrigatório o uso de cadeirinhas para transportar crianças de até sete anos e meio de idade em veículos de passeio. A punição é de multa de R$ 191,54 e sete pontos na CNH. No mercado, sobram clientes e falta mercadoria. Apesar do prazo para adequação – a resolução 277 é de 2008 – muitos deixaram para comprar o acessório em cima da hora (somos, claro, brasileiros) e foram pegos de surpresa com a falta do produto. As fábricas não conseguiram atender a grande demanda e muitas nem aceitam novas encomendas. Nas lojas, os interessados são colocados em listas de espera, com prazo de chegada para outubro. Segundo o presidente da Associação Brasileira de Produtos Infantis, Synésio Batista da Costa, a culpa não é só do consumidor. Ele acredita que não houve, por parte do governo, uma campanha oficial de divulgação eficiente.

Fonte: Migalhas

Boi em alta e na bolsa

A Bolsa Brasileira de Mercadorias (BBM) informou que comercializou ontem, por meio de sua plataforma eletrônica, 44 fêmeas Nelore e Brangus. Os animais foram negociados no sistema de balcão. Foram ofertadas no leilão, no total, 528 arrobas a R$ 77 por arroba de animais originados em Mato Grosso do Sul. No total, os negócios renderam R$ 40,7 mil. Entre os meses de abril a agosto deste ano, informou a BBM, foram comercializadas 553 cabeças bovinas nos leilões de carne bovina da bolsa, com resultado financeiro acumulado de cerca de R$ 590 mil.

Análise da Scot Consultoria divulgada ontem reitera que o mercado do boi gordo segue firme no país, em razão da oferta escassa e das escalas curtas dos frigoríficos, que fazem com que ocorram reajustes nos preços. Em 24 das 31 praças pesquisadas pela Scot Consultoria os preços atuais são os mais altos do ano. Isso só não acontece em Redenção (PA), Marabá (PA), Alagoas, oeste do Maranhão, norte de Mato Grosso, Erechim (RS) e Belo Horizonte (MG). A maior valorização foi no sudeste de Mato Grosso, onde os R$ 78 (a prazo, livre de Funrural, é 17,5% maior que no início do ano.

Fonte: Valor Econômico

Leolar

O Grupo Leolar, maior varejista do norte do país, com matriz em Marabá, fechou contrato com  a Assurant Solutions, uma seguradora americana especializada em seguros massificados distribuídos em redes de varejo, cartões de crédito, companhias de telecomunicações e redes de concessionárias de automóveis. A Leolar passa a vender seguros prestamistas e garantia estendida para móveis, eletroeletrônicos e eletrodomésticos nas 62 lojas do grupo.

Aposentado já pode imprimir contracheque em terminais

Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) já podem retirar seus comprovantes de benefício em qualquer caixa eletrônico do Banco do Brasil (ou no portal www.bb.com.br). O serviço para retirar o contracheque dos benefícios está disponível tanto para correntistas do Banco do Brasil quanto não correntistas. O BB faz o pagamento de 7,2 milhões de aposentados e pensionistas e possui mais de 43 mil terminais de autoatendimento.

Até agora, o contracheque da Previdência Social só podia ser retirado pela internet e nas agências da Previdência. A medida é resultado de acordo entre o Ministério da Previdência, o Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) e a Federação Nacional dos Bancos (Febraban), sendo que o Banco do Brasil foi um dos primeiros a implementá-la.

A princípio, só BB, Banco Mercantil e Bradesco emitirão o documento. Esses bancos atendem a cerca de 13 milhões de aposentados e pensionistas. Até setembro, outros 14 bancos que mantêm convênio com o INSS para pagar aposentadorias e pensões deverão também emitir o comprovante, incluindo os outros beneficiários no sistema.

O acordo para permitir que o comprovante seja emitido em qualquer caixa eletrônico da instituição financeira em que o segurado recebe o benefício firmado nesta quinta-feira (12), na sede do INSS, em Brasília, com a presença do presidente Luís Inácio Lula da Silva; do ministro da Previdência, Carlos Eduardo Gabas; do presidente do INSS, Valdir Moysés Simão; e do presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine.

Vantagens

Não haverá cobrança de tarifas para a primeira consulta mensal impressa e isenção total para consulta em tela sem impressão. Na internet, o serviço também não será cobrado. O novo serviço simplifica a vida do beneficiário que passa a obter no próprio banco onde recebe, não apenas o seu dinheiro, mas também informações que antes só estavam disponíveis no INSS (pessoalmente ou pela internet).

Já para o INSS, as vantagens são economia de impressão e postagem de documentos, processamento de consultas, melhoria no atendimento e redução de filas. Além disso, as impressões feitas em terminais de auto-atendimento gastam menos papel e tinta, contribuindo diretamente para a preservação do meio-ambiente.

Atualmente, os correntistas do BB já podem imprimir extratos com suas informações previdenciárias nos terminais de auto-atendimento e no portal bb.com.br.

O extrato do INSS traz informações cadastrais, vínculos de emprego e remunerações do trabalhador, além histórico de créditos e débitos, valor da renda mensal, imposto de renda retido, empréstimo consignado e valor líquido para saque ou crédito em conta.

O segurado tem acesso a todos os seus vínculos informados desde 1976. Já as remunerações mensais, que serviram de base para as contribuições previdenciárias, são visualizadas a partir de julho de 1994. De acordo com a lei, apenas as contribuições desta data em diante são utilizadas no cálculo do valor do benefício.

Caso identifique alguma divergência, o segurado deve procurar a Previdência Social para regularização, de forma a agilizar o processo de concessão quando for se aposentar.

Fonte: Banco do Brasil

Esclarecimento sobre o ponto eletrônico

Ministério do Trabalho e Emprego refuta notícias a respeito da Portaria 1.510, que disciplina o Registro Eletrônico de Ponto

Nos últimos dias, questões referentes à Portaria que disciplina o Ponto Eletrônico têm sido trazidas ao Ministério do Trabalho e Emprego por milhares de empresas e entidades sindicais, geralmente com interpretação equivocada de notícias divulgadas em veículos de comunicação, sem que tenham sido levadas em conta importantes informações a respeito.

Assim, o MTE esclarece:

1 – Quanto à alegação de que o MTE não se preocupou com as pequenas empresas.

A portaria n. 1510/2009 não alterou as demais opções da CLT contidas no artigo 74, § 2º. As pequenas empresas, assim entendidas as que possuem até 10 empregados, estão desobrigadas de utilizar qualquer sistema de ponto. As empresas que possuem mais de 10 empregados podem utilizar um dos dois outros sistemas permitidos: manual ou mecânico. Assim, a utilização do sistema eletrônico é opcional.

Em regra, o empregador decide pelo controle de ponto eletrônico quando o número de trabalhadores faz com que a apuração manual da jornada torne-se mais custosa que a eletrônica. Ou seja, as empresas que precisam do registro eletrônico de ponto são as que possuem porte econômico suficiente para tal.

É de interesse da micro e pequena empresa um controle de ponto seguro para que não seja desconsiderado pelas autoridades trabalhistas ou pelo Judiciário

2 – Quanto à alegação de não sustentabilidade e agressão ao meio ambiente pela emissão do comprovante para o trabalhador.

Segundo os atuais conceitos de sustentabilidade devemos desenvolver políticas para os 3R, ou seja, reduzir, reutilizar e reciclar. Desta maneira estaremos promovendo a sustentabilidade. A emissão do comprovante para o trabalhador é indispensável para garantir a segurança jurídica e a bilateralidade nas relações de emprego. O pequeno comprovante em papel trará imenso benefício para os empregados, para a segurança jurídica nas relações de emprego e para toda a sociedade, pois impedirá uma enorme sonegação de horas extras efetuadas pelos empregados e os respectivos reflexos nas contribuições ao INSS e ao FGTS. O papel empregado será 100% reciclável e, como todo papel fabricado em nosso país, terá suas fibras retiradas de madeira originada de reflorestamento de eucaliptos ou pinus, manufaturados por um setor da economia que gera milhares de empregos.

3 – Quanto à alegação de alto custo do equipamento (REP).

Os que são contra a regulamentação apontaram, desde a edição da Portaria 1.510/09, que os fabricantes não iriam conseguir colocar os produtos (REP) no mercado dentro do prazo. Erraram em suas previsões. Hoje temos mais de 66 modelos registrados no M.T.E., diversos outros em processo de registro e outros tantos sob análise dos órgãos técnicos. Divulgaram que o REP teria um custo altíssimo devido às suas funcionalidades e que este custo inviabilizaria a adoção por um grande número de empresas. Fizeram projeções, inicialmente, que o REP sairia por mais de quinze mil reais. Depois reduziram para sete mil reais. Estas projeções foram desmentidas. Segundo pesquisa na rede internet, podemos encontrar equipamento REP, modelo registrado no M.T.E. após certificação de conformidade por órgão técnico, com preço de venda ao consumidor na faixa de R$ 2.850,00, preço muito próximo dos equipamentos anteriores que não possuíam nenhuma segurança quanto à manutenção da inviolabilidade e integralidade das marcações efetuadas pelos trabalhadores e que não emitiam o comprovante para o empregado.

4 – Quanto a alegação do tempo gasto pelo trabalhador para marcar o ponto e colher o comprovante e formação de fila.

Em pesquisa realizada na data de 27/07/2010 nos sítios dos fabricantes com REP registrados no MTE, verificou-se naqueles que informam sobre a velocidade de impressão do "Comprovante de Registro de Ponto do Trabalhador" que há REPs que imprimem em 0,2 segundo. Levando em conta, inclusive, que há modelos de REP que possuem a opção de corte automático do comprovante, o que facilita a sua extração pelo trabalhador, não se vislumbra qualquer possibilidade de ser os REPs mais lentos que os relógios anteriores. Se a fila não existia antes da adoção do REP, não passará a existir por conta de um acréscimo ínfimo de tempo. Inclusive a demora de uma eventual necessidade de troca de bobina, quando do término do papel, pode ser minimizada na escolha de modelos já registrados no MTE que possuem duas impressoras com comutação automática.

5 – Quanto a alegação de impedimento do uso do "ponto por exceção".

A Portaria 1.510/2009 não altera o poder de negociação dos sindicatos, pois não revoga a Portaria 1.120/1995 que permite ao empregador, desde que autorizado por instrumento coletivo, adotar sistema alternativo de controle de ponto, tal como o chamado controle por exceção.

6 – Quanto a alegação de dificuldades de deslocamento do empregado entre as diversas unidades/filiais/agências do mesmo grupo econômico.

Empresas de um mesmo grupo econômico podem determinar a consignação das marcações de ponto no mesmo REP dos seus empregados que compartilhem o mesmo local de trabalho ou que estejam trabalhando em outra empresa do mesmo grupo econômico. Desta forma, inexiste qualquer dificuldade de deslocamento do trabalhador entre as empresas do mesmo grupo econômico.

7 – Quanto a ser ou não obrigatório o trabalhador guardar o "Comprovante de Registro de Ponto do Trabalhador".

A Portaria não exige que o trabalhador mantenha a guarda do comprovante. A Portaria determina que o comprovante será impresso e retirado pelo trabalhador do REP a cada batida. A guarda do documento, entretanto, depende de sua decisão. O trabalhador, naturalmente, guardará o documento apenas quando tiver dúvida sobre parcelas remuneratórias relativas a horas extras e outras, após confrontá-lo com o seu recibo de pagamento. 

8 – Quanto ao controle de acesso dos empregados às dependências da empresa.
Algumas empresas alegam que ficarão impedidas de controlar o acesso dos empregados às dependências da empresa pelo fato do REP ser exclusivo para o controle de jornada. Cabe esclarecer que o sistema SREP não proíbe que as empresas tenham controles de acesso. A Portaria 1510/2009 não afeta o poder diretivo do empregador sobre seu estabelecimento, trata exclusivamente do controle de jornada de trabalho. O acesso ao local de trabalho, seja por catraca eletrônica ou qualquer outro meio, por empregados ou qualquer pessoa é determinado pelo poder diretivo do empregador sobre seu estabelecimento.

Fonte: MTE

De olho nas cobras

Artigo do site R7 dá conta que o Estado do Pará é o segundo colocado no Brasil em vítimas de ataque de serpentes, com 56 no ano passado. Os dados, do Ministério da Saúde, mostram ainda que no Pará 15 pessoas morreram em virtude de picadas de escorpiões ou outros animais peçonhentos (aqueles que possuem veneno e são capazes de injetá-lo por meio de dentes ou ferrões), como aranhas e lagartas, enquanto, no Brasil, esse número chegou a 333 casos..

Saiba mais detalhes sobre os caminhões gigantes da Vale

Com capacidade para transportar até 400 toneladas, os veículos fora de estrada transportam 800 mil toneladas de terra por dia

Por Gustavo Poloni

Quem visita as minas de ferro da Vale em Carajás, no sudeste do Pará, tem a impressão de que está numa terra de gigantes. Nas ruas com o dobro da largura convencional, onde placas de sinalização e semáforos estão instalados a 10 metros de altura, circulam 105 caminhões fora de estrada. Quem se depara com um deles pela primeira vez fica impressionado. Com oito metros de altura, 15 metros de comprimento e rodas que têm o dobro do tamanho de uma pessoa, esses caminhões têm capacidade para transportar até 400 toneladas – o mesmo volume de um avião Boeing 747, que leva em média 415 pessoas. Em um dia, a frota movimenta 800 mil toneladas de carga, suficiente para encher o estádio do Maracanã em apenas 24 horas.

Um dos 105 caminhões fora de estrada em operação na Vale: capacidade para carregar até 800 mil toneladas de terra por dia

Na foto de Salviano Machado, um dos 105 caminhões fora de estrada em operação na Vale: capacidade para carregar até 800 mil toneladas de terra por dia

  • Um dos 105 caminhões fora de estrada em operação na Vale: capacidade para carregar até 800 mil toneladas de terra por dia   A operadora Ádila ao lado do pneu de um caminhão fora de estrada: carteira de habilitação só depois de arrumar trabalho na Vale  O caminhão fora de estrada, da Vale: 16 degraus para chegar à cabine do operador  Dentro da cabine do operador do caminhão fora de estrada é possível encontrar duas telas de computador: ajuda de câmeras para manobrar  Dois caminhões fora de estrada circulam pelas ruas da mina da Vale em Carajás: terra de gigantes  Em 2011, frota de caminhões fora de estrada vai ganhar reforço: aumento de 30% na capacidade diária de transporte  Depois de carregados, os caminhões fora de estrada abastecem os britadores da Vale: produção de 110 milhões de toneladas de minério de ferro ao ano

O caminhão fora de estrada é um tipo de equipamento que só pode ser encontrado em lugares como as minas de ferro da Vale. Para entrar em um deles é preciso fazer esforço. A cabine do operador, como são chamados os 525 motoristas do caminhão, encontra-se no alto de uma íngreme escada de 16 degraus. Dentro dela, o conforto é total: banco ergométrico para não cansar o operador (e um improvisado para os caronas), ar-condicionado (num local onde a temperatura faz, em média, 32º Celsius) e duas telas de computador. Elas trazem dois tipos de informação: a primeira é a missão do dia. Ou seja, para qual frente de exploração o operador deve se dirigir. A segunda transmite imagens captadas por uma câmara instalada na parte traseira do veículo e que ajuda o operador a dirigi-lo.

À primeira vista, operar um caminhão fora de estrada não parece difícil. A direção é hidráulica, e o veículo é semi-automático – ou seja, não é preciso pisar na embreagem para trocar de marcha. A velocidade também não assusta: ele atinge apenas 40 quilômetros por hora. A dificuldade está nas dimensões. “A visibilidade é muito ruim”, diz Ádila de Oliveira, 23 anos, que é operadora de caminhão fora de estrada há três anos e que não tinha carteira de habilitação quando foi contratada para trabalhar na Vale. “Às vezes não dá para ver se tem alguma coisa perto do veículo”. O problema de visibilidade já resultou em acidentes. Em 2007, um trabalhador morreu ao ser atropelado por um caminhão fora de estrada dentro de uma mina.

Para evitar acidentes, a Vale tomou uma série de providências. As camionetes que circulam dentro da mina precisam ser munidas de equipamentos de segurança, como giroflex (a luz que fica piscando em cima de carros de polícia) e bandeirolas amarelas presas em hastes de 10 metros de altura e que têm pequenas lâmpadas nas pontas. O motivo? Ajudar os operadores de caminhões fora de estrada a visualizá-los nas ruas e, assim, evitar acidentes. Nos próximos meses, a empresa vai instalar sensores de distância nos caminhões, como aqueles que ajudam motoristas a estacionar seus carros. Tudo para que os operadores possam conduzir os caminhões fora de estrada com mais segurança.

A operadora Ádila ao lado do pneu de um caminhão fora de estrada: carteira de habilitação só depois de arrumar trabalho na Vale

Antes de entrar num caminhão fora de estrada, o operador passa por um treinamento. Além de aulas teóricas, o candidato é submetido a 16 horas dentro de um simulador. Com três telas e um cockpit que simula a cabine, ele lembra um videogame. O banco mexe de acordo com o terreno e a cada erro uma mensagem em vermelho aparece no meio da tela. O aspirante a operador precisa realizar tarefas, como carregar o caminhão. Para ser aprovado, a nota exigida é alta: 86% de acerto. “Além de ser o primeiro contato do operador com o veículo, o simulador ajuda a corrigir deficiências”, afirmou Thalisson Lopes, instrutor de equipamento de mina. “Se ele não sabe manobrar ou bascular ele passa por uma espécie de recuperação”.

Nos próximos meses, candidatos a operadores devem passar pelo teste do simulador. Isso porque a frota de caminhões fora de estrada na mina de Carajás vai ganhar reforços em 2011. A Vale anunciou em maio a compra de 14 novos equipamentos ao custo de US$ 100 milhões. Fabricados pela alemã Liebherr, eles têm capacidade para até 400 toneladas de carga e vinham sendo testados pela Vale desde o ano passado. Com a chegada dos novos caminhões, a capacidade de transporte de carga vai aumentar 20%, chegando a mais de 30 mil toneladas por dia.

Fonte:Site Economia Ig.com.br

Portugal não costuma se dar bem na África

Comemora-se hoje, 25 de junho, o dia da independência de Moçambique. E o que esta informação interessa a nós ? Ocorre que no dia 25 de junho de 1975, Portugal perdia a guerra contra sua colônia na África, naquela que ficou conhecida como a "Luta Armada de Libertação Nacional". Hoje, nossos colonizadores enfrentam a seleção canarinho também em território africano e, pelo jeito, como agora sabemos, neste dia e nesse continente eles costumam perder. ( Migalhas )

Mineradora canadense descobre dois depósitos de ouro em Serra Pelada

Há expectativa de que existam mais reservas minerais a serem descobertas na região

Álvaro Campos, da Agência Estado 

TORONTO – A mineradora canadense Colossus Minerals encontrou dois depósitos inesperados com alta concentração de ouro e platina no seu projeto de Serra Pelada, no Pará, aumentando as expectativas de que existam mais reservas minerais ainda não descobertas na região.

A Colossus informou que os depósitos foram encontrados 150 metros ao norte e 50 metros a oeste da zona central de Serra Pelada. A empresa espera escavar mais profundamente a região onde os depósitos foram encontrados para expandir a exploração, de acordo com a porta-voz da Colossus, Kristen LeBlanc. "Nós seríamos loucos se não explorássemos para verificar o que mais existe lá embaixo. Nossa intenção é avançar e encontrar isso".

Um analista disse que a descoberta de ouro longe da região central de Serra Pelada é uma surpresa. "Nós não esperávamos que houvesse mais reservas por ali. Isso acrescenta tonelagem ao que já havia sido estabelecido. Também é um depósito de um grau muito alto", comentou o analista, que preferiu não se identificar. A empresa já planejava construir uma mina na área, entretanto, a descoberta torna a mineração nessa região um projeto mais lucrativo, disse o analista.

As ações da empresa subiram com a notícia. "Em um dia em que a maioria das mineradoras está sendo negociada em baixa, isso é razoável? Claro", comentou o analista. No fim da sessão da Bolsa de Toronto, as ações da Colossus subiam 8,8%.

No terceiro trimestre deste ano a empresa vai começar a construir uma rampa subterrânea para investigar a área onde os novos depósitos foram encontrados. Mas LeBlanc não soube informar quando seria iniciada a construção da mina.

Em julho de 2007, a Colossus fez uma parceria com a Cooperativa de Mineração dos Garimpeiros de Serra Pelada (Coomigasp) para explorar 100 hectares de terra em Serra Pelada, onde os novos depósitos foram encontrados. Em março deste ano a Colossus também adquiriu mais de 770 hectares de novos terrenos próximos à região de Serra Pelada, que ainda não foram explorados.

Na década de 1980 Serra Pelada sofreu a maior corrida do ouro da história da América Latina. As informações são da Dow Jones.

Informativo do estado de greve SINTEPP

INFORMATIVO_VII_SINTEPP[1]

Politicamente correto

O Ministério Público Federal, em Belo Horizonte, instaurou um inquérito civil público e recomendou que a AmBev suspenda a propaganda da Skol em que uma lata de cerveja chama um torcedor argentino de "maricón", por preconceito contra os argentinos e caráter homofóbico.

Fonte: Migalhas

Vai um cafezinho aí?

Café ajuda a prevenir câncer de boca e faringe

Pessoas que bebem café regularmente têm 39% menos chances de desenvolver câncer de boca ou faringe. É o que mostra um estudo americano divulgado pela revista Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention. As conclusões têm como base a análise de nove estudos anteriores e foram reveladas pela Associação Americana de Pesquisa para o Câncer.

"Já que o café é tão amplamente consumido e a taxa de sobrevivência de pacientes que sofram desses tipos de tumores é relativamente baixa, nossas conclusões têm implicações importantes para a saúde pública e precisam ser aprofundadas", disse Mia Hashibe professora-assistente do departamento de família e medicina preventiva da Universidade de Utah, que liderou o estudo.

"O que torna nossos resultados tão singulares é o fato de termos utilizado uma amostragem muito ampla e, já que combinamos os dados de diversos estudos, ganhamos mais poder estatístico para relacionar o café e o câncer”, completou Mia.

Uma série de estudos recentes sugerem que o consumo de café ajuda a evitar o surgimento de tumores, incluindo os de próstata e cérebro. Outras pesquisas concluíram, ainda, que o café combate a depressão, protege o corpo contra a perda de memória e reduz as chances de câncer de fígado.

Algumas pesquisas, porém, apontam os riscos do consumo da bebida em excesso. Uma pesquisa publicada em 2007 sugere que mulheres grávidas que bebam muito café têm maiores chances de darem à luz bebês com pouco peso. o estudo mostra ainda que as mulheres que bebem quatro ou mais xícaras por dia apresentam problemas de fertilidade.

Fonte:Veja.com

Desta vez não é papo de pescador. Em Altamira-PA comerciante fisgou um bagre de 150 kg

Juarense pesca piraíba de 150 quilos no Rio Tapajós

PeixeCleber Bergo (foto), morador e comerciante na cidade de Altamira, no Pará, surpreendeu os amigos com um belo exemplar da raça Piraíba, peixe da família bagre, conhecido também, como filhote. Segundo informações, é o bagre que atinge o maior tamanho entre os parentes.

O enorme peixe foi fisgado, segundo Cleber, no Rio Tapajós, no Pará, com um anzol comum e uma isca de peixe mesmo. O exemplar pesou 150 kg e mediu 2 metros de comprimento. A piraíba foi pescada há 15 dias, mas ficou congelado para ser levado para Juara, imerso em bastante gelo na carroceria da caminhonete, para suportar a viagem.

Cleber disse que levou o peixe para sua história não ser interpretada como mais uma mentira de pescador, e, porque seu amigo Fernando Bezerra, teria se comprometido assar no dedo. Se ele cumpriu não sabemos, mas que muitos vão saborear um pouco da carne do bagre pescado. O peixe foi cortado e repartido entre os amigos.

Fonte: Repórter News

Revista Mais

revista maisMostrando arrojo e visão de mercado, a equipe da Agência Eco.com, com sede em Parauapebas  e responsável pela publicação da Revista Mais Parauapebas e Sul do Pará, está desenvolvendo um grande projeto de ampliação da revista, que deverá em breve ser publicada em outras cidades.

Além da MAIS PARAUAPEBAS e SUL DO PARÁ, que foi o maior sucesso, a revista pretende expandir o projeto, lançando a MAIS CASTANHAL (PA), MAIS PARAGOMINAS (PA), MAIS AÇAILÂNDIA (MA) E MAIS IMPERATRIZ (MA). Para tanto está fechando parcerias que viabilizarão  a expansão.

As edições da MAIS terão periodicidade bimestral, o que confere à publicação um charme adicional e riqueza de conteúdo, gerando expectativa sobre as próximas edições, além de possuir um projeto gráfico inovador e um cuidado editorial que lhe atribuem um diferencial quanto às demais revistas das regiões onde será operacionalizada.

A equipe Eco.com é capitaneada pelo comunicador Demerval Moreno.

Morreu o escritor português e Prêmio Nobel José Saramago

Jose SaramagoMorreu nesta sexta-feira (18) em Lanzarote (Ilhas Canárias), o escritor português José Saramago, aos 87 anos. Saramago ganhou o Prêmio Nobel da Literatura em 1998.

O escritor nasceu em 1922, em Azinhaga, aldeia ao sul de Portugal, numa família de camponeses.

Autodidata, antes de se dedicar exclusivamente à literatura trabalhou como serralheiro, mecânico, desenhista industrial e gerente de produção numa editora.

Começou a atividade literária em 1947, com o romance Terra do Pecado. Voltou a publicar livro de poemas em 1966. Atuou como crítico literário em revistas e trabalhou no Diário de Lisboa. Em 1975, tornou-se diretor-adjunto do jornal Diário de Notícias. Acuado pela ditadura de Salazar, a partir de 1976 passou a viver de seus escritos, inicialmente como tradutor, depois como autor.

Em 1980, alcança notoriedade com o livro Levantado do Chão, visto hoje como seu primeiro grande romance. Memorial do Convento confirmaria esse sucesso dois anos depois.

Em 1991, publica O Evangelho Segundo Jesus Cristo, livro censurado pelo governo português – o que leva Saramago a exilar-se em Lanzarote, nas Ilhas Canárias (Espanha), onde vive até hoje. Foi ele o primeiro autor de língua portuguesa a receber o Prêmio Nobel de Literatura, em 1998.

Entre seus outros livros estão os romances O Ano da Morte de Ricardo Reis (1984), A Jangada de Pedra (1986), Ensaio sobre a Cegueira (1995), Todos os Nomes (1997), e O Homem Duplicado (2002); a peça teatral In Nomine Dei (1993) e os dois volumes de diários recolhidos nos Cadernos de Lanzarote (1994-7).