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Ex-governadora Ana Júlia Carepa: resposta para a matéria “Conexão Delta-Pará” de Isto É

Ana Julia Carepa - ex-governadora do Pará  2006-2010

Em relação às informações contidas na matéria “Conexão Delta-Pará”, informo que a locação de veículos para uso pelas forças de segurança do Estado do Pará no ano de 2010 ocorreu a partir de adesão a ata de registro de preços do estado de Goiás, modalidade praticada por diversos estados. Convém lembrar que, àquela época, a empresa não se encontrava envolvida em qualquer escândalo, nem considerada inidônea.

Sobre as obras realizadas pela empresa no âmbito do projeto Ação Metrópole, todas foram executadas e concluídas, sem que qualquer irregularidade tenha sido encontrada pela fiscalização do governo ou de qualquer outro órgão externo.

Atenciosamente

Ana Júlia Carepa

Conexão Delta-Pará

Contratos milionários entre o governo do Pará e a Delta para locação de viaturas são investigados. Irregularidades podem levar à CPI o governador Simão Jatene e a antecessora, Ana Júlia

Claudio Dantas Sequeira

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Na retomada dos trabalhos após as eleições, mais dois governadores – um do PSDB, outro do PT – correm o risco de ser convocados pela CPI do Cachoeira. O tucano Simão Jatene, atual governador do Pará, e sua antecessora, a petista Ana Júlia Carepa, estão no centro de investigações da Polícia Federal e do Ministério Público por conta de contratos milionários, e muito suspeitos, com a Delta Construções S/A. A empreiteira, acusada de integrar o esquema de corrupção do bicheiro Carlinhos Cachoeira, faturou cerca de R$ 250 milhões nas gestões de Ana Júlia e Jatene com obras rodoviárias e locação de veículos. Inquéritos a que ISTOÉ teve acesso revelam uma série de irregularidades na execução desses contratos.

Um dos casos mais flagrantes envolve a locação de milhares de viaturas para os órgãos da Segurança Pública. O promotor de Justiça do Patrimônio Público, Nelson Medrado, assinou na terça-feira 4 ofício em que pede explicações sobre o processo de seleção da empreiteira no ano passado e de aditivos firmados em julho deste ano, exatos 11 dias depois de a Delta ser declarada inidônea pela Controladoria-Geral da União. Ao entrar na lista negra de fornecedores, a empresa fica proibida de participar de licitações e assinar novos contratos com o poder público. Medrado entende que qualquer administração deve zelar pelo dinheiro público e, por isso, a declaração no âmbito federal também vale para os Estados. “Até onde pude saber, esse tipo de coisa só aconteceu aqui no Pará. Há suspeita de ato de improbidade administrativa”, disse.

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SUSPEITA
Aditivo foi assinado por Simão Jatene (à dir) 11 dias depois de a Delta ser
declarada inidônea. Primeiro contrato ocorreu na gestão de Ana Júlia (à esq)

Uma apuração feita pela equipe técnica do MP estadual constatou indícios de fraude. Para fechar o negócio com o governo, a Delta usou o CNPJ de sua filial em Belém. O braço paraense da empresa, no entanto, não tinha entre suas atividades econômicas a locação de veículos, segundo Medrado. “Ela usou o mesmo CNPJ do contrato de obras e não tinha habilitação legal para alugar veículos”, diz o promotor. O contrato original previa o pagamento de R$ 14 milhões anuais por 450 veículos só para a PM – maior fatia do contrato de R$ 22 milhões com a Secretaria de Segurança Pública. O polêmico aditivo elevou para R$ 17,6 milhões o valor dos repasses à empreiteira.

Jatene, curiosamente, foi um dos maiores críticos dos contratos entre a Delta e o governo de Ana Júlia Carepa. A gestão petista foi quem abriu as portas para a empreiteira na locação de viaturas, a partir da adesão a uma ata de registro de preços de Goiás, terra de Cachoeira, onde ele mantinha um exército de informantes infiltrados justamente na área de segurança pública. A gestão de Jatene, além de negociar o novo contrato com a Delta, ainda manteve os repasses do que havia sido tratado pelo governo petista.

01.jpg“Há suspeita de ato de improbidade administrativa” Nelson Medrado, promotor

A PF suspeita que esse e outros contratos tenham sido usados para abastecer o caixa 2 de campanhas políticas. Na investigação que resultou na prisão em Belém do ex-diretor da Delta no Nordeste Aluízio Alves de Souza, os agentes encontraram indícios de que o esquema de fraudes em licitações, com superfaturamento e desvio de verbas, alcançou as obras locais. Uma delas é a construção da avenida Independência e viadutos de acesso, que consumiu mais de R$ 100 milhões, valor liquidado às pressas pela governadora – que buscava a reeleição – em plena campanha de 2010. Até o início deste ano, a obra ainda não havia sido entregue ao governo por conta de irregularidades identificadas pela fiscalização. Procurados, Jatene e Ana Júlia não retornaram o contato até o fechamento da edição.

Fonte: Revista Isto É

Ex-governadora se defende de mais uma denúncia

Ana Julia Carepa A ex-governadora Ana Júlia Carepa (foto) foi denunciada pelo Ministério Público por improbidade administrativa supostamente por ter contratado em data não permitida pela lei policiais aprovados em concurso público. A denúncia foi acolhida pelo juiz da 1ª Vara de Fazenda Pública da capital, Eder Lisboa.

Ana Júlia (PT) fez ontem um post em seu Blog pessoal onde apresenta defesa parcial sobre a denúncia. Acompanhe o que afirmou a ex-governadora:

“ Em relação às supostas de denúncias de improbidade administrativa constantes da Ação Civil Pública recebida pelo juiz Elder Lisboa, venha a público informar:

- Para que não pairasse qualquer sombra de dúvida sobre o ato, meu governo fez uma consulta nº CTA 34.096 ao Tribunal Regional Eleitoral, através do então secretário de segurança em exercício, delegado da polícia federal José Ferreira Salles.

- O parecer do Ministério Público Eleitoral, assinado pelo Procurador Daniel Azeredo Avelino, foi objetivo ao afirmar que a homologação do concurso e a nomeação dos aprovados poderia sim ser realizada, dada a essencialidade do serviço de segurança, o que o coloca dentre as ressalvas amparadas pela lei. Ou seja, afirmou que a nomeação dos candidatos concursados em outubro de 2010 não afrontaria a legislação eleitoral, podendo ser realizada no período de 03.07.2010 até 01.01.2011.

- O relator da consulta, Juiz José Rubens Leão, seguiu o parecer do MPE, concluindo que “em se tratando da segurança pública, não há dúvidas de que a carência em sua prestação é capaz de comprometer a segurança, e quiçá, a própria sobrevivência da população, o que nos permite enquadrá-la na exceção prevista na Lei Eleitoral”, respondendo afirmativa mente à consulta. Seu voto foi seguido por todos os juízes do TRE.

O que me preocupa neste caso é que, a despeito de existir uma decisão de um órgão colegiado do poder judiciário, como um promotor de justiça abre uma ação civil pública me denunciando por improbidade administrativa. Não teria ele como verificar se esta consulta fora feita? E, se verificou, porque deu seguimento à ação? E porque não se ocupa em abrir Ações Civis Públicas contras a denúncias que pipocam na imprensa e nos blogs sobre a conduta dos atuais governos? Não parece que existe um outro interesse por trás disso?

Levarei a conhecimento do juiz da 1ª Vara de Fazenda Pública da capital o resultado da consulta que fizemos antes de nomear os aprovados em concurso para a Polícia Civil.

Aproveito a oportunidade para lembrar que em 2007, quando recebi o governo do estado, o Pará vivia uma situação crítica na área de segurança pública. Poucos policiais nas ruas, poucas viaturas, pouco armamento e quase nenhuma munição, quase nenhum equipamento de segurança individual. O povo se encontrava a mercê da criminalidade, sob o que os então governantes chamavam caricatamente de sensação de insegurança.

Promovi concursos públicos para as Polícias Civil (492 vagas) e Militar (4072 vagas) e Corpo de Bombeiros (882 vagas), convoquei candidatos aprovados em concursos anteriores ainda na validade, adquiri veículos, loquei outros (atitude pela qual fui muito atacada, mas que se mostrou tão eficiente que foi seguida por quem me atacou), construí delegacias (23 novas e 37 reformas), quartéis da PM e Bombeiros, comprei armas, munição, coletes, capacetes balísticos e equipamento não letal, além dos investimentos em inteligência policial e capacitação.

Todas estas ações aconteceram com o desejo de promover a queda da criminalidade, que começou ainda em 2009 e segue até hoje.

O concurso para a polícia civil c-149, realizado em setembro de 2009, para provimento de 350 vagas, sendo 50 para delegado, 150 para escrivão e outras 150 para investigador, foi cercado por muitos recursos de candidatos não classificados. A alguns deles pertinentes, outros não. As pendências judiciais que impediam a homologação do concurso foram debeladas em outubro de 2010. Naquele momento, o estado não dispunha, como ainda dispõe, em muitos municípios, de serviços de segurança permanentes, como por exemplo Cametá que ficou sem Delegado por quase uma ano e, em 2006 tinha apenas dois policiais civis, Ipixuna do Pará, Soure, Salva Terra, e mais 37 outros municípios. Estas nomeações, portanto, exigiam urgência.

Quero afirmar que eu repetiria este ato mil vezes se governadora fosse. Realizar concursos e nomear seus aprovados na área de segurança pública é uma obrigação de um governante! Principalmente se estes servidores forem atuar no interior do estado, onde a necessidade da população é enorme, vide o resultado do plebiscito sobre a divisão do Pará.

É com a consciência tranquila do dever cumprido que esclareço a sociedade em resposta a mais uma ação “política” contra mim”

Clique aqui e veja a cópia dos relatórios:

Ana Júlia na Brasilcap

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) – autarquia ligada ao Ministério da Fazenda – aprovou ontem o nome da ex-governadora Ana Júlia Carepa (PT) para o cargo de diretora administrativa da Brasilcap, empresa que tem como sócio majoritário o Banco do Brasil Seguros e Participações. Para Ana Júlia, que exercerá um mandato de três anos, podendo ser renovado uma vez e receberá salários em torno de R$30 mil mensais, a anunciada aprovação “é um atestado de que não existe nada que desabone o meu nome”.

Revista Época x Ana Júlia Carepa

Volta e meia o nome da ex-governadora do Pará, Ana Júlia Carepa (PT) está na mídia nacional, mesmo tendo a petista já dito que não disputará as prévias do partido para a prefeitura de Belém ou outro cargo qualquer, por enquanto.

Esse final de semana foi a vez da Revista Época, em reportagem de Marcelo Rocha intitulada Ôôô, Ana Júlia!!, vincular a indicação de seu nome para assumir cargo na diretoria da Brasilcap, uma subsidiária do Banco do Brasil com supostos erros nas prestações de conta de convênios firmados com o BNDES em 2010.

A reportagem de Época, que nada mais é do que uma denúncia requentada e já esclarecida, foi rebatida pela ex-governadora em seu Blog pessoal.Confira aqui a contestação de Ana Júlia.

Aniversariante do dia

Ana Julia Quem sopra velinhas hoje (23) é a ex-governadora do Pará, Ana Júlia Carepa. Graduada em Arquitetura pela Universidade Federal do Pará, Ana Júlia iniciou sua carreira política em 1992 quando foi eleita vereadora de Belém. Posteriormente foi eleita deputada deputada federal, vice-prefeita de Belém e senadora.

Em 2006 foi eleita a primeira governadora mulher do Pará.

O Blogger deseja a ela muitas felicidades, paz, saúde e prosperidade, e que ela continue na luta por um Pará mais forte, justo e igualitário.

Ana Júlia Carepa indicada para vaga na Brasilcap

Depois de deixar o governo do Pará em 2010, derrotada na tentativa de se reeleger, a petista Ana Júlia Carepa voltará a exercer um cargo público. Ela foi indicada para participar da diretoria financeira da Brasilcap, empresa líder do mercado de capitalização e que tem como sócios a BB Seguros e Participações (66,66% das ações), Icatu Seguros S.A (16,67%), Companhia Seguros Aliança da Bahia (15,8%) e sócios minoritários (0,87%).A ex-governadora deverá receber cerca de R$ 30 mil mensais a título de salários.

Ana Júlia Carepa, que é funcionária de carreira do Banco do Brasil, já foi presidente do Sindicato dos Bancários, deputada federal, senadora e governadora do Pará. A notícia da indicação foi veiculada no jornal O Estado de São Paulo e, se confirmada, a petista participará de um colegiado composto pelo presidente da Brasilcap, Marcos Lobão; o diretor comercial, Joílson Rodrigues Ferreira e Rogério Leite, diretor.

Brasilcap
A Brasilcap foi criada em 1995, fruto da parceria entre o Banco do Brasil, o Icatu Hartford, a Sul América Capitalização e a Aliança da Bahia. O primeiro produto da Companhia, o Ourocap PM 36, revolucionou o mercado de capitalização, devolvendo 100% da aplicação do cliente num prazo de apenas 36 meses. O resultado não poderia ter sido diferente: 116.386 títulos comercializados só no mês de lançamento, 1 milhão de títulos vendidos nos 12 meses que se seguiram e liderança do mercado já no segundo ano de operação. Em 2010, a Brasilcap completou 15 anos de existência e 14 anos de liderança no mercado de capitalização com mais de 165 mil títulos ativos e uma carteira de 1,9 milhão de clientes.

Com informações do Estadão

Ana Julia Carepa: “O Brasil nos deve”

Abundância de recursos naturais e pobreza extrema são a equação que define a Amazônia. Particularmente no Pará, maior província mineral do planeta, transformar riqueza em qualidade de vida é o desafio aos que se propõem a resolver essa questão.

Os militares nos impuseram a vocação de exportadores de matéria-prima de baixo valor agregado, o que transforma nossa riqueza em empregos lá fora e reproduz a miséria aqui.

Os tucanos criaram a Lei Kandir, que institucionaliza o calote nos impostos pela exportação de produtos primários. Isso torna o Pará um dos primeiros a assegurar saldo positivo da balança comercial brasileira, mas é o um dos últimos Estados em volume de arrecadação do ICMS.

A compensação pelas perdas da lei Kandir é insuficiente e falha. O Pará deve ICMS a empresas que recolhem sobre insumos para exportações, e nada é cobrado sobre o que é exportado. A perda acumulada é de R$ 21,5 bilhões entre 1997 e 2010, segundo a Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa).

É preciso fazer a reforma tributária, mas o que pode alterar de fato nossa dependência é criar alternativas para transformar os recursos naturais e agregar valor no próprio estado, e com isso criar empregos, gerar renda e melhorar a qualidade de vida das pessoas.

É nesse contexto que surge a siderúrgica da Vale no sudeste do Pará, a Alpa, fruto da nossa vontade política e do apoio decisivo dos, à época, presidente Lula e ministra Dilma Rousseff.

A Alpa surge ligada à resolução de problemas estruturais no vale do Araguaia-Tocantins, entre os quais as Eclusas de Tucuruí, que restabelecem a navegabilidade do Rio Tocantins e criam condições para a hidrovia Araguaia-Tocantins; derrocagem dos pedrais e dragagem para a hidrovia; ampliação do Porto de Vila do Conde em Barcarena; e construção do Porto Público de Marabá, disponível a dezenas de outras indústrias previstas para a região, já que a Alpa terá seu próprio porto.

Com o Distrito Industrial de Marabá revitalizado e ampliado, não foi difícil convencer os executivos da Vale e da Aço Cearense, proprietária da Sinobrás, que já produz vergalhões de aço em Marabá, a implantar lá a indústria Aline, de bobinas de aço a frio e a quente e aço galvanizado, substituindo importações da Índia, gerando emprego e garantindo recursos para saúde, educação.

As obras de infraestrutura que já existem e estão sendo construídas são essenciais para viabilizar o polo industrial da região sul-sudeste do Pará, em Marabá. Por isso todas as lideranças do estado, inclusive a autora deste texto que já pediu audiência no Ministério do Planejamento, se mobilizam para que a obra da Hidrovia Araguaia/Tocantins seja retomada.

O Governo Federal já inaugurou as Eclusas de Tucuruí, ampliará os portos de Vila do Conde e de Marabá e não terá dificuldades em propor um arranjo institucional, dentro ou fora do PAC, para viabilizar a hidrovia como obra complementar às eclusas e aos portos de Marabá e de Barcarena, tornando-as úteis de fato para o desenvolvimento da região amazônica.

A hidrovia do Araguaia- Tocantins é o caminho natural para viabilizar a ZPE de Barcarena, que industrializará diversos minerais, em especial o cobre, além de assegurar a ampliação da cadeia do alumínio. A ZPE de Barcarena foi uma conquista que teve forte oposição de José Serra, o mesmo que incluiu na Constituição a taxação da energia elétrica no consumo e não na geração.

O Brasil deve à Amazônia! Essas obras estratégicas de infraestrutura amortizam apenas uma pequena parte do débito, embora o lucro para o País seja imenso. A luta pela hidrovia do Araguaia-Tocantins é, portanto, de todos os brasileiros.

Ana Júlia Carepa é arquiteta e bancária. Já exerceu mandatos de vereadora, vice-prefeita e secretária municipal de Belém, deputada federal, senadora e governadora do Pará (2007 a 2010). Artigo publicado na revista Carta Capital.

Ana Júlia Carepa: a verdade dos fatos

Indeferida a representação contra Ana Júlia Carepa

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Pará indeferiu a representação eleitoral imposta contra a ex-governadora Ana Júlia Carepa. Ela foi acusada pelo Ministério Público de distribuir combustível à véspera da eleição de 2010 em troca de votos. Porém, ontem, por unanimidade, os juízes eleitorais entenderam que os carros que estavam sendo abastecidos estavam a serviço da campanha, e obedecendo a todos os requisitos legais.
De acordo com a acusação, entre os dias 30 e 31 de outubro, dia da eleição, uma diligência do MP apreendeu requisições de combustível que estavam sendo distribuídas para carros adesivados com o emblema da campanha da então candidata. Segundo o MP, estas pessoas estavam sendo cooptadas em troca de votos para o pleito. Porém, o advogado de defesa de Ana Júlia, Cláudio Bordalo, contestou a informação alegando que o abastecimento foi destinado aos carros que estavam exercendo atividades na campanha, tanto na véspera, quando ainda estava liberada a realização de carreatas, bem como no dia da eleição, pelas pessoas que iriam atuar na fiscalização das eleições.
Ele também ponderou que o próprio promotor de justiça, Gilberto Valente, que estava à frente da fiscalização, respondeu em juízo que nenhuma testemunha chegou a dizer que estava recebendo combustível em troca de votos.
A defesa foi acatada pela juíza relatora, Ezilda Pastana, que ressaltou no voto a fragilidade das provas contra a candidata. Ela também ponderou que os depoimentos das testemunhas também convergiam para tese da defesa e que todas as requisições constavam regularmente na prestação de contas apresentada. O voto foi referendado pelos demais membros da Corte que decidiram, por unanimidade, indeferir o processo.

Fonte: O Liberal

Revista Época: Ana Júlia encomendou pesquisa e não ficou satisfeita com a resposta

Época - Ana Júlia Carepa

A imagem acima foi retirada da Revista Época edição 698, coluna do Felipe Paturi. Segundo o colunista a ex-governadora estaria desprestigiada politicamente dentro do alto comando petista. O Blogger solicitou a confirmação de Ana Júlia sobre as afirmações de Paturi mas ainda não obteve resposta.

Atualização:
A ex-governadora Ana Júlia Carepa, via twitter, informou ao Blogger que não encomendou nenhuma pesquisa e que não será candidata a nenhum cargo em 2012. Ana Júlia disse ainda que a informação de Época é mais uma mentira patrocinada por seus adversários políticos e que os supostos resultados mencionados na nota não condizem com os números apresentados nas pesquisas as quais teve acesso.