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Ex-governadora Ana Júlia Carepa comemorará aniversário neste fim de semana em Belém

A ex governadora Ana Júlia Carepa comemora seu aniversário neste final de semana. Na sexta feira será realizada missa de ação de graças na Igreja de São José, na rua Domingos Marreiros, próximo à avenida Doca de Souza Franco, bairro do Umarizal, às 18 horas. No sábado, Ana Júlia recebe os amigo para um jantar no restaurante Pier 47, no complexo Ver o Rio.

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Ana Júlia governou o Pará de 2007 a 2010. Antes disso foi senadora, deputada federal, vice prefeita de Belém e vereadora. Atualmente é diretora administrativa da BrasilCap, empresa do ramo financeiro, com sede no Rio de Janeiro.

Estão sendo esperadas mais de 200 pessoas para o evento. Estão confirmadas as presenças dos deputados federais e estaduais do PT, de Milton Zimmer, presidente estadual do PT, do ex-prefeito de Ananindeua, Helder Barbalho, de prefeitos e vereadores de vários municípios, de políticos de vários partidos, além de empresários e lideranças sindicais do Estado.

Serviço:
- Missa de Ação de Graças – 20/12, sexta feira – Igreja de São José.

  Rua Domingos Marreiros, próximo à avenida Doca de Souza Franco – Umarizal, Horário: 18 horas.

- Jantar de Aniversário 21/12 – sábado – Píer 47.

  Complexo Ver o Rio – Horário: 21 horas.

Ex-governadora comenta ação do MP

A respeito da postagem “MP processa Ana Júlia e ex-secretário”, venho informar que a denúncia do promotor não procede de fundamentos. Trata-se de mais uma denúncia gratuita de um promotor acostumado a fazer política no cargo, para me atacar e causar prejuízos políticos, destoando da conduta do Ministério Público. Reitero a informação que não houve irregularidade e que o Tribunal de Contas, órgão competente para julgar estes casos, não encontrou irregularidades na prestação de contas, prova suficiente para dirimir, na justiça, quaisquer dúvidas.

Ana Júlia Carepa
Ex-Governadora do Estado 

MP entra com ação civil por ato de improbidade contra ex-gestores estaduais

O 6º promotor de Justiça de Direitos Constitucionais Fundamentais, Defesa do Patrimônio Público e da Moralidade Administrativa de Belém, Firmino Araújo de Matos, ajuizou ontem ação civil pública por ato de improbidade administrativa em desfavor de Ana Júlia de Vasconcelos Carepa, ex-governadora, José Júlio Ferreira Lima, ex-secretário de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças (Sepof) e Tatyane Chaves dos Santos Amaral (ex-diretora da Sepof). Os três são responsáveis pelo Estado ter extrapolado em 2010 o limite fixado para abertura de créditos suplementares previstos na Lei Orçamentária Anual do Pará.

A responsabilidade de Ana Júlia Carepa e José Júlio Lima resulta do fato de terem assinado vinte e sete decretos, todos de 2010, com os quais deram causa à extrapolação do limite fixado no art. 6º, inciso II, da Lei Estadual n. 7.370/2009 (Lei Orçamentária Anual), para abertura de créditos suplementares.

“Ao assinarem os citados decretos, nas últimas semanas da gestão governamental finalizada no ano de 2010 (quando deveriam ser ainda mais cuidadosos com as decisões que necessitassem tomar, especialmente aquelas relativas à execução orçamentária), a governadora e o secretário desrespeitaram o princípio da legalidade e, consequentemente, o princípio da moralidade, incorrendo, dessa forma, na prática dos atos de improbidade administrativa”, explica na ação o promotor de justiça.

Já Tatyane Chaves dos Santos Amaral, por sua vez, responderá por ter contribuído decisivamente, na condição de diretora de planejamento da Sepof, para a consumação do ato de improbidade atribuído aos dois gestores já citados.

Segundo nota técnica elaborada por especialistas da promotoria de Justiça de Direitos Constitucionais Fundamentais, o limite previsto para créditos suplementares da Lei Orçamentária de 2010 foi extrapolado em 3,8363%, o que corresponde a R$-431.111.804,13 (quatrocentos e trinta e um milhões, cento e onze mil, oitocentos e quatro reais e treze centavos).

Veja aqui a ação na íntegra.

Fonte: ASCOM MP, com informações da PJ de Direitos Constitucionais

Ex-governadora Ana Júlia Carepa: resposta para a matéria “Conexão Delta-Pará” de Isto É

Ana Julia Carepa - ex-governadora do Pará  2006-2010

Em relação às informações contidas na matéria “Conexão Delta-Pará”, informo que a locação de veículos para uso pelas forças de segurança do Estado do Pará no ano de 2010 ocorreu a partir de adesão a ata de registro de preços do estado de Goiás, modalidade praticada por diversos estados. Convém lembrar que, àquela época, a empresa não se encontrava envolvida em qualquer escândalo, nem considerada inidônea.

Sobre as obras realizadas pela empresa no âmbito do projeto Ação Metrópole, todas foram executadas e concluídas, sem que qualquer irregularidade tenha sido encontrada pela fiscalização do governo ou de qualquer outro órgão externo.

Atenciosamente

Ana Júlia Carepa

Conexão Delta-Pará

Contratos milionários entre o governo do Pará e a Delta para locação de viaturas são investigados. Irregularidades podem levar à CPI o governador Simão Jatene e a antecessora, Ana Júlia

Claudio Dantas Sequeira

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Na retomada dos trabalhos após as eleições, mais dois governadores – um do PSDB, outro do PT – correm o risco de ser convocados pela CPI do Cachoeira. O tucano Simão Jatene, atual governador do Pará, e sua antecessora, a petista Ana Júlia Carepa, estão no centro de investigações da Polícia Federal e do Ministério Público por conta de contratos milionários, e muito suspeitos, com a Delta Construções S/A. A empreiteira, acusada de integrar o esquema de corrupção do bicheiro Carlinhos Cachoeira, faturou cerca de R$ 250 milhões nas gestões de Ana Júlia e Jatene com obras rodoviárias e locação de veículos. Inquéritos a que ISTOÉ teve acesso revelam uma série de irregularidades na execução desses contratos.

Um dos casos mais flagrantes envolve a locação de milhares de viaturas para os órgãos da Segurança Pública. O promotor de Justiça do Patrimônio Público, Nelson Medrado, assinou na terça-feira 4 ofício em que pede explicações sobre o processo de seleção da empreiteira no ano passado e de aditivos firmados em julho deste ano, exatos 11 dias depois de a Delta ser declarada inidônea pela Controladoria-Geral da União. Ao entrar na lista negra de fornecedores, a empresa fica proibida de participar de licitações e assinar novos contratos com o poder público. Medrado entende que qualquer administração deve zelar pelo dinheiro público e, por isso, a declaração no âmbito federal também vale para os Estados. “Até onde pude saber, esse tipo de coisa só aconteceu aqui no Pará. Há suspeita de ato de improbidade administrativa”, disse.

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SUSPEITA
Aditivo foi assinado por Simão Jatene (à dir) 11 dias depois de a Delta ser
declarada inidônea. Primeiro contrato ocorreu na gestão de Ana Júlia (à esq)

Uma apuração feita pela equipe técnica do MP estadual constatou indícios de fraude. Para fechar o negócio com o governo, a Delta usou o CNPJ de sua filial em Belém. O braço paraense da empresa, no entanto, não tinha entre suas atividades econômicas a locação de veículos, segundo Medrado. “Ela usou o mesmo CNPJ do contrato de obras e não tinha habilitação legal para alugar veículos”, diz o promotor. O contrato original previa o pagamento de R$ 14 milhões anuais por 450 veículos só para a PM – maior fatia do contrato de R$ 22 milhões com a Secretaria de Segurança Pública. O polêmico aditivo elevou para R$ 17,6 milhões o valor dos repasses à empreiteira.

Jatene, curiosamente, foi um dos maiores críticos dos contratos entre a Delta e o governo de Ana Júlia Carepa. A gestão petista foi quem abriu as portas para a empreiteira na locação de viaturas, a partir da adesão a uma ata de registro de preços de Goiás, terra de Cachoeira, onde ele mantinha um exército de informantes infiltrados justamente na área de segurança pública. A gestão de Jatene, além de negociar o novo contrato com a Delta, ainda manteve os repasses do que havia sido tratado pelo governo petista.

01.jpg“Há suspeita de ato de improbidade administrativa” Nelson Medrado, promotor

A PF suspeita que esse e outros contratos tenham sido usados para abastecer o caixa 2 de campanhas políticas. Na investigação que resultou na prisão em Belém do ex-diretor da Delta no Nordeste Aluízio Alves de Souza, os agentes encontraram indícios de que o esquema de fraudes em licitações, com superfaturamento e desvio de verbas, alcançou as obras locais. Uma delas é a construção da avenida Independência e viadutos de acesso, que consumiu mais de R$ 100 milhões, valor liquidado às pressas pela governadora – que buscava a reeleição – em plena campanha de 2010. Até o início deste ano, a obra ainda não havia sido entregue ao governo por conta de irregularidades identificadas pela fiscalização. Procurados, Jatene e Ana Júlia não retornaram o contato até o fechamento da edição.

Fonte: Revista Isto É

Ex-governadora se defende de mais uma denúncia

Ana Julia Carepa A ex-governadora Ana Júlia Carepa (foto) foi denunciada pelo Ministério Público por improbidade administrativa supostamente por ter contratado em data não permitida pela lei policiais aprovados em concurso público. A denúncia foi acolhida pelo juiz da 1ª Vara de Fazenda Pública da capital, Eder Lisboa.

Ana Júlia (PT) fez ontem um post em seu Blog pessoal onde apresenta defesa parcial sobre a denúncia. Acompanhe o que afirmou a ex-governadora:

“ Em relação às supostas de denúncias de improbidade administrativa constantes da Ação Civil Pública recebida pelo juiz Elder Lisboa, venha a público informar:

- Para que não pairasse qualquer sombra de dúvida sobre o ato, meu governo fez uma consulta nº CTA 34.096 ao Tribunal Regional Eleitoral, através do então secretário de segurança em exercício, delegado da polícia federal José Ferreira Salles.

- O parecer do Ministério Público Eleitoral, assinado pelo Procurador Daniel Azeredo Avelino, foi objetivo ao afirmar que a homologação do concurso e a nomeação dos aprovados poderia sim ser realizada, dada a essencialidade do serviço de segurança, o que o coloca dentre as ressalvas amparadas pela lei. Ou seja, afirmou que a nomeação dos candidatos concursados em outubro de 2010 não afrontaria a legislação eleitoral, podendo ser realizada no período de 03.07.2010 até 01.01.2011.

- O relator da consulta, Juiz José Rubens Leão, seguiu o parecer do MPE, concluindo que “em se tratando da segurança pública, não há dúvidas de que a carência em sua prestação é capaz de comprometer a segurança, e quiçá, a própria sobrevivência da população, o que nos permite enquadrá-la na exceção prevista na Lei Eleitoral”, respondendo afirmativa mente à consulta. Seu voto foi seguido por todos os juízes do TRE.

O que me preocupa neste caso é que, a despeito de existir uma decisão de um órgão colegiado do poder judiciário, como um promotor de justiça abre uma ação civil pública me denunciando por improbidade administrativa. Não teria ele como verificar se esta consulta fora feita? E, se verificou, porque deu seguimento à ação? E porque não se ocupa em abrir Ações Civis Públicas contras a denúncias que pipocam na imprensa e nos blogs sobre a conduta dos atuais governos? Não parece que existe um outro interesse por trás disso?

Levarei a conhecimento do juiz da 1ª Vara de Fazenda Pública da capital o resultado da consulta que fizemos antes de nomear os aprovados em concurso para a Polícia Civil.

Aproveito a oportunidade para lembrar que em 2007, quando recebi o governo do estado, o Pará vivia uma situação crítica na área de segurança pública. Poucos policiais nas ruas, poucas viaturas, pouco armamento e quase nenhuma munição, quase nenhum equipamento de segurança individual. O povo se encontrava a mercê da criminalidade, sob o que os então governantes chamavam caricatamente de sensação de insegurança.

Promovi concursos públicos para as Polícias Civil (492 vagas) e Militar (4072 vagas) e Corpo de Bombeiros (882 vagas), convoquei candidatos aprovados em concursos anteriores ainda na validade, adquiri veículos, loquei outros (atitude pela qual fui muito atacada, mas que se mostrou tão eficiente que foi seguida por quem me atacou), construí delegacias (23 novas e 37 reformas), quartéis da PM e Bombeiros, comprei armas, munição, coletes, capacetes balísticos e equipamento não letal, além dos investimentos em inteligência policial e capacitação.

Todas estas ações aconteceram com o desejo de promover a queda da criminalidade, que começou ainda em 2009 e segue até hoje.

O concurso para a polícia civil c-149, realizado em setembro de 2009, para provimento de 350 vagas, sendo 50 para delegado, 150 para escrivão e outras 150 para investigador, foi cercado por muitos recursos de candidatos não classificados. A alguns deles pertinentes, outros não. As pendências judiciais que impediam a homologação do concurso foram debeladas em outubro de 2010. Naquele momento, o estado não dispunha, como ainda dispõe, em muitos municípios, de serviços de segurança permanentes, como por exemplo Cametá que ficou sem Delegado por quase uma ano e, em 2006 tinha apenas dois policiais civis, Ipixuna do Pará, Soure, Salva Terra, e mais 37 outros municípios. Estas nomeações, portanto, exigiam urgência.

Quero afirmar que eu repetiria este ato mil vezes se governadora fosse. Realizar concursos e nomear seus aprovados na área de segurança pública é uma obrigação de um governante! Principalmente se estes servidores forem atuar no interior do estado, onde a necessidade da população é enorme, vide o resultado do plebiscito sobre a divisão do Pará.

É com a consciência tranquila do dever cumprido que esclareço a sociedade em resposta a mais uma ação “política” contra mim”

Clique aqui e veja a cópia dos relatórios:

Ana Júlia na Brasilcap

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) – autarquia ligada ao Ministério da Fazenda – aprovou ontem o nome da ex-governadora Ana Júlia Carepa (PT) para o cargo de diretora administrativa da Brasilcap, empresa que tem como sócio majoritário o Banco do Brasil Seguros e Participações. Para Ana Júlia, que exercerá um mandato de três anos, podendo ser renovado uma vez e receberá salários em torno de R$30 mil mensais, a anunciada aprovação “é um atestado de que não existe nada que desabone o meu nome”.

Revista Época x Ana Júlia Carepa

Volta e meia o nome da ex-governadora do Pará, Ana Júlia Carepa (PT) está na mídia nacional, mesmo tendo a petista já dito que não disputará as prévias do partido para a prefeitura de Belém ou outro cargo qualquer, por enquanto.

Esse final de semana foi a vez da Revista Época, em reportagem de Marcelo Rocha intitulada Ôôô, Ana Júlia!!, vincular a indicação de seu nome para assumir cargo na diretoria da Brasilcap, uma subsidiária do Banco do Brasil com supostos erros nas prestações de conta de convênios firmados com o BNDES em 2010.

A reportagem de Época, que nada mais é do que uma denúncia requentada e já esclarecida, foi rebatida pela ex-governadora em seu Blog pessoal.Confira aqui a contestação de Ana Júlia.

Aniversariante do dia

Ana Julia Quem sopra velinhas hoje (23) é a ex-governadora do Pará, Ana Júlia Carepa. Graduada em Arquitetura pela Universidade Federal do Pará, Ana Júlia iniciou sua carreira política em 1992 quando foi eleita vereadora de Belém. Posteriormente foi eleita deputada deputada federal, vice-prefeita de Belém e senadora.

Em 2006 foi eleita a primeira governadora mulher do Pará.

O Blogger deseja a ela muitas felicidades, paz, saúde e prosperidade, e que ela continue na luta por um Pará mais forte, justo e igualitário.

Ana Júlia Carepa indicada para vaga na Brasilcap

Depois de deixar o governo do Pará em 2010, derrotada na tentativa de se reeleger, a petista Ana Júlia Carepa voltará a exercer um cargo público. Ela foi indicada para participar da diretoria financeira da Brasilcap, empresa líder do mercado de capitalização e que tem como sócios a BB Seguros e Participações (66,66% das ações), Icatu Seguros S.A (16,67%), Companhia Seguros Aliança da Bahia (15,8%) e sócios minoritários (0,87%).A ex-governadora deverá receber cerca de R$ 30 mil mensais a título de salários.

Ana Júlia Carepa, que é funcionária de carreira do Banco do Brasil, já foi presidente do Sindicato dos Bancários, deputada federal, senadora e governadora do Pará. A notícia da indicação foi veiculada no jornal O Estado de São Paulo e, se confirmada, a petista participará de um colegiado composto pelo presidente da Brasilcap, Marcos Lobão; o diretor comercial, Joílson Rodrigues Ferreira e Rogério Leite, diretor.

Brasilcap
A Brasilcap foi criada em 1995, fruto da parceria entre o Banco do Brasil, o Icatu Hartford, a Sul América Capitalização e a Aliança da Bahia. O primeiro produto da Companhia, o Ourocap PM 36, revolucionou o mercado de capitalização, devolvendo 100% da aplicação do cliente num prazo de apenas 36 meses. O resultado não poderia ter sido diferente: 116.386 títulos comercializados só no mês de lançamento, 1 milhão de títulos vendidos nos 12 meses que se seguiram e liderança do mercado já no segundo ano de operação. Em 2010, a Brasilcap completou 15 anos de existência e 14 anos de liderança no mercado de capitalização com mais de 165 mil títulos ativos e uma carteira de 1,9 milhão de clientes.

Com informações do Estadão